Albertini-Janela Florida na Bretanha,Franca,1996

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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21.5.03
Ajustes de atitude. para "Nouveau Witch"

Texto de Lynna Landstreet.

Durante meus 13 anos na Arte, e particularmente nos últimos dois
anos em que comecei a aceitar aprendizes, notei um certo número de
peculiaridades entre muitos dos membros mais jovens e recém-entrados
na comunidade Pagã. Peculiaridades que vão de mais ou menos
irritantes a tremendamente nojentas. Muitos desses problemas caem na
categoria de Atitude com A maiúsculo.

Antes de avançar, devo dizer que tenho certeza de ter sido culpada
das mesmas coisas em meus primeiros anos na Arte. Encaremos o fato,
nós todos fomos. Aliás, aqueles de nós que classificam as atitudes
atuais como "nouveau witch" - emperequetar-se todo em preto e com
cristais, ankas e pentagramas pendurados em todas as partes
concebíveis do corpo; insistir em informar a todos, do motorista de
táxi à garçonete da birosca que é um bruxo; ou demonstrar seus recém-
descobertos Grandes Poderes Psíquicos traçando pentagramas de
invocação para convocar um ônibus atrasado ou ficar analisando em
voz muito alta a aura dos outros na rua - costumavam ser os piores
quando éramos jovens. Não estou dizendo que todo wiccaniano
experiente seja necessariamente um perfeito anjo (desculpem a
metáfora judaico-cristã). Ainda que muitos de nós superem esses
hábitos tediosos com o tempo, ocasionalmente um ou mais deles
permanecem. E, acreditem-me, é muito mais fácil livrar-se deles
quando se é novo do que lidar com eles depois que se tornam hábitos
estabelecidos.

Bem, tendo isso em mente, ofereço os seguintes Exercícios de
Reconhecimento e Ajuste de Atitude:


Atitude #1:
"Olhe para mim, sou uma Bruxa!"

Reconhecimento:
Se você está lendo no Metrô um livro sobre a Arte, faz questão de
segurá-lo de forma a que TODOS possam ver o título? Quantos adereços
você usa normalmente são específica e obviamente ligados ao
ocultismo? Você se pilha falando ininterruptamente sobre a Arte,
especialmente na presença de não-pagãos? TODAS as pessoas que você
conhece sabem que você é wiccaniano? Ficam sabendo cinco minutos
após te conhecerem?

Ajuste:
Não estou dizendo para voltarmos para o "armário de vassouras", mas
pense em como se sentiria se trabalhasse com um Cristão renascido
(N.doL. corrente evangélica neopentecostal à qual pertence, por
exemplo, George W. Bush) que não conseguisse parar de falar em
Jesus. Ficaria entediado rapidamente, não? Falar ininterruptamente
sobre a Arte para não-pagãos provavelmente vai apenas encher a
paciência deles, além de dar a impressão que somos todos fanáticos
religiosos obsessivos.

Primeiro, esteja ciente do problema. Cada vez que se perceber
falando da Arte em meios não-pagãos, preste atenção e pense a
respeito. Era realmente NECESSÁRIO dizer o que disse? Se não, qual
seu verdadeiro motivo? Você apenas está habituado a falar livremente
por andar com outros pagãos? Ou, talvez, culpado de tentar ostentar
um pouquinho para afugentar a hesitação? Não se preocupe, todos nós
fazemos isso de vez em quando. O importante é SABER quando está
fazendo, de forma a poder lidar com isso.

Estabeleça para si mesmo o desafio de pensar antes de falar sempre.
Pergunte a si mesmo: eles PRECISAM saber disso? Se não, por que
estou dizendo? Tente perceber como parece/soa para os outros. Lembre-
se do que nós freqüentemente falamos sobre os fundamentalistas:
qualquer um que esteja genuinamente seguro de em paz com a própria
fé não tem a necessidade em enfiá-la na garganta dos outros o tempo
todo. Não significa não mencionar nunca - apenas lembre, moderação
em tudo.

