<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107</id><updated>2011-04-21T22:16:34.184-03:00</updated><title type='text'>WICCAN BLOG</title><subtitle type='html'>Textos explicativos sobre wicca e um pouco de magia pra voce.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wiccanblog.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>84</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-94946499</id><published>2003-05-27T13:38:00.000-03:00</published><updated>2003-05-27T13:38:44.503-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A MEDICINA DA FÉ DE PARACELSUS E A PSICONEUROIMUNOLOGIA DA CIÊNCIA &lt;br /&gt;ATUAL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filomena Maria Perrella Balestieri&lt;br /&gt;Profa. Dra. DFP/LTF - UFPB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Que teu coração não tenha vaidade em razão de quanto conheces.&lt;br /&gt;Busca conselho tanto junto ao ignorante quanto junto ao sábio, &lt;br /&gt;Pois os limites da arte são inatingíveis.&lt;br /&gt;E não existe artesão que tenha atingido a perfeição” &lt;br /&gt;Ptah-Hotep – Egito Antigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O teu olho é a lucerna do teu corpo.&lt;br /&gt;Se o teu olho for são todo o teu o corpo será luz.”&lt;br /&gt;Jesus Cristo, Evangelho de São Mateus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o médico pode conhecer o homem,&lt;br /&gt;no qual todo o céu e a terra estão presentes, &lt;br /&gt;se não conhece o firmamento, os elementos e nem o mundo?&lt;br /&gt;Paracelsus (1493-1541)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ptah-Hotep, Jesus Cristo e Paracelsus chamam-nos a atenção para a&lt;br /&gt;necessidade de sermos abertos ao conhecimento. O conhecimento que&lt;br /&gt;floresce da observação e que da forma abstrata, inconsciente vai se&lt;br /&gt;tornando concreto, consciente. O homem sempre esteve diante do grande&lt;br /&gt;enigma do significado da Vida e da Morte. Às margens do Nilo, do Tigre&lt;br /&gt;e do Eufrates, do Indo ou do Rio Amarelo na Antiguidade ou nas cidades&lt;br /&gt;européias da Idade Média, homens e mulheres nos deixaram obras que&lt;br /&gt;retratam a relação que estabeleciam entre a saúde e a fé. A história&lt;br /&gt;nos mostra o longo caminho trilhado, desde o Egito Antigo até os&lt;br /&gt;nossos dias, para que pudéssemos entender este comportamento dos&lt;br /&gt;nossos antepassados frente às doenças. A fé em Deus ou deuses e o medo&lt;br /&gt;dos demônios sempre esteve relacionado ao homem e às doenças. Hoje,&lt;br /&gt;após mais de 5000 anos de história da civilização humana, podemos&lt;br /&gt;entender cientificamente que a postura destes homens, muitas vezes&lt;br /&gt;anônimos, tem um significado concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da história, associado a um saber prático que levou à ciência&lt;br /&gt;de cada época, o homem sempre conviveu com a crença nos Deuses, nas&lt;br /&gt;orações, nas ervas, nos curandeiros. Analisada à distância de tantos&lt;br /&gt;séculos e à luz dos nossos conhecimentos, a relação da fé com a cura&lt;br /&gt;das doenças, muitas vezes, nos parece ser proveniente do conhecimento&lt;br /&gt;de algo que se manifestava de forma inconsciente. Conhecimento, muitas&lt;br /&gt;vezes, de cunho mitológico, que estes homens e mulheres deixaram&lt;br /&gt;impressos em papiros ou em belos monumentos talhados na pedra e que&lt;br /&gt;hoje, comprovados com sofisticadas técnicas laboratoriais, são&lt;br /&gt;retratados nos artigos de publicação científica. Da pura poesia de uma&lt;br /&gt;emoção revelada em obras de arte monumentais, passamos hoje à&lt;br /&gt;utilização prática e quase que definitivamente comprovada da&lt;br /&gt;importância da fé e de várias emoções na cura ou no desencadeamento&lt;br /&gt;das doenças. Poderíamos dizer que hoje, através da ciência, estamos&lt;br /&gt;podendo comprovar a importância dos sentimentos que o homem sempre&lt;br /&gt;expressou aos seus Deuses, externos ou internos. Infelizmente fomos e&lt;br /&gt;continuamos, muitas vezes, a ser, como sociedade, homens e mulheres de&lt;br /&gt;pouca fé porque muitos daqueles que lutaram sem provas científicas por&lt;br /&gt;estes valores foram, e continuam sendo, exterminados de forma trágica.&lt;br /&gt;Paracelsus apresenta-se como a principal figura neste cenário porque,&lt;br /&gt;neste milênio, ele concentra na prática e na teoria, todo um amplo&lt;br /&gt;conhecimento sobre os fatores que podem interferir na saúde,&lt;br /&gt;inclusive, a fé. Através de seu gênio irreverente e questionador, ele&lt;br /&gt;expressou, de forma complexa a nossos olhos contemporâneos, a síntese&lt;br /&gt;do conhecimento médico adquirido pelos nossos antepassados da&lt;br /&gt;Antiguidade e da Idade Média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira imagem no Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira imagem preservada no tempo, que nos revela esta relação&lt;br /&gt;entre o homem e a fé para a cura de seus males, é vista num monumento&lt;br /&gt;do período entre a 18a e a 20a dinastia (entre 1567 e 1085 a.C.). Um&lt;br /&gt;porteiro de nome Ruma se dirige à deusa Istar (originariamente síria,&lt;br /&gt;mas venerada também no Egito) para obter a cura de uma enfermidade que&lt;br /&gt;o deixou todo deformado (provavelmente poliomielite). A crença não era&lt;br /&gt;só a de que os deuses curavam as doenças como também as causava, e&lt;br /&gt;estas eram afastadas através de exorcismos e da utilização de&lt;br /&gt;excrementos. A deusa Sakhmet, representada por uma leoa, era uma das&lt;br /&gt;principais responsáveis pelas doenças e mortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As doenças além de serem causadas por deuses maldosos também podiam&lt;br /&gt;ocorrer pelo abandono do Deus protetor, como fica evidente na carta de&lt;br /&gt;um pintor cego da época de Ramsés II, dirigida a seu filho: “... Não&lt;br /&gt;me deixe. Vivo desesperado... Vivo na escuridão. O deus Amon me&lt;br /&gt;deixou. Traga-me mel e gordura para os meus olhos... e a legítima&lt;br /&gt;maquilagem dos olhos, logo que for possível. ...”. Associada ao culto&lt;br /&gt;dos Deuses, a medicina egípcia também se desenvolveu tecnicamente. No&lt;br /&gt;papiro de Smith, um manual de cirurgia do período de 2500-2000 a.C.,&lt;br /&gt;estão descritas inúmeras enfermidades, em associação com os seus&lt;br /&gt;respectivos diagnósticos, prognósticos e prescrições terapêuticas. No&lt;br /&gt;papiro de Ebers, foram decifrados os nomes de espécies vegetais&lt;br /&gt;(associados com a forma de preparação dos remédios) que ainda hoje são&lt;br /&gt;usadas no tratamento de várias enfermidades: zimbro, romã, linhaça,&lt;br /&gt;erva-doce, folhas do sene, rícino, alho, papoula dentre outras. Além&lt;br /&gt;das plantas, os egípcios também utilizavam minerais tais como o cobre,&lt;br /&gt;o alabastro, o magnésio, o salitre e até o antimônio. Atualmente,&lt;br /&gt;alguns destes minerais têm sido utilizados na oligoterapia.&lt;br /&gt;Acreditava-se que os gregos haviam sido os primeiros a criar templos&lt;br /&gt;de cura, no entanto, através dos papiros descobriu-se que os egípcios&lt;br /&gt;levavam as pessoas para templos, onde por meio de rituais e&lt;br /&gt;sonoterapia, os médicos-sacerdotes e os deuses específicos para cada&lt;br /&gt;um dos males participavam no tratamento destes pacientes. Os doentes&lt;br /&gt;eram transportados em estado de transe e de sono artificial pelo&lt;br /&gt;consumo de ópio e pensavam poder entrar em contato com o deus curador,&lt;br /&gt;sentindo-se curados de fato, ou pelo menos, por sugestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Babilônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Mesopotâmia existiam também duas medicinas, que sobreviveram&lt;br /&gt;paralelamente durante toda a história do país: a dos médicos e a dos&lt;br /&gt;magos. Para os habitantes desta região, as doenças eram manifestações&lt;br /&gt;do sofrimento, oriundas de tudo o que impede que se estabeleça um&lt;br /&gt;estado de felicidade. Os causadores do “mal de sofrimento” eram os&lt;br /&gt;demônios que eram exocirzados, através de rituais solenes, pelo&lt;br /&gt;esconjurador (dos males) ou pelo purificador (das máculas responsáveis&lt;br /&gt;pelas doenças). Quando o tratamento era infrutífero apelava-se para a&lt;br /&gt;outra forma de medicina e na prática elas se complementavam. Muitas&lt;br /&gt;vezes, em caso de doença em pessoas da nobreza, tanto um médico&lt;br /&gt;tradicional quanto um exorcista tratavam simultaneamente o paciente,&lt;br /&gt;cada um com os seus métodos. Esta interação entre tratamentos&lt;br /&gt;convencionais pelos médicos e o exorcismo levou à inserção de&lt;br /&gt;características racionais na técnica de exorcismo e aspectos&lt;br /&gt;ritualísticos na medicina tradicional. Segundo alguns historiadores,&lt;br /&gt;enquanto a medicina empírica da época fornecia os medicamentos, os&lt;br /&gt;cuidados a serem tomados e o prognóstico, a medicina exorcista era a&lt;br /&gt;única capaz de tranquilizar completamente o espírito, porque exlicava&lt;br /&gt;a causa da enfermidade: ou seja, a vontade castigadora dos Deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Índia, na China, no México e Peru.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Índia, as enfermidades também estavam associadas aos deuses: “Ó,&lt;br /&gt;deus dos Fogos, sinta conosco e poupe-nos, Takman. Eu reverencio o&lt;br /&gt;frígido Takman e o cálido que confunde a mente, que está ardendo.&lt;br /&gt;Reverenciado seja Takman que retorna amanhã, que vem dois dias&lt;br /&gt;seguidos e no terceiro dia....”. Takman era considerado o deus da&lt;br /&gt;febre e pela descrição do tipo de febre que aparece de dois em dois&lt;br /&gt;dias, percebe-se a ocorrência da malária já nesta época. Os deuses&lt;br /&gt;castigavam os pecadores enviando enfermidades ou permitindo a ação dos&lt;br /&gt;demônios. O Deus Rudra, das tempestades, castigava causando fortes&lt;br /&gt;dores que eram como flechas atiradas e que penetravam na carne de suas&lt;br /&gt;vítimas. Para aliviar estes males, os sacerdotes receitavam orações&lt;br /&gt;implorando o auxílio dos deuses, bem como sacrifícios e fórmulas&lt;br /&gt;mágicas contra os demônios das doenças. Assim como no Egito e&lt;br /&gt;Mesopotâmia, associada à prática ritualística, existia uma medicina&lt;br /&gt;mais racional. No Rigveda, existem registradas as principais plantas&lt;br /&gt;medicinais que eram utilizadas e uma série de procedimentos&lt;br /&gt;cirúrgicos. Uma das principais heranças desta medicina indiana foi a&lt;br /&gt;prática da ioga, com o desenvolvimento da capacidade de anular as&lt;br /&gt;sensações de dor, de influenciar os batimentos cardíacos e regular a&lt;br /&gt;sensibilidade corporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na China, através das descrições encontradas em ossos para a consulta&lt;br /&gt;dos oráculos e para pedir conselhos aos deuses, sabe-se que aí também&lt;br /&gt;acreditava-se que as doenças eram causadas pelos deuses e demônios.&lt;br /&gt;Foram encontradas, da era dos Chous, figuras de xamãs, homens dotados&lt;br /&gt;de poderes secretos, que por meio de exorcismos e magia atuavam contra&lt;br /&gt;males humanos. Para a maioria dos chineses, o exorcismo e a magia eram&lt;br /&gt;os únicos remédios para os seus males.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação do homem das Américas com as doenças foi preservada através&lt;br /&gt;de relatos de alguns médicos espanhóis logo após a conquista do&lt;br /&gt;México. A deusa do milho dos astecas, Chicomecóatl, era colocada no&lt;br /&gt;ponto central do Olimpo dos deuses, no qual os sacerdotes e os médicos&lt;br /&gt;astecas buscavam, ou enxergavam, as causas e a cura de muitas doenças.&lt;br /&gt;Os astecas também imaginavam que as transgressões contra os poderes&lt;br /&gt;celestiais eram as causas de infortúnio e doença. Associada à crença&lt;br /&gt;em deuses, assim como no Egito Antigo, os astecas empregavam uma série&lt;br /&gt;de plantas medicinais e os médicos eram especializados em determinados&lt;br /&gt;tipos de doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Grécia e Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Grécia, desenvolveu-se uma linha de pensamento a partir do século&lt;br /&gt;VI a.C. que, afastando-se das práticas mágicas dos adivinhos e das&lt;br /&gt;receitas empíricas dos curandeiros, tentou desvendar as causas dos&lt;br /&gt;fenômenos que levariam ao desequilíbrio do corpo. Uma das maiores&lt;br /&gt;figuras deste período foi Hipócrates (c. 460 – 377 a.C.). O texto que&lt;br /&gt;se segue, extraído dos tratados do Corpus Hippocraticum, revela esta&lt;br /&gt;linha de pensamento que deu origem à medicina moderna: “O que me&lt;br /&gt;parece melhor num médico é ser hábil a prever. Penetrando e expondo&lt;br /&gt;antecipadamente, junto dos doentes, o presente, o passado e o futuro&lt;br /&gt;das suas doenças, explicando o que eles omitem, ganhará a sua&lt;br /&gt;confiança [...]. Tratará também tanto melhor as doenças quanto melhor&lt;br /&gt;souber, face à situação presente, prever o estado futuro. [...], e ao&lt;br /&gt;mesmo tempo discernir se existe algo de divino nas doenças, porque é&lt;br /&gt;esse também um prognóstico a fazer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hipócrates quis romper com as práticas da época que estavam associadas&lt;br /&gt;à magia, na tentativa de elaborar regras novas nascidas do&lt;br /&gt;racionalismo, que caracterizava o pensamento e a ciência grega. Apesar&lt;br /&gt;desta sua preocupação, Hipócrates ensinava seus alunos a observar as&lt;br /&gt;circunstâncias da vida e os estados emocionais dos pacientes. Seu pai,&lt;br /&gt;inclusive, pertencia à corporação dos asclepíades, cujos sacerdotes&lt;br /&gt;estavam ligados ao culto do deus médico Asclépio, que promovia a cura&lt;br /&gt;das enfermidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles (384-322 a.C.) identificava os locais específicos de onde&lt;br /&gt;eram emanadas as emoções e referia-se às “moléstias da alma” como&lt;br /&gt;“idéias expressas através da matéria”.                 As evidências&lt;br /&gt;de que a consciência da doença poderia alterar o seu curso, já aparece&lt;br /&gt;num dos tratados da época helenística: “Não deixar de modo algum&lt;br /&gt;perceber o que acontecerá nem o que o ameaça, porque mais de um doente&lt;br /&gt;ficou em muito mau estado por isso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galeno (130 d.C.), apesar de ser grego, era médico em Roma e advogava&lt;br /&gt;a arte da Medicina, ou seja, a necessidade da sensibilidade e bom&lt;br /&gt;senso no tratamento dos pacientes. Ele enfatizava o papel do enfermo&lt;br /&gt;na sua recuperação, valorizando a visão do paciente sobre a sua&lt;br /&gt;enfermidade e a sua escolha terapêutica. Galeno observava que existia&lt;br /&gt;uma relação entre a melancolia e a malignidade e classificava as&lt;br /&gt;“Paixões” como causa não natural e importante fator no tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Média&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os séculos VIII e XI da era cristã, desenvolveu-se na Europa um&lt;br /&gt;intercâmbio cultural e científico entre o Oriente árabe e o Ocidente&lt;br /&gt;cristão e assim foram conhecidas as grandes figuras da medicina árabe,&lt;br /&gt;dentre eles Avicena (980-1037), ao qual se deve o Cânone da Medicina.&lt;br /&gt;Esta enorme compilação dominou o estudo da medicina durante séculos no&lt;br /&gt;Oriente e no Ocidente e tinha raízes nos fundamentos hipocráticos e&lt;br /&gt;galênicos. Estes fundamentos são extremamente práticos, dando atenção&lt;br /&gt;às causas físicas externas e internas desencadeadoras das doenças, os&lt;br /&gt;seus sintomas, a terapêutica incluindo a prática cirúrgica.&lt;br /&gt;Durante a Idade Média, assim como na Antiguidade, o lado prático&lt;br /&gt;conviveu com o lado espiritual. No século XII, a lepra era considerada&lt;br /&gt;o estigma da impureza dos homens. Nesta época, a tradição cristã chama&lt;br /&gt;a atenção da dupla imagem do leproso através das lendas de Constantino&lt;br /&gt;e de S.Julião Hospitaleiro. Constantino teria ficado leproso após ter&lt;br /&gt;perseguido os cristãos e a saúde teria sido recuperada após o seu&lt;br /&gt;batismo, graças aos conselhos dados por São Pedro numa aparição.&lt;br /&gt;S.Julião recolheu no seu leito um leproso no qual reconheceu o Cristo.&lt;br /&gt;A medicina grega legou à Europa medieval remédios contra a lepra à&lt;br /&gt;base de serpentes. Inicialmente a poção mágica destinada a dar ao&lt;br /&gt;doente a possibilidade de mudar de pele, como a serpente, passou, nos&lt;br /&gt;séculos XIII e XIV, a ser considerada feitiçaria, uma conivência&lt;br /&gt;diabólica com a Serpente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos hospitais medievais, as mulheres, geralmente religiosas, eram as&lt;br /&gt;principais responsáveis pela assistência completa ao paciente,&lt;br /&gt;acompanhadas por médicos, cirurgiões, parteiros e padres. Esta&lt;br /&gt;associação sempre verificada na história, se deve ao fato de se&lt;br /&gt;acreditar que a doença, os acidentes ou anormalidades na vida do homem&lt;br /&gt;seriam consequências não só da desregulação do corpo como da alma&lt;br /&gt;também. Em certas doenças, o lado espiritual era o mais dominante. O&lt;br /&gt;exemplo mais claro disso era a doença conhecida como “fogo de Santo&lt;br /&gt;Antônio” ou “fogo sagrado”, doença causada pela ingestão do fungo do&lt;br /&gt;centeio. O tratamento consistia na ingestão do saint-vinage, obtido&lt;br /&gt;pela maceração com vinho, das relíquias de Santo Antônio. Um médico&lt;br /&gt;importante nesta época, em relação à ênfase que dava às emoções, foi&lt;br /&gt;Moisés Maimônides (1135-1204). Filósofo e médico judeu, preconizava a&lt;br /&gt;moderação no uso de técnicas drásticas, tais como a cirurgia.&lt;br /&gt;Enfatizava a importância dos exercícios físicos apropriados, da&lt;br /&gt;nutrição, do descanso e do clima. Ele explorava as manifestações&lt;br /&gt;físicas das emoções, cuja importância era minimizada por sua&lt;br /&gt;recomendação de que o tipo ideal de exercício físico era aquele que&lt;br /&gt;inunda a alma de felicidade, emoção que acreditava completaria, por si&lt;br /&gt;mesma, o processo de cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paracelsus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indignado com o conservadorismo dos médicos, surgiu a figura de&lt;br /&gt;Phillipus Theophrastus Bombastus von Hohenheim (1493–1541), que se&lt;br /&gt;auto-denominou Paracelsus, ou seja, melhor que Celsus (Aulus Cornelius&lt;br /&gt;Celsus - médico romano do século I d.C.), autor de De Medicina, a&lt;br /&gt;bíblia de todos os médicos da época. Polêmico e questionador,&lt;br /&gt;Paracelsus legou-nos um discurso com o qual acolheu alguns estudantes,&lt;br /&gt;na Basiléia, em 1527 e que revela a sua postura frente à preocupação&lt;br /&gt;com a prática da observação reduzindo a crença cega nos livros: “[...]&lt;br /&gt;Quem não sabe que muitos doutores de hoje malogram porque mantem&lt;br /&gt;servilmente os preceitos de Avicena, Galeno e Hipócrates? ... Isso&lt;br /&gt;pode conferir títulos esplêndidos, mas não faz um verdadeiro médico.&lt;br /&gt;Um médico não precisa da eloquência ou conhecimento de linguagem ou de&lt;br /&gt;livros... e sim de conhecimento profundo da natureza e suas obras.....&lt;br /&gt;[...] explicarei os manuais que escrevi sobre cirurgia e patologia,&lt;br /&gt;todos os dias, durante duas horas, como introdução a meus métodos de&lt;br /&gt;cura. Não os compilei de excertos de Hipócrates ou Galeno. Criei-os de&lt;br /&gt;forma nova, em labuta incessante, sobre os fundamentos da experiência,&lt;br /&gt;a mestra suprema de todas as coisas. Quando quero provar algo, não o&lt;br /&gt;faço citando autoridades e sim experimentando e raciocinando.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paracelsus, hábil alquimista, salientou as possibilidades curativas&lt;br /&gt;das matérias inorgânicas e introduziu na farmacopéia da época, que&lt;br /&gt;consistia de produtos vegetais e animais, o mercúrio, o chumbo, o&lt;br /&gt;enxofre, o ferro, o arsênico, o sulfato de cobre e potássio. Como&lt;br /&gt;vimos um conhecimento que remonta o Egito Antigo. A compreensão de&lt;br /&gt;Paracelsus sobre as formas de tratamento eram mais amplas do que as&lt;br /&gt;prescritas pela época e como que por milagre conseguia a cura de&lt;br /&gt;enfermidades incuráveis para a época: “É conveniente que saiba&lt;br /&gt;previamente, amigo leitor, que todas as enfermidades tem&lt;br /&gt;universalmente cinco tipos de tratamentos diferentes e fundamentais.&lt;br /&gt;... Cada uma delas é capaz, por si mesma, de formar um meio&lt;br /&gt;terapêutico completo para a cura de todas as enfermidades nas mãos de&lt;br /&gt;um médico hábil, competente e esperto, que deverá escolher a melhor&lt;br /&gt;para cada caso. Dessa maneira será possível curar qualquer acidente,&lt;br /&gt;sofrimento ou doença, tanto numa como em outra medicina. Assim sendo,&lt;br /&gt;será bom que cada médico se esforce num estudo cotidiano e constante&lt;br /&gt;para alcançar a máxima ciência e experiência em qualquer um dos cinco&lt;br /&gt;métodos, sem esquecer que tem tanta ou maior importância o&lt;br /&gt;conhecimento da alma do paciente do que do seu corpo”. [...] “Passemos&lt;br /&gt;agora ao estudo das cinco origens, faculdades médicas ou modos de&lt;br /&gt;curar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. medicina natural: concebe e trata as enfermidades como ensina a&lt;br /&gt;vida, a natureza das plantas, e conforme o que convém a cada caso por&lt;br /&gt;seus símbolos ou concordâncias. Assim curará o frio pelo calor, a&lt;br /&gt;umidade pela secreção, a superabundância pelo jejum e o repouso, e a&lt;br /&gt;inanição pelo aumento das comidas. A natureza destas afecções ensina&lt;br /&gt;que as mesmas devem ser tratadas pela aplicação de ações contrárias.&lt;br /&gt;Avicena, Galeno e Rosis foram alguns dos defensores e comentaristas&lt;br /&gt;desta teoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Medicina específica: os que defendem e pertencem a este grupo&lt;br /&gt;tratam as doenças pela forma específica ou entidade específica. ... Os&lt;br /&gt;médicos deste grupo curam as enfermidades pelas forças específicas dos&lt;br /&gt;medicamentos correspondentes. ... Finalmente, também entre os&lt;br /&gt;naturalistas, aqueles que fazem uso e receitam purgantes, já que estes&lt;br /&gt;impõem forças estranhas que derivam do específico, completamente fora&lt;br /&gt;do natural, saindo de um grupo para outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Medicina caracterológica ou cabalística: aqueles que a exercem&lt;br /&gt;curam as doenças, pelo influxo de certos signos dotados de um estranho&lt;br /&gt;poder, capazes de fazer correr aqueles que se manda, e dar-lhes ou&lt;br /&gt;tirar-lhes determinados influxos ou malefícios. Isto também pode ser&lt;br /&gt;feito através da palavra, sendo em conjunto um método eminentemente&lt;br /&gt;subjetivo. Os mestres e autores mais destacados desse grupo foram:&lt;br /&gt;Alberto, o grande, os astrólogos, os filósofos e todos aqueles dotados&lt;br /&gt;do poder de feitiçaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Medicina dos espíritos: seus médicos cuidam e curam as enfermidades&lt;br /&gt;mediante filtros e infusões que coagulam o espírito de determinadas&lt;br /&gt;ervas e raízes, cuja própria substância foi anteriormente responsável&lt;br /&gt;pela doença (similia similibus curantur). Acontece a mesma coisa&lt;br /&gt;quando um juiz, tendo condenado um réu, se transforma posteriormente&lt;br /&gt;na sua única salvação, já que só através de seu poder e de suas&lt;br /&gt;palavras poderá obter novamente a liberdade. Os enfermos que padecem&lt;br /&gt;dessas doenças podem se curar graças ao espírito dessas ervas,&lt;br /&gt;conforme está escrito nos livros desta seita e da qual fizeram parte&lt;br /&gt;grande quantidade de médicos famosos como Hipócrates e todos de sua&lt;br /&gt;escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Medicina da Fé: aqui a fé é usada como arma de luta e de vitória&lt;br /&gt;contra as doenças. Fé do doente em si mesmo, no médico, na disposição&lt;br /&gt;favorável dos deuses e na piedade de Jesus Cristo. Acreditar na&lt;br /&gt;verdade é causa suficiente para muitas curas. Neste assunto temos a&lt;br /&gt;vida de Cristo e de seus discípulos como melhor exemplo. Paracelsus&lt;br /&gt;considerava que existem cinco entidades, ou seja, causas ou coisas que&lt;br /&gt;têm o poder de dirigir e regular o corpo. “... todos os males provêm&lt;br /&gt;de cinco entidades ou princípios diferentes e não de uma só entidade&lt;br /&gt;como costumam sustentar sem nenhum fundamento e completamente&lt;br /&gt;errados.” Estas cinco entidades seriam: a entidade astral (mediada&lt;br /&gt;pelos astros), a dos venenos, a natural, a dos espíritos e a de Deus.&lt;br /&gt;Sobre a entidade de Deus, Paracelsus comenta: “A Quinta entidade que&lt;br /&gt;pode nos afetar, não obstante as quatro nos sejam favoráveis e esta&lt;br /&gt;esteja acima delas, é a entidade de Deus. Uma entidade que devemos&lt;br /&gt;considerar com a maior atenção e antes de todas as outras, porque nela&lt;br /&gt;está a razão de todas as enfermidades”. Paracelsus se refere ao&lt;br /&gt;princípio que regula toda a vida e ao qual dá o nome de princípio M e&lt;br /&gt;que deveria ser o principal fator a ser considerado pelo médico. “Este&lt;br /&gt;“princípio” que faz viver o firmamento, que conserva e acalenta o ar e&lt;br /&gt;sem o qual se dissolveria a atmosfera e morreriam os astros chamamos&lt;br /&gt;de M. Com efeito, nada existe de mais importante e mais digno para ser&lt;br /&gt;levado em consideração pelo médico. ...”. Acreditando na importância&lt;br /&gt;do conhecimento destes fatores Paracelsus critica os médicos que&lt;br /&gt;tentam reduzir todos os males ao desequilíbrio de uma única entidade.&lt;br /&gt;“Dividir e falar de acordo com esta divisão, especializando-se segundo&lt;br /&gt;o que cada um tenha aprendido, é perfeitamente lícito para esses&lt;br /&gt;médicos incompletos e imperfeitos. O entista quiromântico baseia seus&lt;br /&gt;princípios e suas teses no estudo do espírito. O fisiomântico o faz&lt;br /&gt;segundo a natureza do homem. O teólogo o considera segundo o impulso&lt;br /&gt;de Deus e o astrônomo pelas emanações dos astros. Eu digo que,&lt;br /&gt;considerando-se isoladamente, todos eles são uns farsantes e que&lt;br /&gt;somente são justos e verdadeiros quando reunidos num só. Quisemos com&lt;br /&gt;tudo isso alertá-los para essa cômica ignorância que pretende conhecer&lt;br /&gt;as cinco entidades através de uma só.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paracelsus fala sobre o espírito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O espírito é aquilo que geramos em nossas sensações e meditações, sem&lt;br /&gt;matéria dentro do corpo vivo, sendo também diferente da alma que nasce&lt;br /&gt;em nós no momento de morrer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...O espírito pode sofrer, tolerar e suportar por si mesmo as mesmas&lt;br /&gt;doenças que o corpo. Esta é a razão pela qual foi denominado entidade&lt;br /&gt;espiritual.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... Os espíritos podem inflingir enfermidades aos corpos por dois&lt;br /&gt;caminhos ou mecanismos diferentes. Um deles acontece quando dois&lt;br /&gt;espíritos lutam e se ferem reciprocamente sem a vontade ou o&lt;br /&gt;conhecimento dos homens, estimulados por sua inimizade mútua ou&lt;br /&gt;influência de outras doenças. E isto deve ser levado a sério pelos&lt;br /&gt;médicos. O outro mecanismo acontece quando, como consequência de&lt;br /&gt;nossos pensamentos e meditações obrigamos a nossa vontade a consentir,&lt;br /&gt;desejar e querer um transtorno ou uma pena qualquer para outro&lt;br /&gt;indivíduo. Neste caso, essa vontade fixa, firme e intensa é que é a&lt;br /&gt;“mãe”geradora do espírito."&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-94946499?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/94946499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/94946499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2003_05_25_archive.html#94946499' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-94945240</id><published>2003-05-27T13:08:00.000-03:00</published><updated>2003-05-27T13:08:50.900-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Deuses e Deusas do Panteão Brasileiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMANA-MANHA - Deusa-Mãe da Chuva e protetora das nascentes. Tem a forma de&lt;br /&gt;uma rã e pode-se ouvi-la cantar quando chove. Mora na cabeceira do Rio Negro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMAO - Espírito do Rio Negro. Ensinou os indígenas Camanaos o processo de&lt;br /&gt;fazer beiju, farinha de mandioca, farinha de tapioca e várias outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TXUNÔ - Deusa Caxinauá (Acre) com forma de andorinha. Leva os mortos para&lt;br /&gt;junto de seus antepassados. &lt;br /&gt;ANGOERA - Espírito dos Pampas (RS). Tem a forma de uma língua de fogo e&lt;br /&gt;vagueia pelos pampas protegendo a vida slvestre. &lt;br /&gt;ANHANGA - Deus da Caça no campo; protege os animais terrestres contra os&lt;br /&gt;caçadores que querem abusar da caça, matando desnecessariamente. Pode&lt;br /&gt;assumir formas diversas e, por isso, também tem vários nomes: Mira-nhanga =&lt;br /&gt;espírito de humano; tatu-anhanga = espírito de tatú; suaçu-anhanga =&lt;br /&gt;espírito de veado; tapira-anhanga = espírito de boi. Segundo os mitos tupis,&lt;br /&gt;a visão de um anhanga é prenúncio de alguma desgraça para os caçadores; no&lt;br /&gt;mínimo, um aviso de que estão exagerando e devem sair da mata. Também&lt;br /&gt;protege as plantas, das quais os animais dependem. &lt;br /&gt;ARAÇI - Deusa-Mãe do dia. Tem a forma de uma cigarra. Também chamada de&lt;br /&gt;Aramanha ou Daridari. &lt;br /&gt;ARU - Filho de Amana-Manha, também tem a forma de um sapo, que vive em&lt;br /&gt;clareiras do mato e em roçados. Em noites de chuva, Aru transforma-se em um&lt;br /&gt;rapaz e, pegando uma canoa, vai buscar sua Mãe na cabeceira do Rio Negro&lt;br /&gt;para visitar as roças e fazer com que elas prosperem. &lt;br /&gt;BIATATÁ - Deusa do Mar, com forma de uma cobra-de-fogo, aparece sobre a água&lt;br /&gt;apenas de noite. &lt;br /&gt;BOITATÁ - Deusa das águas doces, na forma de uma cobra-de-fogo. Vive nas&lt;br /&gt;praias de mar e de rio. Protege os campos contra incêndios. Às vezes se&lt;br /&gt;transforma num madeiro grosso em brasa (chamado méuan) para atacar aqueles&lt;br /&gt;que põem fogo nos campos inutilmente. &lt;br /&gt;BOIÚNA - Deus das Matas (AM), com a forma de uma grande cobra preta, de&lt;br /&gt;olhos luminosos. Às vezes assumem a forma de um vapor para vagar sobre as&lt;br /&gt;águas dos rios, lagos e igarapés. &lt;br /&gt;CAAMANHA - Deusa-Mãe da Mata. Protetora dos vegetais e animais. Coloca&lt;br /&gt;gravetos envenenados na cama ou rede dos lenhadores para que fiquem&lt;br /&gt;entorpecidos e sejam comidos pelos animais. &lt;br /&gt;CAAPORA - Espírito da Floresta, também chamado de Caipora ou Curupira. Tem&lt;br /&gt;os pés virados para trás para que ninguém possa seguir seu rastro. Mora em&lt;br /&gt;troncos de velhas árvores. Protetor da mata e dos animais. Tem cabelos&lt;br /&gt;arrepiados e verdes, olhos em brasa e, às vezes, cavalga um caititu&lt;br /&gt;(porco-do-mato) agitando um galho de japecanga. Tem o poder de ressuscitar&lt;br /&gt;os animais mortos sem sua permissão, apavorando os caçadores. &lt;br /&gt;CAPELOBO - Animal fantástico, com corpo humano, focinho de anta ou de&lt;br /&gt;tamanduá e pé em forma de um fundo de garrafa.. Sai à noite para rondar os&lt;br /&gt;acampamentos e barracões, com gritos. &lt;br /&gt;CARUANAS - Espíritos das Águas, protetores da saúde dos que o invocam. &lt;br /&gt;CARUARA - Duende amazônico, com forma de bicho-de-pau. Protege seus&lt;br /&gt;invocadores contra feitiços, mau-olhado, quebranto e reumatismo... mas&lt;br /&gt;também pode causar tudo isso, se aborrecido. &lt;br /&gt;CAVALO DO RIO - Protetor do Rio São Francisco, persegue os pescadores&lt;br /&gt;predatórios, afundando suas barcas. Quando anda pelas margens do rio,&lt;br /&gt;ninguém o vê mas ouvem seus passos. Em noite de Lua Cheia, reflete sua luz,&lt;br /&gt;tornando sua silueta mais visível (porém, só na forma de um vulto). &lt;br /&gt;CEUCI - Deusa-Mãe das Estrelas, mãe virgem de Jurupari. &lt;br /&gt;CHIBAMBA - Espírito das Bananeiras (ES), ronca como um porco e gosta de&lt;br /&gt;dançar. &lt;br /&gt;COARACI - Deus-Sol (Tupi, Nheengatu e Guarani), criador de todos os viventes&lt;br /&gt;e deuses. É casado com Jaci, sua irmã, a Deusa-Lua. &lt;br /&gt;COROACANGA - Espírito das Palmeiras. Tem a forma de uma bola de fogo azul&lt;br /&gt;faiscante. &lt;br /&gt;GANHAMBORA - Espírito das Matas, também conhecido como Pai-do-Mato, com&lt;br /&gt;aparência semelhante ao Pã grego. É grande e peludo, com uma barbicha preta,&lt;br /&gt;andando sempre acompanhado por um bando de queixadas. Normalmente está&lt;br /&gt;enlameado. Sua urina é azul. &lt;br /&gt;GUAJARA - duende dos manguezais (CE). Imita vozes de animais, ruídos de&lt;br /&gt;caçador, pescador, colhedor de mel de abelhas, fingindo cortar árvores; às&lt;br /&gt;vezes assume a forma de um pato para poder entrar nas casas e fazer suas&lt;br /&gt;brincadeiras. &lt;br /&gt;GUNOCÔ - Espírito Guardião das Florestas. Se torna visível uma vez por ano,&lt;br /&gt;num bambuzal. &lt;br /&gt;IARA - Senhora das Águas Doces. &lt;br /&gt;IPUPIARA - Deusa das Águas e das Fontes, inimiga dos pescadores,&lt;br /&gt;mariscadores e lavadeiras. &lt;br /&gt;JACI - Deusa-Lua, irmã-esposa do Sol. Protetora da vida vegetal, é mãe de&lt;br /&gt;todos os frutos. Tem duas formas: Iaci Omunhã (Lua Nova) e Iaci Icaua (Lua&lt;br /&gt;Cheia). &lt;br /&gt;JURUPARI - Senhor das Leis, é filho virginal de Ceuci. Não podia ser visto&lt;br /&gt;por nenhuma mulher; aquela que o visse, morria. &lt;br /&gt;KERPIMANHA - Deusa-Anciã, Senhora dos Sonhos, que desce do céu, pelo caminho&lt;br /&gt;do Arco-Íris (durante o dia) ou pelos raios das estrelas (durante a noite) e&lt;br /&gt;entra no coração das pessoas enquanto dormem e só sai de lá depois que elas&lt;br /&gt;acordam. Assim, quando uma pessoa acorda, encontra em seu coração o recado&lt;br /&gt;de Tupana, que a Velha deixou. &lt;br /&gt;KILAINO - Duende dos bacaeris, variante do Caipora. &lt;br /&gt;MANI - Espírito da Mandioca. Às vezes assume a forma de uma menina e passeia&lt;br /&gt;pelas plantações. O termo mandioca significa Casa (oca) de Mani (man). &lt;br /&gt;MAPINGUARI - Gênio em forma de homem, mas todo cabeludo. Seus grandes pêlos&lt;br /&gt;o tornam invulnerável à bala, exceto na região do umbigo. &lt;br /&gt;MARAJIGOANA - Espírito da Morte, aparece à pessoa anunciando sua morte. &lt;br /&gt;MBAECÁIA - Espírito dos Caminhos, guia os viajantes que levam boas notícias.&lt;br /&gt;Também conhecido como Macaxera. &lt;br /&gt;MBOIA-AÇU - Espírito do Rio Solimões (AM), tem a forma de uma cobra gigante&lt;br /&gt;com olhos de fogo. &lt;br /&gt;MBUÁ - Deus da Caça, protetor dos filhotes e das fêmeas. Antes de começar&lt;br /&gt;uma caçada, deve-se oferecer um beiju para Mbuá em troca do animal. &lt;br /&gt;MOTUCU - Espírito da Floresta, variante do Curupira. &lt;br /&gt;NIBETAD - Herói mitológico que vive nas Plêiades. Um dia desceu e casou-se&lt;br /&gt;com uma mulher da tribo dos Cadiuéu; dessa união nasceram dois filhos:&lt;br /&gt;Gawé-txéheg e Nõmileka, grandes pajés. &lt;br /&gt;PORONOMINARE - Herói mitológico da Bacia do Rio Negro. O primeiro humano&lt;br /&gt;criado, fundador das civilizações. &lt;br /&gt;RUDÁ - Deus do Amor (Tupi), encarregado de promover a reprodução de todos os&lt;br /&gt;seres vivos. Tem a aparência de um guerreiro e vive nas nuvens, com duas&lt;br /&gt;ajudantes: Cairé (a Lua Cheia) e Catiti (a Lua Nova). Essas duas tinham a&lt;br /&gt;missão de despertar saudades nos amantes ausentes. &lt;br /&gt;TATÁ-MANHA - Deusa do Fogo &lt;br /&gt;TUPÃ - Também chamado de TUPANA, é o Deus dos Raios e Trovões, mas às vezes&lt;br /&gt;também é conhecido como Mãe do Trovão. &lt;br /&gt;UAUIARÁ - Deus das Águas (AM), protetor dos peixes. Tem a forma de um boto e&lt;br /&gt;às vezes, se transforma num lindo rapaz, no início das noites de Lua Cheia,&lt;br /&gt;para seduzir as moças ribeirinhas. Tem que voltar para a água antes do&lt;br /&gt;nascer do sol. Também pode assumir a forma de uma bela mulher, com os&lt;br /&gt;cabelos até os joelhos, para atrair os rapazes. Às vezes assume a forma de&lt;br /&gt;um cão robusto. Seu nome significa "o que chega de repente". &lt;br /&gt;URUTAU - Deusa-Lua, às vezes assume a forma de uma ave noturna, cujo canto&lt;br /&gt;melancólico e estranho, lembra uma gargalhada de dor. &lt;br /&gt;XUNDARAUA - Espírito protetor do Peixe-Boi. Mata aqueles que pescam mais de&lt;br /&gt;um peixe-boi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALAMOA - duende feminino da Ilha de Fernando de Noronha. Mora no Pico&lt;br /&gt;(elevação rochosa quase inacessível) e vaga pelas suas redondezas,&lt;br /&gt;observando tudo que acontece na ilha. Segundo o mito, às sextas-feiras a&lt;br /&gt;pedra do Pico se fende e ela aparece na forma de uma forte luz ou um&lt;br /&gt;fogo-fátuo. Protetora da vida silvestre, ela aparece para os pescadores&lt;br /&gt;exagerados e os caçadores por esporte na forma de uma mulher linda e nua,&lt;br /&gt;mas quando eles se aproximam, transforma-se em um esqueleto,&lt;br /&gt;enlouquecendo-os. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de crença popular brasileira, mas vindo de origens euro-africanas. &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-94945240?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/94945240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/94945240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2003_05_25_archive.html#94945240' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-94699974</id><published>2003-05-21T16:33:00.000-03:00</published><updated>2003-05-21T16:33:52.183-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ajustes de atitude. para "Nouveau Witch"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto de Lynna Landstreet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante meus 13 anos na Arte, e particularmente nos últimos dois&lt;br /&gt;anos em que comecei a aceitar aprendizes, notei um certo número de&lt;br /&gt;peculiaridades entre muitos dos membros mais jovens e recém-entrados&lt;br /&gt;na comunidade Pagã. Peculiaridades que vão de mais ou menos&lt;br /&gt;irritantes a tremendamente nojentas. Muitos desses problemas caem na&lt;br /&gt;categoria de Atitude com A maiúsculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de avançar, devo dizer que tenho certeza de ter sido culpada&lt;br /&gt;das mesmas coisas em meus primeiros anos na Arte. Encaremos o fato,&lt;br /&gt;nós todos fomos. Aliás, aqueles de nós que classificam as atitudes&lt;br /&gt;atuais como "nouveau witch" - emperequetar-se todo em preto e com&lt;br /&gt;cristais, ankas e pentagramas pendurados em todas as partes&lt;br /&gt;concebíveis do corpo; insistir em informar a todos, do motorista de&lt;br /&gt;táxi à garçonete da birosca que é um bruxo; ou demonstrar seus recém-&lt;br /&gt;descobertos Grandes Poderes Psíquicos traçando pentagramas de&lt;br /&gt;invocação para convocar um ônibus atrasado ou ficar analisando em&lt;br /&gt;voz muito alta a aura dos outros na rua - costumavam ser os piores&lt;br /&gt;quando éramos jovens. Não estou dizendo que todo wiccaniano&lt;br /&gt;experiente seja necessariamente um perfeito anjo (desculpem a&lt;br /&gt;metáfora judaico-cristã). Ainda que muitos de nós superem esses&lt;br /&gt;hábitos tediosos com o tempo, ocasionalmente um ou mais deles&lt;br /&gt;permanecem. E, acreditem-me, é muito mais fácil livrar-se deles&lt;br /&gt;quando se é novo do que lidar com eles depois que se tornam hábitos&lt;br /&gt;estabelecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, tendo isso em mente, ofereço os seguintes Exercícios de&lt;br /&gt;Reconhecimento e Ajuste de Atitude:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atitude #1:&lt;br /&gt;"Olhe para mim, sou uma Bruxa!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecimento:&lt;br /&gt;Se você está lendo no Metrô um livro sobre a Arte, faz questão de&lt;br /&gt;segurá-lo de forma a que TODOS possam ver o título? Quantos adereços&lt;br /&gt;você usa normalmente são específica e obviamente ligados ao&lt;br /&gt;ocultismo? Você se pilha falando ininterruptamente sobre a Arte,&lt;br /&gt;especialmente na presença de não-pagãos? TODAS as pessoas que você&lt;br /&gt;conhece sabem que você é wiccaniano? Ficam sabendo cinco minutos&lt;br /&gt;após te conhecerem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajuste:&lt;br /&gt;Não estou dizendo para voltarmos para o "armário de vassouras", mas&lt;br /&gt;pense em como se sentiria se trabalhasse com um Cristão renascido&lt;br /&gt;(N.doL. corrente evangélica neopentecostal à qual pertence, por&lt;br /&gt;exemplo, George W. Bush) que não conseguisse parar de falar em&lt;br /&gt;Jesus. Ficaria entediado rapidamente, não? Falar ininterruptamente&lt;br /&gt;sobre a Arte para não-pagãos provavelmente vai apenas encher a&lt;br /&gt;paciência deles, além de dar a impressão que somos todos fanáticos&lt;br /&gt;religiosos obsessivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, esteja ciente do problema. Cada vez que se perceber&lt;br /&gt;falando da Arte em meios não-pagãos, preste atenção e pense a&lt;br /&gt;respeito. Era realmente NECESSÁRIO dizer o que disse? Se não, qual&lt;br /&gt;seu verdadeiro motivo? Você apenas está habituado a falar livremente&lt;br /&gt;por andar com outros pagãos? Ou, talvez, culpado de tentar ostentar&lt;br /&gt;um pouquinho para afugentar a hesitação? Não se preocupe, todos nós&lt;br /&gt;fazemos isso de vez em quando. O importante é SABER quando está&lt;br /&gt;fazendo, de forma a poder lidar com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabeleça para si mesmo o desafio de pensar antes de falar sempre.&lt;br /&gt;Pergunte a si mesmo: eles PRECISAM saber disso? Se não, por que&lt;br /&gt;estou dizendo? Tente perceber como parece/soa para os outros. Lembre-&lt;br /&gt;se do que nós freqüentemente falamos sobre os fundamentalistas:&lt;br /&gt;qualquer um que esteja genuinamente seguro de em paz com a própria&lt;br /&gt;fé não tem a necessidade em enfiá-la na garganta dos outros o tempo&lt;br /&gt;todo. Não significa não mencionar nunca - apenas lembre, moderação&lt;br /&gt;em tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se dos tradicionais quatro poderes do ocultista: saber,&lt;br /&gt;ousar, querer e CALAR. Trabalhe nisso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atitude #2:&lt;br /&gt;Vivendo uma Vida Mágica - 24 Horas por Dia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecimento:&lt;br /&gt;É parente próximo da atitude número 1: é um outro meio de garantir&lt;br /&gt;que o mundo todo saiba que você é pagão, mas dessa vez com ações em&lt;br /&gt;vez de palavras. Você está sempre fazendo pequenos atos de magia a&lt;br /&gt;cada cinco minutos? E garantindo que todos saibam o que está fazendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajuste:&lt;br /&gt;Antes de mais nada, esteja atento, como no número 1. PENSE antes de&lt;br /&gt;agir. É necessário? Não existe um meio mais fácil e não-mágico de&lt;br /&gt;fazer o que quer? Quais são os seus VERDADEIROS motivos para fazer&lt;br /&gt;mágica neste momento e na frente desta platéia? Mais uma vez não&lt;br /&gt;estou dizendo para nunca fazê-lo - uma das melhores coisas da Arte é&lt;br /&gt;que ela pode e deve ser vivida o tempo todo. Mas seja discreto. Se&lt;br /&gt;quer praticar a leitura de auras dentro do ônibus, vá em frente, mas&lt;br /&gt;você não precisa apregoar os resultados conforme os atinge. Há&lt;br /&gt;milhões de pequenas maneiras de fazer de sua religião e sua arte&lt;br /&gt;parte de seu dia-a-dia sem precisar se exibir. Tente estar ciente de&lt;br /&gt;seus motivos. Pratique usando sua Arte de formas que não sejam&lt;br /&gt;óbvias. Leia novamente os comentários do número 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atitude #3:&lt;br /&gt;Guerras de Bruxas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecimento:&lt;br /&gt;Alguns dizem que a fofoca é o segundo passatempo favorito da&lt;br /&gt;comunidade pagã (perdendo para a síndrome de Pega - colecionar&lt;br /&gt;objetos brilhantes); outros afirmam que, se tiver que escolher entre&lt;br /&gt;conseguir um novo badulaque e saber alguma sujeira sobre alguém que&lt;br /&gt;mal conhece, a maioria dos pagãos vai sempre escolher a fofoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale dizer que isso é provavelmente natural. Pegue um grupo de&lt;br /&gt;pessoas - de qualquer tipo - e a primeira coisa da qual elas vão&lt;br /&gt;falar é, adivinhe, das outras pessoas. Entretanto, há uma sutil&lt;br /&gt;diferença entre o disse-me-disse inevitável de uma comunidade e a&lt;br /&gt;fofoca genuinamente maliciosa. Se você não tem certeza da diferença,&lt;br /&gt;pergunte-se: Eu diria isso na cara pessoa a que se refere? Diria&lt;br /&gt;isso para alguém que sei ser amigo dela? Se não, por que estou&lt;br /&gt;dizendo por trás?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ainda: pergunte-se se você realmente tem certeza de que o que&lt;br /&gt;está dizendo é verdade, ou se apenas ouviu de alguém que ouviu de&lt;br /&gt;alguém que ouviu de alguém etc. E mesmo se você souber que é&lt;br /&gt;verdade, é realmente necessário espalhar essa verdade? As pessoas às&lt;br /&gt;quais você está falando têm alguma necessidade de saber o que você&lt;br /&gt;está contando, além da curiosidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajuste&lt;br /&gt;Parecida com a número 1. Pense antes de falar. E lembre-se dos&lt;br /&gt;quatro poderes, especialmente o primeiro e o quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não, NÃO repita QUALQUER FOFOCA a respeito de outra pessoa, por&lt;br /&gt;mais deliciosa que seja, senão estiver ABSOLUTAMENTE certo dos&lt;br /&gt;fatos. Não presuma que QUALQUER PESSOA seja uma fonte infalível de&lt;br /&gt;informação, não importa o grau, tradição ou nível de respeito dentro&lt;br /&gt;da comunidade. Sacerdotes são humanos, como qualquer um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pelo menos dois lados de cada história, e geralmente mais. Não&lt;br /&gt;suponha que você entende uma situação com base no relato de uma&lt;br /&gt;pessoa, principalmente se não conhecer todos os envolvidos. Se você&lt;br /&gt;ouve histórias horríveis de um lado de um conflito, de qualquer&lt;br /&gt;espécie, por que não procurar a outra pessoa e pedir a ela que conte&lt;br /&gt;seu lado da história? Você ficará surpreso ao perceber como a mesma&lt;br /&gt;situação parece diferente quando vista de duas perspectivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo se você estiver certo o bastante de que conhece os fatos,&lt;br /&gt;pense um pouco se é realmente necessário dizer o que sabe. Fofoca,&lt;br /&gt;disse-me-disse e "Guerras de Bruxas" pouco fazem para fortalecer uma&lt;br /&gt;comunidade. Elas não estão, para dizer de forma gentil, em sintonia&lt;br /&gt;com os princípios de perfeito amor e perfeita confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você acha que alguém representa uma verdadeira ameaça à&lt;br /&gt;comunidade ou que está acontecendo algo de que as pessoas devem&lt;br /&gt;estar informadas, conte aos outros (supondo, claro, que você tem&lt;br /&gt;certeza de que é verdade). Mas no caso de fofoca inútil, ou você-não-&lt;br /&gt;sabe-da-última, deixe para lá. Lembre-se que são necessários dois&lt;br /&gt;para fazer fofoca - o que fala e o que ouve. Se alguém começar a&lt;br /&gt;falar algo que viole os princípios acima, você não precisa ouvir.&lt;br /&gt;Você sempre pode dizer "Eu preciso ouvir isso?"ou "Se você tem um&lt;br /&gt;problema com fulana, por que não fala com ela em vez de falar&lt;br /&gt;comigo?" ou o que achar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é um dos hábitos mais difíceis de romper, e todos nós&lt;br /&gt;incorremos nele de vez em quando, mas é um dos maiores problemas em&lt;br /&gt;nossa comunidade, logo, vale o esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atitude #4:&lt;br /&gt;Eu sou o bom!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecimento&lt;br /&gt;Todo mundo tem algo a ensinar e algo a aprender, algo em que é bom e&lt;br /&gt;algo em que não é tão bom assim. Mas você vai descobrir que é mais&lt;br /&gt;vantajoso - e as pessoas vão descobrir que é mais fácil de lidar -&lt;br /&gt;se você evitar se vangloriar constantemente de tudo em que é bom ou&lt;br /&gt;que pensa saber mais que os outros, e se concentrar mais em aprender&lt;br /&gt;com os outros e melhorar nas suas fraquezas, em vez de fazer quem&lt;br /&gt;todos saibam de seus pontos fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um motivo, se você é como a maioria das pessoas, provavelmente&lt;br /&gt;não sabe tanto quanto pensa. Uma das primeiras coisas que aprendi&lt;br /&gt;após minha iniciação como Sacerdotisa é que há muito mais coisas aí&lt;br /&gt;que eu não sei do que coisas que eu sei. O aprendizado nunca&lt;br /&gt;termina. Cada iniciação, cada conquista, é um novo início e,&lt;br /&gt;principalmente se você ainda está em seus primeiros tempos na Arte,&lt;br /&gt;vale mais aprender que ensinar, que dar conselhos que ninguém pediu&lt;br /&gt;ou jactar-se do que aprendeu até agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiança excessiva também pode ser perigosa, levando-o a tentar&lt;br /&gt;coisas que realmente não sabe como fazer. Um pouco de conhecimento é&lt;br /&gt;uma coisa perigosa. Não enfadá-los detalhando de todo exorcismo mal&lt;br /&gt;feito de que ouvi falar, ou dos revezes psíquicos e feitiços&lt;br /&gt;fracassados que eu mesma encarei, ou mesmo dos tentaram regressões a&lt;br /&gt;vidas passadas e acabaram falando com quatro vozes diferentes numa&lt;br /&gt;cela acolchoada no Instituto Clarke (N.doL.: famoso manicômio dos&lt;br /&gt;EUA). Basta dizer que o poder da magia é real, assim como são os&lt;br /&gt;perigos. Na dúvida, NÃO TENTE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajuste:&lt;br /&gt;Tente contar o número de vezes durante um dia típico em que você diz&lt;br /&gt;frases que começam com "eu", especialmente "eu posso...", "eu&lt;br /&gt;sei...", "eu sou realmente bom em...", "eu sei como..." etc. E tente&lt;br /&gt;diminuir esse total. Pense: a pessoa com quem estou falando&lt;br /&gt;realmente precisa saber isso? Sou realmente o especialista que penso&lt;br /&gt;ser? Essa pessoa tem algo a ME ensinar, algo que ela sabe mais do&lt;br /&gt;que eu? O que EU posso aprendem com ELES? Até um idiota tem algo a&lt;br /&gt;ensinar. Lembre-se da frase da Rede Wiccaniana, de Doreen&lt;br /&gt;Valiente: "Fale pouco, ouça muito". Pratique isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se você estiver pensando em fazer QUALQUER tipo de trabalho mágico&lt;br /&gt;que nunca fez antes, peça conselho a alguém que já fez. Se lhe&lt;br /&gt;disserem que você ainda não está pronto, OUÇA. Aprender a arte não é&lt;br /&gt;uma corrida. Não é ser o primeiro da turma a fazer esse ou aquele&lt;br /&gt;feitiço ou dominar esse ou aquele talento. Preste atenção ao que&lt;br /&gt;Starhawk chama de "trabalho básico de magia" e tenha certeza que&lt;br /&gt;você o aprendeu antes de tentar brincar com fogos de artifício. Ou,&lt;br /&gt;em outras palavras, não tente correr enquanto não tiver dominado&lt;br /&gt;completamente a arte de andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atitude #5:&lt;br /&gt;Não é simplesmente uma boa idéia - É a Lei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecimento:&lt;br /&gt;Você considera cada palavra do seu professor como uma Escritura&lt;br /&gt;Sagrada? Ela não faz nada que te pareça errado? Você pede conselho a&lt;br /&gt;ele todas as vezes em que precisa tomar uma decisão, não importa o&lt;br /&gt;quão trivial? Você acha que as práticas da sua tradição estão&lt;br /&gt;gravadas na pedra e fica horrorizado se vê alguém agindo de outra&lt;br /&gt;forma? Você tem o hábito de sair proclamando aos quatro ventos que&lt;br /&gt;qualquer um que te irrite está violando a Lei da Arte? Você censura&lt;br /&gt;abertamente os recém-chegados no círculo e sai apontando em voz alta&lt;br /&gt;todas as peças de vestuário ou ornamentos que ele não deveria usar&lt;br /&gt;na sua tradição?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajuste&lt;br /&gt;RELAXE, porra! Respire fundo. Solte esses músculos anais. Tome uma&lt;br /&gt;pílula de ervas para os nervos - aliás, tome três. Então encare os&lt;br /&gt;seguintes princípios: Seu professor não é perfeito. VOCÊ não é&lt;br /&gt;perfeito. NINGUÉM é perfeito. Sua tradição não é a única que&lt;br /&gt;existe. "A lei foi feita para guiar, não para atar." O céu&lt;br /&gt;provavelmente não vai cair porque alguém está no círculo usando uma&lt;br /&gt;vestimenta de US$ 5 comprada de um camelô e que poderia parecer&lt;br /&gt;muito uma vestimenta sacerdotal da sua tradição se vista à luz de&lt;br /&gt;velas através de uma pesada fumaça de incenso por alguém com visão&lt;br /&gt;20/200.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, pode-se argumentar que esse problema de atitude pode, pelo&lt;br /&gt;menos para iniciantes, ser menos daninho que seu oposto, a visão eu-&lt;br /&gt;posso-tudo citada acima. E é certamente melhor ter uma consciência&lt;br /&gt;superdesenvolvida que uma subdesenvolvida. Mas os danos não devem&lt;br /&gt;ser subestimados. Alguém que precisa o tempo todo que lhe digam o&lt;br /&gt;que fazer e que se agarra à forma da Lei a ponto de ignorar seu&lt;br /&gt;espírito carece seriamente de intuição, confiança e capacidade de&lt;br /&gt;julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cedo ou tarde sua professora não vai estar por perto quando você&lt;br /&gt;precisar. Ou não haverá uma lei que se aplique a uma determinada&lt;br /&gt;situação em que você se encontre (na verdade, provavelmente não há -&lt;br /&gt;ouço um monte de gente com esse problema afirmar que várias coisas&lt;br /&gt;são "contra as Leis da Arte" que não são abordadas em nenhuma versão&lt;br /&gt;das Leis que eu conheça). Quando isso acontecer, você vai ter que&lt;br /&gt;aprender a fazer algo que é mais difícil quanto mais tarde começar.&lt;br /&gt;Isso mesmo, você vai ter que aprender a PENSAR POR SI MESMO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando apropriadamente, "fundamentalista pagão" deveria ser uma&lt;br /&gt;contradição de termos. A Arte sempre deu muito valor à consciência&lt;br /&gt;individual, à intuição e ao "livre exercício da sabedoria". Somos,&lt;br /&gt;em última análise, responsáveis por nossas consciências perante os&lt;br /&gt;Deuses, e não os vejo segurando um livro de regras numa mão e fichas&lt;br /&gt;na outra, marcando ansiosamente cada suposta ofensa como se fossam&lt;br /&gt;faltas numa prova de direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente não estou sugerindo que você vá ao outro extremo e abrace&lt;br /&gt;o enfoque vale-tudo, deixa-rolar e você-cria-sua-própria-realidade&lt;br /&gt;adotado pelas tradições mais "Californizadas". A Lei - em todas as&lt;br /&gt;suas numerosas variações - existe por um motivo: fornecer uma base&lt;br /&gt;firme em ética, costumes e visão de mundo wiccaniana. Se você&lt;br /&gt;decidiu estudar com um professor, DEVE respeitar sua autoridade. Mas&lt;br /&gt;isso não significa abdicar de sua capacidade de pensamento crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, qualquer que seja a tradição com a qual trabalhe,&lt;br /&gt;presumivelmente você está nela porque sente que é a ideal para você.&lt;br /&gt;Mas isso não significa que seja a ideal para todos. Não fique se&lt;br /&gt;agarrando a tecnicalidades - olhe, em vez disso, para as idéias&lt;br /&gt;básicas e para as intenções que sublinham as práticas mágicas e&lt;br /&gt;espirituais, e você provavelmente verá que diversas tradições da&lt;br /&gt;Arte têm mais em comum do que pensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por favor, POR FAVOR, resista à tentação de agir feito um&lt;br /&gt;sargentão sempre que vir alguém fazer algo que considere errado. O&lt;br /&gt;ritual inteiro não vai fracassar só porque algum novato deu dois&lt;br /&gt;passos no sentido anti-horário ou não olhou para o quadrante certo&lt;br /&gt;na hora certa, ou esqueceu de tirar o relógio, ou que for. RELAXE.&lt;br /&gt;Se você acha que deve falar com ele, fale - de forma educada e&lt;br /&gt;respeitosa e, se possível, APÓS o ritual. Se você fica entrando em&lt;br /&gt;pânico por qualquer errinho, vai se estressar à toa e afastar as&lt;br /&gt;outras pessoas. Não sue por coisas pequenas. Não vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-94699974?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/94699974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/94699974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2003_05_18_archive.html#94699974' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-82429864</id><published>2002-10-02T16:35:00.000-03:00</published><updated>2002-10-02T16:35:10.113-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;FEITIÇARIA COMO RELIGIÃO DA DEUSA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"Umente, volante e pregnante lua,&lt;br /&gt;Que brilha para todos.&lt;br /&gt;Que flui através de todos...&lt;br /&gt;Aradia, Diana, Cibele, Mah...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegante do infinito,&lt;br /&gt;Guardiã do portal,&lt;br /&gt;Radiância morrente e vivente...&lt;br /&gt;Dioniso, Osíris, Pan, Artur, Hu.. (...)".&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não acreditar em feitiçaria é a maior de todas as heresias." - Malleus&lt;br /&gt;Maleficarum - 1486&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feitiçaria é uma palavra que assusta a muitas pessoas e confunde outras. No imaginário popular, as bruxas são feiticeiras velhas e feias voando em cabos de vassouras ou satanistas tradicionais terríveis atuando em ritos obscenos. As bruxas modernas são consideradas integrantes de um culto maluco, basicamente preocupadas em amaldiçoar os seus inimigos através da perfuração de imagens de cera com alfinetes e carentes da profundidade, da dignidade e seriedade de propósitos de uma verdadeira religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a Feitiçaria é uma religião, talvez a mais antiga religião existente no Ocidente. Suas origens são anteriores ao cristianismo, judaísmo e ao Islã; até mesmo ao budismo e ao hinduísmo e é muito diferente de todas as supostas grandes religiões. A Antiga Religião, como a denominamos, está em essência mais próxima às tradições nativas americanas ou ao xamanismo Ártico. Ela não se baseia em dogmas ou em um conjunto de crenças, nem tampouco em escrituras ou num livro sagrado revelado por um grande homem. A Feitiçaria retira seus ensinamentos da Natureza e inspira-se nos movimentos do sol, da lua e das estrelas, no vôo dos pássaros, no lento crescimento das árvores e nos ciclos das estações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com as nossa lendas, a Feitiçaria nasceu há mais de 35 mil anos, quando a temperatura da Europa começou a cair e grande lençóis de gelo lentamente avançaram rumo ao sul em seu último movimento. Através da fecunda tundra, prolífica em vida animal, pequenos grupos de caçadores seguiam as renas lépidas e os imprevisíveis bisões. Eles estavam armados, somente, com as mais primitivas armas, mas alguns entre os clãs eram especialmente dotados, "convocavam" as manadas até um penhasco ou uma armadilha, onde alguns animais, sacrificando-se voluntariamente, deixavam-se capturar. Estes xamãs dotados entravam em harmonia com os espíritos dos rebanhos e, ao fazê-lo, percebiam o ritmo vibrante que inspira toda a vida, a dança da espiral dupla, o remoinho para dentro e para fora do ser. Eles não exprimiam essa intuição intelectualmente, mas por imagens: a Deusa Mãe, aquela que dava à luz, que trazia para a existência toda a vida, e o Deus Galhudo,&lt;br /&gt;caçador e caçado, que eternamente cruza os portais da morte para que uma nova vida possa desabrochar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os xamãs vestiam-se com as peles e chifres em identificação com o Deus e suas manadas; as sacerdotisas atuavam nuas, incorporando a fertilidade da Deusa. A vida e a morte eram um fluxo contínuo; os mortos eram enterrados como se estivessem adormecidos em um útero, cercados por suas ferramentas e ornamentos a fim de que pudessem despertar para uma nova vida. Nas cavernas dos Alpes, crânios de grandes ursos eram fixados em nichos, onde liam os oráculos para guiar os clãs na caça. Em lagoas nas planícies, renas - suas barrigas cheias de pedras que encarnavam os espíritos dos cervos - eram imensas nas águas do útero da Mãe a fim de que as vítimas da caçada renascessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Oriente - Sibéria e Ucrânia  a Deusa era a Senhora dos Mamutes; ela foi esculpida em pedra com grandes curvas sinuosas que representam seus dons de abundância. No Ocidente, nos templos das grandes grutas do sul da França e da Espanha, os seus ritos eram realizados dentro dos úteros secretos da terra, onde as grandes forças antagônicas eram pintadas sob forma de bisões e cavalos, superpostos, emergindo das paredes da caverna como espíritos em um sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança espiral também era vista do céu: na lua, que mensalmente morre e renasce; no sol, cuja luz traz o calor do verão e, quando esta se vai, o frio do inverno. Registros da passagem da lua eram marcados em ossos e a deusa era mostrada a segurar o chifre do bisão, que também é a lua crescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gelo recuou. Alguns clãs acompanharam o bisão e a rena até o norte. Alguns cruzaram a passagem terrestre do Alasca e chegaram às Américas. Os que permaneceram na Europa dedicaram-se à pesca e à coleta de plantas silvestres e moluscos. Cães vigiavam os acampamentos e os novos instrumentos foram aperfeiçoados. Aqueles que possuíam poder interior aprenderam que estes aumentavam quando as pessoas trabalhavam juntas. À medida que os povoados isolados transformaram-se em vilas, xamãs e sacerdotisas uniram suas forças e compartilharam os seus conhecimentos. Os primeiros covens foram organizados. Profundamente sintonizados com a vida animal e vegetal, domesticaram a região onde anteriormente haviam praticado a caça, criaram carneiros, cabras, gado e porcos, a partir de seus primos selvagens. As sementes não eram somente coletadas; elas eram plantadas, para crescerem no local do assentamento. O Caçador tornou-se o Senhor dos Grãos, sacrificados quando da colheita no Outono, enterrados no útero da Deusa para renascer na primavera. A Senhora das Coisas Selvagens tornou-se a Mãe da Cevada e os&lt;br /&gt;ciclos da lua e do Sol determinavam as épocas para semear e colher e soltar os animais no pasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vilas transformaram-se nas primeiras cidades. A Deusa foi pintada nas paredes calcinadas dos santuários, dando à luz a Criança Divina - seu consorte, filho e semente. O progresso do comércio trouxe os mistérios da África e da Ásia ocidental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas terras onde reinara o gelo, uma nova energia foi descoberta, uma força que corre como as nascentes de água através da terra. Sacerdotisas descalças traçaram linhas "retas" sobre a grama nova. Descobriu-se que certas pedras aumentavam o fluxo de energia. Eram colocadas em pontos adequados em grandes fileiras e círculos que marcavam os ciclos do tempo. O ano tornou-se uma grande rosa dividida em oito partes: os solstícios e equinócios e, nos quadrantes entre estes, os dias onde grandes festas aconteciam e fogueiras eram acesas. A cada ritual, a cada raio de sol e da lua que atingiam as pedras nos períodos de energia, a força aumentava. Elas se tornaram grandes reservatórios de energia sutil, portais entre os mundos do visível e invisível. No interior dos círculos, ao lado dos menires e dólmenes e&lt;br /&gt;galerias escavadas, as sacerdotisas penetravam nos segredos do tempo e na estrutura oculta do cosmo. A matemática, a astronomia, a poesia, a música, a&lt;br /&gt;medicina e a compreensão do funcionamento da mente humana desenvolveram-se paralelamente aos saberes dos mistérios profundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;WICCA E WITCHCRAFT NA INGLATERRA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para podermos ter diversas posições sobre o que é wicca e bruxaria tradicional é necessário também ler conceitos antagonicos e estereotipados, pois mesmo nesses&lt;br /&gt;textos podemos evoluir para uma concepção maior, desvinculando-nos de pré-conceitos existentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definições de uma Wiccan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os termos Wicca e Witchcraft possuem interpretações diferentes nos EUA e na Europa. Para os bruxos britânicos, há uma enorme diferença entre Witchcraft e Wicca, apesar dos elementos em comum. Witchcraft é a palavra usada para descrever uma tradição mais antiga, baseada nos mistérios femininos, e apresentada como tão velha quanto a própria humanidade, deferentemente da Wicca. Witchcraft, ainda segundo ela, baseia-se no conhecimento das ervas e do contato com a natureza, além de uma ênfase especial nos ciclos da lua e da natureza, e possui elementos que podem ser identificados como Celtas - Interessante notar que essa definição encaixa-se perfeitamente com a NOSSA percepção da Wicca, mas não com a dos britânicos... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com minha conhecida pagã inglesa, a Wicca, na Inglaterra, é bem diferente disso. Segundo ela, a Wicca é vista como uma invenção de Gerald&lt;br /&gt;Gardner (como de fato o é). A Wicca britânica não envolve necessariamente o culto a deidades celtas, mas mistura deidades de diversos panteões, a despeito de celebrar a Roda do Ano, que é celta. (Até aqui, tudo igual à nossa realidade). Ela descreve a Wicca inglesa como uma mistura de ocultismo, magia cerimonial e Culto à Natureza, mas a ênfase principal está na Magia e não nos ciclos da Natureza... (tenho visto muito disso por aqui também...) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais interessante é que, para os ingleses, WITCHCRAFT É MAIS INTUITIVA E FEMININA, enquanto que a WICCA É MAIS INTELECTUAL E MASCULINA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto curioso: segundo ela, na Grã Bretanha a Wicca tende a ser fechada, secretiva, exclusivista, mesmo. Isso é totalmente o oposto da noção que alguns Wiccanos brasileiros possuem da Wicca como um caminho de liberdade, como pregado por Scott Cunningham, assim como é o oposto da visão de que a Witchcraft é que &lt;br /&gt;seria secretiva e exclusivista...&lt;br /&gt; Diz-se que a  witchcraft é a bruxaria campesina originária, ou seja, o que&lt;br /&gt;faziam as mulheres sábias das aldeias européias. Supõem-se que isso seja o&lt;br /&gt;remanescente de uma religião da Deusa organizada que cobriu a Europa&lt;br /&gt;ocidental... Mas é possível definir a forma de funcionamento da witchcraft?&lt;br /&gt;Existirá um modo de saber em que witchcraft se constitui? O que faz alguém que&lt;br /&gt;pratica witchcraft?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Witchcraft é, nada mais, que a bruxaria praticada por determinado&lt;br /&gt;grupo familiar ou em determinada localidade. Varia extremamente de&lt;br /&gt;acordo com a geografia . Não há meios de se encontrar uma unidade,&lt;br /&gt;nem sequer de se poder definir uma witchcraft porque são milhões&lt;br /&gt;delas, todas frutos da interpretação bastante localizada ( tipo nesta&lt;br /&gt;aldeia é assim, ali a 5 Km já é diferente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então hoje encontramos sites, livros e praticantes de witchcraft, ok. Minha&lt;br /&gt;opinião?? Eles são praticantes de uma versão modernizada do que SE SUPÔE seja a&lt;br /&gt;bruxaria antiga. E o que é isso mesmo? É a definição&lt;br /&gt;de WICCA! Creio que hoje os praticantes de witchcraft são, na verdade,&lt;br /&gt;wiccanianos que não querem seguir algumas normas postas por Gardner&lt;br /&gt;para a Wicca. Notadamente a Lei Triplice e a wiccan rede ("faça o que&lt;br /&gt;quiseres se a ninguem prejudicares). (Mavesper Ceridwen)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIGEM DA WICCA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, dois respeitados estudiosos apresentaram teorias&lt;br /&gt;essencialmente idênticas sobre as origens da Wicca. Em 1998, Philip&lt;br /&gt;G. Davis, professor de Religião na Universidade da Ilha Prince&lt;br /&gt;Edward, publicou "Goddess Unmasked: The Rise of Neopagan Feminist&lt;br /&gt;Spirituality," ("A Deusa Desmascarada: a Ascensão da Espiritualidade&lt;br /&gt;Neopagã Feminina", n. do T.), argumentando que a Wicca é a criação de&lt;br /&gt;um funcionário público inglês e antropólogo amador chamado Gerald B.&lt;br /&gt;Gardner (1884-1964). Davis escreve que as origens do movimento da&lt;br /&gt;Deusa tiveram como base o interesse dos Românticos alemães e&lt;br /&gt;franceses - em sua maioria homens - nas forças naturais,&lt;br /&gt;especialmente as associadas às mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gardner admirava os Românticos e pertencia a uma sociedade Rosa-Cruz&lt;br /&gt;chamada Fellowship of Crotona (Companhia de Crotona, n. do T.) - um&lt;br /&gt;grupo influenciado por vários outros grupos ocultistas do final do&lt;br /&gt;século XIX, os quais por sua vez eram influenciados pela Maçonaria.&lt;br /&gt;Nos anos 50, Gardner apresentou uma religião à qual chamou (nesta&lt;br /&gt;grafia) Wica. Apesar de Gardner afirmar ter recebido os conhecimentos&lt;br /&gt;Wiccanos de um centenário coven de bruxos também integrantes da&lt;br /&gt;Companhia de Crotona, Davis escreve que ninguém conseguiu localizar&lt;br /&gt;esse coven e que Gardner inventou os ritos que anunciava, emprestando&lt;br /&gt;elementos de rituais anteriormente criados no século XX pelo&lt;br /&gt;famigerado ocultista inglês Aleister Crowley, entre outras fontes. Os&lt;br /&gt;Wiccanos, hoje, adaptaram e embelezaram livremente os ritos de&lt;br /&gt;Gardner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1999, Ronald Hutton, um conhecido historiador das religiões pagãs&lt;br /&gt;britânicas que leciona na Universidade de Bristol, publicou "The&lt;br /&gt;Triumph of the Moon" ("O Triunfo da Lua", n. do T.). Hutton conduziu&lt;br /&gt;detalhadas pesquisas sobre as práticas pagãs pré-históricas&lt;br /&gt;conhecidas, leu os manuscritos não publicados de Gardner e&lt;br /&gt;entrevistou diversos contemporâneos de Garnder ainda vivos. Hutton,&lt;br /&gt;assim como Davis, não conseguiu encontrar provas conclusivas acerca&lt;br /&gt;da existência do coven de quem Gardner teria aprendido a Arte, e&lt;br /&gt;afirma que a religião "ancestral" que Gardner afirmava Ter descoberto&lt;br /&gt;não passava de uma mistura de materiais oriundos de fontes&lt;br /&gt;relativamente recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, Gardner baseou-se nas obras de duas pessoas: Charles&lt;br /&gt;Godfrey Leland, um folclorista amador americano que afirmava ter&lt;br /&gt;encontrado um culto à Deusa Diana sobrevivendo na Toscana, e Margaret&lt;br /&gt;Alice Murray, uma egiptóloga britânica que também se embasava nas&lt;br /&gt;idéias de Leland e, iniciando nos anos 20, criou um sistema detalhado&lt;br /&gt;de rituais e crenças. Baseado em sua própria experiência, Gardner&lt;br /&gt;incluiu elementos maçônicos tais como vendar o iniciado, as&lt;br /&gt;iniciações, o segredo e "graus" de sacerdócio. Ele incorporou uma&lt;br /&gt;parafernália associada ao Tarot, como bastões, cálices e a estrela de&lt;br /&gt;cinco pontas rodeada por um círculo, o equivalente Wiccano da Cruz.&lt;br /&gt;Gardner também incluiu algumas ideosíncrases pessoais. Uma delas era&lt;br /&gt;uma predileção por linguagem arcaica: "thee", "thy", "'tis", "Ye Book&lt;br /&gt;of Ye Art Magical" (exemplos de inglês elizabetano, há séculos&lt;br /&gt;abandonado, n. do T.). Outra era sua apreciação pelo nudismo. Gardner&lt;br /&gt;pertenceu a uma colônia nudista nos anos 30, e ele afirmava que&lt;br /&gt;muitos rituais Wiccanos deviam ser praticados "vestidos de vento".&lt;br /&gt;Trata-se de uma raridade mesmo entre os ocultistas: não se conhece,&lt;br /&gt;nem se cogitava na época de Gardner, uma religião pagã que exigisse&lt;br /&gt;regularmente que seus rituais fossem praticados sem roupas. Algumas&lt;br /&gt;inovações de Gardner possuem tonalidades sexuais e até mesmo de&lt;br /&gt;dominação e disciplina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sexo ritual, ao qual Gardner chamava de&lt;br /&gt;Grande Rito, e que também era desconhecido na antiguidade, era parte&lt;br /&gt;da liturgia do Beltane e de outros festivais (apesar de que a maioria&lt;br /&gt;dos praticantes simulava o ato com um punhal - outro brinquedinho de&lt;br /&gt;Gardner - e um cálice). Outros rituais exigiam que os iniciados&lt;br /&gt;fossem amarrados e açoitados, além do "beijo quíntuplo: aplicado aos&lt;br /&gt;pés, joelhos, "ventre" (segundo um Wiccano com quem eu falei, um&lt;br /&gt;ponto relativamente singelo acima do osso púbico), seios e lábios.&lt;br /&gt;Hutton é bem sucedido ao derrubar a noção, mantida por muitos&lt;br /&gt;Wiccanos e outros, que os antigos costumes pagãos sobreviveram&lt;br /&gt;ocultos nas práticas cirstãs medievais. Suas pesquisas revelam que,&lt;br /&gt;fora algumas poucas tradições, como decorar a casa com plantas verdes&lt;br /&gt;no Yule e celebrar o Mayday com flores, nenhuma prática pagã - e&lt;br /&gt;menos ainda a veneração de deuses pagãos - sobreviveu desde a&lt;br /&gt;antiguidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hutton descobriu que todas os passatempos rurais&lt;br /&gt;ancestrais anteriormente vistos pelos folcloristas como antiqüíssimos&lt;br /&gt;rituais de fertilidade, incluindo a dança do Maypole, na verdade&lt;br /&gt;tiveram origem na Idade Média ou até mesmo no século XVIII. Hoje&lt;br /&gt;existe um consenso entre os historiadores, os quais afirmam que o&lt;br /&gt;Catolicismo permeava completamente a mentalidade da Europa medieval,&lt;br /&gt;introduzindo uma forte cultura popular com santuários de santos,&lt;br /&gt;devoções e até mesmo encantamentos e sortilégios. A noção de que os&lt;br /&gt;rebeldes medievais eram originalmente pagãos é herança da Reforma&lt;br /&gt;Protestante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hutton também aponta para uma falta de provas de que os antigos&lt;br /&gt;Celtas ou qualquer outra cultura pagã celebravam os "oito festivais&lt;br /&gt;da Roda", tão importantes à liturgia Wiccana. "Os equinócios&lt;br /&gt;aparentemente não possuem festivais pagãos nativos por trás deles e&lt;br /&gt;se tornaram importantes apenas para os ocultistas do século XIX",&lt;br /&gt;contou-me Hutton. "Ainda não existem provas que atestem a existência&lt;br /&gt;de um ritual pagão ancestral à Pascoa" - um festival que os pagãos&lt;br /&gt;modernos celebram como Ostara, o equinócio de Primavera.&lt;br /&gt;Os historiadores também derrubaram outra crença básica da Wicca: a de&lt;br /&gt;que o grupo possua uma história de perseguições superior à dos&lt;br /&gt;judeus. Os números citados por Starhawk - nove milhões executados ao&lt;br /&gt;longo de quatro séculos - derivam de um historiador alemão do final&lt;br /&gt;do século XVIII. Foi coletado e disseminado cem anos depois por uma&lt;br /&gt;feminista chamada Matilda Gage e logo entraram para o evangelho&lt;br /&gt;Wiccano (o próprio Gardner foi responsável pela criação da&lt;br /&gt;expressão "burning times" (era das fogueiras", n. do T.)).&lt;br /&gt;A maioria dos historiadores atualmente crê que o número real de&lt;br /&gt;execuções avizinha-se dos 40.000. O mais completo estudo recente da&lt;br /&gt;bruxaria histórica é "Witches and Nighbors" ("Bruxas e Vizinhos", n.&lt;br /&gt;do T.), (1996), de autoria de Robin Briggs, historiador na&lt;br /&gt;Universidade de Oxford. Briggs vasculhou os documentos dos&lt;br /&gt;julgamentos dos bruxos europeus e concluiu que a maioria deles&lt;br /&gt;ocorreu durante um período relativamente curto, de 1550 a 1630, e&lt;br /&gt;estavam restritos a uma área englobando partes da atual França, Suíça&lt;br /&gt;e Alemanha, já então envolvidas pelo tumulto religioso e político da&lt;br /&gt;Reforma. Os acusados, longe de incluírem um grande número de mulheres&lt;br /&gt;independentes, eram em sua maioria pobres e pouco populares. Seus&lt;br /&gt;acusadores eram geralmente cidadãos comuns (quase sempre outras&lt;br /&gt;mulheres), e não autoridades eclesiásticas ou seculares. Na verdade,&lt;br /&gt;as autoridades geralmente não gostavam de conduzir julgamentos de&lt;br /&gt;bruxaria e absolveram mais da metade dos acusados. Briggs também&lt;br /&gt;descobriu que nenhum dos bruxos acusados, condenados e executados&lt;br /&gt;haviam sido acusados por praticar religiões pagãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se podemos nos basear nos chatrooms da Internet, muitos Wiccanos se&lt;br /&gt;agarram com toda força à idéia de que eles próprios são vítimas&lt;br /&gt;institucionais em grande escala. De modo geral, contudo, os Wiccanos&lt;br /&gt;parecem estar se acomodando com as muitas evidências acerca de seus&lt;br /&gt;antecedentes: por exemplo, eles estão passando a ver suas origens&lt;br /&gt;ancestrais como uma lenda inspiradora ao invés de uma história&lt;br /&gt;verídica. No final dos anos 90, com o lançamento dos livros de Davis&lt;br /&gt;e Hutton, muitos Wiccanos passaram a se referir à sua estória como um&lt;br /&gt;mito de origem, e não como uma história de sobrevivência.  "Nós não&lt;br /&gt;fazemos o que as bruxas faziam há cem ou há quinhentos anos," disse-&lt;br /&gt;me Starhawk. "Não somos uma tradição ininterrupta como a dos índios&lt;br /&gt;norte americanos". Na verdade, muitos Wiccanos atualmente descrevem&lt;br /&gt;aqueles que levam ao pé da letra os elementos da narrativa do&lt;br /&gt;movimento como "Fundamentalistas Wiccanos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Diotima Mantineia," 48 anos, é a editora associada do site The&lt;br /&gt;Witches' Voice ("A Voz das Bruxas", n. do T.) Ela não revela seu nome&lt;br /&gt;real, em parte porque mora numa cidade sulista que, ela crê, é hostil&lt;br /&gt;aos neo-pagãos. Ela resumiu seus sentimentos sobre a desmistificação&lt;br /&gt;da narrativa Wiccana oficial da seguinte forma: "Não me importa o&lt;br /&gt;quão velha é a Wicca, pois quando me conecto à Deidade na orma da&lt;br /&gt;Senhora e do Senhor, creio que estou me ligando a algo muito maior e&lt;br /&gt;vasto do que jamais poderei compreender. O(A) Criador(a) deste&lt;br /&gt;universo vem se manifestando a nós por todo o tempo, na forma dos&lt;br /&gt;deuses e deusas com os quais nos relacionamos. Para mim, a Wicca&lt;br /&gt;serve para facilitar essa conexão, e é isso o que realmente importa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"História da Feitiçaria" do antropologista Jeffrey Burton Russel (Ed. Campus,&lt;br /&gt;série Somma&lt;br /&gt;"A Dança Cósmica das Feiticeiras", de Starhawk, publicado pela editora Nova Era.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-82429864?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/82429864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/82429864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_09_29_archive.html#82429864' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-82429326</id><published>2002-10-02T16:21:00.000-03:00</published><updated>2002-10-02T16:21:47.053-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Chackras - Equilíbrio e qualidade vida &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chackras são pontos de energia distribuídos pelo corpo. A palavra chackra significa “roda”, segundo o Sânscrito - idioma sagrado indiano. Também definido como centros psíquicos, eles controlam e energizam os órgãos vitais do corpo, que influem nas condições psicológicas e espirituais das pessoas, especialmente os sete pontos principais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o terapeuta e especialista no assunto, Edson Esteves Campos, os chackras “são as ligações do corpo físico com os corpos de outras dimensões”. Eles são estudados pelos adeptos das ciências esotéricas, que acreditam que, quando uma pessoa está com algum problema de saúde ou pessoal, é porque algum chackra pode estar desequilibrado, sendo que cada um desses pontos possui um tratamento específico para sua melhor absorção de energia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chackras estão localizados no alto da cabeça, na testa, no coração, na região pélvica, no pescoço, no umbigo e na região intestinal. “São tratados como assunto científico, mas não acadêmico, pois não há como testá-los em laboratório. É um auto-experimento, só depois que a pessoa começa a trabalhar seus chackras, através da meditação, do Yoga, é que ela passará a sentir essa energia circulando em seu corpo” afirma Campos. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Durante muitos séculos os assuntos esotéricos foram proibidos de serem estudados. Com isso os especialistas dizem que os chackras deixaram de serem vistos pelos homens, que eram puros e se tornaram materialistas. De acordo com o terapeuta, para uma pessoa enxergar os chackras, ela deve se desenvolver através da meditação. O terapeuta nutricionista, Fábio Teixeira acrescenta que “só quem experimenta, na prática, consegue compreender melhor do que se trata, assim como só quem pula de pára-quedas pode explicar sobre o que sente ao fazê-lo”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, grande parte das pessoas tem dificuldade em entender como funcionam e como são os chackras. Edson Esteves diz ainda que “as raças humanas passam por ciclos de evolução e involução, e que, antigamente, os homens tinham visões que dificilmente são percebidas hoje”. Ele conta que os chackras possuem o formato de círculos, que vão se afunilando até o centro da coluna, que giram em torno do próprio centro. “Um chackra aberto, de uma pessoa sadia, possui um raio de 10 centímetros”, explica Campos.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os sete chackas &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Chacka Muladhara: chackras Raiz ou Básico &lt;br /&gt;Seu significado é fundação. Está associado ao intestino grosso e ao reto e é responsável pela eliminação de resíduos do corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditando-se sobre este chackras surge o desejo de experiências e informações agindo como força motivadora, um ímpeto básico para o desenvolvimento individual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chackra Svadhisthana: chackras do Baço "Lugar morada do Ser". &lt;br /&gt;Está relacionado com os órgãos reprodutores e localiza-se no plexo hipogástrico; genitais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a meditação neste chackras, sem que haja desperdício de energia, adquiri-se a capacidade de usar a energia criativa e sustentada para elevar-se às artes refinadas e às relações puras, tornando-se livre da luxúria, ira, ganância, insegurança e ciúme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chakra Manipura: chackras do Umbigo &lt;br /&gt;Cujo significado é "Cidade das gemas". Está associado ao pâncreas. Localiza-se no plexo solar, plexo epigástrico; umbigo. O principal ponto de concentração durante a produção de seu som é o umbigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meditação neste chackras trará a compreensão da fisiologia, do funcionamento interno do corpo e do papel das glândulas de secreção interna em relação às emoções humanas. A concentração no umbigo, centro de gravidade do corpo, impede problemas com os órgãos digestivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa que possui o equilíbrio deste chackras se torna uma pessoa sem egoísmo e prática. Passa a dominar melhor a fala, podendo expressar as idéias de maneira muito mais eficaz. O equilíbrio do chackras Manipura é o serviço abnegado, isto é servir sem esperar recompensas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chakra Anahata: chackras Coração &lt;br /&gt;Significado é "Intocado". Corresponde ao timo. Localiza-se no plexo cardíaco; o coração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evoluindo através do quarto chackras, domina-se a linguagem, a poesia e todos os empreendimentos verbais, bem como os indryas, ou desejos e funções físicas. A pessoa torna-se senhor de si mesmo, ganhando sabedoria e força interior. Quem possui o controle desse chackras consegue levar uma vida harmoniosa, passar boa energia e inspiração para outras pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chakra Vishuddha: chackras Laríngeo &lt;br /&gt;Significado é "Puro". Tem relação com as glândulas tiróide e paratireóide. Localiza-se no plexo da carótida; garganta. Ao produzir seu som a concentração fica localizada na curva encovada do pescoço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meditação no espaço vazio na área da garganta produz clama, serenidade e pureza, voz melodiosa, comando da fala e dos mantras e a capacidade de se expressar com sutileza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chakra ajna: chackras Frontal &lt;br /&gt;Significado é "Autoridade, comando, poder ilimitado". Na maioria das vezes se relaciona com a glândula pituitária e, outras vezes, com a glândula pineal. Localiza-se no plexo da medula; plexo pineal; ponto entre as sobrancelhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa torna-se unidirecionada . Passa a ser uma pessoa verdadeira, capaz de enxergar as coisas de uma forma simples, sem preconceitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chakra Sahasrara: chackras Coronário &lt;br /&gt;Significado é "De mil pétalas". Também denominado chackras Shunya (vazio, vácuo) e chackras Niralambapuri (moradia sem apoio). Quase sempre é associado à pineal e, por vezes à pituitária. Localiza-se no topo do crânio, plexo cerebral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste estado não há atividade da mente, nem qualquer conhecimento, nada a ser conhecido; conhecedor e conhecido, tudo fica unificado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-82429326?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/82429326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/82429326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_09_29_archive.html#82429326' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-78519080</id><published>2002-07-03T16:14:00.000-03:00</published><updated>2002-07-03T16:14:54.380-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>AS VÁRIAS FACES DO AMOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano experimenta, basicamente, três formas de amor, identificadas pelos antigos gregos como:&lt;br /&gt;Eros, que está centrado na dependência dos parceiros;&lt;br /&gt;Filos, que se baseia na segurança;&lt;br /&gt;Ágape, o amor incondicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente criamos couraças, máscaras que não refletem o nosso verdadeiro eu, na tentativa de nos defender e sobreviver, ficando imune à dor de um amor. Expressamos imagens que, acreditamos, vão garantir a aceitação por parte dos outros, vão atrair as pessoas para nós ou fazer com que elas nos admirem e queiram ser como nós. Desenvolvemos um conjunto de "jogos" que não são verdadeiros, mas que serve a nossos objetivos.Então, eros nos fisga. Eros, "o deus de olhos vendados", atinge-nos com sua flecha, e aquela flecha penetra através de todas as barreiras do ego e de mecanismos de defesa que criamos com tanto cuidado. Somos atingidos. Caímos "apaixonados". Fall in love...