Lembre-se dos tradicionais quatro poderes do ocultista: saber,
ousar, querer e CALAR. Trabalhe nisso!


Atitude #2:
Vivendo uma Vida Mágica - 24 Horas por Dia!

Reconhecimento:
É parente próximo da atitude número 1: é um outro meio de garantir
que o mundo todo saiba que você é pagão, mas dessa vez com ações em
vez de palavras. Você está sempre fazendo pequenos atos de magia a
cada cinco minutos? E garantindo que todos saibam o que está fazendo?

Ajuste:
Antes de mais nada, esteja atento, como no número 1. PENSE antes de
agir. É necessário? Não existe um meio mais fácil e não-mágico de
fazer o que quer? Quais são os seus VERDADEIROS motivos para fazer
mágica neste momento e na frente desta platéia? Mais uma vez não
estou dizendo para nunca fazê-lo - uma das melhores coisas da Arte é
que ela pode e deve ser vivida o tempo todo. Mas seja discreto. Se
quer praticar a leitura de auras dentro do ônibus, vá em frente, mas
você não precisa apregoar os resultados conforme os atinge. Há
milhões de pequenas maneiras de fazer de sua religião e sua arte
parte de seu dia-a-dia sem precisar se exibir. Tente estar ciente de
seus motivos. Pratique usando sua Arte de formas que não sejam
óbvias. Leia novamente os comentários do número 1.

Atitude #3:
Guerras de Bruxas

Reconhecimento:
Alguns dizem que a fofoca é o segundo passatempo favorito da
comunidade pagã (perdendo para a síndrome de Pega - colecionar
objetos brilhantes); outros afirmam que, se tiver que escolher entre
conseguir um novo badulaque e saber alguma sujeira sobre alguém que
mal conhece, a maioria dos pagãos vai sempre escolher a fofoca.

Vale dizer que isso é provavelmente natural. Pegue um grupo de
pessoas - de qualquer tipo - e a primeira coisa da qual elas vão
falar é, adivinhe, das outras pessoas. Entretanto, há uma sutil
diferença entre o disse-me-disse inevitável de uma comunidade e a
fofoca genuinamente maliciosa. Se você não tem certeza da diferença,
pergunte-se: Eu diria isso na cara pessoa a que se refere? Diria
isso para alguém que sei ser amigo dela? Se não, por que estou
dizendo por trás?

Mais ainda: pergunte-se se você realmente tem certeza de que o que
está dizendo é verdade, ou se apenas ouviu de alguém que ouviu de
alguém que ouviu de alguém etc. E mesmo se você souber que é
verdade, é realmente necessário espalhar essa verdade? As pessoas às
quais você está falando têm alguma necessidade de saber o que você
está contando, além da curiosidade?

Ajuste
Parecida com a número 1. Pense antes de falar. E lembre-se dos
quatro poderes, especialmente o primeiro e o quarto.

Não, não, NÃO repita QUALQUER FOFOCA a respeito de outra pessoa, por
mais deliciosa que seja, senão estiver ABSOLUTAMENTE certo dos
fatos. Não presuma que QUALQUER PESSOA seja uma fonte infalível de
informação, não importa o grau, tradição ou nível de respeito dentro
da comunidade. Sacerdotes são humanos, como qualquer um.

Há pelo menos dois lados de cada história, e geralmente mais. Não
suponha que você entende uma situação com base no relato de uma
pessoa, principalmente se não conhecer todos os envolvidos. Se você
ouve histórias horríveis de um lado de um conflito, de qualquer
espécie, por que não procurar a outra pessoa e pedir a ela que conte
seu lado da história? Você ficará surpreso ao perceber como a mesma
situação parece diferente quando vista de duas perspectivas.