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RELACIONAMENTOS EROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os relacionamentos eros acontecem ao acaso, geralmente com uma pessoa do sexo oposto, freqüentemente sem relação com razão ou lógica, e são intensos, física e emocionalmente. O amor de eros percorre os hormônios, as glândulas e os órgãos, afetando as emoções em formas excêntricas. Esse tipo de amor manipula campos áuricos, elétricos e magnéticos, às vezes resultando em sentimentos, pensamentos e atitudes até então desconhecidos. Tipicamente não "nos apaixonamos" realmente pela pessoa, mas por quem queremos que ela seja. O amor de eros tende a ser fictício. Projetamos e fantasiamos nossas expectativas com relação a nosso parceiro. Chegamos ao ponto de dizer: "Eu preciso de você; conseqüentemente, eu o amo." Mais tarde, acontece o inevitável. Começamos a perceber que as qualidades imaginadas nunca existiram. Começamos a ver o parceiro como ele realmente é, não mais como queremos que seja. O amor diminui gradualmente, e a experiência se torna&lt;br /&gt;dolorosa. Dói "desapaixonar-se".Não conseguimos aceitar nosso parceiro como ele é e não nos vemos como seres que podem ser aceitos. Nessa fase, não nos vemos e nem somos completos ainda, por isso procuramos por alguém que nos complete, que preencha os espaços vazios. Nos relacionamentos eros, atraímos parceiros que têm o que falta em nós. E, quando encontramos a peça que faltava, achamos que ela forma uma dupla! As pessoas se apaixonam por causa da correspondência de vulnerabilidades e inseguranças, não por causa da correspondência de forças. Eros é extremamente poderoso. As barreiras do ego que mantínhamos de forma tão eficiente vêm abaixo e "nos apaixonamos", apesar de não querermos ou pretendermos isso! Somos absolutamente impotentes. Nesse tipo de paixão, a intensidade de eros é sempre temporária. Chega o momento em que acaba a lua-de-mel. Os problemas têm início quando, dolorosamente, começamos a reconhecer no nosso parceiro características que não são exatamente o que pensávamos. As defesas se erguem novamente à medida que os dois amantes começam, gradualmente, a reaprender que são pessoas diferentes, com identidades diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, rapidamente saímos do relacionamento que fracassou e, como remédio, procuramos outra pessoa por quem nos apaixonar. Acalentamos a idéia de apaixonar-nos e viver felizes para sempre. Criamos as barreiras do ego umas após as outras, enquanto buscamos o relacionamento "perfeito", barreiras geradas por experiências do passado, resultado de muita "roupa suja", infelicidade, miséria, projeção, acusação, culpa e censura de relacionamentos anteriores, e isso invariavelmente é levado para o novo relacionamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RELACIONAMENTO FILOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do caos inicial da atração de eros, um relacionamento que muda de forma e se torna um relacionamento de compromisso, pode cair na monotonia e continuar no "piloto automático". Em vez de separação, divórcio ou relações clandestinas, os dois parceiros se decidem por um relacionamento certo, seguro - e previsível. Isso define nosso amor como filos. Filos que dizer: passamos pelo estágio da lua-de-mel e nos tornamos mais realistas no que diz respeito ao outro. Já nos "desapaixonamos" e começamos a nos reconhecer como indivíduos novamente. Começamos a reconhecer os valores do outro e nos comprometemos a partilhar a vida. O amante do tipo filos sabe que é um ser separado da coisa que ama. A ênfase num relacionamento do tipo filos é geralmente material. A atenção está no próximo carro, numa casa maior, num&lt;br /&gt;emprego melhor, nos clubes mais agradáveis. O estilo de vida é importante. E o estilo de vida que conta é o que é considerado adequado e aceito pela norma. Isso implica algumas pressões e aceitação da família, da igreja, da sociedade. O amor de filos é o tipo de amor que uma pessoa tem por um carro, por uma carreira ou por qualquer coisa pela qual ela tenha interesse, mas com a qual ela não se identifica, na medida em que quebra as barreiras do ego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num esforço para manter esse estilo de vida, freqüentemente as partes mais profundas do eu são suprimidas ou negadas. Os sentimentos e pensamentos mais profundos são sacrificados. Lida-se com as questões, mas num nível superficial. "Vamos manter tudo agradável, com flores, e fingir que tudo está bem." Geralmente, há respeito e verdadeira compreensão, embora não haja um conhecimento profundo do outro. Com freqüência, os parceiros vivem como estranhos, partilhando um espaço comum.Às vezes, há um sentimento de resignação, ressentimento e tédio nos relacionamentos filos. Os parceiros se falam, mas nunca conversam, olham um para o outro, mas não se vêem. Freqüentemente, você pode observar filos em ação em restaurantes, onde o casal fica de frente um para o outro, à mesa, e conversa muito pouco ou&lt;br /&gt;nada, simplesmente fazendo a refeição junto, passando o tempo. Mil pensamentos podem passar pela cabeça: "Poderia ter sido diferente..." "Se ele fosse diferente..." "Se eu não tivesse renunciado à minha carreira..."&lt;br /&gt;"Se nós não tivéssemos tido filhos tão cedo..." Há o sonho do "que poderia ter sido" em sua mente, acompanhado de sentimentos de amargura ou culpa com relação ao parceiro dela, por não ser o homem que ela acreditava que fosse quando se casaram. Às vezes, as razões para se manter um relacionamento são baseadas na necessidade. Precisamos manter a aprovação da família, da comunidade, da igreja, etc. Mesmo que o relacionamento possa não ser totalmente satisfatório, satisfaz em muitos níveis e talvez seja melhor do que ficar sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RELACIONAMENTO ÁGAPE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele que você sente amor pelo homem que seu parceiro é, não separando-o em qualidades e defeitos, ou alocando-o em uma forma estereotipada exigida pela sociedade, mas como um Ser Completo, íntegro, que compartilha contigo intimidades sexuais e morais, sociais e mentais. Um amante, um parceiro, um amigo, um companheiro. Não amamos por causa de, ou apesar de... apenas pelo sentimento. E o coração não nega - ele existe, pulsa, pode não ser uma chama flamejante como o amor de eros, mas inunda-o de prazer e calma, relaxa, tranquiliza. Traz segurança, crescimento, amadurecimento, e passo-a-passo trilha-se um caminho que os torna mais cúmplices, mais verdadeiros um com o outro. Não há raiva ou mágoa, muito menos ressentimento guardados, porque acima de tudo há Amor. Como no caso dos filhos, que não guardamos ódio pela quebra da televisão ou perda da carreira, há o mesmo sentido em relação ao homem-ágape.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deixa-o livre, porque sabe que é um ser individual, e sente a mesma reciprocidade. O comprometimento que existe deriva do sentimento que os une, não da posição social ou financeira; há tranquilidade e paz. Aqui, como nos demais, é lógico que pode surgir desejo por outras pessoas, mas somente nessa fase o desejo será encarado como "atração por alguém belo", e nada mais do que isso. Saciados, satisfeitos, não estão carentes ou desprovidos de algo, apenas ainda são humanos e sabem o que é beleza e sedução. Não há jogos, estratégias ou máscaras - simplesmente porque naõ existe a tentativa de aprisionar alguém. Há plena segurança do sentimento que um sente pelo outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que esse Amor só encontramos em relação a filhos; pois quando unidos ao sexo oposto, misturamos desejo e paixão, e nos tornamos possessivos e críticos, desejando ser amados como amamos, às vezes mais do que amamos, jamais menos. Dar implica em receber, sempre. Bem, quem pensa assim é porque ainda não&lt;br /&gt;ultrapassou a terceira fase de um relacionamento - a paixão, o desapaixonar-se, a reconquista, o re-começo, e enfim, o relacionamento. Normalmente estamos sempre correndo, buscando, e esquecemos de fazer do encontro uma união, achando que em outro poderemos encontrar logo a fase ágape, pulando etapas de sofrimento e mágoa. Ledo engano: amar é um eterno aprendizado, e quanto mais amamos, mais sentimos que não sabemos nada dessa força mágica e poderosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminando, há quem diga que o Amor teria três faces - Eros, Afrodite e Pã; e um relacionamento para a vida inteira passaria inevitavelmente por todas. A conquista da junção seria individual, e dependeria da força do sentimento individual, e da capacidade de relacionar-se, bem como da perseverança em trilhar o caminho em direção a um Amor ágape. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte&lt;br /&gt;MARY ELIZABETH MARLOW&lt;br /&gt;A mulher emergente - cultrix/pensamento&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-78519080?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/78519080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/78519080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_06_30_archive.html#78519080' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-78518417</id><published>2002-07-03T15:56:00.000-03:00</published><updated>2002-07-03T15:56:30.693-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;A ASTROLOGIA E A CRIANÇA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Como obter ajuda da astrologia para compreender um pouquinho a personalidade de seu filho&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma criança falante com certeza é regida por Mercúrio. Já uma chorona e sensível pode ter um mau aspecto de Vênus. Marte mal posicionado, por sua vez, tornará seu filho agressivo e instável. Mas os astrólogos garantem que a carta natal indica muito mais, ajudando a desvendar as vocações de uma criança. Outra vantagem é que os pais, conhecendo as características da personalidade de cada um dos filhos, podem ser mais justos e tolerantes. É preciso, porém, usar o bom senso e não querer radicalizar, seguindo fielmente o que um mapa aponta, pois se deve respeitar as tendências naturais, deixando que a criança manifeste suas preferências. É importante&lt;br /&gt;lembrar que o mapa serve apenas como um instrumento de orientação, um sinalizador de caminhos, e nada deve ser imposto. Os pais, também, não devem se deixar levar pelos próprios anseios, querendo se realizar através dos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais liberais terão dificuldades com filhos conservadores e vice-versa. Da mesma forma, pais práticos e racionais poderão não entender o comportamento de filhos intelectuais, que andam com a cabeça nas nuvens e não se decidem por nada concreto. Por isso, ao ler o mapa astral de crianças e adolescentes, o astrólogo prefere se basear em energias sutis presentes nos signos solares - nem sempre levadas em consideração por outros astrólogos - que falam sobre criação, manutenção e  transformação. Trata-se da chamada triplicidade energética, que separa os signos em cardinais, fixos e mutáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os signos cardinais são Áries, Câncer, Libra e Capricórnio e servem de bússola para os outros. Os que nascem sob seu comando gostam de coisas novas, de plantar as sementes. Por isso, em uma família de advogados ou engenheiros, com certeza irão escolher uma profissão diferente e criar um novo caminho. As crianças de signos cardinais estão sempre criando novas brincadeiras e fazendo amigos. Por isso são ideais para serem matriculadas em escolas experimentais, sendo cobaias de novas metodologias de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os nativos de Aquário, Touro, Leão e Escorpião são conservadores. Assim, não vão ter dificuldades em seguir os passos de seus antecessores e manter a tradição da família. As crianças de signo fixo gostariam de escolas mais tradicionais, com uniforme e tudo o mais, onde se sentiriam mais seguras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os de Peixes, Gêmeos, Virgem e Sagitário, por sua vez, estão ligados ao poder da transformação. Portanto, têm a habilidade inata de transformar uma coisa em outra. Por exemplo: fazer de uma farmácia um grande laboratório ou de um bar um restaurante. As crianças mutáveis, por sua vez, se dariam bem em escolas religiosas ou com algum viés esotérico ou espiritualista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns exemplos de signos e comportamentos das crianças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virgem&lt;br /&gt;Metódicos, meticulosos, analíticos e asseados, os pequenos virginianos não darão trabalho no que se refere à ordem e limpeza, pois gostam de tudo asseado e arrumadinho. Mas podem se tornar muito críticos e nervosos, e, se estabelecerem os mesmos padrões elevados para os outros, ficarão desapontados. Por isso, é preciso ensiná-los a se tornarem menos críticos e mais amorosos, aceitando os outros como são. Convencê-los com argumentos e explicações racionais é a melhor maneira de levá-los a fazer aquilo que você deseja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sagitário&lt;br /&gt;Incrivelmente francos, os sagitarianos não pensam duas vezes para dizer o que pensam. São divertidos e humorados, mas pecam por construírem um personagem deles mesmos. Convém estimulá-los a serem autênticos e sinceros e a não fazer dos outros sua platéia. Gostam de roupas largas e ambientes amplos, pois para eles a liberdade é fundamental! São independentes e não gostam de nada que os limite. Escolhem suas amizades e dificilmente os pais poderão se intrometer nesse assunto. É fundamental que pratiquem esportes e estejam sempre em atividade. Para conquistar a sua confiança, basta levá-los a lugares que ainda não conheçam. Têm altos ideais e não são preconceituosos. Por isso, precisam ser elogiados e estimulados a grandes vôos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Touro&lt;br /&gt;Com um taurino não adianta discutir, pois ele é teimoso e persistente. E pior ainda é pressioná-lo, pois poderá explodir. Como punição, nada melhor que deixá-lo sem sobremesa ou sem poder assistir à televisão, ou privá-lo de confortos e prazeres. Em contrapartida, recompensá-lo por bom comportamento vai incentivá-lo a colaborar. Os nativos de Touro devem aprender a ser menos ciumentos, possessivos e materialistas, descobrindo as suas riquezas interiores e as dos outros. Como detestam mudar, precisam entender o valor das mudanças e como podem ser benéficas em sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escorpião&lt;br /&gt;Os que nascem em Escorpião geralmente não choram quando se machucam, pois não gostam de demonstrar fraqueza. São durões e lutadores. Tendem a ser vingativos, por isso desde cedo devem aprender a esquecer e perdoar, bem como a controlar sua língua afiada. Precisam entender que não é bom guardar rancor e manter pensamentos negativos. Devem igualmente aprender a utilizar seu grande poder para ajudar os outros a realizar mudanças transformadoras. A criança de Escorpião tem coragem e convicção e não compreende nem tem paciência com os tímidos e fracos. Sempre peça a sua colaboração, pois se você exigir algo, ela fará o contrário! Escorpianos adoram segredos e essa é uma maneira de conquistá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gêmeos&lt;br /&gt;O geminiano é tagarela e gosta mais de falar do que de ouvir. Aprecia ganhar coisas novas, mas logo as quebra ou perde. Ele não consegue prestar atenção em uma única coisa, mas absorve tudo rapidamente. Por isso, poderá ter problemas em aprender ou fazer coisas que não despertam o seu interesse. Ele deverá desenvolver bons hábitos de leitura e a utilizar sua habilidade manual. Uma medida disciplinar eficiente é o isolamento, pois os geminianos são bons comunicadores e adoram companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peixes&lt;br /&gt;Muito influenciados pelo meio ambiente, os piscianos deverão ser estimulados a escolher o melhor caminho e a desenvolver sua natureza espiritual. Caso contrário, poderão cair em enganos e ilusões, pois são muito sonhadores, tendendo a viver na irrealidade. Por isso, devem aprender a enfocar o mundo e as pessoas mais  objetivamente. Precisam ser ensinados a definir metas e atingir objetivos a curto prazo, para depois pensar nos de longo prazo. Como são muito visuais, gostam de imagens bonitas e podem memorizar e aprender com esse recurso. Os pais devem ajudar as crianças nascidas sob esse signo a desenvolver a habilidade intuitiva natural e a utilizá-la para tomarem suas decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-78518417?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/78518417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/78518417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_06_30_archive.html#78518417' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-78518022</id><published>2002-07-03T15:45:00.000-03:00</published><updated>2002-07-03T15:45:14.013-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Cristais - A energia das jóias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum, numa família, que pais e avós deixem aos seus filhos e netos, jóias que lhe pertenceram.&lt;br /&gt;Não há nada de mal nisso, mas devemos estar atentos para o fato de que esses objetos estão impregnados pela energia e freqüência vibratória de seu antigo proprietário. O potencial dessa energia aumenta mais ainda, se houver cristais ou outro tipo de pedra (gema) envolvidos.&lt;br /&gt;Devemos notar então, que certas qualidades, ou energias, que podem não ser muito saudáveis, estarão a partir do momento que a usamos interagindo com nosso campo energético. Portanto, é necessário limpar essas peças. &lt;br /&gt;Mesmo no caso de uma jóia nova, devemos ter consciência que ela foi feita por alguém, e depois disso manuseada por muitas outras pessoas, e em conseqüência disso, estará impregnada por energia e pensamentos muitas vezes nocivos.&lt;br /&gt;Como fazer essa limpeza?&lt;br /&gt;Por se tratar de uma jóia, não devemos usar sal grosso e nem mesmo, o refinado, pois pode danificar a peça (ouro e prata) ou a gema.&lt;br /&gt;Primeiro mergulhe a peça numa solução de água com álcool na proporção de três colheres de chá de álcool para 1 copo d'água ( que deve ser mineral ou destilada), deixe a peça mergulhada nessa solução, por pelo menos 10 minutos. Lave a jóia em água corrente, e depois passe-a sobre a fumaça de um incenso de limpeza(olíbano, cânfora, benjoim,etc). Visualize então a jóia envolvida por uma luz de tonalidade violeta, e mentalize que essa luz está transmutando qualquer energia nociva, ou que não seja própria do metal ou da pedra. Após, essa limpeza, a jóia estará purificada.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-78518022?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/78518022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/78518022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_06_30_archive.html#78518022' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76157245</id><published>2002-05-04T14:08:00.000-03:00</published><updated>2002-05-04T14:08:28.740-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;O ANKH OU CRUZ ANSATA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cruz com a alça, conhecida como Ankh ou cruz Ansata, é uma das figuras ou símbolos mais importantes encontrados nos templos do Egito Antigo. Ela aparece gravada nas colunas dos templos de Karnak, Edfu e em outros lugares. Pode-se vê-la também gravada ou pintada em murais no Templo de Luxor, no Templo de Hatshepsut, Medinet Habu e outros, bem como em obeliscos e nas paredes de túmulos. Cenas vívidas pintadas em paredes de templos ou túmulos muitas vezes representam um deus estendendo o Ankh ao Faraó. Um exemplo disso está no túmulo de Amenhotep II onde vemos o Ankh sendo-lhe entregue por Osíris. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em lugar da parte vertical superior, acima dos braços da cruz, em geral associada ao cristianismo, esse detalhe da cruz egípcia é ovalado, ou tem a forma de uma alça. Para os egípcios antigos isto significava vida e o símbolo, na verdade, é conhecido como a chave da vida. Os historiadores têm dedicado muito pouco espaço em seus trabalhos à importância do Ankh. Quando o vemos numa coluna de templo ou num obelisco, e ele não está sendo entregue por um deus, a cruz Ansata é quase sempre associada a outra figura ou símbolo egípcio muito conhecido, que se encontra ao lado do Ankh. Esta tem o mesmo tamanho do Ankh e embora a parte inferior tenha a mesma largura, ela termina numa ponta na parte superior. Para nós, essa figura é um triângulo isósceles. Trata-se do hieróglifo ou sinal que, quando apresentado com o Ankh, significa, de acordo com alguns estudiosos, para sempre, ou seja, junto os dois símbolos vem a significar vida eterna. Porém, para outra linha de estudiosos, quanto a este "triângulo isóceles" antes do Ankh, ele não representa a eternidade mas o verbo dotar, dar. Desta forma, duas formas de eternidade podem ser vistas após o Ankh, como na inscrição abaixo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução do nome do deus Aton: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ra-HqA-Axty Hay m Axt) di anx Dt (n)HH (m  rn.f m it ra ii  nty m itn) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rá, o governante dos dois horizontes, que se alegra no horizonte, dotado (di) de vida (Ankh), pela eternidade (Djed), para  sempre (nhh), na sua manifestação (lit seu nome rn.f )  do Pai Ra (it  ra ) que retorna, o qual está no Aton. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação à eternidade: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  eternidade egípcia possuía um aspecto dual que podia também estar ligada  aos deuses  Rá e Osíris. A eternidade cíclica  em egípcio neheh  tinha relação  com  os eventos que aconteciam  de forma repetida, como o nascer do Sol, as fases da Lua, as estações, as migrações de animais e aves, etc.  A outra forma de eternidade era djet  e se relacionava com  o que é imutável,  atemporal, ou seja, "a permanência daquilo que existe". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que tudo indica, o Ankh surgiu na Quinta Dinastia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Email de Ramsés&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76157245?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76157245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76157245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76157245' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76157024</id><published>2002-05-04T13:58:00.000-03:00</published><updated>2002-05-04T13:58:14.420-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;AS BRUXAS E SEUS DONS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dias tenho visto aqui na lista algumas discussões a respeito de dons. Muita gente está preocupada em saber que dons tem, ou então estão apreensivas porque “se não descobrirem seu Dom não podem ser bruxas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, essas preocupações são inúteis e creio que vcs andaram dando ouvidos a quem não entende muito de wicca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, a influência dos filmes de TV e cinema transparece nessas preocupações. Será que se eu não tiver o Dom de telecinese, premonição ou congelamento do tempo das meninas Charmed, será que se eu não for clarividente ou não puder transformar alguém em sapo torcendo o nariz como a Feiticeira do seriado, isso quer dizer que &lt;br /&gt;não tenho um dom? E que não posso ser bruxa? Ou será que porque eu pronuncio errado “Vingardio leviosa” e minha pena não flutua como no filme Harry Potter eu não posso me iniciar? Heehehhehee&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, eu adoro a Feiticeira desde crianças, vejo todos os episódios repetidos, não perco nenhum do Charmed e sou HarryPottermaniaca... Mas se a vida imita a Arte, a magia da vida é muito maior, embora menos evidente que a dos efeitos especiais do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que  é o Dom de um@ Brux@? Se alguém não for dotada de poderes espetaculares não será uma brux@? Ou mais: será que a iniciação confere a alguém poderes “paranormais”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DOM DE UMA BRUXA É O DOM DE QUALQUER SER HUMANO. Aliás, creio que é esse mesmo o maior segredo da Bruxaria: um@ Brux@ sabe que é humana e &lt;br /&gt;quantas coisas maravilhosas as pessoas podem fazer, se se reconhecem parte dos Deuses Antigos da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UMA BRUXA TEM EXATAMENTE OS MESMOS DONS QUE QUALQUER OUTRA PESSOA, sem exceção. Todas as pessoas podem produzir eventualmente, com maior &lt;br /&gt;ou menor facilidade, os chamados fenômenos paranormais ( que nada tem de estranhos, alias, deveriam ser considerados normais, porque todos os tem). Clarividência, telepatia, telecinese, premonição... Estão ao alcance de qualquer pessoa, basta que as pessoas saibam disso, e permitam que seus dons se manifestem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É SÓ ISSO QUE DISTINGUE AS BRUXAS DAS OUTRAS PESSOAS: POR ACREDITAREM QUE O UNIVERSO É MAGICO, E QUE A NATUREZA É MAGICA, ELAS DEIXAM AS MARAVILHAS ACONTECEREM EM SUAS VIDAS. A diferença, então, entre uma bruxa e qualquer outra pessoa é essa: o que elas crêem que seja o &lt;br /&gt;universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, compreendido isso, por favor, parem de se afligir com essa besteira de “qual meu Dom?”. Experimentem todos os dons : brinquem com oráculos, tentem fazer transbordar uma taça cheia de água só com a força de sua mente, brinquem de direcionar a fumaça do incenso, chamem as pessoas sem falar, só pelo direcionamento de sua vontade... &lt;br /&gt;Peguem um espelho ou cristal e deixem seu olhar vagar pela superfície, pensando “Qual a cor da roupa que meu amigo vestiu hoje de manha?”. Escrevam em um papel e liguem para ele para confirmar. Tente “acordar” em um sonho e agir magicamente nele... Fiquem invisíveis e passem na barreira policial sem incomodos, se façam &lt;br /&gt;brilhar quando necessário... São tantas e tão simples maneiras de saber que dons chegam a vcs com mais facilidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acima de tudo, divirtam-se: a Arte., antes de mais nada é lúdica. Se não tivermos prazer e curtirmos todo nosso aprendizado ,a  tarefa nos parecerá demasiada e pesada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo a todos, bençãos ainda no ritmo das Danças de Beltane,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mavesper Ceridwen&lt;br /&gt;Email de 03/05/02&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76157024?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76157024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76157024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76157024' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76156985</id><published>2002-05-04T13:55:00.000-03:00</published><updated>2002-05-04T13:59:20.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Como montar um altar?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Um altar para um ritual é diferente do altar para o dia a dia. O ideal é deixar os instrumentos como athame, taça, etc. guardados somente para os rituais, assim você preserva e protege de terceiros a energia contida neles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a intenção do altar? Para ancestrais? Use fotos de pessoas queridas que já se foram, objetos que você talvez tenha ganhado deles. Coloque flores, velas, incensos, objetos bonitos que te signifiquem algo especial. Um cuidado: evite deixar velas acesas e flores no seu quarto de dormir, dizem que atrai os espíritos e isso geraria um sono&lt;br /&gt;mais conturbado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, a intenção é agradar aos Deuses? Flores, conchas (as em espiral são especialmente dedicadas às Deusas), novamente incensos, flores e velas. Um belo quadro... um espelho, coloque símbolos dos Deuses que você pretende cultuar e que sejam de tua predileção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, você tem uma bela miniatura de um animal, um coral, uma fruta... Coloque objetos que tenham significado especial para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anexei uma imagem do livro Altar - A Arte de Criar um Espaço Sagrado, da Peg Streep. Lá tem várias dicas, é um livro bom pra ter como referência, explica de forma mais detalhada como montar um belo altar e tb dá muitas idéias...  :-)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://1972a.hpg.com.br/Altar_Exemplo.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Email de Lia Domingues para Zel - 04/04/02&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76156985?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76156985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76156985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76156985' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76155805</id><published>2002-05-04T13:07:00.000-03:00</published><updated>2002-05-04T13:07:57.646-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;A RELIGIÃO EGÍPCIA &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores: Fábio Costa Pedro e Olga M. A. Fonseca Coulon. &lt;br /&gt;História: Pré-História, Antiguidade e Feudalismo, 1989 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;u&gt;Origens e características: &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;As raízes da religião egípcias encontram-se nas aldeias neolíticas, anteriores à organização do Estado. Como a maioria dos povos primitivos, os primeiros egípcios tinham uma atitude de respeito em relação aos fenômenos da natureza- o Sol, a Lua, o Nilo - e às características marcantes dos animais - a ferocidade do leão, a força do crocodilo, etc. As primeiras divindades que surgiram eram quase sempre representadas sob a forma de um animal. Os egípcios veneravam especialmente o Sol: devem ter percebido que a vida depende dele e o adoravam sob vários nomes e diversos cultos. À medida que foram aprendendo a dominar a natureza, passaram a valorizar as qualidades humanas e o antropomorfismo - concepção dos deuses sob a forma humana - apareceu na religião egípcia, algum tempo antes do advento da primeira dinastia. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os egípcios eram politeístas. Cada nomo possuía o seu próprio deus, - senhor do lugar -, freqüentemente associado a um animal, enfeixando atribuições e poderes diferentes. Apenas as cerimônias do culto, executadas pelos altos sacerdotes, eram semelhantes para os diversos deuses. Quando uma cidade se tornava importante politicamente, o deus local tendia a aumentar de prestígio e o seu culto crescia. Assim ocorreu com o deus Ra de Heliópolis, o Ptah de Mênfis, o Hórus-Falcão do Delta, o Amon-Ra de Tebas, o Ibis-Tot de Hermópolis. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A religião influenciava profundamente a vida dos egípcios. Consideravam que os menores detalhes de seu quotidiano e tudo que os cercava das cheias previsíveis do Nilo à morte acidental de um animal dependia inteiramente da disposição dos deuses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Principais crenças: &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Entre as principais crenças religiosas egípcias, sobressaiu-se a do deus Sol, que foi durante vinte séculos o culto oficial da monarquia faraônica. Ao lado dele, os mitos mais importantes foram os de Osíris, Ísis e Hórus, favoritos da devoção popular. Os cultos do Sol e das demais divindades estavam vinculados à importância da agricultura e das cheias do Nilo, das quais dependia a vida das aldeias. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O culto solar, elaborado em Heliópolis ( Cidade do Sol ), reconhecia o Sol -denominado Ra -como divindade suprema e criadora do Universo. Era chamado também de Kopri (sol da manhã), e de Atum (sol da tarde). Esse culto fundiu-se com o de Amon de Tebas, daí Amon-Ra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;HINO AO DEUS RÁ (O SOL): &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;"Que belo é teu levantares-te no horizonte do céu, ó Rá (Sol), iniciador da vida! Quando te arredondas no horizonte, enches a terra de tuas belezas: és encantador, sublime. Quando repousas no horizonte ocidental, a Terra fica em trevas, como morta... Mas a aurora vem, tu despontas no horizonte, irradias como Disco do dia, as trevas dissipam-se... As Duas-Terras do Egito põem-se em festa... Todos os animais se alegram, as árvores e plantas crescem, as aves voam de seus ninhos, com as asas abertas em adoração do teu Ka... Tu criaste a Terra segundo o teu coração, com os homens e os animais, tudo que na Terra existe..., os países estrangeiros..., a terra do Egito... Tu crias o Nilo no mundo inferior e os fazes sair à superfície da terra, onde queres, para alimentar os homens do Egito... e também puseste o Nilo no Céu, para que desça aos povos afastados, para regar seus campos, suas regiões, de que eles vivam... (Texto do 2º milênio a. C., in A. Moret, O Nilo e a Civilização Egípcia , citado por: FREITAS, G. de. 900 Textos e documentos de História. Antiguidade e Idade Média. Lisboa, Plátano, 1975, v. l, p. 78. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;O MITO DE OSÍRIS:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;O deus Osíris era um grande rei, que sucedera a seu pai Geb (a Terra); de parceria com sua mulher; a deusa-mágica Ísis, ensinou aos homens a agricultura, inventou o pão, o vinho e a cerveja (elementos essenciais da alimentação do povo egípcio), revelou-lhes a metalurgia. Mas seu irmão Tifão ou Sete mata-o: afoga-o no Nilo, corta-o em pedaços, que espalha pelos canaviais. Então Ísis procura, recolhe e reúne os membros esparsos refaz o corpo (como múmia) e, usando da sua ciência mágica, ressucita Osíris, que viverá agora eternamente, mas no Céu. Vingando-o, seu filho, o deus Hórus, combate e vence Sete e sucede ao pai no trono do Egito. Dele recebem em herança este reino os reis humanos -os faraós-que assim têm caráter divino. A SIGNIFICAÇÃO DO MITO OSIRIANO: Este mito, não só procura explicar a ascendência divina dos faraós, como, sobretudo, exprime no drama de Osíris, ao mesmo tempo deus da vegetação e divinização do Nilo, o mistério do nascimento das plantas e seus frutos, e depois o da sua morte, quando, na mesma ocasião em que a cheia do Nilo acaba, o vento ardente do deserto (Sete ou Tifão) sopra, e as espigas de trigo ceifadas são batidas, para se separar o grão, de que uma parte, pela sementeira, volta à terra sua sepultura, quando o rio tiver outra vez fecundado o solo (tiver também ressuscitado), para renascer em novas espigas... (FREITAS, G. de., op. cit. V. 1, p. 47/48) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A lenda de Osíris, que conta a morte e ressurreição do deus, está intimamente ligada à vida política e sócio-econômica do Egito. Através dela, podemos obter dados sobre a unificação do Sul e do Norte, o plantio do trigo, a importância do Nilo e a origem do poder divino do Faraó. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Faraó era a encarnação do deus e o sumo sacerdote, sendo o seu poder praticamente absoluto, porque exercido em nome do deus. Daí o Egito ser considerado uma monarquia despótica de origem divina. O templo egípcio, construído em pedra, não era um lugar à disposição do povo. Era a habitação privativa da divindade, ao qual somente o Faraó e os sacerdotes tinham acesso. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O culto diário consistia em preces, gestos consagrados, hinos e defumações de incenso, realizados pelos sacerdotes, como delegados do Faraó, em teoria o único habilitado a estabelecer a ligação entre os homens e os deuses. Pela manhã e à tarde, a porta do santuário localizada no interior do templo era aberta e a estátua do deus era reverenciada, lavada e vestida, recebendo oferendas de alimentos e bebidas. Em todos os santuários eram feitos os mesmos atos. Ao povo somente era permitido fazer suas oferendas e adorações na parte externa dos templos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As crenças sobre a vida depois da morte fizeram dos túmulos egípcios, principalmente as pirâmides, túmulos dos faraós, os mais ricos da história humana em oferendas enterradas com os defuntos e em pinturas retratando a vida quotidiana. A crença na ressurreição do corpo conservado gerou a prática da mumificação por processos muito desenvolvidos e até hoje não inteiramente conhecidos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;u&gt;O EMBALSAMENTO DE RICO:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;"Primeiro, com a ajuda de um ferro curvo, extraem o cérebro pelas narinas... Em seguida, com uma pedra cortante, fazem uma incisão no flanco e retiram os intestinos, que limpam e purificam com vinho de palmeira e purificam uma segunda vez com arômatas moídas. Depois, enchem o ventre de mirra pura triturada, de canela e de todos os outros arômatas, com exceção do incenso e cosem. Feito isso, salgam o corpo cobrindo-o de natrão (carbonato de sódio natural) durante 70 dias... Lavam o corpo, enrolam-o todo em faixas de linho fino, com uma camada de borracha (como cola)... Metem o morto num estojo de madeira em forma de figura humana... que guardam no interior de uma câmara funerária... &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;u&gt;O EMBALSAMENTO DE POBRE:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Desinfetam os intestinos... metem-no no sal durante 70 dias; entregam o corpo. (Heródoto, in: FREITAS, G. de, 900 Textos e Documentos de História. Lisboa, Plátano, 1975, v. 1, p. 49. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Enormes recursos e trabalhadores foram recrutados no Egito, na construção de templos e pirâmides paraperpetuar os Faraós, suas realizações e feitos, mesmo que isso significasse o trabalho compulsório de grande parte da população, não beneficiária desses momentos. A cada ano, os sacerdotes realizavam cerimônias para garantir a chegada da inundação, e o rei agradecia a colheita solenemente às divindades adequadas. Os deuses eram consultados para solucionar problemas políticos e burocráticos, bem como os de caráter familiar. A religião penetrava, pois, em todos os aspectos da vida pública e privada dos antigos egípcios, tornando-se a base do poder do Faraó ( Senhor da Casa Grande) e marcando profundamente a sociedade, a política, a economia, a medicina, as letras e as artes. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;u&gt;ESCRITA, LITERATURA, CIÊNCIAS E ARQUITETURA &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;A escrita hieroglífica, inventada em fins do período pré-dinástico e aperfeiçoada sob as primeiras dinastias, foi utilizada até o fim da Antiguidade. Consistia numa combinação de ideogramas (sinais que representam idéias) e fonogramas (sinais que representam sons). Deu origem a duas outras escritas mais simplificadas e mais próprias a serem grafadas no papiro: o hierático e o demótico. A escrita hierogrífica foi decifrada pelo francês Champollion, em 1822. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os textos egípcios que se conservaram são predominantes religiosos e funerários - textos das pirâmides, textos dos sarcófagos, Livro dos Mortos (coletânea de ensinamentos de como proceder na vida de além-túmulo e durante o julgamento de Osíris), hinos a diversas divindades, inscrições que se referem aos mitos e rituais divinos, além de romances, poesias líricas, sátiras, tratados técnicos, etc. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ciência egípcia consistia em conhecimentos práticos diversos como receitas de medicamentos, fórmulas geométricas e trigonométricas para a agrimensura ou para a construção. A numeração era decimal, mas não usavam o zero; conheciam a soma e a subtração. O calendário, ao mesmo tempo solar e lunar, estabeleceu-se cedo, através da observação da coincidência eventual do aparecimento conjunto do sol e da estrela Sírius. Os médicos egípcios eram famosos na Antiguidade e a prática da mumificação levou a uma acumulação de conhecimentos sobre anatomia. Não obstante, a medicina, a astronomia e os outros ramos da ciência estavam profundamente penetrados de magia e de religião. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A arte egípcia preocupou-se em expressar a riqueza e o poder dos governantes, destacando-se a arquitetura monumental, a decoração de templos e túmulos com relevos, pinturas e estátuas, a confecção de vasos de pedra e a ourivesaria. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A arquitetura era sólida, de proporções colossais, tentando expressar toda a força e poder da monarquia. Os exemplos mais conhecidos são as pirâmides (características do Antigo Império), destacando-se as dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos; a Esfíngie, gigantesca estátua com corpo de leão e cabeça humana, cuja construção é atribuída a Quéfren; os templos de Luxor e de Carnac, erguidos no Novo Império. Além das pirâmides, a arquitetura funerária criou outros tipos de túmulos: as mastabas, de forma trapezoidal e os hipogeus, tumbas subterrâneas cavadas nas montanhas. &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76155805?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76155805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76155805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76155805' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76155722</id><published>2002-05-04T13:04:00.000-03:00</published><updated>2002-05-04T13:33:00.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;SIGNIFICADOS MÁGICOS DE ANIMAIS&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leão &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O leão era símbolo de coragem e força para os soldados romanos. Na Pérsia e na Índia é considerado um animal sagrado. O leão no Oriente Médio representa o amor. O &lt;br /&gt;leão não ataca sua prole, mesmo quando não tem nada para comer. Mensagem: Aja com justiça e coragem. Não ataque injustamente. É importante escutar antes de falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Raposa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;No Japão é símbolo de fertilidade e abundância. Nas culturas indígenas norte-americanas, a raposa é repleta de contradições. Ela é independente, audaciosa, esperta ou precavida. A raposa tem um instinto de sobrevivência muito forte, por isso, representa união e segurança da família. A raposa muda de cor e tem a capacidade de ficar imperceptível com o ambiente. Mensagem: Não revele os seus pensamentos e palavras às pessoas no momento. O tempo é sábio. Tudo acontece na hora certa. Seja astuta e observe a vida sem chamar tanta atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Urso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O urso vive no escuro das cavernas e é um animal solitário. O urso não ataca o inimigo morto ou fora do combate. Nos países onde o inverno é rigoroso, ele hiberna. A mãe ursa é carinhosa com os filhotes. A Panda-gigante é símbolo mundial na luta pela preservação das espécies animais. A força do urso é descobrir caminhos alternativos para atingirmos nossas metas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Serpente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A serpente troca de pele de tempo em tempos. Este ciclo de transformação simboliza viver, morrer e renascer. Na Grécia a serpente é representada como arco-íris. Ela simboliza o poder de cura. Duas serpente entrelaçadas num bastão de madeira ou metal formam o caduceu, símbolo da paz. A serpente gera o fogo. Essa energia atua no plano material,  na paixão, na vitalidade e na procriação. Nos mitos, a serpente é mediadora dos deuses e do conhecimento. Mensagem: É o momento de transformar pensamento, desejos e comportamentos para se integrar com o Todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Golfinho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O golfinho é identificado como o Cristo amigo. O golfinho é o guardião do sopro sagrado da vida. Ele nada em meio às ondas, emergindo e submergindo num ritmo de intervalos regulares. O Golfinho controla a respiração enquanto esta sob o mar. Com técnicas de respiração consegue-se relaxar os músculos e acalmar a mente. Despertando a consciência interior podemos sintonizar as mensagens do golfinho. É muito importante saber se comunicar. O golfinho é o mensageiro. Sua conexão com o &lt;br /&gt;Grande Espírito nos traz respostas as nossas indagações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pomba&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O animal preferido de Afrodite, a deusa do amor. É pacífica, doce, fiel ao parceiro. A pomba é o símbolo da paz e esperança. Está associada a São Francisco de Assis e outros santos e mártires. Na Índia, a pomba aparece em companhia de Krishna menino.Mensagem: Sentir paz interior é ver a vida colorida. Estar em harmonia &lt;br /&gt;é dizer não a violência e a dor. Medite, apenas, cinco minutos por dia. Você notará mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Borboleta&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Presa no casulo, a pequena larva espera o momento de libertar a nova forma. Quando chega o momento, ela rompe as barreiras e surge um inseto alado. Esse é o processo da borboleta. Na Grécia, a borboleta era sinônimo da imortalidade. No Japão, os insetos são associados às flores e a iluminação búdica. A borboleta representa a alma. Mensagem: Os ciclos da vida são importantes para o crescimento. As transformações nos guiam a um novo estágio de autoconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Beija-Flor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;São 330 espécies espalhadas pelas Américas. O Beija-flor produz um som alegre e desperta a energia das flores. As penas do Beija–flor têm poderes mágicos e são usadas para fazer amuletos e talismãs de amor. Na mitologia maia, o Beija-flor é associado ao Sol Negro e a Quinta Dimensão. Ele é o único pássaro que pode voar em todas as direções. O Beija-Flor é de caráter polígamo (abandona a fêmeas após a fecundação). Mensagem: Para ser feliz é necessário amar a vida e as pessoas. O &lt;br /&gt;Beija-Flor transmite a beleza, a alegria e o amor. A energia do Beija-Flor é frágil. Grosseria ou agressividade não combinam com a sua essência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Águia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;É a “rainha das aves”simboliza o pai e a paternidade. Nas lendas e mitologias sempre acompanha de perto um herói e deuses solares. Representou os antigos reis. Atualmente, figura nas armas dos Estados Unidos. Para os índios norte-americanos, a águia é o poder do Grande Espírito. Graças à sua excelente visão a distância, está associada à sabedoria e à iluminação espiritual. A pena da águia  e o apito  feito do seu osso são utilizados como instrumento de cura pelas tribos ameríndias. Mensagem: Águia desperta a intuição. Equilibra e sintoniza sua alma, sua personalidade e seu emocional. Ela tem o poder de apresentar oportunidades, novas direções e de transmitir uma sensação de liberdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Coruja&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A coruja é associada ao mistério, a magia e a clarividência. “Ver o que os outros não vêem e escutar o que os outros não escutam”. A coruja é uma ave de hábitos noturnos. Enxerga e escuta com precisão. A coruja é discreta. O seu vôo é silencioso. Esse animal é associado aos bruxos e feiticeiros que costumam realizar seus rituais durante a noite. A coruja é conhecida como guardiã do mundo dos mortos. Mensagem: O momento não é de ilusão. Observe o problema e encontre soluções. É o caminho. Vibrar a coruja é despertar a consciência para a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Email de Bruxo Titanio&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76155722?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76155722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76155722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76155722' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76154945</id><published>2002-05-04T12:31:00.000-03:00</published><updated>2002-05-04T12:35:58.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;B&gt;IEMANJÁ, SENHORA DAS ÁGUAS&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iemanjá é uma deusa abrasileirada, sendo resultado da miscigenação de elementos europeus, ameríndios e africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um mito de poder aglutinador, reforçado pelos cultos de que é objeto no candomblé, principalmente na Bahia. É também considerada a Rainha das Bruxas e de tudo que vem do mar, assim como é protetora dos pescadores e marinheiros. Governa os poderes de regeneração e pode ser comparada à deusa Ísis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes seios ostentados por Iemanjá, deve-se à sua origem pela linha africana, aliás, ela já chegou ao Brasil como resultado da fusão de Kianda angolense (Deusa do Mar) e Iemanjá (Deusa dos Rios). Os cabelos longos e lisos prendem-se à sua linhagem ameríndia e é em homenagem à Iara dos tupis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com cada região que a cultua recebe diversos nomes: Sereia do Mar, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Inaê, Mucunã, Janaína. Sua identificação na liturgia católica é: Nossa Senhora de Candeias, Nossa Senhora dos Navegantes,  Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Piedade e Virgem Maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo modo que varia seu nome, variam também suas formas de culto. A sua festa na Bahia, por exemplo é realizada no dia 2 de fevereiro, dia de Nossa Senhora das Candeias. Mas já no Rio de Janeiro é dia 31 de dezembro que se realiza suas festividades. As oferendas também diferem, mais a maioria delas consiste em pequenos presentes tais como: pentes, velas, sabonetes, espelhos, flores, etc. Na celebração do Solstício de Verão, seus filhos devotos vão às praias vestidos de branco e entregam ao mar barcos carregados de flores e presentes. Às vezes ela aceita as oferendas, mas algumas vezes manda-as de volta. Ela leva consigo para o fundo do mar todos os nossos problemas, aflições e nos trás sobre as ondas a esperança de um futuro melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande foi o número de ondas que se quebrou na praia, mas maior ainda, foi o caminho percorrido pelo mito da divindade das águas. Das Sereias do Mediterrâneo, que tentaram seduzir Ulisses, às Mouras portuguesas, à Mãe D'água dos iorubanos, ao nosso primitivo Igpupiara, às Iaras, ao Boto, até Iemanjá. E, neste longo caminhar, a própria personalidade desta deusa, ligada anteriormente à morte, apresenta-se agora como protetora dos pescadores e garantidora de boa pesca, sempre evoluindo para transformar-se na deusa propiciadora de bom Ano Novo para os brasileiros e para todos que nesta terra de Sol e Mar habitam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;ARQUÉTIPO DA MATERNIDADE&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iemanjá é por excelência, arquétipo da maternidade. Casada com Oxalá, gerou quase todos os outros orixás. É tão generosa quanto as águas que representa e cobrem uma boa parte do planeta. Iemanjá é o útero de toda a vida, elevada à posição principal da figura materna no panteão de iorubá (Ymoja). Seu sincretismo com a Nossa Senhora e a Virgem Maria lhe conferem a supremacia hierárquica na função materna que representa. É a deusa da compaixão, do perdão e do amor incondicional. Ela é "toda ouvidos" para escutar seus filhos e os acalenta no doce balanço de suas ondas. Ela representa as profundezas do inconsciente, o movimento rítmico, tudo que é cíclico e repetitivo. A força e a determinação são suas características básicas, assim como o seu gratuito sentimento de amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deusa da fecundidade, da procriação, da fertilidade e do amor, Iemanjá é normalmente representada como uma mulher gorda, baixa, com proeminentes seios e grande ventre. Pode, também aparecer na forma de uma sereia. Mas, não importando suas características, ela sempre se apresentará vinculada ao simbolismo da maternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iemanjá surge nas espumas das ondas do mar para nos dizer que é tempo de "entrega". Você está carregando em seus ombros um fardo mais pesado do que possa carregar? Acha que deve realizar tudo sozinha(o) e não precisa de ninguém? Você é daquelas pessoas que "esmurra ponta de prego" e quer conseguir seu intento nem que tenha que usar à força? Pois saiba que a entrega não significa derrota. Pedir ajuda também não é humilhação, a vida tem mais significado quando compartilhamos nossos momentos com mais alguém. Geralmente esta entrega ocorre em nossas vidas forçosamente. Se dá naqueles momentos em que nos encontramos no "fundo do poço", sem mais alternativas de saída, então nos viramos e entregamos "à Deus" a solução. E, é exatamente nesta hora que encontramos respostas, que de maneira geral, eram mais simples do que imaginávamos. A totalidade é alimentada quando você compreende que o único modo de passar por algumas situações é entrega-se e abrir-se para algo maior.&lt;br /&gt;Quando abrimos uma brecha em nosso coração e deixamos que a Deusa atue em nós, alcançamos o que almejamos. Entrega é confiança, mas tente pelo menos uma vez entregar-se, pois lhe asseguro que a confiança virá e será tão cega e profunda quando a sua desconfiança de agora. O seu desconhecimento destes valores,  escondem a presença de quem pode lhe ajudar e provocam sentimentos de ausência e distância. Não somos deuses, mas não devemos nos permitir viver à sombra deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;RITUAL DE ENTREGA&lt;/u&gt; (só mulheres)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve fazer este ritual numa praia, em água corrente e até visualizando um destes ambientes. Primeiro mentalmente viaje até seu útero, no momento do encontro se concentre. Respire profundamente e leve novamente sua consciência para o útero. Agora respire pela vulva. Quando se achar pronta, com o mar a sua frente, entre nele. Sinta a água acariciando seus pés, ouça o barulho das ondas no seu eterno vai-e-vem. Chame então a Iemanjá para que venha encontrá-la. Escolha um lugar onde você puder boiar tranqüilamente e com segurança. Sinta as mãos da Iemanjá acercando-se de você. Abandone-se em seu abraço, ela é mãe muito amorosa e espetacular ouvinte. Renda-se aos seus carinhos e entregue-se sem medo de ser feliz. Você está precisando revigorar sua vida amorosa, procura um emprego ou um novo amor? Faça seus pedidos e também lhe fale de todas suas angústias e aflições. Deixe que Iemanjá alivie os fardos que carrega. Ela carregará consigo para o fundo do mar todos os seus problemas e lhe trará sobre as ondas a certeza de dias melhores, portanto abandone-se à imensidão do mar e do seu amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estiver pronta para voltar, agradeça a Iemanjá por estes doces momentos passados com ela. Então estará livre para voltar à praia, sentindo-se mais leve, viva e purificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por:&lt;a href="mailto:rosanevolpatto@yahoo.com.br"&gt;Rosane Volpatto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia Consultada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orixás - Pierre Fatumbi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oráculo da Deusa - Amy Sophia Marashinsky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biografia do Folclore Brasileiro - Braúlio do Nascimento&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76154945?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76154945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76154945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76154945' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76095177</id><published>2002-05-02T19:03:00.000-03:00</published><updated>2002-05-02T19:03:23.013-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;B&gt;BRUXAS "NATURAIS"&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos sobre tornar-se bruxa, somos  bombardeados com imagens de velas, círculos, gatos, ervas, tarot etc... Curiosos, somos  imediatamente atraídos sobre essa condição de bruxa, sua diferença do comum das pessoas, sua especialidade,  ou a estirpe da bruxa.  Mas nenhuma dessa imagens  faz da bruxa o que ela é. Uma bruxa é uma babá da Terra, uma professora da Arte, uma condutora de energia e uma manifestação auto-reconhecida da Deusa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruxaria, Witchcraft, é um modo de vida. É uma mentalidade, uma espiritualidade, uma filosofia e um código de éticas.  É um modo de pensamento, crenças, sentimentos e ações que incorporam e integram corpo, alma e mente com a energia que flui da Terra, do Cosmos e daquilo tudo que nos rodeia. Quando uma pessoa se inicia, através de seus estudos, práticas e tentativas, aprende a sentir a energia ao redor de si, a direcionar esta energia . Então estará apta a respeitar a vida, a viver pacificamente e a respeitar a Terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como bruxas, assumimos essas regras sem pensar sobre elas,  e elas se integram em nosso modo de vida perfeitamente. Enquanto  aperfeiçoamos nossas artes ocultas, nossas artes Mágickas, não podemos esquecer do trabalho duro que é moldar nossas almas e aperfeiçoá-las para levar adiante o trabalho da Deusa, o que é a verdadeira Arte de uma bruxa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, através de nosso livre arbítrio, permitimos que a "bruxa interior" aflore, permitimos que a Deusa adentre dentro de nós através da realização de nossas habilidades naturais. O que requer que olhemos  para dentro de nós mesmas, reconheçamos nossos talentos e os usemos para benefício próprio ou de outrem. Isso requer experiência pessoal, estudo, disciplina e dedicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas de nós parecem que nascem já com essa capacidade, outras vão adquirindo estas noções gradativamente, nunca realmente certas de que fizeram as pazes com a Deusa ou não. Muitas pessoas chamam o primeiro grupo de pessoas de 'bruxas naturais' . Eu considero estes termos risíveis. Pense bem, você já viu uma bruxa artificial? Uma bruxa sintética, quem sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder de uma bruxa é algo que já está dentro de nós mesmos, mas como aprendemos a manifestar este poder varia de pessoa a pessoa. A  Deusa dá a todos o poder - mas está em nós desenvolvê-lo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que devemos entender é que não pulamos para fora do útero com o athame nas mão e o livro das sombras debaixo do braço. Mas todos nascemos com o potencial - mesmo que escolhamos não utilizá-lo.  Talvez o potencial apavore as pessoas. Talvez elas não queiram assumir a responsabilidade que uma bruxa carrega sobre seus ombros. Talvez não acreditem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todas as bruxas tem os mesmos talentos. Algumas lançam círculos maravilhosos, outras trabalham com divinação. Outras são  dedicadas ao ensino da Arte ou trabalham com as Artes da Cura. Mas apesar do rótulo que dermos a nós mesmas, somos chamadas BRUXAS porque nós estudamos, amamos, nos sacrificamos muitas vezes e crescemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E devido ao fato de conseguirmos fazer estas coisas, e porque vivemos acima do potencial mágicko humano comum, somos bruxas, naturalmente. Porque quando nos relacionamos com a Deusa e com a  Arte, tentamos fazer isso da melhor forma que pudermos e da maneira mais natural do mundo. Sem encenações. Nós somos a Deusa e ela É em nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monica - Joy Silvermoon&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76095177?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76095177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76095177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76095177' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76094877</id><published>2002-05-02T18:54:00.000-03:00</published><updated>2002-05-02T18:55:23.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;POR QUE "A ARTE"?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Email de Mavesper Cerridwen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender porque a Wicca ou a bruxaria é chamada de A Arte, temos que raciocinar em inglês, língua da qual o termo veio. Assim, o que foi traduzido para português como A Arte é, na verdade  The Craft , que significa Trabalhos Manuais, literalmente. Sabemos que a bruxaria era uma ocupação primordialmente feminina, assim, imagine o tempo gasto pelas nossas ancestrais em cardar, fiar  e depois tecer a lã... E quanto desses movimentos repetitivos das mulheres induziam estados alterados de  consciencia - como induzem até  hoje. Creio que entender essa coisa tão simples do dia a dia das  mulheres dos povos pagãos é que nos dá a chave para entender porquê A  Arte. Na verdade The Craft = Trabalhos manuais e seu uso mágico  tradicional pelas mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que depois o termo adotou significados mais pomposos, mas a  explicação sobre a origem - segundo um axioma científico - é sempre a  explicação mais simples, não é mesmo? :)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76094877?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76094877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76094877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76094877' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76093990</id><published>2002-05-02T18:29:00.000-03:00</published><updated>2002-05-02T18:29:52.536-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;NOME DOS QUATRO VENTOS&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bóreas (ou Setentrião), Zéfiro (ou Favônio), Euro (ou Vulturno) e Noto (ou Austro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Bóreas&lt;/u&gt; - Vento do Norte : Frio e rigoroso; zela pela fertilidade da natureza e combate a poluição de nosso solo, ao proteger a Terra.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Zéfiro&lt;/u&gt; - Vento do Oeste : Impetuoso e funesto, provocando tempestades; comanda a Água.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Euro&lt;/u&gt; - Vento do Leste; equilibra o Ar.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Noto&lt;/u&gt; - Vento do sul: controla o Fogo.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Éolo&lt;/u&gt; - Deus dos Ventos é quem controla os quatro ventos, por isto antes de invocar aos ventos é melhor fazer um agradinho pra ele, e pedir licença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Email de Gwydyon Drake &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76093990?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76093990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76093990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76093990' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76093909</id><published>2002-05-02T18:27:00.000-03:00</published><updated>2002-05-02T18:27:38.050-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;ISTAR, DEUSA DA FERTILIDADE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Deusa-Lua cujo culto foi mais disseminado na Antiguidade foi Istar da Babilônia. Foi também Astarte em Canaã, Atar na Mesopotâmia, Astar em Moab, Estar na Abissínia e Astarte na Grécia. Entretanto, Deméter parece ser o termo genérico para qualquer manifestação desta grande deusa poderosa, a "Magna Dea do Oriente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Egito, sua contraparte era Ísis, cujo culto espalhou-se até a Grécia e Roma e continuou a florescer nos primeiros séculos da época cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Istar é a personificação da força da natureza que tanto dá quanto tira a vida. É a Mãe de todos, Deméter de muitos seios. Carrega outros títulos como: Brilho-prateado, Produtora de sementes e Grávida. É a deusa da fertilidade que doa o poder de reprodução e crescimento aos campos e para todos os animais, inclusive para nós homens. Através de uma transição natural, torna-se a deusa do amor sexual e protetora das prostitutas. É aquela que abre o útero, o único refúgio das mães nas dores de parto. &lt;br /&gt;Como se vê, toda vida Dela emana. Mas como toda a deusa lunar ela tem um caráter duplo. Assim como é provedora da vida, é também destruidora, pois é a própria lua, em cuja fase crescente todas as coisas crescem e em cuja fase minguante todas as coisas minguam e são enfraquecidas. Mas este não é o fim, pois logo a lua crescente volta. A luz sempre vence a escuridão e a deusa reaparece mais uma vez na sua fase criativa e benéfica. Istar assim governa, sucessivamente, em todos os ciclos da Lua ou meses do ano E, ainda a fertilidade do ano, tudo o que nasce é considerado como sua prole. Essa idéia aparece de um modo lindo na crença de que seu filho, Tamuz, era a vegetação de toda a Terra. É também chamado Uri-Kittu, o Verde. O mito diz, que ao obter a virilidade, ele torna-se seu amante. Entretanto, ano após ano, ela o condena à morte. Na passagem do ano, época do Solstício de Verão, ele morre e vai para o submundo. Por ocasião deste evento, a deusa e todas as mulheres choram por ele, e isso ocorre no mês que tem seu nome, Tamuz ou Du'úzu. Os hinos de lamentação foram preservados até hoje, e diz o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"Levanta-te, então vai, herói,&lt;br /&gt;pela estrada do "Não-Retorno"&lt;br /&gt;Ai herói! guerreiro, un-azu&lt;br /&gt;Ai herói! herói, meu deus Damu&lt;br /&gt;Ai herói! filho-meu, fiel senhor&lt;br /&gt;Ai herói! Gu-silim dos olhos brilhantes&lt;br /&gt;Ai herói! Tu és minha luz divina."&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Istar e as outras mulheres ficavam de luto pelo deus Verde, até que ela empreendia a perigosa jornada para a Terra-do-não-retorno, a fim de salvá-lo. Lá suas jóias brilhantes lhe são retiradas, ao passar por cada uma das seis portas que guardam o lugar. No final desprovida de suas jóias e forças deve lutar com sua irmã Alatu pela posse de Tamuz. Nesta versão, Istar é considerada Rainha do submundo, pois como a Lua ela caminha por entre os mundos, o Superior e o Inferior. A perda de suas jóias &lt;br /&gt;em seis estágios é o equivalente à fragmentação do deus lunar e representa os seis pedaços noturnos que são tirados da Lua nas seis noites do último quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a senhora Istar empreende esta viagem, um terrível desespero e depressão envolvem à Terra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"Desde que a Senhora Istar desceu&lt;br /&gt;à Terra-do-não-retorno&lt;br /&gt;O touro não cobre a vaca,&lt;br /&gt;o asno não se curva sobre a fêmea,&lt;br /&gt;O homem não corteja a mulher na rua,&lt;br /&gt;O homem dorme em seu quarto&lt;br /&gt;A mulher dorme sozinha."&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era somente depois de sua volta à Terra que o poder da fertilidade e também do desejo sexual podiam operar novamente. Ela é a deusa que desperta o impulso sexual nos animais e nos homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Sinn (deus da lua), que a precedeu, ela é trina. Sua pessoa engloba a Deusa-do-céu, a Deusa-da-terra e a Deusa-do-submundo, como já descrevemos. Em suas forma mutantes, Istar desempenha todos os papéis femininos possíveis. É chamada de filha como também de irmã do deus Lua, que é ao mesmo tempo seu próprio filho. É mulher, a personificação do Yin, do princípio feminino e do Eros. Para as mulheres ela é o próprio princípio de ser. Para os homens é a mediadora entre eles mesmos e a fonte secreta da vida, escondida nas profundezas do inconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder e significação desta grande Deusa da Lua, Rainha-do-céu, que caiu nas águas do Eufrates e foi trazida à praia por um cardume de peixes servos, se encontram explicados num hino que encontra-se em uma das "Sete tábuas da Criação", que datam do século VII a. C, embora o próprio hino seja muito mais antigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;ORAÇÃO À DEUSA ISTAR&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"Ó deusa dos homens, ó deusa das mulheres,&lt;br /&gt;tu, cujo desígnios ninguém pode compreender,&lt;br /&gt;Onde olhas com compaixão o morto vive outra vez,&lt;br /&gt;o doente é curado, o aflito é salvo de sua aflição.&lt;br /&gt;Eu, teu servo, pesaroso, em suspiros&lt;br /&gt;e em angústia, te imploro.&lt;br /&gt;Considera-me, ó minha senhora,&lt;br /&gt;e aceita a minha súplica.&lt;br /&gt;Compadece-te de mim e ouve a minha oração!&lt;br /&gt;Grita para mim "Basta!" e deixa que&lt;br /&gt;o teu espírito seja apaziguado.&lt;br /&gt;Por quanto tempo irá meu corpo, que está cheio&lt;br /&gt;de inquietação e confusão, lamentar?&lt;br /&gt;Guia meus passos na luz, que entre os homens&lt;br /&gt;eu possa gloriosamente procurar o meu caminho!&lt;br /&gt;Deixa minha oração e minha súplica chegar a ti,&lt;br /&gt;E deixa tua grande compaixão cair sobre mim,&lt;br /&gt;Para que aqueles que para mim olharem,&lt;br /&gt;possam exaltar o teu nome,&lt;br /&gt;E que eu possa glorificar a tua divindade&lt;br /&gt;E o teu poder diante da humanidade!"&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a href="mailto:rosanevolpatto@yahoo.com.br"&gt;Rosane Volpatto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76093909?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76093909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76093909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76093909' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76093311</id><published>2002-05-02T18:10:00.000-03:00</published><updated>2002-05-02T18:10:11.490-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;DEUSA SEDNA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De origem esquimó, é celebrada no dia 02 de Abril.&lt;br /&gt;Sedna é a protetora dos mares e e senhora dos mistérios da vida e da morte.&lt;br /&gt;Contam os xamãs esquimós que Sedna era filha de um velho homem viúvo, chamado Anguta.&lt;br /&gt;Sedna possuia uma beleza tão intensa, que todos os jovens da tribo desejavam casar com ela. Porém, Sedna não aceito a proposta de nenhum deles, preferindo sonhar com um príncipe, que um dia chegaria e a livraria das duas tarefas diárias.&lt;br /&gt;Um dia, quando se encontrava entregue ao trabalho, um lindo pássaro pousou perdo dela. Sedna, encantada com a beleza da ave, abandonou por instantes o que fazeia e se aproximou da bela ave, para admirá-la melhor. &lt;br /&gt;O pássaro, ao vê-la já bem perto, convidou-a para que fosse morar com ele, dando-lhe, em troca, uma vida despreocupada, desobrigada das tarefas que executava todos os dias.&lt;br /&gt;Sedna, seduzida pela ave, voou com ela para o alto-mar, onde o pássaro morava: a uma grande pedra, perdida no meio do oceano. Sedna compreendeu que fora iludida pelas promessas da bela ave. Seu ninho era o mais sujo que se podia imaginar.&lt;br /&gt;Triste por ter cedido às promessas da ave e exausta de tanto trabalhar, chamou pela ajuda de seu pai e, em prantos, pediu-lhe que a visitasse uma vez por nao.&lt;br /&gt;Na aldeia, o pai ouviu seu lamento triste. Pegou seu caiaque e lançou-se ao mar, para resgatá-la. Quando chegou na pedra onde o pássaro morava, teve que matá-lo e, rápido, colocou sua filna na embaração. Porém, o que ele não sabia é que o pássara era o rei de todas as aves da ilha. Ultrajados pelo assassinato de seu soberano e o rapto de sua rainha, os pássaros perseguiram o caiaque de Anguta.Este, percebendo a razão do ataque, logo tratou de lançar Sedna nas águas geladas do mar. tomada pelo pavor da morte, Sedna agarrou com as duas mãos a borda do caiaque, mas Anguta - que em esquimó significa "o homem que corta" - honrou o significado de seu nome e cortou os dedos da filha... Sedna, numa última tentativa de se salvar das águas, agarrou-se ao barco com os braços, mas Anguta os decepou também.&lt;br /&gt;Dilacerada pela dor, Sedna acabou por ser tragada pelas águas geladas do oceano.&lt;br /&gt;Diz a lenda que dos dedos e braços amputados de Sedna surgiram os primeiros peixes e os grandes mamíferos do mar, respectivamente. Assim, foi Sedna quem, com sua morte, trouxe alimento aos esquimós.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76093311?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76093311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76093311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76093311' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76077362</id><published>2002-05-02T10:10:00.000-03:00</published><updated>2002-05-02T10:22:50.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;DEUSA DIANA/ARTEMIS, SENHORA DOS ANIMAIS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"Sou quem eu sou&lt;br /&gt;e sei quem sou&lt;br /&gt;Posso cuidar de mim mesma&lt;br /&gt;em qualquer circunstância&lt;br /&gt;e posso deixar os outros cuidarem de mim&lt;br /&gt;Posso optar&lt;br /&gt;Não existe autoridade&lt;br /&gt;mais elevada do que a minha&lt;br /&gt;meu poder de discernimento é finamente aguçado&lt;br /&gt;Tenho autonomia&lt;br /&gt;Estou livre da influência&lt;br /&gt;da opinião dos outros&lt;br /&gt;Sou capaz de separar&lt;br /&gt;o que precisa de separação&lt;br /&gt;Assim uma decisão lúcida&lt;br /&gt;pode ser alcançada&lt;br /&gt;Penso em mim mesma&lt;br /&gt;Ajusto a mira&lt;br /&gt;e aponto o arco&lt;br /&gt;Minhas setas atingem sempre o alvo."&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós conhecemos a imagem de Ártemis (Diana, para romanos), que foi esculpida e pintada como uma deusa lunar esquia, virginal, acompanhada de cães ou leões e trazendo um arco dourado nas mãos. Ela era a deusa mais popular da Grécia. Ela habita as florestas, bosques e campinas verdejantes, onde dança e canta com ninfas que a acompanham. Em seu culto, estão presentes danças orgiásticas e o ramo sagrado. Ela era uma deusa de múltiplas facetas associadas ao domínio da Lua, virgem, caçadora e parteira e de fato representa o feminino em todos os seus aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Ártemis era pequena, Zeus, seu pai, perguntou-lhe o que queria de presente em seu aniversário.&lt;br /&gt;Ártemis respondeu:&lt;br /&gt;- Quero correr livre e selvagem com meus cães pela floresta e nunca, nunca casar. Foi feita a sua vontade.&lt;br /&gt;Ártemis, é a mais antiga de todas as deusas gregas. Alguns autores traçam suas origens às tribos caçadoras de Anatólia, que teria sido a morada das míticas amazonas. Outros afirmam sua descendência provêm da grande deusa da natureza Cibele, na Ásia Menor, uma Senhora das Feras que costumava estar sempre rodeada de leões, veados, pássaros e outros animais. Mas de acordo com Walter Burkert em "Greek Religion", é provável que Ártemis remonte à era paleolítica, pois em sua homenagem os caçadores gregos penduravam os chifres e peles de suas presas numa árvore ou em uma pilastra em forma de maça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;ARQUÉTIPO DA MÃE DOS ANIMAIS&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ártemis /Diana era o ideal e a personificação da vida selvagem da natureza, a vida das plantas, dos animais e do homens, em toda sua exuberante fertilidade e profusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Itália chamaram-na Diviana, que significa a Deusa, um nome que é mais familiar, pois é bem similar ao seu nome original Diana. Ela era de fato a Caçadora, deusa da lua e mãe de todos os animais. Ela aparece em suas estátuas coroada com a lua crescente e carregando uma tocha acesa. A palavra equivalente em latim para vela era "vesta" e Diana era também conhecida como Vesta. Assim, o feixe de lenha, no qual ela veio da Grécia era realmente uma tocha não acesa. No seu templo, um fogo perpétuo era conservado aceso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua festa anual na Itália era comemorada no dia 13 de agosto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste dia os cães de caça eram coroados e os animais selvagens não eram molestados. Bebia-se muito vinho e comia-se carne de cabrito, bolos servidos bem quentes e maçãs ainda pendentes dos ramos. A Igreja Católica santificou esta grande festa da deusa virgem, transformando-a na festa católica da Assunção da Nossa Senhora, a 15 de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;A DEUSA E O XAMANISMO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era muito comum o xamã usar uma pele de urso para que o Grande Espírito dos ursos possa falar por seu intermédio. Nestas práticas visualizamos claramente uma continuidade com a Ártemis grega posterior, cujos principais animais totêmicos eram o urso e o veado. Até a raiz de seu nome, "art", está ligada à raiz indo-européia da palavra urso. Muitos mitos envolve Ártemis com os ursos. Nas primeiras histórias gregas ela aparece como uma ursa ao lado de seus filhotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existiu inclusive, um rito de iniciação à deusa, onde meninas com menos de 9 anos, dançavam com pele de urso a dança do urso em seu templo. Bodes eram sacrificados nestas cerimônias, para que tais jovens pudessem conhecer também o lado sombrio da Deusa-Lua e os seus mistérios sangrentos da morte, sacrifício e renovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui se descortina também, o aspecto feroz e sanguinário de Ártemis, a própria Mãe da Morte, que tem que ser aplacada com oferendas vivas. Os gregos mais sofisticados de Atenas, com o tempo, resolveram sentimentalizá-la, pois eles não ousavam encarar de frente este seu aspecto sanguinário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;DEUSA DO PARTO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontramos o eco desta Deusa Ursa Primordial em todas as questões ligadas ao parto e à proteção de crianças e animais de peito. Ártemis é a Padroeira das Parteiras, aparecendo para todas as mulheres que clamassem por ela na hora do parto. Todavia, sua presença era tida com receio, pois enquanto, Mãe da Morte, podia levar consigo o recém nascido se não houvessem sido adequadamente invocada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existia a tradição também, que toda a mulher que sobrevivesse ao parto, deveria entregar suas vestes ao templo de Ártemis em Brauron, em Atenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;DEUSA TRÍPLICE&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Deusa do sub-mundo, ela é associada ao Nascimento, Procriação e Morte. Como Deusa da terra, representa as três estações: Primavera, Verão e Inverno. Como Deusa do céu, ela é a Lua nas fases de Lua Nova, Lua Cheia e Lua Escura. Como Deusa Tríplice foi personificada de mulher primitiva, mulher criadora e destruidora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;A DEUSA ÁRTEMIS E O TAROT (A LUA) &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta carta representa a deusa mitológica Ártemis/Diana. Nesta lâmina observa-se a Lua Crescente acima do Sol, abaixo estão os dois galgos de Diana uivando para a Lua. Nas águas mais abaixo (porque a lua rege as águas), rasteja um animal parecido com um caranguejo, que é de fato o signo zodiacal para Câncer, a "casa" da Lua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lua, que muda de forma tão rapidamente, pode ser encontrada a cada noite de uma forma diferente no céu, se constituindo um símbolo de inconstância. Sua aparente relação com o ciclo menstrual, tornou a Lua representativa de tudo que é mutável nas mulheres. Ártemis/Diana ficou célebre pela maneira como se voltava vingativamente contra os que se apaixonavam por ela ou que tentassem abusar de sua feminilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem deste arcano nos previne que não devemos ter medo de nos dirigir ao desconhecido, de assimilar nossos próprios medos, debilidades, erros, de olhar cara a cara a sombra que levamos dentro de nós e não temê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;ÁRTEMIS/DIANA HOJE&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Arquétipo da feminilidade desta Deusa-Virgem, começa a se tornar importante novamente. Por muito tempo permanecemos à sombra da feminilidade absoluta, sob a influência de uma realidade masculinizada.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ártemis/Diana é tão linda quanto Afrodite e nos fala que a solidão, a vida natural e primitiva pode ser benéfica em algumas fases de nossa vida. Amazona e arqueira infalível, a deusa garante a nossa resistência a uma domesticação excessiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, como protetora da fauna e flora, ela é uma figura associada à ecologia contemporânea, onde há necessidade de salvaguardarmos o que ainda nos resta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte deste redespertar da espiritualidade artemisiana já vem ocorrendo há vários anos na Europa, mas já chegou também ao Ocidente. Na Grã-Bretanha, redescobriu-se a antiga Deusa Branca dos celtas, graças ao maravilhoso livro "White Goddess", de Robert Graves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje já há também uma nova compreensão sobre feitiçaria, sob o nome de Wicca. Esta religião-arte, nada mais é do que a "antiga religião" de Diana/Ártemis. Aquelas mulheres que praticavam o culto à deusa Diana vieram a ser identificadas com as chamadas bruxas e foram perseguidas e exterminadas. Entretanto, junto com a Wicca e outros movimentos semelhantes, está ocorrendo uma importante ressurreição das antigas tradições xamânicas e de cura nos quatro cantos do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os tipos de neo-pagãos têm buscado as origens reais ou reconstruídas do xamanismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;EM BUSCA DA INDIVIDUALIDADE PERDIDA&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ártemis atira-lhe sua flecha da individualidade, convidando-a(o) a concentrar-se em si mesma(o). Você tem estado demasiadamente ocupada com outros que esquece de si mesma? Há bastante tempo não tem um espaço só seu? Os limites de sua individualidade encontram-se difusos e indistintos? Sua personalidade é desprezada ou aniquilada pelos outros, pois eles sempre impõe suas necessidades antes das suas? Pois aqui e agora é hora de ser você mesma, se impor como pessoa com identidade própria e não viver mais a vida dos outros. É hora de seu resgate individual, de celebrar e fortalecer a pessoa maravilhosa que você é. Ártemis lhe diz que a totalidade é alimentada quando você se honra, se respeita e dedica um tempo para si mesma. Ela também pergunta como você pode esperar conseguir o que quer se não tiver um "eu" a partir do qual atirar para alcançar seu objetivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;RESGATE DE SUA MULHER SELVAGEM&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontre um local em que ninguém possa lhe incomodar, se for ao ar livre, tanto melhor. Sente-se confortavelmente. Inspire profundamente e expire emitindo um som, tipo hhuuuumm! Faça isso por três vezes. Agora você deve visualizar uma frondosa árvore. Imagine-se em frente à ela e em seguida ande a sua volta. Do outro lado do árvore verá uma abertura em seu tronco, como a porta de uma caverna, entre nela sem medo. Dentro do árvore relaxe e sinta-se mergulhar no vazio. Para baixo.....mais para baixo bem devagarinho............ você terá a sensação de estar flutuando. Quando alcançar o final da raiz, sinta como se estivesse caído sobre um travesseiro de penas de ganso, macio..macio. Você chegou às portas do sub-mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hora de clamar pela Mulher Selvagem. Você pode gritar, uivar, cantar, dançar, bater tambor, o que achar melhor, mas faça bastante barulho, pois talvez ela esteja por demais adormecida dentro de você. Quando você a enxergar, agradeça sua presença e peça-lhe algo, qualquer coisa. Se não tiver idéia sobre o que pedir, peça que ela lhe dê o que mais precisa, que você receberá o presente com o coração aberto. Se ela lhe pedir algum presente, retribua com carinho. Após estas trocas simbólicas, seus laços de amizade estarão reforçados. É hora de retorna, peça-lhe docemente que ela lhe acompanhe. Ela lhe dirá sim e você em retribuição a sua gentileza deve abraçá-la e, ao fazê-lo, sentirá que você e a Mulher Selvagem se fundirão em uma só. Uma onda de felicidade e alegria tomarão conta de todo o seu ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hora de percorrer o caminho de volta, encontre à raiz da árvore que estará atrás de você. Deixe-me novamente flutuar e sentirá que uma brisa fraca a impulsionará para cima...para cima...cada vez mais para cima, até alcançar o interior do tronco da árvore. Ao sair pela abertura, respire bem fundo e a medida que solta o ar, senta seu corpo novamente. Movimente os dedos da mão e assim que estiver pronta abra os olhos. Seja Bem-vinda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;INVOCAÇÃO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"Oh, minha Deusa Diana&lt;br /&gt;Escuta a voz de meu coração&lt;br /&gt;Ouça a minha canção de adoração&lt;br /&gt;O céu na Lua Cheia &lt;br /&gt;se enche com sua beleza&lt;br /&gt;Que seu feixe de prata&lt;br /&gt;Abra a porta dos sonhos&lt;br /&gt;Minha amada Deusa Lua&lt;br /&gt;Ensina-me seus mistérios antigos&lt;br /&gt;Presenteia-me com a sabedoria e &lt;br /&gt;ajuda-me a afastar espíritos opressores&lt;br /&gt;para que a cura se opere dentro de mim&lt;br /&gt;Abençoa-me e recebe-me como sua filha(o)&lt;br /&gt;Quando meu corpo cansado repousar esta noite&lt;br /&gt;fale com meu espírito interno&lt;br /&gt;Ensina-me, Rainha da Noite&lt;br /&gt;Sou toda ouvidos!"&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;Por: &lt;a href="mailto:rosanevolpatto@yahoo.com.br"&gt;Rosane Volpatto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bibliografia consultada&lt;br /&gt;Os mistérios da Mulher - M. Esther Harding&lt;br /&gt;O Ramo de Ouro - Sir James George Frazer&lt;br /&gt;A Deusa Interior - Jennifer Baker Woolger/Roger j. Wooger&lt;br /&gt;As Deusas e a Mulher - Jean Shinoda Bolen&lt;br /&gt;O Oráculo da Deusa - Amy Sophia Marashinsky&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76077362?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76077362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76077362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76077362' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76054052</id><published>2002-05-01T18:45:00.000-03:00</published><updated>2002-05-01T18:45:35.010-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;BRUXAS E CORUJAS&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os romanos davam à coruja o nome de strix, a mesma palavra que designava as feiticeiras. Ovídio e Plínio estavam entre os escritores latinos que consideravam essas aves como de mau agouro. Acreditavam que o pio da coruja antecipava a morte. Quando, certa vez, uma coruja voou para dentro de um prédio em Roma, as pessoas fugiram amedrontadas e o lugar foi lavado com água e enxofre, para expurgar influência nefastas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As corujas despertavam reações semelhantes em todo o mundo antigo. Os largos olhos do pássaro e sua cara achatada emprestavam-lhe um ar estranhamente humano - impressão que aumenta com seus gritos e piados que muitas vezes soam como vozes humanas. Precipitando-se silenciosamente noite adentro, ao sair de suas árvores, elas evocam facilmente espíritos maléficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação entre coruja e feitiçaria fortaleceu-se na Europa medieval e era comum na Inglaterra elisabetana. Em Mcbeth, as feiticeiras de Shakespeare põem uma asa de coruja em seu caldo borbulhante. E um pio rasga as trevas no momento em que Duncan é assassinado, fazendo Lady Macbeth declarar: "Foi a coruja que gritou, a Mensageira fatal/O adeus mais sombrio."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Bruxas e Bruxarias, Col. Mistérios do Desconhecido, Ed. Abril Livros/Time-Life.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76054052?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76054052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76054052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76054052' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76052991</id><published>2002-05-01T18:15:00.000-03:00</published><updated>2002-05-01T18:15:15.363-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;DEUSA MAAT, UM CAMINHO PARA DESCOBRIR-SE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"Sou a lei da verdade&lt;br /&gt;o caminho da integridade&lt;br /&gt;o que preserva o código&lt;br /&gt;e em meu coração mora a justiça&lt;br /&gt;Eu peso todos os atos contra&lt;br /&gt;a minha pena da verdade&lt;br /&gt;peso todos os atos&lt;br /&gt;e eles devem provar que&lt;br /&gt;são os mais pesados&lt;br /&gt;Então eu dou as lições&lt;br /&gt;crio as oportunidades&lt;br /&gt;abro os caminhos&lt;br /&gt;graciosamente ofereço&lt;br /&gt;o que tem que ser aprendido&lt;br /&gt;para corrigir todos os erros."&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sou? Para onde eu vou? O que há depois? ...e uma infinidade de perguntas semelhantes a estas povoam a mente do ser humano. Entretanto, somente poucos se dedicam em encontrar alguma resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não precisa ser um "exper" cabalista, um consumado astrólogo ou um intrépido alquimista para conhecer as verdades que residem em seu interior. Temos sim, é que aproveitar o esforço e o conhecimento que nossos ancestrais nos deixaram como herança. Estamos imersos em Maat, a Corrente da Verdade e do Equilíbrio, onde todos os seres da Criação devem sentar em seu trono. De onde o homem e a mulher, a natureza e a humanidade, podem conviver com respeito mútuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAS QUEM É MAAT?