E mesmo se você estiver certo o bastante de que conhece os fatos,
pense um pouco se é realmente necessário dizer o que sabe. Fofoca,
disse-me-disse e "Guerras de Bruxas" pouco fazem para fortalecer uma
comunidade. Elas não estão, para dizer de forma gentil, em sintonia
com os princípios de perfeito amor e perfeita confiança.

Se você acha que alguém representa uma verdadeira ameaça à
comunidade ou que está acontecendo algo de que as pessoas devem
estar informadas, conte aos outros (supondo, claro, que você tem
certeza de que é verdade). Mas no caso de fofoca inútil, ou você-não-
sabe-da-última, deixe para lá. Lembre-se que são necessários dois
para fazer fofoca - o que fala e o que ouve. Se alguém começar a
falar algo que viole os princípios acima, você não precisa ouvir.
Você sempre pode dizer "Eu preciso ouvir isso?"ou "Se você tem um
problema com fulana, por que não fala com ela em vez de falar
comigo?" ou o que achar melhor.

Esse é um dos hábitos mais difíceis de romper, e todos nós
incorremos nele de vez em quando, mas é um dos maiores problemas em
nossa comunidade, logo, vale o esforço.

Atitude #4:
Eu sou o bom!

Reconhecimento
Todo mundo tem algo a ensinar e algo a aprender, algo em que é bom e
algo em que não é tão bom assim. Mas você vai descobrir que é mais
vantajoso - e as pessoas vão descobrir que é mais fácil de lidar -
se você evitar se vangloriar constantemente de tudo em que é bom ou
que pensa saber mais que os outros, e se concentrar mais em aprender
com os outros e melhorar nas suas fraquezas, em vez de fazer quem
todos saibam de seus pontos fortes.

Por um motivo, se você é como a maioria das pessoas, provavelmente
não sabe tanto quanto pensa. Uma das primeiras coisas que aprendi
após minha iniciação como Sacerdotisa é que há muito mais coisas aí
que eu não sei do que coisas que eu sei. O aprendizado nunca
termina. Cada iniciação, cada conquista, é um novo início e,
principalmente se você ainda está em seus primeiros tempos na Arte,
vale mais aprender que ensinar, que dar conselhos que ninguém pediu
ou jactar-se do que aprendeu até agora.

Confiança excessiva também pode ser perigosa, levando-o a tentar
coisas que realmente não sabe como fazer. Um pouco de conhecimento é
uma coisa perigosa. Não enfadá-los detalhando de todo exorcismo mal
feito de que ouvi falar, ou dos revezes psíquicos e feitiços
fracassados que eu mesma encarei, ou mesmo dos tentaram regressões a
vidas passadas e acabaram falando com quatro vozes diferentes numa
cela acolchoada no Instituto Clarke (N.doL.: famoso manicômio dos
EUA). Basta dizer que o poder da magia é real, assim como são os
perigos. Na dúvida, NÃO TENTE.

Ajuste:
Tente contar o número de vezes durante um dia típico em que você diz
frases que começam com "eu", especialmente "eu posso...", "eu
sei...", "eu sou realmente bom em...", "eu sei como..." etc. E tente
diminuir esse total. Pense: a pessoa com quem estou falando
realmente precisa saber isso? Sou realmente o especialista que penso
ser? Essa pessoa tem algo a ME ensinar, algo que ela sabe mais do
que eu? O que EU posso aprendem com ELES? Até um idiota tem algo a
ensinar. Lembre-se da frase da Rede Wiccaniana, de Doreen
Valiente: "Fale pouco, ouça muito". Pratique isso.

E se você estiver pensando em fazer QUALQUER tipo de trabalho mágico
que nunca fez antes, peça conselho a alguém que já fez. Se lhe
disserem que você ainda não está pronto, OUÇA. Aprender a arte não é
uma corrida. Não é ser o primeiro da turma a fazer esse ou aquele
feitiço ou dominar esse ou aquele talento. Preste atenção ao que
Starhawk chama de "trabalho básico de magia" e tenha certeza que
você o aprendeu antes de tentar brincar com fogos de artifício. Ou,
em outras palavras, não tente correr enquanto não tiver dominado
completamente a arte de andar.

Atitude #5:
Não é simplesmente uma boa idéia - É a Lei!

Reconhecimento:
Você considera cada palavra do seu professor como uma Escritura
Sagrada? Ela não faz nada que te pareça errado? Você pede conselho a
ele todas as vezes em que precisa tomar uma decisão, não importa o
quão trivial? Você acha que as práticas da sua tradição estão
gravadas na pedra e fica horrorizado se vê alguém agindo de outra
forma? Você tem o hábito de sair proclamando aos quatro ventos que
qualquer um que te irrite está violando a Lei da Arte? Você censura
abertamente os recém-chegados no círculo e sai apontando em voz alta
todas as peças de vestuário ou ornamentos que ele não deveria usar
na sua tradição?

Ajuste
RELAXE, porra! Respire fundo. Solte esses músculos anais. Tome uma
pílula de ervas para os nervos - aliás, tome três. Então encare os
seguintes princípios: Seu professor não é perfeito. VOCÊ não é
perfeito. NINGUÉM é perfeito. Sua tradição não é a única que
existe. "A lei foi feita para guiar, não para atar." O céu
provavelmente não vai cair porque alguém está no círculo usando uma
vestimenta de US$ 5 comprada de um camelô e que poderia parecer
muito uma vestimenta sacerdotal da sua tradição se vista à luz de
velas através de uma pesada fumaça de incenso por alguém com visão
20/200.

Agora, pode-se argumentar que esse problema de atitude pode, pelo
menos para iniciantes, ser menos daninho que seu oposto, a visão eu-
posso-tudo citada acima. E é certamente melhor ter uma consciência
superdesenvolvida que uma subdesenvolvida. Mas os danos não devem
ser subestimados. Alguém que precisa o tempo todo que lhe digam o
que fazer e que se agarra à forma da Lei a ponto de ignorar seu
espírito carece seriamente de intuição, confiança e capacidade de
julgamento.

Cedo ou tarde sua professora não vai estar por perto quando você
precisar. Ou não haverá uma lei que se aplique a uma determinada
situação em que você se encontre (na verdade, provavelmente não há -
ouço um monte de gente com esse problema afirmar que várias coisas
são "contra as Leis da Arte" que não são abordadas em nenhuma versão
das Leis que eu conheça). Quando isso acontecer, você vai ter que
aprender a fazer algo que é mais difícil quanto mais tarde começar.
Isso mesmo, você vai ter que aprender a PENSAR POR SI MESMO.

Falando apropriadamente, "fundamentalista pagão" deveria ser uma
contradição de termos. A Arte sempre deu muito valor à consciência
individual, à intuição e ao "livre exercício da sabedoria". Somos,
em última análise, responsáveis por nossas consciências perante os
Deuses, e não os vejo segurando um livro de regras numa mão e fichas
na outra, marcando ansiosamente cada suposta ofensa como se fossam
faltas numa prova de direção.

Certamente não estou sugerindo que você vá ao outro extremo e abrace
o enfoque vale-tudo, deixa-rolar e você-cria-sua-própria-realidade
adotado pelas tradições mais "Californizadas". A Lei - em todas as
suas numerosas variações - existe por um motivo: fornecer uma base
firme em ética, costumes e visão de mundo wiccaniana. Se você
decidiu estudar com um professor, DEVE respeitar sua autoridade. Mas
isso não significa abdicar de sua capacidade de pensamento crítico.

Da mesma forma, qualquer que seja a tradição com a qual trabalhe,
presumivelmente você está nela porque sente que é a ideal para você.
Mas isso não significa que seja a ideal para todos. Não fique se
agarrando a tecnicalidades - olhe, em vez disso, para as idéias
básicas e para as intenções que sublinham as práticas mágicas e
espirituais, e você provavelmente verá que diversas tradições da
Arte têm mais em comum do que pensa.