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maat é a deusa egípcia da Justiça e do Equilíbrio. É representada por uma mulher jovem portando em sua cabeça uma pluma. É irmã de Rá, o deus do Sol e esposa de Thoth, o escriba dos deuses com cabeça de ibis. Com sua pena da verdade ela pesa as almas de todos que chegassem ao seu Salão de Julgamento subterrâneo. Ela coloca sua pluma na balança e no prato oposto o coração do falecido. Se os pratos ficassem em equilíbrio, o morto podia festejar com as divindades e os espíritos da morte. Entretanto, se o coração fosse mais pesado, ele era devolvido para Ahemait (Deusa do Inferno, que é parte hipopótamo, parte leão, parte crocodilo) para ser devorado. Como se vê, os deuses egípcios não eram pessoas imortais para serem adoradas, mas sim ideais e qualidades para serem honradas e praticadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAAT, UM CONCEITO ÉTICO DE VIDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Faze justiça enquanto durares sobre a Terra"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as religiões têm um conteúdo moral ao lado dos objetos de culto e a moral básica dos egípcios tinha o nome de MAAT. É quase impossível traduzir a palavra com exatidão, mas ela envolvia uma combinação de idéias como "ordem", "verdade", "justiça" e "retidão". Considerava-se Maat uma qualidade não dos homens, mas do mundo, infundida neste pelos deuses no momento da Criação. Assim sendo, representava a vontade dos deuses. A pessoa se esforçava para agir de acordo com a vontade divina porque essa era a única maneira de ficar em harmonia com os deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o camponês egípcio, Maat significava trabalho árduo e honesto, já para o funcionário, significava agir com justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as amargas dificuldades e a desilusão que flagelaram o Primeiro Período Intermediário, surgiu por instante a idéia que Maat não era apenas uma qualidade passiva inerente ao mundo, mas que os súditos do rei-deus tinham o direito de esperar que fosse praticada. Isso representava um passo para o desenvolvimento de um conceito de justiça social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAAT (16/09 até 15/10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constelaçãode Libra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maat era a deusa da Justiça e da Verdade, ligada ao equilíbrio (Libra) necessário para a convivência pacífica entre todos os seres. Maat rege o primeiro signo social do zodíaco egípcio. . Era filha de Rá, o Sol, e de um passarinho que, apaixonando-se pelo calor e pela luminosidade dos raios solares, subiu por eles até morrer queimado. No momento em que foi incinerado, uma pena voou pelos ares. Essa era a nossa deusa Maat. Ela também foi a responsável pela união do Alto e do Baixo Egito, simbolizando com isso a força da união e os benefícios da justiça. Sem Maat, a criação divina, que é a Terra e seus habitantes, não poderia existir, pois tudo se afundaria no caos inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas regentes por este signo são amáveis, sociáveis, amam as artes e as coisas belas da vida e conseguem julgar sem os excessos das paixões.  Os filhos de Maat menos evoluídos apreciam a futilidade das conveniências sociais e  os prazeres de orgias e badalações. Os mais evoluídos, interessam-se mais pelo lado espiritual da vida e a relação de equilíbrio e beleza existente na natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARCANO 8 - A JUSTIÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata aqui da justiça dos homens, até porque esta justiça não está com seus olhos vendados, mas atenta para preservar a ordem social. A vida é sempre justa em relação a ela mesma. Não vacila. Atua de tal modo que tudo que provém dela a ela retorna. Nada se perde, tudo se regenera, se renova e se transforma. É este o sentido do número 8 deste arcano, o do equilíbrio cósmico, da ressurreição e da transfiguração. A Justiça nos permite tomar consciência de que, sem limites definidos, nada pode sobreviver ou subsistir no mundo. E a balança de Maat o que aqui significa? Ela pesa o bem e o mal, os prós e os contras, as vantagens e desvantagens, mede, calibra e julga. Para que serve aquela espada levantada? Para conciliar, executar uma sentença uma vez determinada. Pode sempre voltar-se sobre o que foi pesado e julgado. Entretanto, uma vez que a espada tenha conciliado a questão, deverá considerar-se que esta página já foi virada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta da Justiça, arcano 8, mostra que sua vida muda de 8 em 8 anos, para pior ou para melhor, dependendo das escolhas que você fizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maat representa o equilíbrio, a harmonia do Universo primordial. Tal equilíbrio necessita dessa deusa que personifica a justiça. Maat nos lembra que "o que fizermos aos outros, a nós será feito". É Maat, que protege os advogados e os tribunais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maat chega com sua pena da verdade para trazer justiça à sua vida. Você já foi injustiçada(o)? Tem usado sua integridade para com os outros? Tem sido honesta(o), ou faz justiça com as próprias mãos? Tem mania de ficar julgar todo mundo? Pois saiba que o julgamento é o fracasso da compreensão, não somos deuses para julgar ninguém. Talvez seus padrões sejam tão rígidos que você ache impossível atendê-los e se sente continuamente obrigada(o) a rebelar-se? Pois está na hora de você promover seu equilíbrio interior e interagir harmoniosamente com o universo. Maat vem lhe dizer que o caminho da totalidade só será conseguido se você aceitar a natureza amorosa da justiça que busca corrigir todos os erros ao dar as lições necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;RITUAL À MAAT&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procure um local em sua casa onde você não seja interrompida. Antes queime um incenso e acenda uma vela branca colocando a sua direita uma taça com água pura. Á esquerda da vela coloque um cristal ou uma concha do mar. Trace um círculo chamando os elementos Terra, Ar, Fogo e Água. Invoque seu animal de poder, a Grande Deusa e a avó Lua. Assim que tiver feito todos os chamados, estará pronta(o) para invocar Maat. Para invocá-la use suas próprias palavras e tente falar com o coração. Use sua imaginação, pois o que realmente importa é a intenção. Rituais pomposos estão fora de moda, seja sincera(o) e manifeste sua vontade de entrar em contato com a Deusa Maat. Feche os olhos e se puder toque o tambor, cante ou dance chamando-a em voz alta ou em silêncio. Abra os braços e visualize sua presença. Vá de encontro à ela e a abrace. Agora entregue a ela tudo aquilo que requer justiça em sua vida. Sinta seus ombros relaxar e entregue-se, pois a partir deste momento você tem Maat como sua advogada e mediadora, ela cuidará de tudo. Todos os problemas estão fora de sua vida, não lhe pesarão mais os ombros, nem torturarão sua mente. Agradeça a Maat por sua vinda e libere-a com gratidão. Agora também agradeça a todos aqueles que você chamou para trabalhar com você. Feche o círculo, percorrendo-o no sentido anti-horário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Rosane Volpatto&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76052991?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76052991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76052991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76052991' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76052865</id><published>2002-05-01T18:11:00.000-03:00</published><updated>2002-05-01T18:13:02.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;LILITH, ARQUÉTIPO FEMININO PRIMORDIAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"Eu danço para mim mesma&lt;br /&gt;pois sou completa&lt;br /&gt;digo o que penso e penso o que digo&lt;br /&gt;Eu danço a escuridão e a luz&lt;br /&gt;o consciente e o inconsciente&lt;br /&gt;Eu falo por mim mesma com total convicção&lt;br /&gt;sem me importar com as aparências&lt;br /&gt;Todas as partes de mim fluem como um todo&lt;br /&gt;Eu ouço o que preciso ouvir&lt;br /&gt;nunca me verão pedir desculpas&lt;br /&gt;Eu vivo toda minha sexualidade&lt;br /&gt;para agradar a mim mesma&lt;br /&gt;Expresso-a na totalidade da minha dança&lt;br /&gt;Eu sou a fêmea&lt;br /&gt;sou sexual&lt;br /&gt;sou o poder."&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na origem de todos os povos do mundo sempre existiu a tradição de um casal fundador da raça humana. A maioria são casais-deuses, exceto nas religiões patriarcais, como a cristã, onde um único Deus masculino formou todas as coisas e seres. Entretanto, ao estudar a espiritualidade hebraica, através da Cabala, nos é ensinado que o grande deus monoteísta não é do sexo masculino, mas é completo em si mesmo, o que existem são divisões de gênero, inclusive é uma insolência lhe dar aspecto humano, pois sua essência é luz pura. E desde quando luz tem sexo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como sabemos vivemos num mundo bipolar e é por isso que nossa Divina Arquiteta teve a iluminada idéia de semear o amor no terreno fértil de nossos corações, para que pudéssemos andar lado a lado, sempre em casais e nunca sozinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se estudar Carl Jung descobriremos que dentro de cada homem há uma mulher (anima) e em cada mulher há o princípio masculino (animus). Este eterno jogo de yin-yang se ajusta e se completa. Portanto, nenhum indivíduo é inteiramente masculino ou inteiramente feminino. Cada um de nós é composto dos dois elementos e esses dois constituintes estão freqüentemente em conflito. O princípio feminino ou "Eros" é universalmente representado pela Lua e o princípio masculino ou "Logos" pelo Sol. O mito da criação no Gênesis afirma: Deus criou duas luzes, a luz maior para reger o dia e a luz menor para reger a noite. O Sol como princípio masculino é o soberano do dia, da consciência, do trabalho e da realização, do entendimento e da discriminação conscientes, o Logos. A Lua,  o princípio feminino é a soberana da noite, do inconsciente. É a deusa do amor, controladora das forças misteriosas que fogem à compreensão humana, atraindo os seres humanos irresistivelmente um para o outro, ou separando-os inexplicavelmente.  Ela é o Eros, poderoso e fatídico e totalmente incompreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na natureza, o princípio feminino ou a deusa feminina mostra-se como uma força cega, fecunda, cruel, criativa, acariciadora e destruidora. É a fêmea das espécies mais mortal que o macho, feroz em seu amor como também com seu ódio. Esse é o princípio feminino na forma demoníaca. O medo quase universal que os homens têm de cair sob o domínio ou fascinação de uma mulher e a atração que esta mesma servidão têm para eles, são evidências  de que o efeito que uma mulher produz num homem é, em geral realmente de caráter demoníaco. Essa imagem repousa tão somente, na natureza da própria "anima"do homem ou alma feminina, sua imagem interior do feminino. A "anima"' não é uma mulher, mas um espírito de natureza feminina, que reflete as características do lado demoníaco, tanto glorioso, como terrível. Na vida cotidiana o homem não entra diretamente em contato com o princípio masculino duro, predatório, mas encontra-o sob a máscara humana, mediado pela sua função superior. Mas o feminino dentro dele não é mediado através de uma personalidade humana culta e desenvolvida. O princípio feminino, a Deusa Lua, age sobre ele diretamente do inconsciente, aproximando-se como um traidor que vem de dentro. Não é de admirar tanto medo e desconfiança!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LILITH, O LADO ESCURO DA LUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lilith foi originalmente a Rainha do Céu sumeriana, uma deusa mais antiga que Inana. A Lua Negra, como também é conhecida, foi incorporada pelos hebreus, que a transformaram na primeira esposa de Adão, que foi criada diretamente por Deus. Ela recusou-se a deitar-se debaixo de Adão durante o ato sexual. Lilith insistia que, por terem sido criados iguais, eles deveriam fazer sexo de igual para igual. Como Adão não concordou, ela o deixou. Blasfemando e criando asas, Lilith abandona o paraíso e voa para o Mar Vermelho, onde dá início a uma dinastia de demônios. Mas Adão ao ficar, sente-se só e então Deus cria Eva, que foi retirada de uma das suas costelas, mas condenada eternamente à inferioridade. Cuidadosamente apagada da Bíblia cristã, Lilith permanece como símbolo de rebelião à repressão do feminino na psique e na sociedade. O mito Lilith mostra bem a passagem do matriarcado para o patriarcado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Lilith é descrita como forma negativa, Eva, ao contrário, é apresentada em suas belezas e ornamentos. Adão não a recusa por vê-la como ossos dos seus ossos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"onde poderíamos ver uma condensação de duas experiências: a primeira - o conhecimento carnal - é censurada e removida; a segunda, ao contrário, exprime a aceitação da imagem "boa" externa, da companheira, aquela que é mais agradável ao Pai e à lei, mas que será também esta, inexorável fonte de pecado." (Sicuteri. 1987, p. 31)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lilith desobedece à supremacia de Adão, Eva desobedeceria à proibição. Criada ao pôr do sol, Lilith é noturna, e por isso lhe foi atribuída a qualidade de vampiro. Lilith, ou as projeções do mito eram descritas em suas características eróticas, sensuais, mas quase sempre misturadas com características horrendas, partes animalescas, sobretudo nas extremidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição de Lilith é a tradição da vingança desde a rejeição de Adão. O não de Adão, como já observamos, deveu-se não só ao caráter demoníaco de Lilith, mas também a exigência de igualdade na relação homem-mulher. Segundo Sicuteri:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A serpente-demônio, ou o próprio demoníaco que existe em Lilith, impele a mulher a "fazer algo" que o homem não permite: em Lilith há o pedido da inversão das posições sexuais equivalentes aos papéis, enquanto em Eva há o ato de transgressão da árvore em obediência à serpente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lilith é o arquétipo da mulher indomada, que luta apaixonadamente pelo poder pessoal. Suas características são destemor, força, entusiasmo e individualismo. Ela é atividade e exuberância emocional. Para as religiões patriarcais, é a personificação da luxúria feminina, uma inimiga das crianças que atua de noite, semeando o mal e a discórdia. Em Isaias 34:14, ela é chamada de "a coruja da noite". No Zohar, é descrita como "a prostituta, a maligna, a falsa, a negra"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lilith aparece em nossas vidas para nos dizer que é hora de assumirmos o nosso poder. Você tem medo de assumi-lo? Você é daquelas pessoas que não sabem dizer "não"? Tem medo de perder sua feminilidade se tiver o poder em suas mãos? Você teme ser afastada(o) ou banida(o) pelos outros quando estiver em exercício de seu poder? Está com medo de fazer mau uso dele, dominando ou manipulando os outros?  Lilith diz que, agora, para você, o caminho da totalidade está em reconhecer que não está ligada ao seu poder e, então, em segundo lugar, submeter-se e aceitar este poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;RITUAL DE PODER&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CERIMÔNIA DE CORTAR A CORDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ritual é excelente, eu já o realizei e consegui ativar poderes interiores antes, totalmente ignorados. Você deve realizá-lo de acordo com o ciclo lunar. O tempo certo para você colocar as cordas é um dia depois da entrada da LUA CHEIA (sempre à noite). Para cortá-las é no dia em que entra a LUA NOVA (sempre à noite). Cuide para não errar a lua, pois pode fazer muita diferença!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esta cerimônia você precisará de uma corda ou barbante, uma tesoura e um queimador de incenso e um caldeirão ou uma fogueira. O ritual pode ser feito a sos ou com um grupo de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deverá ter em mente três situações em que foi-lhe solicitado o uso de poder, mas você não conseguiu exercê-lo, por medo, insegurança, crenças ou qualquer outro motivo. Em seguida agende a data para colocar as cordas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CERIMÔNIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve traçar um círculo (com pedras, sal ou o que achar melhor). Abra os portais e peça gentilmente que seu animal de poder esteja presente. Quando estiver pronta(o) pegue a corda e corte do tamanho que corresponda ao lugar do corpo que pretende amarrá-la. Por exemplo, se você está com algum bloqueio que a (o) está impedindo de caminhar com todo seu poder, você deve amarrar a corda em torno dos tornozelos. Se você estiver com problemas de expressão, deve amarrá-la na garganta. Se tem medo de que a sua sexualidade a(o) impeça de manifestar o seu poder, amarre a corda nos quadris. No momento em que estiver amarando a corda, afirme o significado dela. Durante os dias que separam a colocação e o corte das cordas, você deverá diariamente concentrar-se em cada uma delas e no que elas representam, olhando-as e sentindo-as junto à pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite de cortar as cordas, peque o queimador de incensos e o caldeirão, fósforos e uma faca ou tesoura. Trace o círculo, acenda o incenso (pode ser de alecrim) e chame seu animal de poder. Você deve tocar selvagemente o tambor e gritar o significado das cordas. Se não quiser chamar a atenção dos vizinhos pode falar mentalmente. Sente-se em frente ao caldeirão e corte as cordas confirmando o significado de cada uma delas. Jogue-as dentro do caldeirão e queime-as. Sinta o fluxo do poder enquanto observa cada uma delas transformar-se em fumaça. Respire fundo e sinta sua nova noção de poder. Se você traçou um círculo, libere o que foi chamado para fazer parte dele com gratidão. Agradeça a Lilith por lhe apontar o caminho para o seu próprio poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Rosane Volpatto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76052865?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76052865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76052865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76052865' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76052810</id><published>2002-05-01T18:09:00.000-03:00</published><updated>2002-05-01T18:09:56.576-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;DEUSAS TRÍPLICE CELTA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM SÃO AS DEUSAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra "Deusa"se refere ao Divino Feminino. Durante milênios, no mundo todo, nossos ancestrais veneraram uma Divina e Poderosa Mãe-Deusa. Ela foi honrada e celebrada como a Mãe de Toda a Vida. Mas de onde provêm a idéia de Deusa? Em tempos longínquos, o homem dependia da Terra para todas as coisas: como o seu sustento, assim como para abrigo e proteção. Ela era provedora de tudo que era necessário para perpetuar a vida e também era a vida em si mesma. Estes povos observavam que toda vida era concebida a partir dos corpos femininos (tanto animais, quanto mulheres), de modo que era totalmente natural que acreditassem que deveria existir uma Toda Poderosa Criadora Feminina também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje apreciamos o ressurgir da cultura da Deusa que tem sido reverenciada por homens e mulheres, que celebram e respeitam as energias femininas dela emanadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TRÍPLICE DEUSA CELTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água era considerada princípio e fonte de toda a vida para aqueles que habitam a terra e dependiam de sua generosidade para conseguir seu alimento. Isto se reflete no fato de os celtas terem dedicado os principais rios da Europa Ocidental à deusa da fertilidade. O rio Marne deve seu nome às Matronas, as três Mães Divinas e o Sena, a Sequana, deusa de seu manancial. O nome do Reno é celta e seus afluentes também têm nomes celtas: Necjar, Main, Ruhr e Lippe. Na Grã-Bretanha, o Severn deve-se a Sabrina e o Clyde, à deusa Clota, recordando a lenda da Divina Lavadeira, Bruxa do Rio e Deusa da Morte que, conta-se, encontrava o guerreiro predestinado, que ficava sabendo que seu fim se aproximava ao vê-la lavar suas roupas de guerra manchadas de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio ou o arroio são expressões vivas da Mãe-Terra, o que os santifica e os dota de poderes curativos, que são emanados a certas horas do dia ou em dados momentos da fase lunar. Todos os lugares sagrados , para os celtas, tinham um espírito guardião, que podia transformar-se em gato, pássaro ou peixe, segundo as preferências da deusa. Tais lugares eram considerados partes do útero da Terra Mãe, a qual se invocava sob diversos vocativos e aparências. Existem numerosas inscrições galo-romanas da deusa Matronae, a Mãe representada como uma tríade levando crianças, cornucópias e cestas de frutas. Outra conhecida manifestação era Epona, que em geral mostrava-se a cavalo, por vezes com um potro, o que poderia ter dado origem à história da lady Godiva e outras lendas populares relacionadas a cavalos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A deusa é generosa, mas também desapiedada. A Lua controladora das marés e do fluxo menstrual, é o centro de um conjunto de símbolos universais: ele preside os rituais noturnos relacionados com animais tais como gato, a serpente e o lobo. Os emblemas de animais rodeando a deusa e seus santuários serviam para lembrar seus aspectos selvagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A característica representação da deusa como Mãe-devoradora no simbolismo celta, análoga à sanguinária Kali dos hindus ou Cihuateteo dos astecas, tem sua encarnação nas esfinges de pedra conhecidas com o nome de Sheela-na-gig, que se encontram em igrejas e castelos medievais. Ela apresenta rosto horrível com faces cadavéricas, boca enorme de semblante mau humorado, peito esquelético, um grande órgão genital à mostra e braços e mãos dobrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dias bastantes primitivos, o instinto feminino era percebido como intensamente animal. Com o avanço da civilização a deusa vai gradualmente erigindo-se desta natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A complexidade das deusas Célticas é realmente explicada quando nós entendemos que para ser uma Deusa nesta tradição antiga deve ser uma Mãe, para ser uma Mãe, deve ser uma protetora e para ser uma protetora deve ser preocupada com a soberania da sua tribo. É, diferente das Deusas dos Romanos e Gregos, as Deusas dos Celtas são todas as coisas: elas são a terra, a vida, a morte, o trigo que nós comemos e a água que nós bebemos; a água que vem do céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRIGID, SANTA E DEUSA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de esclarecer inicialmente que na mitologia celta, não existem deuses lunares ou solares, o que existe é deidades protetoras de certas artes. Os deuses celtas são uma raça divina, uma série de indivíduos "angélicos" e portadores de variadas capacidades e conhecimentos, mas que se comportam como os mortais e vivem junto com eles. Podemos encontrar grandes arquétipos à nos encorajar e alguns destes personagens são míticos, reis, druidas e heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brigid, que significa "luminosa"é uma Deusa tríplice do fogo da inspiração, da ferraria, da poesia, da cura e da adivinhação. Isto é, as funções que lhe atribuem são triplas, correspondentes às três classes da sociedade indo-européia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deusa da inspiração e da poesia - Classe Sacerdotal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Protetora dos reis e dos guerreiros - Classe Guerreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deusa das técnicas - Classe de artesãos, pastores e agricultores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lenda diz que ela nasceu com uma chama que saía do alto de sua cabeça, ligando-a com o universo. A Nova Cristã e Antiga Pagã, Brigid, fundiram-se na figura de Santa Brígida no ano de 450. Santa Brígida, filha de um druida, era ferreira e curadora. Dezenove sacerdotisas guardam a sua pira sagrada em Kildare, na Irlanda. Conta-se que, no vigésimo dia de cada mês, ela aparece e vigia o fogo pessoalmente. Ela era filha de Dagda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIA DE BRIGID - "IMBOLC"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra Imbolc significa literalmente "dentro do ventre" (da Mãe). A semente que foi plantada no Solstício de Inverno está se desenvolvendo. Esta festa é chamada de "Dia de Brigid" em honra a Deusa irlandesa Brigid. Na Igreja Católica ela foi canonizada pela sua grande aceitação e porque foi considerada uma missioneira dos tempos do cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas festas são repletas de fogos sagrados, simbolizando o fogo do nascimento e da cura, o fogo da força e o fogo da inspiração poética. A Igreja incorporou este dia como sendo a Festa da Purificação da Virgem Maria. No paganismo esta é a época em que a Grande Mãe volta a ser novamente a Jovem Deusa Solteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste dia de Festa é costume, no final da tarde de véspera, se colocar velas (laranja), em todas as janelas da casa e deixá-las acesas até o amanhecer. Também deve anteceder às festividades, um ritual de purificação e limpeza da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brigid chega em nossas vidas portando a chama da inspiração. Você está sem energia? Falta-lhe motivação? Está tão perdido que não sabe que rumo tomar? Você sonha com algo, mas não se sente com coragem de realizá-lo? Esta é a hora e a vez de alimentar sua totalidade e interioridade com a centelha energética da Deusa Brigid. Ela nos diz que uma vida sem o calor de sua chama de inspiração é totalmente insípida. Abra seu coração e permita que a inspiração seja o alimento de sua alma, para que você possa se tornar mais segura(o) e energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Rosane Volpatto &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76052810?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76052810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76052810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76052810' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76017364</id><published>2002-04-30T20:10:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T20:10:42.926-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Elemento Ar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ar representa-se a  leste, onde o sol nasce e a vida se renova pela energia vital. As suas forças são utilizadas em rituais de estudos, conhecimentos, liberdade e viagens.&lt;br /&gt;A sua cor é o amarelo. A estação do ano é  a primavera. O sentido regido é a visão e o olfacto . A fase da lua é quarto crescente. Os seus símbolos são a pena, o fumo do incenso, o sino e os aromas. Os seus metais são o ouro e a prata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Silfos são seres alegres e acredita-se que brincam em volta da mente dos pensadores, sonhadores e criativos. Representam, por isso,  os poderes da inteligência, da criatividade da comunicação e da intuição. Os silfos são, dentre os elementais, os que mais se aproximam da concepção que geralmente fazemos dos anjos e fadas, e frequentemente trabalham lado a lado com esses mesmos anjos. Eles correspondem à força criadora do ar. A mais suave das brisas, assim como o mais violento dos furacões são resultado de seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ar é a fonte de toda energia vital. Tem recebido nomes variados em diversas partes do globo como prana, chi, ki etc. mas é sempre essencial à vida. Podemos passar sem comida ou água por períodos mais ou menos longos, entretanto é impossível viver sem ar por um período prolongado de tempo, pois respirar é necessidade básica à manutenção da existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os silfos trabalham e vivem obrigatoriamente na atmosfera. Muitos possuem elevada inteligência e trabalham para criar o ar e correntes atmosféricas adequadas à vida na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando respiramos profundamente e sentimos um doce frescor no ar, estamos nos familiarizando com o fruto do trabalho deles. Vários silfos desempenham funções específicas ligadas à actividade humana. Alguns trabalham para aliviar a dor e o sofrimento. Outros para estimular a inspiração e criatividade. Uma de suas tarefas mais específicas consiste em prestar auxilio às almas de crianças que acabam de fazer a transição. Também actuam temporariamente como anjos da guarda até estarmos mais receptivos e preparados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um silfo é designado para acompanhar cada ser humano ao longo de sua  existência. Este silfo nos ajuda a conservar e desenvolver o corpo e aperfeiçoar os processos mentais. Assim, nossos pensamentos, bons ou maus, afectam-nos intensamente. Eles encorajam a assimilação de novos conhecimentos e fomentam a inspiração. Trabalham para purificar e elevar nossos pensamentos e inteligência, e também nos auxiliam a equilibrar o uso conjunto das faculdades racionais e intuitivas. No plano físico, nosso silfo pessoal trabalha para que assimilemos melhor o oxigénio presente no ar que respiramos, bem como para manter adequadamente todas as outras funções que o ar desempenha no corpo e no meio ambiente. A exposição à poluição, fumaça, etc. afecta a aparência do silfo e compromete severamente a eficiência de&lt;br /&gt;seu trabalho no âmbito de nossas vidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles frequentemente se apresentam sob forma humana, mas são assexuados e chegam a inspirar este tipo de comportamento em alguns seres humanos. Tenho observado que as pessoas nas quais predomina a actividade dos silfos geralmente não colocam a sexualidade no topo de sua lista de prioridades, e frequentemente não conseguem compreender por que isso ocorre com tanta gente. Embora pareça indicar uma certa ruptura com o plano sentimental (elementais da água), devemos ser bastante cautelosos ao fazer tais presunções. O que acontece é que os silfos direccionam este ímpeto sexual e criativo para outros canais de expressão, a saber o próprio trabalho. Contudo, é preciso muito cuidado para não incorrer em extremos; afinal, nenhum de nós pode prescindir de um equilíbrio entre os quatro elementos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma conexão muito forte com os espíritos e elementais do ar torna nossa mente tão activa que ela passa a requerer constante controle e direcção. Pode gerar excesso de curiosidade e intrometimento, paralisar a vontade em virtude da exagerada análise mental e hiperestimular o sistema nervoso, fazendo com que necessitemos de frequentes mudanças. Além disso, pode ocasionar diversas formas de excentricidade, ou ainda induzir a um fanatismo acompanhado de falta de emoção e de sensibilidade. Também costuma gerar um desprendimento em relação ao que é físico e total desinteresse pelas actividades terrenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a falta de afinidade com os seres deste reino, incluindo o nosso silfo pessoa, pode distorcer nossa capacidade de percepção a ponto de eliminar o bom senso. É possível que fiquemos tão envolvidos com actividades e emoções que não sobre tempo para refletir sobre a própria vida. A tremenda falta de visão perspectiva que resulta disso pode debilitar gravemente o sistema nervoso e, sob essas condições, a curiosidade e imaginação tornam-se escassas ou mesmo inexistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os silfos provocam inspiração e afectam as faculdades mentais. A conexão com nosso silfo pessoa facilita a assimilação de novos conhecimentos, pois ele trabalha connosco para expandir a sabedoria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também são úteis na protecção do lar e propriedades em geral, porque suas abundante energia confunde as mentes de possíveis intrusos, preocupando-os e fazendo com que pensem duas vezes antes de invadir o espaço alheio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sintonia com o silfo pessoal confere acesso ao reino dos arquétipos. Ajuda a coordenar e verbalizar nossas percepções. Estimula a liberdade, o equilíbrio mental e uma saudável curiosidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira mais eficaz de controlar nosso silfo pessoal é por meio da constância. Uma abordagem consistente e determinada da vida é indubitavelmente a melhor de todas, pois só ela assegura o pleno cumprimento de nossas resoluções.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76017364?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76017364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76017364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76017364' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76017282</id><published>2002-04-30T20:08:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T20:08:04.816-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Elemento Fogo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fogo é o único elemento que não pode existir na forma física (manifestação) sem destruir algo. É a energia da transformação por excelência, vejamos como o fogo transforma um tronco de madeira em luz, calor, cinza e fumo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua cor é o vermelho e o ponto cardeal é o sul. A fase da lua á qual está associados é a lua cheia e a estação do ano o Verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os signos por elas influenciados são o Carneiro, o Leão e o Sagitário. As suas energias podem ser utilizadas para rituais de protecção, força, coragem, energia, sexualidade e para queimar algo de que nos queremos livrar. O sentido ao qual está associado o fogo é a visão. Os seus metais são o ferro e o cobre.&lt;br /&gt;Os seus símbolos são as velas e as chamas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As salamandras encontram-se por toda parte. Nenhum fogo é aceso sem o seu auxílio. A sua actividade é intensa no subsolo e no interior do organismo e da mente. São responsáveis pela iluminação, pelo calor, pelas explosões e pelo funcionamento dos vulcões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se deve confundi-las com os homónimos anfíbios, tipo lagartos do plano físico. Foram os movimentos serpenteantes desses elementais no interior das labaredas de fogo, semelhantes aos movimentos sinuosos das caudas dos lagartos e lagartixas, que lhes valeram esse curioso nome. Porém, essa é a única relação entre eles e o animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As salamandras despertam poderosas correntes emocionais no homem. Alimentam os fogos do idealismo espiritual e da percepção. Sua energia auxiliar a demolição do que é velho e a edificação do novo. Isto porque o fogo tanto pode ser destrutivo quanto criativo em suas formas de expressão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os elementais do fogo trabalham com o homem e com o mundo por intermédio do calor, do fogo e das chamas, quer se trate da chama de uma vela, das chamas etéreas ou da própria luz solar. São incrivelmente eficientes nos trabalhos de cura, pois ajudam a desintoxicar o organismo, sobretudo nas situações críticas. Mas devem ser empregadas com muita cautela, pois suas energias radiantes são dificílimas de controlar. De modo geral, encontram-se sempre presentes quando a cura está para se manifestar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os elementais do fogo colaboram imensamente para a preservação de nosso corpo espiritual. A energia irradiada pelas salamandras ao nosso corpo espiritual perpassa todos os planos até atingir o corpo físico. Elas intensificam a espiritualidade elevada, a fé e o entusiasmo. Colorem nossa percepção e ampliam o discernimento espiritual para que ele sobrepuje o psiquismo inferior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma salamandra foi designada para acompanhar cada um de nós ao longo dessa existência. Ela contribui para o bom funcionamento do corpo físico, a manutenção da temperatura corporal adequada, estimula o metabolismo orgânico para a continuidade da boa saúde e auxiliar a circulação. O metabolismo lento é indício de uma actividade relaxada das salamandras. Já o metabolismo acelerado pressupõe uma actividade exacerbada dos seres e espíritos do fogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa conexão e relacionamento com nossa salamandra pessoal estimula a vitalidade e a franqueza. Elas nos ajudam a desenvolver vontade própria e firmeza, além de impulsionar fortes correntes espirituais positivas e bem-determinadas. Fomentam o sentido de auto estima, mantêm as aspirações em alta e nos impulsionam a uma actuação marcante no cenário da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fraca ligação com nosso elemental pessoal e demais espíritos do fogo configura-se como falta de ânimo, esmorecimento em relação à vida, falta de fé e crescente senso de pessimismo. Por outro lado, a proximidade demasiado intensa com estes elementais e outros do reino pode acarretar falta de autocontrole e de sensibilidade. Haverá tendência à irrequietude e a um excesso de actividade que pode levar a um desgaste do ser. A falta de paciência também é reflexo da influência excessiva desse elemento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todos os elementais, as salamandras são os mais difíceis de compreender e aqueles com os quais a harmonização é mais complexa. A melhor forma de controlá-los é agir serenamente. Podemos controlar nosso fogo interior por meio da calma e de uma postura tranquila e satisfeita em relação à vida. Em outros termos, significa aceitar a existência como ela é, aqui e agora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de serem agentes primordiais da natureza, as salamandras adoram a música e sentem-se fortemente atraídas por ela, sobretudo quando está sendo composta. Suas energias são vibrantes. Controlá-las e direccioná-las de modo a produzir resultados positivos requer tamanha habilidade. Recomenda-se a todo compositor, poeta ou qualquer um que exerça actividade criativa, que procure cultivar uma melhor sintonia com as salamandras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas salamandras pessoais nos auxiliam a compreender os mistérios do fogo. Ajudam a despertar os níveis mais elevados de nossa espiritualidade e a elevar o patamar de nossas aspirações. De forma geral, estimulam e fortalecem o campo áurico a tal ponto que facilitam o reconhecimento das forças espirituais actuantes em nossas vidas e o contacto com elas.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76017282?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76017282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76017282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76017282' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76017223</id><published>2002-04-30T20:06:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T20:06:07.643-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Elemento Água&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os elementais da água são as Ondinas, seres cheios de graciosidade e muito emocionais que habitam nos mares, rios, pântanos, lagos, fontes, cataratas, etc... Diz-se que o canto das sereias (Ondinas) é ouvido quando o vento sopra de oeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza da água é purificadora, curativa, calmante, sentimental e como tal é utilizada em rituais de purificação, amor, consciência psíquica, sonhos, paz, casamento e amizade. A estação do ano á qual está associada é o Outono, o ponto cardeal é o oeste.&lt;br /&gt;Os signos de água são: Caranguejo, Escorpião e Peixes. O sentido por si regido é o paladar. O metal é o mercúrios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta classificação aplica-se a todos os seres associados ao elemento água e à sua força. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão presentes nos lugares onde há uma fonte natural de água. A actividade das ondinas manifesta se em todas as águas do planeta, quer provenham de chuvas, rios, mares, oceanos, etc. Da mesma forma que os gnomos, estão sujeitas à mortalidade, mas sua longevidade e resistência são bem maiores. &lt;br /&gt;A água é a fonte da vida e estes seres são essenciais para nos auxiliar a encontrar a nascente interior. Despertam em nós os dons da empatia, da cura e da purificação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Muitas lendas sobre sereias, damas dos lagos e demais espíritos aquáticos sobreviveram até os nossos dias. Na realidade, trata-se de uma categoria mais evoluída de fadas que operam no interior do elemento, já que a natureza das ondinas é bem mais primária e menos desenvolvida. Os espíritos da água aparecem com maior frequência sob forma feminina, mas formas masculinas como os tritões também estão presentes entre os espíritos mais evoluídos do elemento. As ondinas colaboram para a manutenção de nossos corpos astrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despertam e estimulam a natureza emotiva. Realçam nossas intuições psíquicas e respostas emocionais. As energias da criação e do nascimento, assim como a &lt;br /&gt;premonição e imaginação criativa, pertencem a seu domínio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também nos ajudam a absorver, digerir e assimilar as experiências da vida para que façamos pleno uso delas. Além disso, é graças a elas que sentimos o profundo êxtase presente nos actos vitais criativos, seja de natureza sexual, artística ou até no cumprimento dos deveres com o toque emocional adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ondinas frequentemente fazem sentir sua presença no plano onírico. Sonhos em ambientes aquáticos ou que transbordam sensualidade espelham a sua actividade permitindo um aumento da criatividade em nossas vidas. O trabalhar com elas ajuda-nos a controlar e direccionar a actividade onírica, bem como a fortalecer o corpo astral, possibilitando vivências mais nítidas e conscientes durante viagens aos planos astrais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma ondina em particular nos acompanha ao longo de toda a vida. A sintonia com ela possibilita o contacto com outros seres de seu elemento. Esse nosso elemental pessoal da água desempenha funções importantes no tocante à circulação dos fluidos corporais, tais como o sangue e a linfa. As enfermidades sanguíneas contaminam as ondinas, e atam-nas, contra sua vontade, ao karma e aos efeitos indesejáveis da enfermidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que abusamos de nossos corpos, abusamos também das ondinas, pois, uma vez designadas para acompanhar um ser humano, são obrigadas a sentir esses &lt;br /&gt;efeitos negativos, inclusive porque dependem de nós para o seu crescimento e só evoluem à medida que também o fazemos. A conexão insatisfatória com nossa ondina pessoal e demais seres do reino das águas gera distúrbios psicológicos, emocionais e até psíquicos. A compaixão faz-se ausente. Deixamos de confiar em nossa intuição e desenvolvemos um medo desenfreado da dor. Pode não acarretar a total perda da sensibilidade, mas no fará parecer frios aos olhos alheios. A falta de simpatia, de empatia e de amor à vida invariavelmente reflectem falta de entrosamento com as ondinas e demais espíritos desse elemento, os quais dirigem nossa actividade emocional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ruptura com esse equilíbrio harmónico aumenta a presença de toxinas no organismo, pois o elemento água já não flúi livremente para desempenhar sua função purificadora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, uma ligação exagerada com tais elementais pode nos afogar emocionalmente, tornando-nos contraditórios nos sentimentos. A retenção de água no organismo é um bom indício físico de que isto está acontecendo. Quando tal ocorre, passamos a maior parte do tempo concentrados em nossos pensamentos. A imaginação torna-se pronunciadíssima e evidencia-se nas acções uma tendência ao extremismo. O excesso do elemento água nos torna compulsivamente passionais, além de gerar exagerada sensualidade, medo e isolamento. Passamos a dedicar grande parte do tempo a anseios e delírios emocionais, em detrimento de acções concretas. Disso resulta uma acentuada sensação de vulnerabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por intermédio de nossa ondina pessoal, entramos em contacto com os sentimentos e emoções mais profundas do nosso ser e despertamos para a unicidade da criação. Elas nutrem nossa capacidade de sustento e suprimento, e descortinam diante de nós um vasto oceano emocional onde podemos encontrar compaixão curativa e intuição. Em razão de sua natureza fluídica, a melhor maneira de controlar as ondinas é por meio da firmeza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Email de HeKaTe Deusa Negra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76017223?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76017223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76017223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76017223' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76010622</id><published>2002-04-30T16:43:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T16:43:38.160-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Samhain &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Samhain é uma data na qual marca tanto o fim da roda do ano como o seu início e consequentemente o ano novo. Neste período a neblina entre o mundo dos vivos e dos ancestrais esta mais tênue tornando o contato muito mais pertinente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos rituais os bruxos fazem oferendas aos ancestrais e usão de meios advinhatórios sintonizam-se com a grande teia, o espiral de tempo e espaço (presente, passado e futuro) o tempo em movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite do Samhain é comemorada com alegria, onde temos contato com o espírito ancestral, é o tempo de reflexão pois termina mais um ano, é um tempo de absorver forças para o novo ano que chega! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No inverno os dias escurecem mais cedo, dando uma característica da morte do passado e o seu passar mostra o renascer do sol, por isso frutas de inverno como bebidas que esquentão são bem vindas, como tb. as músicas e o clima de união, os círculos são enfeitados com galhos de pinheiro, galhos secos, e flores secas perfumadas com perfumes de madeira, a alimentação pode ser feita com bolos com um pouco de rum, e geralmente o culto alimentar era voltado a carne de caça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rituais são feitos pelos mais velhos, exaltando o circulo da vida, contando histórias e mitos, honrando os deuses do gelo, da chuva, dos ventos, com oferendas e danças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76010622?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76010622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76010622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76010622' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76010415</id><published>2002-04-30T16:36:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T16:36:43.670-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Algumas deidades que podem ser cultuadas em Samhain&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Hades (Plutão)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Deus dos mortos. Era filho dos Titãs Cronos e Réia, e irmão de Zeus, Héstia, Demeter, Hera e Posêidon. Quando os três irmãos dividiram o universo depois de terem deposto seu pai, Cronos, do trono, à Hades foi concedido o mundo subterrâneo. Aí, com sua rainha, Perséfone, que ele havia raptado do mundo superior, determinou o reino dos mortos. Embora fosse um deus impiedoso e severo, o qual não atendia à nenhuma oração ou sacrifício, não era mau. Aliás, era conhecido também como Pluto, senhor dos ricos, porque tanto colheitas como metais preciosos, acreditava-se provirem de seu reino inferior. O mundo subterrâneo freqüentemente era chamado de Hades. Foi dividido em duas regiões: o Érebo, por onde os mortos passavam imediatamente após a morte, e Tártaro, a região mais profunda, onde os Titãs haviam sido aprisionados. Era um lugar infeliz e sombrio, habitado por formas vagas e sombras, além de ser cuidadosamente guardado por Cérbero, o cão de três cabeças e cauda de dragão. Rios sinistros, separavam o mundo subterrâneo do mundo superior, e o velho barqueiro Caronte transportava as almas dos mortos através destas águas. Em algum lugar na escuridão do mundo subterrâneo estava localizado o palácio de Hades. Era representado como um lugar lúgubre, escuro e repleto de portões, repleto de convidados do deus e colocado no meio de campos sombrios uma paisagem assombrosa. Em lendas posteriores o mundo inferior é descrito como o lugar onde os bons são recompensados e os maus são punidos. &lt;br /&gt;Hades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escassas referências a Hades nas lendas gregas, em comparação com os outros grandes deuses, revelam o temor que essa divindade infundia ao povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hades era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus e de Poseidon. Destronado Cronos, coube a Hades o mundo subterrâneo, na partilha que os três irmãos fizeram entre si. Reinava, em companhia de sua esposa Perséfone, sobre as forças infernais e sobre os mortos, no que freqüentemente se denominava "a morada de Hades" ou apenas Hades. Embora supervisionasse o julgamento e a punição dos condenados após a morte, Hades não era um dos juízes nem torturava pessoalmente os culpados, tarefa que cabia às Erínias. Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invocava-se Hades geralmente por meio de eufemismos, como Clímeno (o Ilustre) ou Eubuleu (o que dá bons conselhos). Seu nome significa, em grego, "o invisível", e era geralmente representado com o capacete que lhe dava essa faculdade. O nome Plutão ("o rico" ou "o distribuidor de riqueza"), que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos (Orcus, em latim) - É o soberano do inferno (reino dos mortos, que lhe foi chamado de Hades e o deus de Plutão, que significa "Rico"), deus das profundezas subterrâneas e é o inimigo de tudo o que é vivo. Por isso, era odiado pelos homens e pelos deuses. Era guardado pelo Cão Cérbero (Cão de três cabeças). Reinava sobre os mortos e era venerado quase que como um antideus: as pessoas imploravam sua ajuda para tornar eficazes suas maldades. Mas não era de todo ruim. Agia também para melhorar a produtividade dos campos. Era o Plutão romano. &lt;br /&gt;Na partilha do universo entre Zeus, Poseidon e Hades, Zeus ficou com o reinado do Céu e da Terra, Poseidon ficou com o reinado dos mares e Hades com o reinado das profundezas subterrâneas, os Infernos. Reinava sobre os mortos, trazidos por Caronte, e presidia o tribunal composto pelos juizes Minos, Éaco e Radamanto, destinado a julgar as almas. Estas, se condenadas, eram atiradas ao Tártaro, onde expiavam suas culpas na carne; No Érebo iriam a uma espécie de limbo, onde lá iriam quem cometia pequenas faltas; e no Campos Elíseos se absorvidas. O Campos Elíseos é a mansão dos bem-aventurados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Perséfone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Filha de Zeus e de Deméter, deusa da terra e da agricultura. Hades, deus do mundo subterrâneo, apaixonou-se por ela, desejando desposá-la. Embora Zeus consentisse, Deméter relutou. Assim, Hades prendeu a virgem quando estava colhendo flores e levou-a para seu reino. Enquanto Deméter vagava em busca de sua filha perdida, a terra ficou desolada. Toda a vegetação morreu e a fome devastou a terra. Finalmente Zeus enviou Hermes, o mensageiro dos deuses, para trazer Perséfone de volta à sua mãe. Antes de deixá-la partir, Hades pediu que comesse de uma semente de romã, o alimento dos mortos. Assim, ela foi compelida a retornar ao mundo subterrâneo por três meses de cada ano. Como deusa dos mortos e da fertilidade da terra, Perséfone era uma personificação do renascimento da natureza na primavera. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filha de Zeus e de Deméter, deusa da terra e da agricultura. Hades, deus do mundo subterrâneo, apaixonou-se por ela, desejando desposá-la. Embora Zeus consentisse, Deméter relutou. Assim, Hades prendeu a virgem quando estava colhendo flores e levou-a para seu reino. Enquanto Deméter vagava em busca de sua filha perdida, a terra ficou desolada. Toda a vegetação morreu e a fome devastou a terra. Finalmente Zeus enviou Hermes, o mensageiro dos deuses, para trazer Perséfone de volta à sua mãe. Antes de deixá-la partir, Hades pediu que comesse de uma semente de romã, o alimento dos mortos. Assim, ela foi compelida a retornar ao mundo subterrâneo por três meses de cada ano. Como deusa dos mortos e da fertilidade da terra, Perséfone era uma personificação do renascimento da natureza na primavera. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Os antigos ritos misteriosos celebrados em Elêusis, localidade da Ática, tinham no mito grego de Perséfone seu principal motivo simbólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perséfone era filha de Zeus, senhor dos deuses, e de Deméter, deusa da agricultura. Ainda era uma jovem donzela -- em grego, koré, o que explica o fato de também ser chamada de Cora -- quando foi raptada por Hades, o senhor dos mortos, que a levou para seu reino subterrâneo e a fez sua esposa. Ao saber do rapto, Deméter ficou desesperada e descuidou-se de suas tarefas: as terras tornaram-se estéreis e houve grande escassez de alimentos. Zeus ordenou a Hades que devolvesse Perséfone, mas como esta comera uma semente de romã no mundo subterrâneo não podia ficar inteiramente livre. Estabeleceu-se então um acordo: Perséfone passaria um terço do ano com Hades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quatro meses ao ano que Perséfone permanece no mundo subterrâneo correspondem à aparência árida dos campos gregos no verão, antes que reverdeçam com as chuvas de outono. O mito simbolizava o ciclo anual da colheita. Deméter representava a terra cultivável, de que nascia Perséfone, a semente que brota periodicamente. O amor de Perséfone por Adônis, relatado em outra lenda, achava-se igualmente vinculado aos rituais agrícolas. Na mitologia romana, a deusa foi identificada com Prosérpina. O rapto de Perséfone foi celebrado por poetas como Ovídio e também serviu de tema para diversos pintores do Renascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mercurius(em latim)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Filho de Zeus e Maia, o arauto dos deuses e fiel mensageiro de seu pai, nasceu numa gruta do monte Ciline, na Arcádia. Era o deus dos caminhos, das ruas e das viagens, mas também o deus da eloqüência. Logo que nasceu, fugiu do berço e roubou cinqüenta novilhas do rebanho de Apolo. Em seguida, com a casca de uma tartaruga, construiu a primeira lira e com o som deste instrumento aplacou Apolo, enfurecido pelo furto; esse deus acabou por deixar-lhe as novilhas e deu-lhe o caduceu, a vara de ouro, símbolo da paz, em troca da lira. Zeus deu-lhe o encargo de levar os mortos a Hades, daí o epíteto Psicompompo. Concedia riqueza aos homens, sendo o protetor de comerciantes, ladrões e vigaristas. Inventor, além da lira, as letras e os algarismos, fundou os rituais religiosos e introduziu a cultura da oliveira. A Hermes eram oferecidos sacrifícios de porcos, cordeiros, cabritos... Simboliza a inteligência realizadora. Esperteza e velocidade são as características que o definem melhor, além da prudência. Livrou Ares das correntes dos Aloidas, levou Príamo à tenda de Aquiles e matou Argos, guarda de Io. Foi também considerado o deus do sono e dos sonhos, que fechava e abria os olhos dos homens com o caduceu. &lt;br /&gt;Divindade muito antiga, Hermes era invocado a princípio como deus dos pastores e protetor dos rebanhos, dos cavalos e dos animais selvagens; mais tarde tornou-se o deus dos viajantes, e em sua homenagem foram erguidas estátuas a beira das estradas (hermas). Posteriormente, Hermes tornou-se deus do comércio e até dos ladrões; para proteger os compradores e vendedores, inventou a balança. Também considerado deus da eloqüência e patrono dos esportistas, é representado por um jovem nu ou vestido com túnica curta, um jovem belo, ágil e vigoroso; na cabeça tem um capacete com asas, calça sandálias aladas e traz na mão seu principal símbolo, o caduceu.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76010415?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76010415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76010415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76010415' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76009358</id><published>2002-04-30T16:02:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T16:02:37.440-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;FASES DA LUA&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;U&gt;Mãe cuidadosa&lt;/U&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito antes da espécie humana surgir na Terra e, provavelmente, depois que todos os nossos descendentes desaparecerem, a Lua esteve e estará no céu. Ela sempre foi admirada e cultuada entre os povos desde a mais remota antigüidade. Sem a Lua, seria difícil a nossa sobrevivência na Terra: ela serve como nosso pára-choque para tudo. Ao girar em sua órbita ao redor do nosso planeta, ela nos protege de impactos de outros corpos celestes, como colisões de asteróides e cometas. A Lua funciona como se fosse nosso escudo protetor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a Lua, a Terra também não seria um planeta estável, e a vida poderia não existir aqui. Isso aconteceria porque a Lua, responsável pela estabilização do eixo de rotação do nosso planeta, garante o equilíbrio de movimentos e temperaturas. Sem a Lua, as marés também não ocorreriam - a força gravitacional sobre a Terra age nos oceanos e provoca o fenômeno das marés na medida em que ela gira em torno da Terra. Assim, espécies de animais morreriam, e o impacto na cadeia alimentar seria catastrófico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;U&gt;As fases&lt;/U&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos da Lua, suas mudanças de fase e seus eclipses sempre intrigaram a humanidade e se mostraram um segredo sedutor. A Lua passa por quatro fases em um período que dura cerca de 29 dias e meio. Esse ciclo, ou lunação, é medido de uma Lua nova até a seguinte. A Lua não tem luz própria e reflete a luz do Sol. Por isso, dependendo da posição em que está, a sua aparência varia. Dessa maneira, ela pode aparecer para nós em quatro fases, nesta seqüência: nova, crescente, cheia e minguante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;I&gt;Lua nova: &lt;/I&gt;&lt;br /&gt;Acontece quando a Lua está posicionada entre a Terra e o Sol. A Lua parece invisível porque a luz do sol é projetada sobre a face oculta dela, para quem a vê da Terra. A fase da Lua nova é a fase do planejamento. A Lua se "esconde" para nós e, assim como ela, devemos nos recolher. Meditar, pensar e finalizar projetos examinando todas as possibilidades. Esta fase não é indicada para ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;I&gt;Lua crescente: &lt;/I&gt;&lt;br /&gt;Somente metade da superfície visível da Lua é iluminada. A outra metade permanece no cone de sombra projetado pela Terra. A figura, no Hemisfério Sul, é similar a uma letra C e, no Hemisfério Norte, a uma letra D. Na fase da Lua crescente, é o momento de ir em busca dos nossos objetivos. Falar com pessoas, pedir favores, enviar currículos, enfim, fazer contatos dirigidos para aquilo que se quer alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;I&gt;Lua cheia: &lt;/I&gt;&lt;br /&gt;A Lua fica em oposição ao Sol, com a Terra no meio dos dois. A Lua reflete a luz do sol na sua superfície que é visível para nós. Assim, tem o aspecto de um disco luminoso e enxergamos a Lua toda iluminada. Nesta fase, a Lua desprende grande quantidade de energia. Essa energia age como se fosse uma explosão auxiliando na conclusão e complementação do que foi projetado anteriormente. Ou se atinge o objetivo ou se percebe que o projeto não valia a pena e deve ser abandonado. No caso de querermos insistir no mesmo projeto, deve-se aproveitar a próxima Lua nova para reavaliação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;I&gt;Lua minguante: &lt;/I&gt;&lt;br /&gt;Como na Lua crescente, apenas a outra metade da superfície lunar é iluminada. A cada dia dessa fase a Lua se torna menos visível até chegar de novo a se alinhar entre o Sol e a Terra. Nesta Lua, atingindo-se ou não o objetivo planejado, é o momento de descansar. Deve-se terminar somente o que ficou inacabado e não começar nada novo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;U&gt;Uma casa ou um bebê&lt;/U&gt;&lt;br /&gt;Duas comparações simples podem nos ajudar ainda mais a compreender o que representa cada uma das fases da Lua. Podemos comparar cada fase com a construção de uma casa ou com a geração de um bebê. Veja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma casa:&lt;br /&gt;Lua nova: boa para fazer a planta definitiva com todos os detalhes e elaborar o orçamento. &lt;br /&gt;Lua crescente: boa para iniciar a construção e encomendar o material. &lt;br /&gt;Lua cheia: boa para a conclusão de etapas da casa, as quais devem ser comemoradas. &lt;br /&gt;Lua minguante: não se deve iniciar nada, apenas deve-se ir concluindo o que já está começado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bebê:&lt;br /&gt;Lua nova: representa o momento em que se consuma o ato sexual, a concepção  &lt;br /&gt;Lua crescente: representa a fase em que a barriga cresce e o bebê se desenvolve.  &lt;br /&gt;Lua cheia: representa o nascimento, o momento da explosão. &lt;br /&gt;Lua minguante: representa o resguardo, período de recolhimento pós-parto.  &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76009358?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76009358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76009358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76009358' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76008582</id><published>2002-04-30T15:37:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T15:37:21.280-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;O ETERNO FEMININO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atrás de Guinevere estão as tradições das rainhas celtas. Atrás de Morgana e da Dama do Lago, se ocultam tradições de sacerdotisas e deusas. A rainha celta reinava por direito próprio, comandava exércitos como Boadicea e tinha amantes. Para os autores medievais esta liberdade e igualdade da mulher era inaceitável e incompreensível. Ela foi considerada libertina e atrevida ao se tornar infiel. Da mesma forma, dado que o mito pagão e a magia são considerados os piores dos pecados, Morgana se converte em uma bruxa que conspira contra Artur, e Nimue, a dama do Lago, passa a ser a ruína do embrutecido Merlim. Mas a história poderia ter sido bem diferente, não é mesmo? Pois sabe-se hoje, que o amor não é um sentimento que precise testemunhas, muito menos ser negociado, como foi imposto à     Guinevere. Na nossa Era, as mulheres já conquistaram seu espaço e o respeito dos homens e hoje nos unimos à eles através do amor da alma. Na tradição celta existe um belo entendimento do amor que resume-se a uma palavra: "anan cara". Anam é a palavra gaélica para alma e cara é a palavra para amigo. Na vida de todos, existe uma grande necessidade de um anam cara, um amigo da alma. Neste amor, somos compreendidos tal como somos, sem máscara ou afetação. As mentiras e meias-verdades superficiais e funcionais das relações sociais se dissolvem e pode-se ser como realmente se é. O amor permite que a compreensão se manifeste, pois quando se é compreendido, fica-se à vontade. A compreensão alimenta a relação. Quando nos sentimos realmente compreendidos, sentimo-nos desembaraçados para nos libertar à confiança e abrigo da alma da outra &lt;br /&gt;pessoa. Este reconhecimento é descrito neste belo verso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;"TU NÃO TE PARECES COM NINGUÉM PORQUE TE AMO"  Paulo Neruda&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta arte do amor desvenda a identidade especial e sagrada da outra pessoa. O amor é a única luz que pode verdadeiramente ler a assinatura secreta da individualidade e da alma da outra pessoa. Somente o amor é letrado no mundo da origem e só ele pode decifrar a identidade e destino.&lt;br /&gt;É  ao despertar o eterno feminino e as nossas deusas interiores que atrairemos o anam cara. Já permanecemos por tempo excessivo, cegas(os) às riquezas cognitivas do sentimento e à profundidade afetiva das idéias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;FADA MORGANA&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morgana representa na lenda arturiana, a figura de uma Deusa Tríplice da morte, da ressureição e do nascimento, incorporando uma jovem e bela donzela, uma vigorosa mãe criadora ou uma bruxa portadora da morte. Sua comunidade consta de um total de nove sacerdotisas que, nos tempos romanos, habitavam uma ilha diante das costas da Bretanha. Falam também das nove donzelas que, no submundo galês, vigiam o caldeirão que Artur procura, como pressagiando a procura do Santo Graal. Morgana faz seu debut literário no poema de Godofredo de Monntouth intitulado "Vita Merlini", como feiticeira benigna. Mas sob a pressão religiosa, os autores a convertem em uma irmã bastarda do rei, ambígua, freqüentemente maliciosa, bruxa tutelada por Merlim, perturbadora e fonte de problemas.                         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Layamon, autor de um poema narrativo inglês é o primeiro a descrever como a mulher levou Artur pelas águas e não simplesmente recebendo-o na sua chegada. Morgana é a fada mais bela das que habitam Avalon. Não existem fundamentos suficientes para se acreditar que Avalon seja o lugar que a cultura celta atribuís como residência dos mortos. O que se sabe é que quando Artur é transportado sobre as águas em companhia das mulheres com destino a Avalon, se perde no horizonte do mito imemorial. Este é o pano de fundo sobre o qual se desenvolvem as diferentes lendas relativas à partida e imortalidade de Artur, que supostamente continua vivo dentro de uma caverna ou em uma ilha. Estas mulheres que acolheram Artur pertencem ao mundo das fadas, que provavelmente foi antes um mundo de deusas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avalon, para quem ainda a procura, é a viagem ao coração. É conhecida também como o "Céu de Artur", uma ilha do amor incondicional, onde tudo se harmoniza com a transmutação da energia luminosa do amor. Avalon é um reino interior. É a maravilhosa essência do verdadeiro ser nascendo a cada dia em nosso interior. É a nascente do amor no íntimo. E Morgana é a fada que nos faz refletir sobre tudo isso, pois foi ela, com todo seu amor, empregou todas as suas artes para curar as feridas de Artur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morgana possuiu muitos nomes e é a representação da energia mística das mulheres. Possui também, múltiplas facetas, é o arquétipo da Deusa-Lua e da Mulher Eterna; é Mãe, amante e filha; é Senhora da Vida e da Morte. Foi associada inclusive à rios, lagos, cachoeiras, magia, noite, vingança e profecias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morgana chega para despertar sua atenção para a independência. Você depende de outra pessoa até para respirar?  Pois saiba que se plantarmos uma árvore lado a lado elas se asfixiarão. O que cresce necessita de espaço, talvez um pequeno espaço para se exalar o perfuma da rosa. Kahlil Gibran diz: "Deixai que haja espaço em vossa união. Deixai que os ventos dos céus dancem entre vós." O espaço permite que a diversidade encontre ritmo e contorno. Você desperdiça sua vitalidade focalizando os &lt;br /&gt;problemas dos outros, relegando os seus para um segundo plano? Você move-se com o rebanho sem exprimir suas idéias ou opiniões? Morgana pede para que você, pare, reflita e dimensione suas potencialidades, tentando se libertar de todas suas dependências físicas e psíquicas. É hora de mudar o ritmo! Morgana, a fada, chegou dançando à sua vida com seus tambores e sua magia para convidá-la a descobrir e viver seus ritmos. Talvez você nunca tenha descoberto seu ritmo porque você agradar àqueles com quem convive. Mas é de vital importância que você tenha seu próprio ritmo. Fluir com ele lhe dará mais energias, porque você deixará de reprimir o que lhe é natural. Morgana diz que a vitalidade, a saúde e a totalidade são cultivadas quando você flui com sua pulsação única.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;JORNADA À AVALON&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procure um lugar sossegado em sua casa, onde não possa ser interrompida(o). Acenda um incenso e coloque uma música suave de fundo. Sente-se com a coluna ereta e coloque a sua frente uma caneta e papel. Agora feche os olhos e expire e inspire profundamente, tentando esvaziar a sua mente. Comece então a balançar o corpo da direita para esquerda lentamente. Você agora perceberá que está dentro de um pequeno barco. O barco balança para trás e para frente. Faça o mesmo jogo com seu corpo. A sensação será bem agradável, de relaxamento total. Você olhará para cima e só verá a bruma, que irá se dissipar aos poucos. Erga os braços e visualize &lt;br /&gt;uma luz branca direcionar-se do céu para baixo, que entrará por cima de sua cabeça e iluminará todo o corpo. Neste momento notará que a bruma desapareceu e avistará a ilha de Avalon. O barco chegará à margem e você deve desembarcar. Morgana lhe dará as Boas-Vindas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela perguntará o que você deseja e terá então o direito de lhe fazer duas perguntas. Ela tomará a sua mão e a(o) conduzirá até seu caldeirão mágico disposto no centro de um círculo de macieiras. Morgana pegará sua varinha mágica e agitará a água do caldeirão. Quando a água se aquietar, você verá na superfície as respostas de suas perguntas. Você deverá então, agradecer sua ajuda e provavelmente ela lhe peça uma oferenda, que você ofertará de coração aberto. Ela lhe conduzirá de volta ao seu &lt;br /&gt;barco e você parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora respire fundo novamente por três vezes e abra os olhos bem devagar. É hora de anotar tudo o que você viu no caldeirão de Morgana e refletir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Rosane Volpatto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia Consultada:&lt;br /&gt;Mistérios Celtas - John Sharkey&lt;br /&gt;O Rei Artur - Geoffrey Ashe&lt;br /&gt;O Rei Artur - Paul C. Doherty&lt;br /&gt;Anam Cara - John O'Donohue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76008582?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76008582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76008582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76008582' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76008390</id><published>2002-04-30T15:31:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T15:31:11.806-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;DEUSA CERRIDWEN&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;Sou a beleza da terra verde&lt;br /&gt;Lua branca entre as estrelas,&lt;br /&gt;O mistério das águas e o &lt;br /&gt;Desejo no coração dos homens.&lt;br /&gt;Levanta-te e venha a mim,&lt;br /&gt;Eu a(o) acolherei no meu útero e no&lt;br /&gt;Meu caldeirão da transformação&lt;br /&gt;Onde você será misturada(o) e fervida(o)&lt;br /&gt;Reconstituída(o) e depois reclicada(o), pois&lt;br /&gt;Sou a alma da natureza que dá vida ao universo.&lt;br /&gt;De mim procede todas as coisas&lt;br /&gt;E todas as coisas voltarão a mim.&lt;br /&gt;Estou sempre mudando e transformando&lt;br /&gt;Nada morre que não nasça outra vez&lt;br /&gt;Nada existe sem ter morrido.&lt;br /&gt;Quando vier a mim, será bem-vinda(o)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;CALDEIRÃO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;O caldeirão tem sua base mitológica na tradição celta. O vaso de prata era chamado de "Caldeirão de Regeneração". O sangue despejado dentro dele devia formar uma bebida regeneradora ou um banho. Também está registrado que o caldeirão deveria ferver até que produzisse "três gotas da graça da inspiração", desta forma é conhecido como o Caldeirão da Inspiração", produzindo uma bebida semelhante ao "soma".&lt;br /&gt;Este caldeirão da deusa Cerridewn foi o precursor do Santo Graal. Afirma-se que no Graal havia uma fusão do caldeirão mágico do paganismo celta e do cálice sagrado do cristianismo, com os produtos tornados místicos e gloriosos. &lt;br /&gt;A simbologia o torna uma ferramenta de transformação, mas também como a imagem do ventre materno. Acredita-se que o caldeirão é capaz de transforma a base material em espiritual, a mortal em imortal e de formar a bebida da imortalidade e inspiração.&lt;br /&gt;O caldeirão do renascimento é um tema que se repete em muitos contos célticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;ARQUÉTIPO DA MÃE PROVEDORA DA VIDA E MORTE&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Para os galeses, Cerridwen é uma Deusa Tríplice (donzela, mãe e mulher idosa), cujo animal totêmico é uma grande porca branca. Ela é a mãe que conserva todos os poderes da sabedoria e do conhecimento. É ao mesmo tempo Deusa parteira e dos mortos, pois o mesmo poder que leva as almas para a morte, traz a vida. De seu ventre parte toda a vida e a vida provém da morte. Do interior de seu caldeirão emanam porções, com as quais Cerridwen comanda a sincronicidade de todo o Universo e intervém nos assuntos humanos para auxiliar seus adoradores. Seu aspecto caracterizado em corpo de uma velha, representa o conhecimento de todos os mistérios que só a idade e a experiência podem proporcionar. Ela é a Deusa que devemos reverenciar nos momentos de dificuldades e anulação de qualquer tipo de malefício. Ela é a Deusa do caos e da paz, da harmonia e da desarmonia.&lt;br /&gt;Deusa da lua, dos grãos, da natureza. A porca branca comedora de cadáveres representando a Lua. Associa-se a morte, a fertilidade, a inspiração, a astrologia, as ervas, os encantamentos, o conhecimento...   &lt;br /&gt;Conta-se que Cerridwen, com a bebida de seu caldeirão transformava um homem comum em um rei. Sua história vem do País de Gales medieval e se encontra escrita em "The Mabinogi (1977) de Patrick K. Ford. Cerridwen, viveu à margem de Llyn (lago) Tegid e teve dois filhos. Um era belo, mas o outro muito feio, chamado de "Morfran" (grande corvo). Pensou então que o único remédio contra esta adversidade, seria torná-lo sábio. Para tanto, ela juntou ervas e fez para ele uma poção mágica. Demorou um ano e um dia para terminar a tal poção. Gwion, seu assistente estava encarregado de vigiar o fogo e a poção, mas foi advertido para não bebê-la. Entretanto, quando três gotas a poção saltaram do caldeirão, Gwiom empurra o filho de Cerridwen e as bebe. Instantaneamente, ele possuía a sabedoria do mundo, sabia até mesmo que Cerridwen tinha a intenção de matá-lo. Ele fugiu e ela foi atrás dele. Gwion transformou-se em um pássaro e Cerridwen em uma águia, transformou-se então em um salmão e ela em uma lontra. Por último transforma-se em um grão de trigo, mas a Deusa em corpo de uma galinha o come. Nove meses mais tarde Cerridwen deu à luz em Taliesin. Depois de tê-lo em seu seio, não conseguiu mais matá-lo. Ela então o coloca a deriva em uma barca coberta.&lt;br /&gt;Cabe também acrescentar que, Cerridwenn vivia ao lado do lago e era encarregada do caldeirão do renascimento, Morgana era a Senhora do Lago que leva Artur de barco à um local nas proximidades de Avalon, com intuito de curar suas feridas.&lt;br /&gt;Cerridwen chega em nossas vidas anunciando um tempo de morte e renascimento. Quando algo está para morrer, devemos permitir que se vá para que algo novo possa nascer. Não devemos encarar a morte como um fim, mas um renascimento A nossa presença aqui é tão pungente! A pequena faixa de claridade que chamamos nossa vida está suspensa na escuridão de dois desconhecidos. Há a escuridão do desconhecido, na nossa origem. Emergimos subitamente desse desconhecido e inicia-se a faixa de claridade denominada vida Depois, há a escuridão do fim, quando desaparecemos mais uma vez de volta ao desconhecido.&lt;br /&gt;Talvez você tenha chegado ao final de um ciclo, de um relacionamento, de um emprego e esteja com medo de deixá-los ir embora. Ou até sente que está morrendo, quando apenas uma parte de você tem de dar lugar ao novo. Mas saiba, que no lado inferior da vida, sempre existirá a morte. Se viver a sua vida ao máximo, não terá medo da morte e do que ela significa, pois ela pode tornar-se o momento de libertação mais profundo de sua natureza. Quando aprender a abrir mão de certas coisas, aprenderá a morrer espiritualmente de pequenas formas durante a vida. Imagine esse ato de abrir mão, multiplicado mil vezes no momento da morte. Essa liberação pode proporcionar uma vinculação divina completamente nova. Os místicos sempre reconheceram que, para se aprofundar na presença divina do íntimo, é necessário exercitar o desprendimento. Quando começamos a nos deixar levar, é espantoso como a nossa vida enriquece. As coisas falsas as quais nos agarramos desesperadamente se afastarão, dando espaço para que somente o verdadeiro se aprofunde dentro de nós.&lt;br /&gt;A totalidade só é conquistada no momento que dissermos sim e dançarmos com a morte e o renascimento Cerridwen diz a você que sempre receberá de volta o que der a ela, portanto entregue-se e renascerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;RITUAL À CERRIDWEN&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Cerridwen está relacionada ao renascimento e a ligação com os outros mundos. Seus rituais são realizados na Lua Minguante, que é seu símbolo. Sua cor é o negro e por isso recebe o título de NIGREDO, Senhora da Noite.  Para realizar seu ritual e dar boas vindas à lua minguante você vai precisar de : &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Vela Branca &lt;br /&gt;1 Vela Vermelha &lt;br /&gt;1 Vela Preta &lt;br /&gt;O Caldeirão com Água &lt;br /&gt;A Taça com Água &lt;br /&gt;O Athame &lt;br /&gt;Folhas de Louro ou Eucalipto .&lt;br /&gt;Disponha as 3 velas em forma de triângulo sobre o altar de forma que a preta fique a esquerda, a branca a direita e a vermelha no topo do triângulo, coloque o caldeirão no meio do triângulo formado pelas velas, coloque a taça abaixo do triângulo de velas então chame por Ceridwen : &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Oh antiga Deusa que reside no Norte&lt;br /&gt;aquela que conhece o passado de todas as coisas, &lt;br /&gt;ouça o meu chamado e que &lt;br /&gt;minha invocação seja agradável aos seus olhos,&lt;br /&gt;Oh Nigudo senhora da sabedoria e compreensão. &lt;br /&gt;Ceridwen Mãe Celeste que a Lua Minguante&lt;br /&gt;seja bem vinda e que seus poderes de exterminar &lt;br /&gt;com todas as coisas negativas se espalhe sobre o mundo, &lt;br /&gt;transmutando os Karmas, &lt;br /&gt;solucionando os problemas, &lt;br /&gt;curando as doenças, &lt;br /&gt;afastando as intrigas, &lt;br /&gt;a inveja, os obstáculos e &lt;br /&gt;problemas que nos impedem de chegar a plena felicidade.&lt;br /&gt;Oh Deusa da Inspiração e Criação,&lt;br /&gt;venha em nosso auxílio! &lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espalhe as folhas de louro ou eucalipto sobre o altar coloque o athame em cima das mesmas dizendo: &lt;br /&gt;&lt;center&gt;Mãe do caldeirão sagrado que sua face minguante seja bem vinda a este mundo para que tenhamos paz, saúde e bons presságios. &lt;br /&gt;Que assim seja e que assim se faça para o bem de todos.&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: Rosane Volpatto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76008390?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76008390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76008390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76008390' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76008292</id><published>2002-04-30T15:27:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T15:27:39.396-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Invocação e Evocação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Amphion&lt;br /&gt;Tradução: &lt;a href="mailto:quiron@visualbyte.com.br"&gt;Quíron&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos aspectos mais confusos do ocultismo é a diferença básica entre invocação e evocação. Quando alguém "invoca", ele chama, ou intima, uma forma de energia universal para dentro de si mesmo ou para dentro do círculo dentro do qual ele está operando. Elas forma de energia universal pode ser um "Deus", um "Arcanjo" ou o poder bruto de uma das sephiroth cabalísticas. Quando alguém "evoca", chama algo a comparecer à sua frente, muitas vezes de forçadamente. Esta é a forma de magia tratada em livros famosos como as Clavicula Salamonis (A Clavícula de Salomão), o Black Pullet, o Grande Grimório e o Red Dragon.&lt;br /&gt;Tanto a invocação quanto a evocação serão exploradas abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Invocação&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um dos mais antigos textos mágicos da Tradição de Mistérios Ocidental que nós podemos ler o que se tornou uma peça fundamental de sabedoria mágica, "O que está acima é como o que está abaixo e o que está abaixo é como o que está acima", frase que costuma ser encurtada "como acima, então abaixo". O que isto significa, simplesmente, é que o homem é um imagem de espelho menor do Universo como um todo. Cada força que existe no Universo existe também na alma do homem. Por exemplo, aquela força a qual os Cabalistas chamam de "Geburah" e os Astrólogos chamam de "Marte" também existe no homem, sob a forma da raiva, forma, poder, entusiasmo e muitas outras manifestações, todas elas sendo em essência a mesma força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nós entramos no nosso Círculo e nos preparamos para invocar, nós estamos realmente nos preparando para nos abrir para a força que queremos chamar, permitindo que o macrocosmo (Universal) inunda e preencha o microcosmo (nossa alma). Geralmente, nós chamamos estas forças macrocósmicas de "Deuses", uma vez que como seres humanos nós precisamos de uma imagem com a qual relacioná-las para lidar com elas mais facilmente. Por exemplo, se eu quero invocar a força da emoção - Amor, por exemplo - é muito mais fácil para um ser humano construir um ritual invocando Afrodite do que um invocando uma energia sem nome. Afrodite tem uma longa tradição de culto e a sua imagem tem sido construída por este culto há milênios, assim criando um conduíte poderoso para a força que ela representa. Tudo o que eu preciso para acessar esta força é utilizar o simbolismo e o ritual corretos. Uma rápida olha em um livro de mitologia irá revelar que Afrodite tem conexões com o oceano e os pombos; estes símbolos já me darão algo para começar o trabalho. Examinar um livro como o "777", de Crowley, irá me dar mais correspondências. Agora eu vejo que outros ítens se harmonizam com a natureza desta deusa do amor incluem rosas e esmeraldas. Então, ao construir um ritual para invocá-la, eu poderia decorar meu altar com rosas frescas e uma concha do mar, talvez. Sabendo da mesma forma que as cores de Netzach (a sephirah cabalista com a qual Afrodite está associada) são geralmente o verde esmeralda e o âmbar, eu posso usar velas nestas cores no meu altar. Eu também poderia queimar incenso de rosas. Se eu for um mago cerimonial, meu círculo irá cercar uma estrela de sete pontas, uma vez que Netzach é a sétima sephirah.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, um dos grandes usos da invocação pela Magia Cerimonial é a de ser um auxílio para a evocação. Quando uma invocação foi feita com sucesso, a força representada pelo deus invocado corre pelo magista ou bruxo. Em alguns caminhos, como os Mistérios Ocidentais, isto toda a forma da compartilhamento do corpo com o Deus, dando ao Divino um conduíte para o mundo material e dando ao invocador uma parte da sua força para utilizar. Quando o mago cerimonial evoca um espírito, este estado de elevação do espírito produzido pela invocação é supremo para o seu sucesso. Outras culturas, notavelmente aquelas do Voudum Haitiano, o Candomblé e a Santeria da América do Sul permitem que ao Deus invocado uma possessão total do corpo físico, dando ao Loa (espírito) liberdade para experimentar os prazeres do mundo material. O Voudun chama a isso "cavalgar", esta referência sendo obviamente eqüestre. O autor (Amphion) uma vez invocou Afrodite no corpo de uma dama em seus dias de juventude e inexperiência e descobriu que ele a havia colocado em um estado aonde ela estava sendo cavalgada pela Deusa Grega ao invés de apenas dividir o seu corpo com ela. Uma vez que os efeitos desapareceram, ela não lembrava nada do tempo em que Afrodite a habitou, mas estava consciênte de que horam haviam se passado. Ela sentiu um grande prazer ao ouvir sobre as suas ações e façanhas como a deusa do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos métodos de invocação existem e todas as culturas possuem algumas formas desta Arte. Alguns temas incluem a indução de transe, cantos e oferendas. Um exemplo de invocação pode ser achado no esbá ritual das bruxas modernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método cerimonial de invocação geralmente segue um padrão, uma fórmula trabalhável. Para nos mantermos ao básico, primeiramente os atributos do Deus a ser invocado são honrados, seus poderes nomeados e enaltecidos. A invocação é então repetida com uma grande força enquanto o magista visualiza a forma do Deus ao seu redor, identificando-se com ela e empenhando-se para sentir que ele é o Deus. Finalmente, a invocação é repetida uma terceira vez, esta vez reformulada como se o próprio Deus falasse as palavras, pois o magiste deve agora SER o Deus. Se ele for bem sucedido, ele irá saber isto; por algum tempo ele irá se mover e agir como aquele Deus. Aleister Crowley tem muito a dizer no que concerne a este método de evocação em seus escritos. Ao leitor curioso se indica "Magick in Theory and Practice" para maiores detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Evocação&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evocação é realmente uma ciência-irmã da invocação, pois elas estão inextricavelmente ligadas em suas naturezas. Enquanto que a arte da invocação chama a força para dentro do magista ou bruxo, a arte da evocação chama a força à sua frente. Uma pessoa invoca um deus, ou um anjo, convidando-o e implorando que ele se manifeste, mas se evoca um espírito - nomeie-se ele de demônio, deva, shedu ou o que quer que seja - forçando-o a aparecer em frente ao magus no Triângulo da Arte. Enquanto que a invocação faz com que o microcosmo da alma humana seja inundada pelo macrocosmo do Divino, a evocação reverte isso. O microcosmo se torna um macrocoso e em troca cria temporariamente um microcosmo. Para o demônio evocado pelo magista, o magus é Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evocação é realmente uma manifestação potente da Arte Mágica na qual qualquer aspecto do inconsciente pode ser chamado à sua presença e a ele dar uma forma física visível por algum tempo. O que se quer dizer com isso é simples. Se eu escolher evocar ritualmente Asmodeus, o qual os grimórios nomeiam como um espírito da depravação e da luxúria, o que eu estou realmente fazendo é dar uma forma às qualidades sombrias, depravadas do meu próprio subconsciente para que eu possa reordená-las ou comandá-las. Todo o poder ocupado dentro da minha mente inconsciente para lidar de alguma forma com a luxúria e a depravação pode ser então dirigida para servir aos meus propósitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os métodos dados pelos grimórios são freqüentemente rituais longos e tediosos, com instruções elaboradas governando um imenso número de instrumentos e ítens todos cruciais para o sucesso do ritual que devem ser feitos e consagrados. Os magistas cerimoniais modernos dizem que os ritual dos grimórios, tais como As Clavículas de Salomão e o Black Pullet, funcionam muito eficazmente até hoje, mas que a natureza destes ritual como recursos psicológicos são tais que eles precisam mesmo ser seguidos para prevenir o perigo de surgir e prejudicar o aspirante a magista. Também comum nos grimórios são os sigilos, ou selos dos espíritos. Estes selos são às vezes símbolos planos, lineares, criados através do método cabalista do Aiq Bakar, as Kameas Planetárias, ou o Lámen da Rosa Cruz da Ordem da Golden Dawn. Eles são construídos de maneira simples, uma vez que o método da sua construção é compreendido. Algumas vezes, entretanto, como no caso do Livro de Magia Cerimonial (antes entitulado "O Livro da Magia Negra e dos Pactos"), os símbolos são desenhos estranhos, mais próximos dos rabiscos de uma criança do que dos graciosos e artísticos sigilos da Cabala. Neste caso, os sigilos são freqüentemente "recebidos" em visões ou meditações, algumas vezes via jornadas astrais do magista. eles representam a idéia do espírito em um desejo estranho que pode não significar nada para a mente consciente, mas pode significar muito para o inconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que uma evocação seja bem sucedida, o magista passa por um período de purificação. Isto geralmente envolve uma dieta, a abstenção de relações sexuais, devoção religiosa e até mesmo isolamento social. Então, quando tudo está preparado, o magista começa as suas invocações. Sim, invocações, pois antes de um espírito ser evocado com sucesso, o mago deve estar imbuído do poder de um Deus. De outra forma, como um mero ser humano, como pode ele atuar com qualquer autoridade em relação àquilo que eles está chamando? A maior parte da magia cerimonial é baseada no sistema de crenças judaico-cristãs e, portanto, o deus invocado é naturalmente o YHVH da Bíblia. Entretanto, em muitos ramos da magia moderna, especialmente no sistema da Golden Dawn, um deus da mitologia mundial é escolhido. Por exemplo, vamos supor que eu desejo evocar, Kedemel, o espírito de Vênus, por um propósito mágico envolvendo o aspecto venusiano em minha vida. Eu iria então provavelmente escolher um deus associado com a sephira Netzach da Árvore da Vida, pois Netzach é a esfera de Vênus. Eu poderia talvez escolher Afrodite, ou Eros. Talvez mesmo o Vodoun loa Erzulia, ou a babilônica Ishtar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se eu realmente desejo que o meu rito seja eficáz, eu preciso talmém seguir a corrente de comando correta, invocando não apenas o deus de Netzach, mas depois também o Arcanjo e o Anjo da mesma esfera. Seguindo o exemplo acima, eu iria suplicar à YHVH Tzabaoth (Deus dos Exércitos e nome divino de Netzach no trabalho cabalístico) para mandar o seu Arcanjo, o belo Haniel à mim. Eu iria então pedir humildemente que Haniel mandasse a legião angélica de Netzach, os Elohim, à mim, e então pediria a Haniel, o anjo de Vênus, que me mandasse Hagiel, a Inteligência (ou bom espírito) de Vênus. Eu iria então comandar Hagiel que me ajudasse a intimar Kedemel ante a minha presença. Esse tempo todo é muito longo, mas tem um propósito. Ele permite que uma força mágica e psicológica maior seja gerada e também assegura que a minha evocação não irá interferir na "balança" do universo, garantindo o meu próprio bem-estar psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há atalhos na evocação. Alguns dos rituais são muito perturbantes para a mente humana, envolvendo até mesmo o sacrifício de um animal. Deve ser lembrado, entretanto, que quando os ritos mágicos foram desenvolvidos, os sacrifícios de sangue eram parte da religião. O Antigo Testamento requer dos seguidores de Deus que eles expiem seus pecados, como mostrado no Pentateuco. Se você está planejando evocar uma força demoníaca, planeje encarar os demônios da sua própria humanidade, incluindo o fato desagradável de que a vida alimenta a morte e se você deseja vida, mesmo que temporária, a algum aspecto da sua mente dentro do Triângulo, ele deve ser alimentado. Certamente, o incenso pode ser usado, mas com um efeito mais pobre. Idealmente, o sangue do magista deve ser usado, pois este sacrifício é dado de livre e espontânea vontade e, portanto, gera muito poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não vou detalhar mais o tópico da evocação aqui; muitos livros hoje descrevem os métodos e rituais desta prática. As pessoas interessadas podem consultar As Clavículas de Salomão, o Legemeton, o Livro da Magia Sagrada de Abra-Melin, o Mago e muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: The Cavern of the Gods &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.darksites.com/souls/pagan/abiegnus/invevo.htm"&gt;DarkSites&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76008292?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76008292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76008292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76008292' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-76008231</id><published>2002-04-30T15:25:00.000-03:00</published><updated>2002-04-30T15:25:18.863-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Introdução à Wicca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Versão 2 - Revisada e Ampliada&lt;br /&gt;Por &lt;a href="mailto:quiron@visualbyte.com.br"&gt;Quíron&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento da Wicca no Brasil e no mundo tem sido muito acelerado desde o seu surgimento em meados do século XX, pelas mãos de Gerald Gardner, principalmente, contando com a preciosa parceria de Doreen Valiente. Infelizmente, tem-se passado muitas informações incorretas sobre essa religião. Este artigo pretende expor de forma sucinta, porém não superficial, o que é a Wicca. Pretende-se mostrar que a Wicca é simples, porém não simplista, e mais do que apenas um sistema de magia ou uma religião profunda, todo um modo de pensar, sentir e viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o texto é grande, para facilitar, ele foi divido 8 em partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.O Que É Wicca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.No Que Acreditam Os Wiccans?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.O Culto à Natureza e a Questão Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Sexualidade na Wicca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.Os Ritos Mágico-religiosos da Wicca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.Magia na Wicca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.A Estrutura da Wicca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.O Chamado da Deusa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.O que é Wicca?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos definir Wicca como uma religião pagã moderna sincrética. Mas o que vem a ser isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como religião, seu objetivo é religar os seus praticantes ao divino. Muitas vezes há medo das pessoas em se falar de religião, pois logo vem a idéia de um sistema dogmático que serve para a dominação da massa e para o castramento intelectual e espiritual dos seus praticantes. Infelizmente, muitas religiões que surgiram com a proposta de religar o homem ao divino incorreram neste erro. A Wicca pretende se manter fiel ao objetivo real de uma religião, que é realmente este religare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pagã, isso quer dizer que é uma manifestação religiosa centrada na Terra e seu culto. Pelo que lemos na filosofia, vemos que na história do mundo ocidental se destacaram principalmente duas visões de mundo: teocentrismo a primeira instância e a antropocentrismo a segunda. No teocentrismo, como indica o nome, tudo gira em torno de Deus, toda a vida se organiza em sua função. Levada ao extremo, essa visão acaba causando uma certa alienação do indivíduo de si mesmo. Em reação a isso, surgiu o antropocentrismo, que retira Deus do centro de tudo e coloca o Ser Humano em seu lugar. Uma idéia bem mais interessante, porém também apresenta os seus limites. Sendo o Homem o que há de mais importante, o mundo torna-se algo "menor" e seu servo. Com isso, surge o que vemos hoje: o aniquilamento acelerado de toda a Natureza e da Vida. Em reação a essas duas idéias, no paganismo tomamos uma visão de mundo ecocêntrica: centrada da Terra. A Terra é o mais importante. O Homem é apenas um dos seus componentes, não sendo superior ou inferior ao resto, mas sim, igual, pois todos temos o nosso lugar neste planeta. Como vemos as divindades na própria Terra, o culto aos Deuses é o culto à Natureza. Além da Wicca, há muitas outras religiões pagãs no mundo, várias delas em franco crescimento atualmente, tais como o Druidismo, o Xamanismo, a Bruxaria Tradicional e o Ásatrú, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como moderna, quer-se dizer que ela é uma adaptação aos novos tempos de uma religião pagã mais antiga do que ela, a Bruxaria. Sim, a Bruxaria, que foi tão mal interpretada e perseguida por séculos e séculos de dominação judaico-cristã e uma "Santa" Inquisição, que levaram ao aniquilamento de tantas culturas e à morte de milhões de seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sincrética, diz-se que a Wicca não é Bruxaria na sua forma mais pura, mas que ela incorporou em si elementos de outras tradições. Quando Gerald Gardner criou a Wicca, ele usou como base o que diz ter aprendido de uma linhagem tradicional da Bruxaria em que foi iniciado num coven chamado New Forest por uma bruxa chamada Old Doroth. A essa base, adicionou uma simplificação sistema de Magia Cerimonial da ordem mágica da qual era membro, a O.T.O (Ordo Templi Orientis), sistema este desenvolvido a partir dos rituais de uma outra ordem, a Hermetic Order of the Golden Dawn (Ordem Hermética da Aurora Dourada), e algumas idéias thelêmicas de Aleister Crowley, "manda-chuva" da O.T.O, a quem ele muito admirava. Obviamente, Gardner também se utilizou de todo o seu conhecimento de maçonaria (ele era Maçon), teosofia, religiões orientais, européias antigas e africanas e folclore (era folclorista amador).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pagãos mais puristas condenam esse tipo de sincretismo. Mas, se formos olhar hoje para o mundo contemporâneo, veremos que a tendência mundial - religiosa, política, filosófica etc - é o sincretismo. As muralhas do separatismo estão caindo pouco a pouco e a Humanidade vai lentamente percebendo que fazemos parte todos de uma grande família. O sincretismo se estabelece como um caminho adaptado à contemporaneidade. Mas claro que o purismo não está descartado. Há pessoas que simplesmente preferem caminhos mais puristas, como o Druidismo e o Ásatrú. São caminhos válidos, como também é o da Wicca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.No Que Acreditam os Wiccans?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;OS DEUSES&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, falaremos dos Deuses. Com poucas exceções, como o Budismo, é impossível falar de religião sem falar de alguma espécie de Divindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Wicca acredita-se em duas divindades básicas: A Grande Deusa e o Deus Cornífero. A Grande Deusa é a Criadora de Tudo. Foi ela quem criou o Universo e o próprio Deus é de sua Criação. Ela é a Incriada, a que tudo precede, a energia primordial. É Yin, de aspecto negativo (sem as qualidades morais que normalmente damos a essa palavra), feminina e ligada à Terra. O culto da Wicca é centrada na Deusa justamente por causa dessa sua ligação com a Terra. Afinal, a Terra é a própria Deusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é representada pela lua e desse modo se manifesta de três diferentes formas, sendo chamada então de Deusa Tríplice. Na lua nova/crescente, a Deusa é a Donzela. Na lua cheia, Ela é a Mãe. Na lua minguante, a Anciã. Esses são os seus três diferentes aspectos. Mas há um quarto aspecto também... Nos três últimos dias de lua minguante, a Lua não pode ser vista no Céu. A Deusa se recolhe nesse tempo e o passa com o Deus Cornífero no Reino da Morte (que não é vista de modo negativo na Wicca). É o seu aspecto invisível, portanto, a de Deusa Negra, a sua face oculta e terrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;A Donzela&lt;/u&gt;: Esse é o aspecto virginal da Deusa. A cada dia dessa fase, a Deusa cresce e fica mais forte até atingir o plenilúnio, em que ela se converte para o aspecto de Mãe, explicado mais adiante. Ela é cheia de energia, pura e independente. Ela está descobrindo o mundo, testando seus limites. A Donzela se maravilha com a Existência que Ela acaba de descobrir. Nessa face, a Deusa muitas vezes é identificada como uma Caçadora. Duas Deusas que representam bem esse aspectos são Blodeuwedd – celta – e Perséfone - grega/romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;A Mãe&lt;/u&gt;: No plenilúnio (primeira noite de lua cheia), a Deusa está em seu período de mais poder. Nessa fase, a Deusa já menstrua e é capaz de dar vida a novos seres. Do seu ventre tudo surgiu, para o seu ventre tudo voltará. Ela é uma provedora e por isso é relacionada à terra, à colheita e tudo o que nos alimenta. É Aquela que acalenta os seus filhos no colo, que é toda Amor. A Mãe é que dá a luz ao Deus Cornífero, seu filho, que ao crescer se tornará seu Consorte. Uma Deusa grega que a representa é Deméter. Uma celta é Dannu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;A Anciã&lt;/u&gt;: Após o primeiro dia de lua cheia, a Deusa começa a perder poder. Todo auge é o começo de um declínio. Assim, a Deusa vai declinando até a última noite de lua cheia. Na lua minguante ela é a Anciã. Nessa face, a Deusa já perdeu o viço da juventude. Não é mais tão graciosa, não possui a mesma energia de antes. Mas é aquela que tem experiência e sabedoria. Por isso, é também chamada de A Velha Sábia. Ela é Senhora da Morte, a Ceifadeira. A Anciã não tem piedade em ceifar o que já está obsoleto e desgastado. Assim, ela pode parecer uma face temível, mas é absolutamente necessária: é através do fim do velho que o novo pode aparecer. No panteão celta ela é Ceridwen. No grego, Hécate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;u&gt;A Deusa Negra&lt;/u&gt;: Essa face da Deusa é praticamente um complemento da Anciã. É a face oculta da Deusa e a maioria das deusas que podem representar a Anciã, podem também representar a Deusa Negra, tais como Hécate e Ceridwen. Algumas deusas que representam bem a Deusa Negra, mas não tão bem a Anciã, são Morrigham (celta), Nyx (Grega) e Bast (Egípcia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;O Deus Cornífero&lt;/u&gt;: Ao contrário da Deusa, não é incriado. Como já dito, Ele é filho da Deusa Mãe. Ao crescer, se torna seu Consorte. Com o tempo, fica doente e morre. Mas, como já a engravidou, renasce do Seu ventre. Essa é a base do mito da Roda do Ano, que será explicado mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um detalhe interessante a se notar é o paralelo entre a Deusa ser Incriada e o Deus não e uma descoberta da biologia. Até o terceiro mês de gravidez, todo feto é feminino. Apenas a partir do quarto mês é que mais ou menos metade dos fetos passa a se masculinizar para nascer homem ao invés de mulher. Assim vemos, que os homens vêm das mulheres, da mesma forma que o Deus vem da Deusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo modo que a Deusa é representada pela lua, o Deus é representado pelo Sol. Tendo nascido da escuridão do ventre Dela, Ele é a luz que surge. É um Deus de alegria, o Condutor da Dança do Êxtase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É chamado de Deus Cornífero, Deus-de-Chifres, Deus Astado, Deus Galhado, Chifrudo ou Cornudo, pois possui longos chifres na sua cabeça. Longe de serem associados ao mal pela Wicca, os seus chifres representam a força, a coragem e a virilidade. Diversos dos animais mais viris são ornados por chifres. E por isso o Deus também os tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, ele também é representado como tendo patas de bode. Novamente, isso não representa o mal, mas a sua ligação com os animais. Afinal, ele é o Deus dos Bosques, que corre entre os gamos. É também um Deus da Caça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No panteão celta, o Deus Cornífero costuma ser representado por Cernunnos. No grego, por Pan ou Dioniso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Deus nasce e morre. Sendo assim, ele é tanto o Deus da Vida, quanto Senhor dos Portais da Morte. A sua mortalidade e seu renascimento pode ser visto todo dia com o nascer e o pôr-do-sol. Esse ciclo também pode ser verificado com a mudanças das estações climáticas. Isso será visto quando falarmos da Roda do Ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cristianismo, quando se deparou com povos pagãos que adoravam o Deus Cornífero, optou por associá-lo ao Diabo. Assim, haveria uma boa desculpa para dizimar essas culturas, aumentando o poderio da religião cristã. É muito importante que se tire essa imagem maligna do Deus Cornífero. Nós, bruxos, não o vemos e não o cultuamos dessa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma questão que muitas vezes se levanta na Wicca é se a Deusa é mais importante do que o Deus. Muitas brigas entre wiccans já nasceram a partir desse tema. O que se pode dizer é que é uma discussão inócua. A Deusa e o Deus são de igual importância na Wicca. O fato é que a Deusa é Yin e, portanto, ligada à Terra. Assim, desde que a Wicca é uma religião ecocêntrica, é natural que seja centrada na Deusa. Mas isso não quer dizer que o Deus seja menos importante. Ele é apenas menos presente nessa religião, ainda que de suma importância. O Deus é o sol. E pode-se imaginar vida sem Ele? Obviamente não. As duas divindades básicas da Wicca são complementares. Não há hierarquia entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, há segmentos da Wicca que honram apenas a Deusa, ou ela acima do Deus. Mas isso não deveria gerar um conflito com aqueles que discordam dessa visão. A Wicca não é uma religião dogmática e admite várias interpretações sobre a sua teologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala nessas duas divindades básicas, logo se deve imaginar que há outras também. E isto está correto. Na Wicca se acredita numa infinitude de Deusas e Deuses. Mas todas essas Deusas e todos esses Deuses são aspectos diferentes da Grande Deusa e do Deus Cornífero. Não são entidades separadas Deles. O Casal Divino as contém. Assim, quando falamos na Deusa Brighid, estamos falando em uma das faces da Grande Deusa. Quando falamos em Dioníso, falamos em uma das faces do Deus Cornífero. Por isso dizemos que "todas as deusas são uma Deusa e todos os deuses são um Deus."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O wiccan é livre para cultuar os Deuses do panteão com o qual sentir melhor afinidade. Usualmente, os preferidos são os Deuses do panteão celta - tais como Brighid, Cernunnos, Morrigan, Dagda e Dannu – e os greco-romanos – tais como Deméter, Dioníso, Pan e Afrodite. Mas pode-se cultuar quaisquer outros Deuses: Egípcios, indígenas, africanos (os Orixás), sumérios, nórdicos, etruscos, maias, havaianos etc. É comum o wiccan escolher um determinado panteão para cultuar. Mas pode-se também cultuar todos, alternadamente. Apenas aconselha-se que em um mesmo ritual não se cultue Deuses de panteões diferentes, pois o conflito de egrégoras pode ser forte. Observando-se esse detalhe, faça como achar melhor, pois todos os Deuses são Deuses da Wicca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão comum para aqueles que se interessam pela Wicca e por outros ramos do paganismo é: Os Deuses existem? Para a surpresa de muitos a resposta é simples: sim, eles existem! Mas é preciso compreender direito o modo como vemos os Deuses. Peguemos, por exemplo, o Deus Pan. Será que realmente existe uma entidade meio animal, meio humana, com patas, barba e chifres de bode, que toca flauta pelos bosques? A resposta é óbvia: não! Essa imagem do Deus Pan é um representação de uma entidade REAL, CONSCIENTE, mas sem forma definida. Todas as imagens de Deuses são antropomorfizações de entidades reais que cumprem um papel da Natureza. Como essas entidades na sua realidade íntima são muito abstratas, os povos antigos criaram modos de representá-las que usamos até hoje. As imagens dos Deuses são vestes que damos a certas entidades para que possamos nos aproximar mais facilmente delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que são essas entidades, os Deuses? São as forças do Universo. A força do trovão foi bem representada por Thor e Zeus. O Amor, em seus diferentes aspectos, por Eros, Afrodite e Angus. Hades representa a Morte e por aí vai. O antropomorfismo é preciso ser bem compreendido. Não é uma manifestação religiosa primitiva, como tantos acreditam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;O UNO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis um ponto controverso da Wicca: o Uno. Para alguns wiccans, ele seria o verdadeiro incriado (e não a Deusa). Dele surgiriam a polaridade Deusa/Deus. O Uno conteria os dois gêneros (masculino e feminino) em si, seria transcendente, não podendo ser definido, compreendido ou representado. Desse modo, o Uno se assemelharia muito à idéia do Tao, indefinível. A Deusa seria Yin e o Deus seria Yang.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros nomes comumente dados ao Uno são: Eterno, O Incriado, O TODO, O Grande Espírito e Awen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nem todos os wiccans acreditam nele e a idéia do Uno não é uma idéia original na Wicca. Ela foi adicionada posteriormente por alguns praticantes, como, por exemplo, Scott Cunningham. Essa teoria é corroborada pelo hermetismo, segundo o qual existe O TODO, que ao mesmo tempo que criou tudo o que existe, É tudo o que existe. E pelas teorias herméticas, tudo no mundo se manifesta ou em gênero feminino ou em gênero masculino. Teríamos aí, então, a Deusa e o Deus. Essa teoria também pode ser corroborada pelo rosa-crucianismo e a sua idéia de Alma do Mundo, assim como pela Teosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos wiccans acreditam que o Uno é a própria Deusa em seu aspecto primordial, de Incriada, de antes de ter criado o Universo e o Deus. Essa é uma visão típica da tradição diânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como wiccans, todos são livres para acreditar no Uno ou não e na maioria das vezes essa crença não interfere de forma prática na Wicca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;OS GUARDIÃES&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses são seres muito importantes, ligados aos quatro ventos e aos quatro pontos cardeais: norte, sul, leste e oeste. Possuem também ligação com os quatro elementos (fogo, água, terra e ar) e com as estrelas Aldebaran (leste, assinalando o equinócio de primavera), Regulus (sul, assinalando o solstício de verão), Antares (oeste, assinalando o equinócio de outono) e Fomalhaut (norte, assinalando o solstício de inverno). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os construtores dos mundos e os que nos guiam de um mundo a outro em jornadas espirituais (a mesma opinião dos xamãs andinos). Sempre são invocados nos rituais, para o protegerem e testemunharem. Eles são considerados por alguns como Senhores do Carma (idéia apoiada pela Teosofia), os que registram todos os atos que ocorrem na vida de cada um e que encaminham o carma pessoal para cada indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem também relacionados com os deuses romanos dos quatro ventos - Bóreas (Norte), Apeliotes (Leste), Noto (Sul) e Zéfiro (Oeste); aos quatro arcanjos da Cabala – Rafael (Leste), Gabriel (Oeste), Micael (Sul) e Uriel (Norte), aos anjos caídos do Livro de Enoch e também a muitos deuses dos quatro quadrantes presentes em diversas mitologias do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;A IMANÊNCIA, A LIGAÇÃO E A COMUNIDADE&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com uma importante autora wiccan, Starhawk, em seu livro A Dança Cósmica das Feiticeiras, "os três princípios essenciais da religião da Deusa são a imanência, a ligação e a comunidade". Baseado no que Starhawk diz, explico abaixo o que significam esses conceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;u&gt;A IMANÊNCIA&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Significa que os Deuses estão manifestados em tudo o que vive. Eles não são deidades distantes, transcendentes, como o Deus cristão. Os Deuses estão nas rochas, nas plantas, nos animais, nos seres humanos. Eles estão na Natureza e dentro de nós, pois fazemos também parte da Natureza. Nós mesmos somos Deuses. Daí vem o ditado que diz: "Tudo é bendito, pois tudo procede dos Deuses." Vê-se que a Wicca é uma religião de Alegria, de Amor e Êxtase. Wiccans não vêem a vida material como algo pecaminoso e sujo, como vêem os cristãos. A vida não é sofrimento, como acreditam os budistas. É alegria! É amor! É sagrada! Não temos do que sermos salvos, ao contrário, nascemos abençoados pela Deusa. Eis o porque de haver a Lei Máxima: "A Lei é o Amor, Amor em Liberdade e Harmonia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;A LIGAÇÃO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Humanidade acostumou-se a ver o mundo como se fosse um grande pote em que foram jogados diversos "trecos" que nada têm a ver uns com os outros. Os Seres Humanos em geral vêem tudo como entes separados. Isso vem principalmente desde a popularização do pensamento cartesiano de Descartes. Com seu método analítico, Descartes nos diz que para conhecermos um objeto de estudo temos que separá-lo em suas partes mínimas e estudá-las uma a uma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filósofo não estava de todo errado. Mas ele não percebeu que ao dividirmos um objeto em diversas partes, podemos nos apegar a essas partes e nos esquecer do objeto como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como reação a esse pensamento, temos o conceito de ligação. Conceito este que sempre foi muito usual nos povos ligados à terra, os povos pagãos, como os celtas. É um conceito ainda corrente entre os povos indígenas e hoje vem encontrando muitos adeptos entre filósofos, pensadores, ecologistas e cientistas (como Fritjop Capra, autor de A Teia da Vida, que trata justamente deste assunto). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento analítico de Descartes é típico do antropocentrismo, enquanto que o pensamento do conceito de ligação (também conhecimento contemporaneamente como sistêmico) é típico do pensamento ecocêntrico das religiões pagãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo, mas o que é, afinal, o conceito de ligação? É o que diz que nada no Universo está separado do todo. Tudo está interligado e tudo é interdependente. Todo ato que nós fazemos afeta a vida de todo o planeta. Nossa responsabilidade se estende a todos os seres do mundo, pois nossos atos se estendem a eles também. É como se vivêssemos numa Grande Teia, a Teia da Vida. Ao se balançar um único fio, todos os outros também balançam. E temos o dever de fazer com que esse balanço seja harmônico. Para isso, devemos sempre estar atentos de seguir a nossa única regra moral, o Dogma da Arte, também chamado de Conselho Wiccano: "Faça o que quiser, desde que não faça mal a nada nem a ninguém."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;COMUNIDADE&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foi dito acima, vivemos todos na mesma Grande Teia. Sendo assim, ninguém, por mais que queira, vive isolado do resto do mundo. Vivemos inseridos num contexto e ligados a ele. Isso inclui não só as pessoas, como toda a Natureza – os animais, as plantas, as rochas, os ventos, os mares, rios, matas etc. A comunidade inclui toda a Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o objetivo da Wicca não é a salvação individual de cada pessoa. Ela inclui toda essa comunidade que nos diz respeito, todo o mundo. Ao se tornar um wiccan, floresce a consciência de que vivemos dentro de um todo e somos responsáveis por ele. A salvação almejada pela nossa religião – se for apropriado usarmos o termo "salvação" – é de todo o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa mentalidade estimulada pela Wicca é muito importante. Vivemos em mundo assolado pelo individualismo, pelo combate de todos contra todos, pobreza, dizimação da natureza, entre outras catástrofes. E são poucos aqueles que se dão conta da magnitude desses problemas. Não é mais possível manter o mundo como está. É preciso que a consciência da humanidade mude e se adapte às novas necessidades, que são de união, de confraternização, de ajuda mútua, de preocupação com o meio em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;VIDA APÓS A MORTE E REENCARNAÇÃO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, os wiccans acreditam em reencarnação. Acreditam que nossos espíritos são imortais e que a morte não os afeta. Pois a morte de verdade não existe. É algo que foi inventado pelos seres humanos por causa da sua incompreensão do fenômeno da desencarnação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Wicca, depois que morremos, vamos para o que se denominou de O País do Verão, um termo retirado da Teosofia (doutrina iniciática amplamente divulgada no século XIX por Helena Petrovna Blavatsky). O País do Verão é aonde permanecemos até que seja hora de reencarnarmos. Lá, tudo o que necessitamos nos é provido, não se passa necessidade. É uma terra de descanso. O tempo que temos lá pode ser aproveitado como quisermos. O ideal seria refletir sobre o tempo que passamos encarnados, o que fizemos nesse tempo, como o aproveitamos e como poderemos aproveitar melhor a nossa próxima encarnação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerald Gardner era reencarnacionista e, por isso, ao fundar a Wicca, fez da reencarnação parte dessa religião. Mas nem todos os wiccans acreditam em reencarnação. E bruxos de ramos mais tradicionais da bruxaria também não costumam acreditar. Muitos acham que ao morrer nos dissolvemos no Universo. Nossa energia seria então aproveitada por outros seres. Partes de nós poderiam ir para as plantas, animais, minerais etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que acreditam na reencarnação, em geral não corroboram o pensamento de que estamos aqui para pagar por "pecados" cometidos em outras vidas. A nossa vida é uma dádiva dos Deuses e não sofrimento. Pela Lei Tríplice, tudo o que fazemos de bom ou de mau volta a nós multiplicado por três ainda nesta encarnação. "Aqui se fez, aqui se paga."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo-se um adendo sobre a Lei Tríplice, que é uma das regras mais importantes da Wicca: o número 3 é visto por alguns wiccans de forma simbólica. Segundo esses wiccans, o que fazemos não volta realmente multiplicado por três, volta na mesma proporção. O fato de se dizer que volta triplicado se deveria, portanto, à tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doreen Valiente, que ajudou Gardner a criar a Wicca e escreveu vários textos importantes dessa religião, como o Chamado da Deusa, falou sobre essa questão. Segundo ela, Gardner criou a Lei Tríplice de uma forma mais simbólica, valendo-se da importância do número 3 na cosmologia celta, e muitos acabaram tomando-a muito ao pé da letra. Valiente afirma que não faz sentido haver uma lei de retorno especial para bruxas e bruxos e outra para o resto do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;O VITALISMO, OS ELEMENTOS E OS ELEMENTAIS&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pensamento wiccano, tudo o que existe está vivo. Não apenas o reino vegetal e animal (e humano), mas também o mineral. A terra é viva, os ventos são vivos, o fogo é vivo. Há vida na Terra, no Sol, na Lua, nas Estrelas. A morte é apenas um estado, não é algo real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao falarmos no vitalismo é importante falarmos nos elementos. A teoria dos quatro elementos foi tirada da cosmologia grega (e, principalmente, do pitagorismo), mas que também é encontrada na cosmologia de outros povos. Nessa cosmologia se acreditava que tudo o que existe no mundo material é formado por quatro elementos - terra, fogo, água e ar – em diferentes proporções. A terra seria o elemento mais denso e o fogo elemento mais sutil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que quando se fala em terra, fogo, água e ar, não estamos falando da terra real, do fogo real, da água real e do ar real. Essas palavras são usadas como símbolos que dão uma boa idéia de como são os elementos de verdade. Assim, o fogo elemental se correlaciona ao fogo "vulgar", a terra elemental, da terra "vulgar" etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Wicca, trabalha-se com os quatro elementos. Como somos formados por eles, é importante harmonizá-los em nosso ser. Para isso, há práticas específicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há seres relacionados aos quatro elementos, que chamamos de elementais. São entidades que moram nos reinos elementais. Os gnomos moram no reino elemental da terra. Os silfos, no reino elemental do ar. As salamandras, no do fogo. E as ondinas no da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses seres são também chamados de espíritos da natureza. Eles auxiliam os processos naturais. Por exemplo, uma árvore cresce porque os elementais as ajudam a crescer. Em troca, os elementais se alimentam dos produtos desses processos naturais. As salamandras se alimentam do fogo, seja a chama de uma vela, seja um incêndio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na magia Wicca, os elementais são chamados para prestar ajuda. E eles ajudam mesmo! Mas em troca deve-se sempre tratá-los com respeito e amor. Eles não são nossos escravos. São nossos companheiros. E se os tratarmos mal, eles podem inclusive se voltar contra a gente (como muitos seres humanos também fariam!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é um ponto importante a se reforçar quando falamos de Wicca. Como os wiccans assumem uma visão ecocêntrica de mundo, nessa religião não há superioridade do homem sobre outros seres. Não somos superiores aos elementais, aos animais ou a qualquer outro ser. Cada ser ocupa o seu espaço no mundo e cumpre a sua função. Estamos aqui para viver a nossa vida e cumprir a nossa função e não para reinar sobre a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3.O Culto à Natureza e a Questão Ambiental&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que se adota uma visão ecocêntrica do mundo e que se vê os deuses como imanentes, o culto à Natureza é um aspecto da maior importância na Wicca. Ser bruxo significa principalmente estar em comunhão com os reinos naturais. Significa termos intimidade com as plantas, os animais, as pedras, os ventos, a chuva e tudo o mais que faz parte da Natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem dito civilizado se afastou da Natureza e passou a viver num meio artificial. Não há como haver felicidade plena se estamos desterrados do nosso lar. Desse modo, nos realinharmos com os ciclos naturais da terra é muito importante. Por isso, nosso culto aos Deuses segue as fases da lua e o deslocamento da terra em relação ao sol, que causa a mudança das estações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre bom lembrar que a Natureza pode muito bem viver sem o ser humano, mas o ser humano nunca poderá viver sem a Natureza. Infelizmente, ainda são poucos que percebem isso. A devastação das florestas, a poluição das águas, o buraco na camada de ozônio, a mineração indiscriminada etc, estão matando o planeta. Tudo o que a Deusa levou milhões de anos para formar, está sendo destruído em poucos séculos pelo ser humano. A Humanidades está se suicidando rapidamente e levando o resto do planeta com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dever de todo wiccan se preocupar com a questão ambiental. De nada adianta realizarmos todos os rituais religiosos que temos se não criarmos a consciência da importância desta questão. Não basta se dizer wiccan, deve-se viver como um. Afinal, a Wicca é muito mais do que um sistema de magia - é uma religião e um modo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está ainda faltando muito desse engajamento ambiental entre os wiccans no Brasil. Infelizmente, são poucos os que fazem algo de efetivo por essa luta. Os wiccans deveriam exigir mais esforço dos nossos representantes políticos na questão ambiental. Na Internet é muito fácil achar e-mails dos políticos eleitos e assim escrever a eles mostrando a nossa indignação e dando as nossas sugestões. É fácil também se afiliar a uma organização de proteção da Natureza, tais como a WWF e o Greenpeace, entre outras. Também na Internet pode-se encontrar informações sobre o assunto. É apenas questão de procurar, de se interessar. Também é possível realizar-se ritos mágicos com a finalidade de preservar a Natureza. Nos seus esbás, faça um pedido aos Deuses, faça um feitiço com o intuito de ampliar a consciência das pessoas. Mas lembre-se sempre de ampliar a sua própria consciência. Todos nós devemos dar o exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca não deve ser uma religião passiva em relação à questão ambiental. Deve ser uma religião de ação. Lembremos que vivemos todos na mesma Grande Teia e que cada fio que balança influi nos outros fios e, assim, temos o dever da fazê-los todos vibrar em harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4.A Sexualidade na Wicca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos por um longo período de patriarcalismo no mundo. O homem passou a ser visto como o sexo forte - o dominador - e a mulher como o sexo frágil - a dominada. Pelo patriarcalismo, criou-se apenas dois tipos de mulheres: a santa e a puta. E também criou-se apenas dois tipos de homens: a bicha e o machão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comportamento correto ditado para o patriarcalismo variava de sexo para sexo. A mulher deveria ser a santa, que se submete ao seu marido, não dá opinião sobre os "assuntos de homem", que são todos aqueles que não dizem respeito aos assuntos domésticos. Por sua vez, o homem deveria ser sempre o machão. Aquele que manda, que sustenta a casa, que sabe o que é bom para si mesmo e para a sua esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro desse sistema, foi criada a imagem de que o sexo é sujo. Afinal, foi ele que levou à queda de Adão e Eva do Paraíso. Então, o sexo só deveria ser feito dentro do casamento e ainda assim apenas com o objetivo de procriação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa visão dos papéis do homem e da mulher e do sexo é estática e tacanha. Já vemos no mundo como esse sistema se tornou obsoleto. O feminismo surgiu como uma reação ao patriarcalismo, para que se colocassem as coisas em ordem e se acabasse com essa dominação da mulher pelo homem e esse ascetismo tão castrador e prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca no final da década de 60 passa a ser influenciada pelo feminismo (embora ainda hajam muitos wiccans que não sejam feministas, mas respeitam o equilíbrio mulher-homem). Se estabelece então como uma religião que combate os valores patriarcais e procura instaurar novos valores, mais igualitários e adaptados aos novos tempos. O homem e a mulher passam a ser vistos como iguais e complementares. Um não é mais importante do que o outro. A mulher ganha o seu devido respeito. O homem deixa de ser a grande autoridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os papéis dos dois gêneros passa a ser mais flexível. A mulher não precisa mais escolher entre ser a santa ou a puta e o homem entre a bicha e o machão. Agora, o homem e a mulher podem escolher ser como quiserem. Podem pensar, sentir, agir como bem escolherem. Afinal, é o que nos diz o Dogma da Arte: "Faça o que quiser, desde que não faça mal a nada nem ninguém." Longe de ser uma religião castradora, a Wicca é uma religião libertária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo também passa a ganhar mais flexibilidade. Deixa de ser visto como sujo e pecaminoso para se tornar sagrado. As pessoas agora têm o direito de acharem o sexo algo bom, essencial, prazeroso, com diversas funções além da reprodutiva. Não se deve esconder o sexo. Deve-se lidar com ele em liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz parte da flexibilidade do papel do homem, da mulher e do sexo, a garantia do direito à homossexualidade. A Deusa celebra a diversidade e por isso não condena quem escapa dos padrões mais comum de sexualidade. Se o sexo cumpre outras funções, além da reprodutiva, como condenar a homossexualidade? Todos os seres humanos têm direito ao Amor, independente da sua opção sexual. Por isso, na Wicca inclusive se realiza entre homossexuais o casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nudez também não é mais algo com o que devemos nos envergonhar. O corpo não é sujo. Afinal, o material deve ser tão valorizado quanto o espiritual. A válvula de escape do patriarcalismo em relação à proibição do sexo e da nudez foi a pornografia, aquela forma bruta de se expor a sexualidade. Na Wicca a pornografia passa a ser substituída pelo erotismo, uma forma mais natural e respeitosa de se mostrar o corpo e o sexo, sem nem banalizá-lo nem escondê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos wiccans realizam seus ritos "vestidos de céu", isto é, nus. A nudez é o símbolo da pureza e da liberdade. O símbolo de que não nos escondemos atrás de máscara alguma. Nos mostramos como realmente somos. É um ato de entrega. Não há barreira entre o ser humano, o mundo e o Divino. É o que a nudez ritual nos diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a nudez não é obrigação, é uma opção. É muito comum os wiccans realizarem seus ritos solitários – ou ao lado da pessoa amada – em nudez. São poucos os que o fazem em rituais em grupo. Normalmente, nesses rituais, os wiccans preferem vestir as suas túnicas. Infelizmente, ainda temos muita influência patriarcal e judaico-cristã incutida na nossa mente. Mas é importante termos consciência de que abraçar uma nova religião é adotar um novo corpo de valores, diferente dos valores que nos são impostos pela sociedade. Vencer o medo da nudez faz parte de abraçar a religião Wicca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em rituais grupais, a nudez mostra que não só nos mostramos sem máscaras e em liberdade para o Deuses, como também para os nossos companheiros de fé. Que nos entregamos a eles sem medo. Que estamos em "Perfeito Amor e Perfeita Confiança", o que deve ser o lema de todo grupo wiccan – o Coven – deve adotar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hora agora de se abordar uma questão mais delicada dentro desse tema: o sexo ritual. Sexo ritual é aquele feito entre dois wiccans em um ritual, normalmente um esbá. A finalidade é representar a união da Deusa e do Deus. Pode haver também finalidade mágicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo ritual está longe de representar a libertinagem. Não se faz sexo ritual entre duas pessoas completamente desconhecidas. Os parceiros são sempre cuidadosamente escolhidos e devem ter intimidade e cumplicidade um com o outro. Conseqüentemente, não há orgias em rituais de Wicca. É importante frisar isso, pois mentes tacanhas e preconceituosas podem fazer tal acusação (e o fazem). O sexo ritual é sempre um ato íntimo entre duas, com um objetivo sagrado. Wicca é coisa séria e não desculpa para trepadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo ritual na Wicca é chamado de Grande Rito. Nem todos os wiccans realizam o Grande Rito. Em sua substituição, surgiu o Grande Rito simbólico. Nele, a sacerdotisa ergue o cálice, símbolo do ventre da Deusa, e o sacerdote introduz nele o athame (punhal ritual), símbolo do falo do Deus Cornífero. O união dos Deuses é representada perfeitamente por esse rito, um ato de muito poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5.Os Ritos Mágico-Religiosos da Wicca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;OS ESBÁS&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os esbás são os rituais que seguem o curso da lua e da Deusa. Portanto, devem ser sempre observados pelo wiccan. O esbá deve ser feito na primeira noite de lua cheia – o plenilúnio – momento em que a Deusa se mostra a nós na sua face de Mãe, a Grande Deusa, Criadora de Tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumidamente, o esbá ocorre da seguinte forma: e traçado o círculo mágico, em que o wiccan demarca a área no qual o ritual se dará, formando uma barreira entre esse local e o resto do ambiente, de modo a afastar energias perniciosas e conter o Poder dentro dele. Após traçar o círculo, segue-se a invocação dos guardiões. Então, invocam-se a Deusa e o Deus (ou apenas a Deusa, se o wiccan preferir trabalhar apenas com Ela). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a invocação acontece algum ritual de adoração dos Deuses, para que se entre em comunhão com eles. Então, vem a hora de se trabalhar a magia, se necessário. É a hora de se fazer os feitiços que o wiccan estiver precisando fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, se realiza o Grande Rito e então é a hora do Bolos e Vinhos. É a parte em que se consagra o pão e o vinho para depois consumi-los. Um pouco do pão e do vinho sempre é jogado no chão (ou no caldeirão, caso o ritual se dê em ambiente fechado) em oferenda aos Deuses. Se o ritual for em grupo, essa é a hora da confraternização entre os participantes, a hora da descontração e da conversa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o Bolos e Vinhos, é a hora de se concluir o ritual. Primeiro se agradece aos Deuses pela Sua e depois os guardiões são dispensados. Então se abre o círculo, para que a sua energia volte ao Infinito e não permaneça no local. O esbá está concluído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os esbás da lua cheia são obrigatórios. Todo wiccan deve observá-lo. Opcionalmente, pode-se também observar os esbás da lua negra, dedicados à Deusa Negra. Alguns também celebram os sabás da lua crescente e da minguante. Cada fase da lua tem a sua finalidade. E cada feitiço tem a sua fase da lua certa para ser realizado com sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentei aqui um modo bem básico de se fazer um esbá. Mas o modo de fazê-lo varia muito de tradição para tradição da Wicca (mais pra frente veremos o que é uma tradição) e de wiccan para wiccan. Não há regra específica. Mais do que a regra, a intuição e o bom-senso é que são valorizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;OS SABÁS – A RODA DO ANO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sabás são datas muito importantes de serem observadas. Eles representam o deslocamento da Terra em relação ao Sol, a mudança das estações climáticas e o ciclo de vida, morte e renascimento do Deus Cornífero. São oito sabás: quatro menores (solstícios e equinócios) e quatro maiores (datas intermediárias entre os solstícios e equinócios). O sabás menores são: Yule, Ostara, Litha e Mabon. E os sabás maiores são: Imbolc, Beltane, Lughnasadh (também chamado de Lammas) e Samhaim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada sabá tem o seu jeito próprio de ser realizado. E um mesmo sabá pode ser realizado de diversas formas diferentes. Assim como para os esbás, não há regra que governe esses ritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma questão importante a ser discutida sobre esse assunto. Desde que os sabás seguem o ciclo das estações, o mais óbvio seria que as datas dos sabás do hemisfério norte e do hemisfério sul fossem invertidas. Assim, enquanto no norte se estaria comemorando o equinócio de primavera (Ostara), aqui no sul se estaria comemorando o equinócio de outono (Mabon).