E por favor, POR FAVOR, resista à tentação de agir feito um
sargentão sempre que vir alguém fazer algo que considere errado. O
ritual inteiro não vai fracassar só porque algum novato deu dois
passos no sentido anti-horário ou não olhou para o quadrante certo
na hora certa, ou esqueceu de tirar o relógio, ou que for. RELAXE.
Se você acha que deve falar com ele, fale - de forma educada e
respeitosa e, se possível, APÓS o ritual. Se você fica entrando em
pânico por qualquer errinho, vai se estressar à toa e afastar as
outras pessoas. Não sue por coisas pequenas. Não vale a pena.


Soprado pela Bruxa...4:33 da tarde



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[MAIO]
[::] O nome do mês de Maio deriva da deusa grega Maya, considerada a mãe de Hermes.

[::] Nas culturas celtas o nome para o mês de Maio é Mai ou Maj. Nesse mês era costume vestir-se de verde para homenagear a Mãe Terra.

[ABRIL]
[::] O nome "Abril" homenageia a deusa grega Afrodite, do amor e da paixão. Era por essa razão que acreditava-se e ainda acredita-se que os amores nascidos em Abril são para sempre.

[::]Os espíritos da Natureza correspondentes ao mês de Abril são os Elfos, pequenos duendes que adoram dançcar ao som das flautas medievais. Dizem que ouvir esse tipo de música durante o mês de Abril atri os Elfos que invadem nosso sono proporcionando sonhos proféticos.
[:<br>br>

[MARÇO]
[::]O nome "Março" deriva do Deus romano Marte, o Deus da Guerra. Equivalente ao Deus grego Ares, o celta Teutates, e Tyr, entre os nórdicos.

[::]Os antigos acreditavam que as chuvas e tempestades do mês de Março eram benéficas e mágicas e que traziam as bençãos dos céus. Por essa razão sempre recolhiam essas águas em potes e as utilizavam em seus encantamentos.

[::]Os espíritos guardiães do mês de Março são os silfos, os elementares do

ar responsáveis pelos ventos e tempestades. Dizem que quando chove muito

durante a noite éporque os silfos estão festejando. Por isso não é bom

reclamar do mau tempo de Março, mau tempo para nós, festa para eles.

[FEVEREIRO]
[::]O nome Fevereiro deriva, segundo algumas fontes, da Deusa romana Februa. Outra versão diz derivar do Deus Februs, correspondente a Hades e Platao.

[::]Os espíritos guardiães correspondentes ao mês de Fevereiro sao as Fadas Caseiras, aquelas que vivem nos vasos de plantas das nossas casas. Por essa razao e costume durante este mes enfeitar os vasos com laços vermelhos. Dizem que isso deixa as fadas tao felizes que trazem muita alegria e sorte para o lar.

[::]Fevereiro é o mês da purificação. Por esta razão, no último dia deste mês coloque em cada uma das janelas de sua casa uma cabeça de alho. Essa antiga pratica tem o poder de proteger nossos lares durante os proximos meses do ano.


[JANEIRO]
[::]As antigas tradições diziam que as condições climáticas dos 12 primeiros dias de janeiro indicarão o clima nos proximos 12 meses solares, cada dia correspondendo a um mês do ano.

[::]A palavra "Janeiro" deriva do Deus Janus, que segundo a mitologia romana tinha dias faces, cada uma representado os términos e os começos, passado e futuro.

[::]Os BROWNIES, os espiritos guardiães do mês de Janeiro, são pequenos cozinheiros do mundo mágico, e que nesse mês sempre apareciam nas cozinhas escocesas atraídos por bolo de chocolate com nozes e mel. Foi por causa destes seres que o bolo "brownie" foi batizado com esse nome.