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nem sempre se faz assim. Há wiccans que preferem não inverter as datas e comemorar, por exemplo, o equinócio de primavera em pleno outono. À primeira vista parece absurdo, mas há uma explicação. Ao se celebrar pelo norte, está-se conectando à egrégora que os festivais do norte foram. É uma egrégora antiquíssima e, por isso, muito forte. Além disso, realizamos os sabás dentro do círculo mágico, ou seja, no "entremundos". Desde que dentro do círculo estamos além dos limites de tempo e espaço, pode-se comemorar o equinócio de primavera no outono sem problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também aqueles que simplesmente não se sentem à vontade com isso e preferem inverter as datas. Esses, ao invés de se conectar à egrégora nortista, preferem se ligar às energias telúricas da terra, comemorando determinado sabá perfeitamente alinhado com a estação do ano. Essa é mais uma questão que deve ser resolvida por cada wiccan. Se o wiccan é mais ritualístico e prefere se ligar a egrégora nortista, que comemore pelo norte. Se é um wiccan mais telúrico, então vai se dar melhor comemorando pelo sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nortistas normalmente também usam o argumento de que as estações no Brasil não são tão bem marcadas como no norte e, por isso, não tem muita importância celebrarmos os sabás em desacordo com as estações. Realmente em certas regiões do Brasil as estações não são tão bem marcadas, mas é sempre possível se notar os sinais de determinada estação na Natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora irei apresentar sucintamente o significado de cada sabá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Yule&lt;/b&gt;: Essa data, que é o menor dia do ano, marca o nascimento do Deus Cornífero. A Deusa é a Mãe e o Deus é uma criança. Ele, que é o sol, nasce para trazer luz ao mundo. No norte é comemorado no dia 21 de Dezembro. No sul, no dia 22 de Junho. Dele se originou o Natal cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Imbolc&lt;/b&gt;: Dedicado à Deusa Brigit, uma das mais importantes deusas celtas. A Deusa já se recuperou do parto e o Deus está mais crescido e forte. É um sabá de purificação e fertilidade. Comemorado no norte em 02 de Fevereiro e em 1 de Agosto no sul. Também chamado de Candlemas, dele surgiu a festa da Candelária no Cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ostara&lt;/b&gt;: Dedicado à Deusa Eoster. É a senhora de fertilidade e seu símbolo é o coelho. É o período de plantio, de renovação. O dia e a noite tem a mesma duração, o que significa que logo a luz vencerá a escuridão. Um ovo colorido é um símbolo desse sabá. Comemorado em 21 de Março (norte) ou 21 de Setembro (sul). A páscoa cristã surgiu desse feriado pagão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Beltane&lt;/b&gt;: O Deus agora é um jovem desejoso, no auge da sua fertilidade e virilidade. Ele se apaixona pela Deusa, um linda Virgem e a conquista. Eles fazem amor, é o momento da sua união. Beltane é o mais sexual dos sabás. Na antigüidade era uma noite de orgias, o que já não acontece mais. No norte se comemora Beltane em 01 de Maio e no sul em 31 de Outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Litha&lt;/b&gt;: Estando o Deus no grau máximo do seu poder, o sol brilha como nunca e esse é o dia mais longo do ano. Todo auge é o começo do declínio e logo o Deus irá ficar doente e se preparar para morrer. É comemorado no dia 21 de Junho (norte) ou 21 de Dezembro (sul).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lughnasadh&lt;/b&gt;: Dedicado ao Deus Sol celta, Lugh. É a época da primeira colheita, em que o sol passa a brilhar menos e as noites passam a ser mais longas. O Deus está doente e sabe que dentro em breve irá morrer. A Deusa se entristece com isso, mas sabe que ela carrega a Sua semente no seu ventre desde Beltane de onde Ele irá renascer. A sua data é o 01 de Agosto no norte e 01 de Fevereiro no sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mabon&lt;/b&gt;: A segunda colheita, data dedicada ao Deus celta Angus, Deus do Amor. Novamente a duração do dia e da noite é a mesma. Sendo o equinócio de Outono, toda a Natureza se recolhe para enfrentar o duro Inverno. Assim como a Natureza, o Deus se recolhe e se prepara para morrer. Comemorado em 21 de Setembro no norte e 21 de Março no sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Samhain&lt;/b&gt;: A terceira colheita. O Deus morre e chega o inverno. É o período sem luz, em que o véu entre os mundos se torna mais tênue, facilitando a comunicação com os mortos. É uma época em que os antepassados são honrados, nunca em conotação de tristeza, mas sempre de saudade e alegria. Essa é uma festa de divertimento, em que o caos impera. É o famoso Dia das Bruxas (Halloween). Comemorado em 31 de Outubro no norte e 01 de Maio no sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E após o Samhain (pronuncia-se "Sauin" ou "Sauain") virá novamente o Yule, o que dará continuidade ao ciclo de vida, morte e renascimento do Deus e da mudança das estações da Natureza. Vemos com a Roda do Ano que o tempo na Wicca não é visto de uma forma linear, como costumamos ver na nossa sociedade pragmática. Ao contrário, é visto de uma forma cíclica. Tudo o que foi, será. Tudo o que será já foi. Presente, passado e futuro são construtos humanos e não realidades perenes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6.A Magia na Wicca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de conhecimento geral que bruxas e bruxos praticam a magia. Embora grande parte das pessoas não acredite que nossos feitiços funcionam, qualquer bruxo irá garantir que sim. E o fará simplesmente porque é verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Magia é um aspecto muito importante na Wicca. Dificilmente alguém que segue esse caminho não faz algum feitiço de vez em quando. Esses feitiços têm sempre alguma finalidade positiva. Usam-se feitiços para melhorar a nossa vida e a vida daqueles a quem se quer bem. Em geral, os feitiços são de amor, prosperidade, proteção ou cura. Neles podemos, por exemplo, pedir aos Deuses que enviem alguém para amar; pedir dinheiro para pagar um determinada conta que nos incomoda; proteger de uma série de imprevistos que possam estar causando danos; ajudar algum amigo a se recuperar de uma enfermidade etc. Há também uma infinidade de outros fins para a magia. O limite é a imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se trabalhar a Magia, costumamos fazer com que o ritual coincida com uma determinada fase da lua e hora astrológica, para que a energia dos astros influa positivamente nas nossas ações. Além de trabalhar com essas forças planetárias, trabalhamos com as forças da terra (ervas, pedras, conchas etc, os quatro elementos, os elementais), as forças divinas (quando invocamos os Deuses para que nos ajudem) e a nossa própria força, que é a mais importante de todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que se costuma pensar sobre bruxas e bruxos, eles não praticam a magia negra (com algumas exceções...). Por magia negra se pense aquela magia voltada para causar danos à terceiros ou interferir no livre-arbítrio de alguém. Bruxos wiccans não são desocupados que não tem nada mais na vida para fazer além de sopa de criancinhas com asas de morcego ao molho de sangue de jacaré. A Magia Wicca é voltada para fins positivos. Mesmo porque wiccans seguem o Dogma da Arte ("Faça o que quiser, desde que não prejudique a nada nem ninguém") e acreditam no poder da Lei Tríplice ("Tudo aquilo que é feito para o bem ou mal retorna para você triplicado, nesta encarnação"). Assim, ao tentar fazer alguém ter um gripe, o que se conseguiria seria uma pneumonia para si mesmo. Um ato nada inteligente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, não se preocupe, nenhum wiccan genuíno irá roubar os seus filhos para servi-lo no jantar ou lhe lançar um mau olhado. Magia negra é coisa para gente desequilibrada que ignora o fato de que tudo o que fazemos retorna a nós mesmos. Esses sempre pagam sempre muito caro pelos seus atos, pois despertam forças impossíveis de serem controladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7. A Estrutura da Wicca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vou apresentar um pouco sobre como a Wicca se estrutura. Veremos que nesse ponto é uma religião bem livre, com algumas poucas "normas" que determinam como é o caminho wiccano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;O FIM DA HIERARQUIA&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, a Wicca não tem um poder central. Wiccans não têm um papa ou um dalai lama que decide por todos os rumos da sua religião. A Wicca é uma religião de livres-pensadores, de pessoas que tomam decisões por si mesmos. Isso garante que não se caia no dogmatismo e que não se forme uma instituição religiosa que seja deturpada, afastando-se dos reais princípios da religião, como vimos acontecer com a Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, muitos wiccans divergem em diversos pontos da religião. Isso pode parecer caos e falta de união, mas na realidade significa a liberdade de pensamento que têm. As brigas em relação às diferentes opiniões devem ser sempre evitadas. Como já foi dito anteriormente, a Deusa celebra a diversidade. E o wiccan deve celebrá-la com Ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada wiccan é um sacerdote por si mesmo. Não é necessário haver intermediários para o contato com o Divino. Cada um mesmo deve procurar esse contato. Wicca não é uma religião de pastores e rebanhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível perceber claramente essa característica nos esbás e sabás. Na maioria das religiões, os fiéis vão a um templo e ficam de frente a um sacerdote (padre, rabino etc), simplesmente ouvindo o que ele tem a dizer, em atitude passível. O sacerdote fica no púlpito, num plano acima dos fiéis, enquanto que estes ficam sentados, num plano abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrutura dos esbás e sabás é bem diferente. Ao invés de ficar o sacerdote de um lado e os "fiéis" de outro, todos se dispõem em um círculo, numa posição que elimina a hierarquia e põe todos em situação de igualdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar a explicação sobre a falta de hierarquia na Wicca, é sempre bom lembrar que não respeitamos ninguém pelos seus títulos conquistados. O respeito deve ser conquistado pelo bom caráter da pessoa, seu conhecimento e sabedoria. E títulos não são garantia de nenhuma dessas qualidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;TRADIÇÕES WICCANAS&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca é marcada pela existência de diversas Tradições em seu meio. As Tradições seriam como que "sub-grupos" da Wicca. Todas elas seguem mais ou menos o mesmo pensamento - que é basicamente o que exponho neste texto como um todo – mas possuem as suas particularidades. Basicamente, cada tradição difere da outra nas especificidades de sua teologia e em suas práticas rituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, temos a Tradição Gardneriana, que é a primeira que surgiu, com ênfase na magia cerimonial; Tradição Alexandrina, que inclui em sua estrutura elementos de cabala hermética; Tradição Diânica, mais feminista; Tradição das Fadas, com algo cunho psicológico e baseado no trabalho com os elementais; Seax-Wicca, parecida com a Gardneriana, com influência mais saxônica; Wicca Celta, que, como o nome diz, possui forte influência da religião celta, entre muitas outras Tradições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impossível contar o número certo de Tradições. São inúmeras e sempre tem uma nova surgindo. Não há uma Tradição melhor do que outra. Cada uma tem o seu valor e cada wiccan se identifica mais com uma do que com outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tradições que usam o sistema de graus para identificar o nível de aprendizado dos seus participantes. Os graus variam de um à três. A Tradição Gardneriana , por exemplo, possui três graus: iniciado(a), sacerdote/sacersotisa e grão-sacerdote/grã-sacerdotisa. Cada grau leva um ano e um dia para ser completado, que é o tempo de se passar todo uma roda do ano. Outras Tradições, como a Diânica, não usam esse sistema de graus. Nessas, após um ano e um dia, o wiccan já é considerado sacerdote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;INICIAÇÃO E CAMINHO SOLITÁRIO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo wiccan faz parte de uma Tradição. Para ser iniciado em uma, o wiccan deve ser convidado por alguém que já sofreu todo o processo de iniciação daquela determinada Tradição. As Tradições fazem segredo de si mesmas e há segredos que só são revelados para aqueles que ingressam nelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ingressar numa Tradição, o wiccan é guiado por alguém mais experiente, seu mestre, que lhe ensina tudo sobre a sua Tradição – sua teologia, seus rituais e magia. Após o tempo de treinamento necessário, o wiccan passa pelo ritual de iniciação. Nele, ele é investido do grau de Alto Sacerdote, podendo a partir daí iniciar outras pessoas na sua Tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim funciona a iniciação de quem segue uma determinada Tradição. Mas, como foi dito, nem todos fazem parte de uma. Esses seguem o que se chama de caminho auto-iniciático. Nele, é o próprio wiccan que se treina. Ele vai se basear no material público sobre Wicca, estudar, praticar, procurar orientação com pessoas mais experientes (sem ser formalmente treinado por ela) e se desenvolver sozinho e, talvez, com as dicas de pessoas mais experientes. Ele, obviamente, não pode iniciar outras pessoas. Afinal, como fazer alguém passar por algo que ele mesmo não passou? No caminho solitário não há Iniciação, pois na Iniciação uma egrégora deve ser recebida pelo iniciando e isso só se faz mediante um mestre já Iniciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos desprezam o caminho solitário, pois nele o wiccan não tem acesso aos segredos das tradições, não foi treinado formalmente por um mestre e não recebeu uma egrégora. Mas é um caminho muito válido também. O wiccan, sozinho, pode não chegar aonde um wiccan iniciado chega, mas pode aprender muito e se desenvolver bastante assim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum alguém primeiro seguir o caminho solitário por algum tempo antes de ingressar em uma Tradição. É interessante que às vezes quando isso acontece, o wiccan descobre dentro das Tradições certas práticas sigilosas que ele já praticava por intuição, o que mostra que ele pode ter sido inspirado pelos Deuses anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;COVENS, CÍRCULOS E BRUXOS SOLITÁRIOS&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Covens são grupos iniciáticos, filiados a alguma Tradição, formados por entre duas e treze pessoas. Normalmente, considera-se o ideal haver treze pessoas no grupo, cada uma representando um mês lunar do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coven se reúne sempre na lua cheia e, em determinadas Tradições, também na lua negra. É nesses encontros que os coveners (integrantes do coven) realizam o seu esbá (ou sabá, se for a data), confraternizam uns com os outros, treinam os que ainda estão em processo de iniciação, discutem questões relacionadas à Arte etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um coven não é apenas um grupo de trabalho. É uma pequena família. Os seus integrantes devem ter afinidade, devem ser amigos e cúmplices. Seus integrantes costumam também viajar juntos, ir ao cinema, a bares e tudo o que amigos fazem juntos. A ligação formada entre os membros de um coven é forte. Até kármica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há grupos mais flexíveis do que um coven, chamados Círculos. Um Círculo é formado por bruxos, iniciados ou não, que gostam de realizar seus esbás e sabás em conjunto, mas não desejam arcar com o forte compromisso de um coven. Não é um grupo iniciático, não estando ligado a nenhuma Tradição. Os membros de um Círculo também devem ter afinidade entre si, mas não é necessária a mesma intimidade da de um coven. A ligação de um Círculo não chega a ser tão forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos wiccans trabalham um bom tempo em Círculos, antes de ingressarem em um coven. E alguns nunca o fazem. Círculos são bons ambientes para se trocar experiências sobre o Caminho da Wicca, para se conversar entre amigos e praticar a Arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que há wiccans que gostam de trabalhar em grupo, há os que preferem o caminho solitário. Como diz o nome, nesse caminho o wiccan realiza seus rituais sozinho. Assim, ele ganha em flexibilidade. Pode fazer o que quiser sem consultar ninguém. Nesse caso, a sua troca de experiências, conversas sobre a Arte etc, se dá em encontro sociais que envolvam wiccans. Muitos wiccans conjugam o trabalho em grupo (coven ou Círculo) com o trabalho solitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8.O Chamado da Deusa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar a nossa Introdução à Wicca, é preciso falar do Chamado da Deusa. É algo que todo wiccan genuíno sente dentro de si um dia. Só pode entender quem realmente o sentiu. Quando a Deusa chama o seu filho, ele se sente impulsionado para Ela com tal força que nada pode pará-lo. Ele irá correr para os seus braços, como quem volta ao seu lar (que é o que realmente acontece). Aquele que "ouviu" o Chamado não se desvia do seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, a Wicca se tornou uma "moda esquisotérica embalada para consumo" no mundo todo, como já foram moda os famosos "anjinhos da guarda". Há uma profusão de pessoas usando pentagramas no pescoço e se dizendo grandes bruxos que não faz sentido. Esse modismo é resultado do fascínio que uma religião com poucas regras, que cultua Deuses Antigos e lida com uma magia fácil de ser realizada causa nas pessoas. As pessoas que entram na Wicca por moda (infelizmente hoje esse tipo de gente representa a maioria dos wiccans) não ouviram realmente o Chamado. E é por isso que não continuarão nesse Caminho, pois não é realmente o Caminho deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de se dizer que apenas alguns ouvem esse Chamado pode parecer algo elitista, como se só alguns tivessem o direito supremo de cultuar a Deusa e Seu Consorte. Mas as coisas não são bem assim. Quer-se dizer com isso que a Wicca não é um Caminho para todos, assim como nenhuma religião é Caminho para toda a Humanidade. Cada ser humano tem o seu próprio Caminho a seguir e deve seguí-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quem ouvir o Chamado da Deusa, deve seguir um caminho regido por Ela, como a Wicca. Quem foi chamado por Jesus Cristo deve seguir o Cristianismo. Quem foi chamado por Krishna deve seguir o Hinduísmo. Cada pessoa só será feliz no seu caminho real. Não adiante seguir um outro caminho, por qualquer razão que seja, como o modismo. Simplesmente não dará certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é por essa razão que na Wicca não se tenta converter ninguém. Cada um deve ouvir o Chamado da Deusa por si mesmo. Só a Deusa saberá o momento de chamar os seus filhos para si e aos seus filhos cabe saber sentir esse chamado. Proselitismo é uma prática considerada abominável na Wicca e nas religiões pagãs em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.entremundos.cjb.net"&gt;Entremundos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-76008231?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76008231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/76008231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_28_archive.html#76008231' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-75425197</id><published>2002-04-15T12:25:00.000-03:00</published><updated>2002-04-15T12:25:02.600-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;O vampiro pode estar ao seu lado: 10 formas para identificá-lo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós os conhecemos! Sabemos como são! Como se vestem! E como agem! E seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim eles sobrevivem. De quem estamos falando??? É claro que dos "Vampiros dos filmes", o Conde Drácula e seus amigos, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue (ou energia vital), e que andam pelas sombras em busca de suas vítimas que, na maioria das vezes, não percebem sua presença ou atuação maléfica, mesmo que estejam muito próximos. Aí, o filme termina e os Vampiros desaparecem, certo!?!? Errado!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um tipo de vampiro que é de carne e osso, e que convivemos diariamente. Estamos falando dos "Vampiros de Energia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Vampiros de Energia são pessoas de nosso relacionamento diário. Pode ser nosso irmão(a), marido/esposa, empregado, familiar, amigo de trabalho. vizinhos, gerente do banco, ou seja qualquer pessoa de nosso convívio, que esta roubando nossas energias, para se abastecer. Eles roubam energia vital, comum no universo, mas que eles não conseguem receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, por que estas pessoas sugam nossa energia, afinal? Bem, em primeiro lugar a maioria dos Vampiros de Energia atuam inconscientemente, sugando a energia de suas vítimas, sem saber o que estão fazendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vampirismo ocorre porque as pessoas não conseguem absorver as energias das fontes naturais (cósmicas, telúricas, etc), tão abundantes, e ficam desequilibradas energeticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), elas precisam encontrar outras fontes de energia mais próxima, que nada mais são do que as outras pessoas, ou seja, você. Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando Vampiros de Energia alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipos de vampiros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como identificar estas pessoas, ou estes vampiros?&lt;br /&gt;Em estudos feitos, foram identificados os seguintes tipos de vampiros (você provavelmente conhece mais de um):&lt;br /&gt;Vampiro Cobrador&lt;br /&gt;Vampiro Crítico&lt;br /&gt;Vampiro Adulador&lt;br /&gt;Vampiro Reclamador&lt;br /&gt;Vampiro Inquiridor&lt;br /&gt;Vampiro Lamentoso&lt;br /&gt;Vampiro Pegajoso&lt;br /&gt;Vampiro Grilo-Falante&lt;br /&gt;Vampiro Hipocondríaco&lt;br /&gt;Vampiro Encrenqueiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais as principais características deles? Como combatê-los???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porque não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Vampiro Crítico: é aquele que critica a tudo e a todos, e o pior que é só critica negativa e destrutiva. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" às suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração. O melhor é cair fora e cortar até todo o tipo de contato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Vampiro Adulador: é o famoso "puxa-saco". Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Vampiro Reclamador: é aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida do governo, do tempo, etc. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Vampiro Inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo, e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade, ele não quer respostas e, sim, apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Vampiro Lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Vampiro Pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades: Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável. Saia o mais rápido possível. Invente uma desculpa e fuja rapidamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) Vampiro Grilo-Falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) Vampiro Hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;j) Vampiro Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, agora que você já conhece como agem os Vampiros de Energia, vá a caça deles, ou melhor, saia fora deles o mais rápido possível. Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer, é obvio, não é um destes tipos de Vampiro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Vera Caballero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-75425197?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75425197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75425197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_14_archive.html#75425197' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-75420110</id><published>2002-04-15T09:16:00.000-03:00</published><updated>2002-04-15T09:16:23.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Bruxaria Tradicional e Bruxaria Neopagã&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Por Robin Artisson&lt;br /&gt;Tradução: Quíron&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;As Diferenças&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM PEQUENO ALERTA: Em geral, bruxos tradicionais tendem a desprezar a Wicca e, conseqüentemente, são um tanto agressivos ao falar do bruxaria moderna, conforme estabelecida por Gerald Gardner, em 1949. Este artigo de Robin Artisson segue essa tendência e, portanto, pode ofender alguns wiccanos que forem lê-lo. Porém, deixando de lado algumas das agressões do autor, é possível se aproveitar muito do texto, que explica com maestria quais são as diferenças básicas entre a Bruxaria Tradicional e a Wicca. Este é o motivo pelo qual tal texto está publicado neste site. Esperamos que todos possam se aproveitar dos pontos fortes do artigo do bruxo Robin Artisson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;HISTÓRIA&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bruxaria Neopagã, ou "Wicca", teve o seu início nos anos 40 e 50 com os escritos de Gerald B. Gardner. Apesar de afirmar que era membro de um coven "tradicional" que ele encontrou no sul da Inglaterra, faltam evidências da veracidade desta história. E se o "coven" que ele menciona era autêntico, então pela sua própria descrição eles parecem ter sido um grupo eclético de maçons, hermetistas, rosacruzes e ocultistas, não verdadeiras bruxas "tradicionais". Os seus próprios registros das atividades e crenças/práticas do grupo testemunham isso. Não há dúvidas de que esta organização tinha tendências e ambições de "reviver" a Antiga Arte, mas isto os coloca na categoria de "pagãos reconstrucionistas" e não de "Bruxas Tradicionais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wicca, no seu credo moderno e na sua estrutura ritual, lembra muito fortemente uma versão descristianizada da Ordem da Aurora Dourada (Golden Dawn), com muitas adições thelêmicas e teosóficas, assim como materiais obviamente emprestados de Aleister Crowley e da OTO. Todas essas fontes, e as personalidades envolvidas, floresceram na revivificação do ocultismo da primeira metade do século vinte e é do meio do século vinte que a Wicca data. A Wicca reivindica "descender espiritualmente" das antigas religiões pagãs, mas o fato é o de que a sua estrutura ritual e a sua teologia não sustentam quase nenhuma semelhança com nenhuma cultura nativa pagã autêntica da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bruxaria Tradicional, por outro lado, refere-se às crenças e práticas de famílias e organizações secretas da Arte que antecedem o século vinte. Normalmente, apesar de a doutrina e as práticas da Bruxaria Tradicional terem raízes em tempos muito antigos, o tempo mais longínquo que a maior parte das organizações tradicionais podem se datar com alguma exatidão é o século 17. Entretanto, o folclore e a história do século 11 em diante testemunham práticas similares àquelas transmitidas hoje pelas bruxas tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;FORMALIDADE&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca tem uma estrutura muito formal, baseada no modelo de "três graus" de iniciação, um empréstimo óbvio da Maçonaria. A religião wiccana é muito hierárquica, com deslumbrantes títulos de "Alto Sacerdote, Alta Sacerdotisa" e semelhantes e é normalmente orientado para o lado Feminino. Há apenas duas "tradições" reais de Wicca... A Gardneriana (a original) e a Alexandrina... Mas desde a explosão do interesse pelo oculto nos dois lados do Atlântico, muitas tradições "ecléticas" surgiram, representando quase todo tipo de distorção cultural e metafísica que você pode imaginar (Wicca Celta, Faery Wicca, Wicca Saxônia, Wicca Diânica etc. etc.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bruxaria Tradicional, normalmente, não há uma "estrutura" de grupo claramente definida. Se há, é apenas limitada a uma região, e normalmente não é rígida como a Wicca. Títulos não são tão utilizados, e quando o são, eles ainda são informais, se comparados à ênfase da Wicca em títulos. Os grupos tradicionais da Arte podem ter uma liderança, mas esta pode tanto ser masculina quanto feminina, e o seu poder como "cabeça" de um grupo não é o poder exercido pela "Alta Sacerdotisa" e pelo "Alto Sacerdote" da Wicca. Conhecimento, experiência e a disposição de servir são fatores decisivos para a maior parte dos líderes de grupos tradicionais e não a egolatria, a coleção de títulos e a fome de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rituais e ritos da Wicca também tendem a ser muito formais e escritos previamente à mão... enquanto que na Bruxaria Tradicional, a maioria dos rituais são espontâneos e muito menos estruturados do que na Wicca. Há formas rituais, é claro, algumas formas até muito antigas, mas elas são muito parciais, muito abertas e simples. O "nível interno" do ritual tem mais ênfase do que o externo no trabalho tradicional. A idéia é a de que não é como você faz algo, mas sim, porque você o faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bruxaria Tradicional, o progresso de uma pessoa é MUITO mais lento do que na Wicca, na qual uma pessoa pode ser "um Alto Sacerdote de terceiro grau" no espaço que varia de alguns poucos meses a um ano ou dois, ou mesmo mais rápido se ele tem em mãos um livro publicado pela Lewellyn, que produz "bruxas instantâneas". Viver a vida, aprendizado e experiência são cruciais para um "progresso" genuíno e "iniciações" de verdade são geralmente experiências que acontecem a um nível pessoal, dadas por poderes do outro mundo, através do tempo. A Bruxaria Tradicional aceita isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;TEOLOGIA NEW AGE&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca tem muitos conceitos "new age" no seu cânon que simplesmente não encontram lugar no contexto histórico ou cultural da Antiga Bruxaria Européia. Alguns destes conceitos estão listados abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KARMA: este conceito hindu/buddhista foi levado para a Wicca por Gardner, provavelmente de uma fonte teosófica. Na Bruxaria Tradicional, "Destino" é um conceito importante... mas "karma" nem é citado. Não há a crença na Arte Tradicional de "débitos kármicos" ou de "karma carregado pela pessoa" devido às suas ações. A verdadeira crença da Arte Tradicional a respeito desses assuntos eram e são muito diferentes dos conceitos orientais de "karma."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A LEI TRÍPLICE: Esta estranha noção não tem base na história ou na realidade. Enquanto que muitos povos em muitas épocas e lugares têm ameaçado poeticamente as pessoas com a idéia de que as suas ações retornarão a elas "multiplicadas muitas vezes", a Wicca aceita isso como uma lei física e imutável. A verdade é que enquanto muitos wiccans abriram mão da crença no "fogo do inferno e danação eterna" como uma barreira para as suas ações negativas, eles a substituíram para "lei tríplice", que ameaça com uma retribuição tripla pela negatividade dos outros. Não existe nenhum traço de uma crença como essa na Bruxaria Tradicional ou em algum sistema de crenças nativo-europeu sobrevivente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DUOTEÍSMO: A crença wiccana determina que há apenas dois seres divinos, um "deus" e uma "deusa". Os diferentes deuses e deusas cultuados pelos nossos ancestrais europeus, ou por qualquer pessoa na Terra, são considerados como "aspectos" ou "manifestações" destes dois seres. Assim, "Todos os Deuses são um Deus e todas as Deusas são uma Deusa." Este reducionismo divino é chamado de "duoteísmo" e não tem precedentes nem na antiga Europa, nem nas crenças das bruxas tradicionais. É, de fato, uma crença moderna. Além do mais, muitos wiccanos acreditam que este "Deus" e esta "Deusa" são eles mesmo aspectos de uma unidade divina incogniscível, ou um incrível ser chamado às vezes de "O Uno"... nos levando direto a uma versão new-age do Monoteísmo, muito bem adaptado a facilitar as consciências dos usualmente ex-cristãos convertidos à Wicca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos ancestrais europeus eram politeístas. Eles acreditavam em muitos Deuses ou em Deuses locais. Isto é verdade para muitas Bruxas Tradicionais. Há algumas crenças agora (assim como nos tempos antigos) de algumas divindades sendo "maiores" do que outras... quase ao ponto filosófico de transcendência e poder universal. Isto às vezes aparece também na Bruxaria Tradicional, mas na forma de mistérios e não na devoção diária ou no monoteísmo new-age.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIVRO DE SOMBRAS: Lixo. Na Wicca talvez o "LDS" seja algo real, mas nos Antigos Dias, entre os praticantes tradicionais da Arte Secreta, ter evidências escritas do que você fazia era uma sentença de morte se você fosse pego. Além disso, a maior parte das pessoas antigamente eram completamente iletradas. A Arte Antiga era principalmente passada adiante oralmente e, se fosse escrita, isso teria que ser feito de forma econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;ÉTICA&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A religião Wicca tem uma "Rede" ou "regra de ouro" que forma a base da ética wiccana... ela dita o seguinte: "faça o que quiser, desde que não prejudique a nada nem ninguém." Esta é uma boa sugestão e é basicamente uma reformulação da "regra de ouro" judaico-cristã. Entretanto, a Arte Tradicional não tem tal regra. A ética na Antiga Arte é completamente ambígua e regida pelas circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os wiccanos tratam esta "Rede" como se fosse uma lei cósmica imutável, quando na realidade, "Rede" é uma palavra anglo-saxã para "conselho", e não para "lei". Mas para a religião wiccana é um dogma irremovível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este assunto todo acaba sendo uma outra negação wiccan das trevas inerentes à natureza, a qual eu irei discutir depois. Danos e feridas, tudo isso existe na natureza... e nós, humanos, somos partes dela. Assim, danos e feridas fazem parte de nós. Nós matamos plantas e animais para comê-los. Matamos as bactérias da água para bebê-la. Vida alimenta a vida. A Bruxaria Tradicional é bastante orientada para a família e para a Fé. Se alguém ameaçar a família ou a Fé, então parar aquele que está causando a ameaça é a prioridade. Se isso significar prejudicar alguém, é o que as bruxas tradicionais farão e não nenhuma imposição ética contra isso. A Arte, e o poder que ela invoca, não é "boa" ou "má"... é ambas as coisas. Há um tempo e um espaço para cada uma das qualidades. Isso é difícil para new-agers entenderem, mas é simplesmente como as coisas são. Negar qualquer lado seu, ou da natureza, é afastar-se do mistério central: o da totalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;FESTIVAIS&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O calendário wiccano é divido em oito sabás (festivais)... os quatro festivais celtas, os dois solstícios e os dois equinócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, esta é uma invenção moderna. Os celtas, por exemplo, não observavam os solstícios e os equinócios nos tempos pré-cristãos. Há evidências que sugerem que os bretãos nativos (que precederam em muito os celtas na vinda para as Ilhas Britânicas) o faziam, mas os antigos celtas não tinham um calendário óctuplo. Eles não tinham nem ao menos quatro estações... apenas um verão e um inverno. Gerald Gardner, novamente, influenciado por outros ocultistas, em especial, neste caso, pelos druidas "revivalistas" românticos da Inglaterra, que trouxe este conceito inventado de "oito sabás" para a Wicca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bruxaria Tradicional, os Dias Sagrados celebrados são diferentes de região para região, de Tradição para Tradição e de pessoa para pessoa. Uma tradição agrícola irá seguir os fluxos de plantação e colheita e celebrar festivais de colheita, enquanto que outra tradição poderá celebrar os fluxos solares. Atente para isso, os dias sagrados são sempre regulados pelos fluxos da natureza e são diferentes dependendo de para onde você for. As quatro datas dos antigos celtas (Samhaim, Beltane etc.) podem ser ainda seguidos em alguns lugares, mas, se eles forem, os solstícios e os equinócios tendem a não ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É neste tópico que o assunto "seriedade e autenticidade" torna-se mais tenso. É muito comum em círculos wiccanos se ouvir invocações de "Pan, Thor, Lillith e Freya" ou de qualquer outro conjunto de deuses e deusas que o coven se sinta à vontade para invocar. Com nenhum respeito à cultura ou herança familiar e com nenhuma autenticidade ou contexto histórico, a crença wiccana de que os deuses e as deusas são todos "um só" faz com que os wiccan achem que eles tem o direito de alegremente chamar qualquer combinação de deuses que eles queiram. Esta é um postura imperdoavelmente new-age e mostra uma total falta de seriedade e contexto cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas tradições da Wicca tentam unir-se a apenas uma cultura de deuses e um conceito religioso. Este é passo admirável rumo à realidade. Mas a maioria das tradições não o faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bruxaria Tradicional, especialmente nas Ilhas Britânicas, a cultura dos povos da terra, e dos povos de algumas gerações atrás, determinam o contexto cultural da tradição. Isso porque a Bruxaria Tradicional é parte da terra, do seu povo e da sua história. Sendo uma invenção moderna e uma mescla de idéias ocultas orientais e ocidentais, falta à Wicca tal base. Muitas tradições da Bruxaria Tradicional das Ilhas Britânicas têm um sentimento Anglo-Saxão ou Germânico/Nórdico e, por trás disso, uma memória familiar da cultura celta. Tradições escocesas e irlandesas tendem a ser (obviamente) estritamente célticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;BONDADE E LUZ&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca, como uma realidade dos dias modernos, com o seu estilo moderno e seguidores quase sempre urbanos, perdeu muito da sua conexão com a Natureza e com a Terra. Wicca aparece como uma religião de "sinta-se bem" e "bondade e luz", normalmente venerando a sua Deusa da Natureza como uma figura maternal e muito amável e imaginando o mundo invisível como um lugar de poder positivo e repleto de espíritos prontamente dispostos a nos auxiliar. Esta visão completamente desbalanceada, com a sua fixação em como são "maravilhosos" e "lindos" a Natureza e os outros mundos, NÃO é absolutamente como os nossos ancestrais viam os deuses e o universos e NÃO é como as bruxas tradicionais vêem as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Natureza é tanto benévola quanto cruel, dando e tirando. Há uma escuridão inerente à Natureza, assim como no mundo natural, na natureza pessoal dos espíritos e dos deuses e também dos seres humanos. Espíritos destrutivos e danosos são fatos da vida, tanto nos tempos antigos quanto agora, e o fato de que a "deusa" está tão propensa a devorar os seus filhos quanto a gerá-los, é também óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca tende a ignorar estas trevas, preferindo a visão de "a bondade e a luz." Isto faz sentido, psicologicamente, para cidadãos modernos dos centros urbanos que nunca vivenciaram as dificuldades de se viver realmente próximos à Natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;"INSTRUMENTOS" DE TRABALHO&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É absolutamente adequado para um sistema mágico baseado na Golden Dawn como o que a Wicca sustenta, que os "instrumentos" usados pelos wiccans sejam a Taça, o Pentáculo, a Faca e o Bastão, representando os quatro elementos herméticos. O "círculo mágico" traçado é baseado nos círculos mágicos de conhecidos grimórios de Alta Magia, tais como As Clavículas de Salomão, também extensivamente usado pela Golden Dawn. As "invocações dos quadrantes" são baseadas na magia enochiana de John Dee, também ressuscitadas e usadas pela Golden Dawn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruxas tradicionais tendem a não usar conjuntos formais de instrumentos, apesar de terem certos implementos, dependendo da tradição. O sistema de quatro elementos NÃO é comum, apesar de poder haver traços disso em alguns tradicionalistas influenciados pelo pensamento oriental ou hermético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente, os instrumentos usados pelas bruxas tradicionais não lembram os "intrumentos de trabalho" da Wicca. Eles tendem a ser coisas como vassouras, caldeirões, cordas, crânios (humanos ou de animais), martelos, espelhos, pedras, chifres, conchas... algumas tradições também usam facas, mas sem nenhum simbolismo new-age. Algumas tradições também não usam qualquer tipo de instrumentos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os círculos não são traçados e usados largamente, pelo menos, não tão largamente quanto na Wicca... O termo tradicional para traçar o círculo é "girar o compasso" e freqüentemente há certos lugares da natureza que são suficientes para o trabalho mágico, sem a necessidade de traçar um "círculo". Quando círculos precisam ser traçados, eles são feitos através de cerimônias tradicionais, que não guardam quase nenhuma semelhança com os métodos da Wicca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os espíritos da Terra são invocados para sustentar o círculo e o fogo ritual é aceso... estes são os "elementos" necessários nos trabalhos mais tradicionais. Algumas vezes os espíritos dos quatro reinos ou "direções" são chamados, mas isso varia de lugar para lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia é a de que a Terra já é sagrada... você não precisa "consagrá-la." Você apenas a habita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;O TERMO "BRUXA"&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns wiccanos sensacionalistas nunca se cansam de chamar a si mesmo de "bruxos(as)", para o horror do público e o deleite da imprensa. Outros wiccanos acham que "bruxo(a)" é uma palavra pesada e dizem apenas "wiccano."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa da onde você acredita que a raiz da palavra "bruxa" vem ou o que ela um dia significou, a igreja cristã, entre outras, manchou a palavra e a corrompeu para um termo de perversidade satânica. Muitas bruxas tradicionais não usam a palavra "bruxa", preferindo chamar a si mesmas como "O Povo" ou então não tem nenhum nome especial com o qual se auto-denominar. Elas às vezes se dizem "da arte", "Pellars" ou usam algum outro termo, mas "bruxa" era e é uma palavra muito feita, destinada a ser um insulto e em tempos passados uma acusação criminal séria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias modernos, alguns tradicionalistas começaram a usar a palavra "bruxa" para auxiliar a comunicação entre eles e o mundo new-age, para "falar a língua dos dias modernos." Mas se a palavra "bruxa" for usada é por uma escolha pessoal ou de um grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;O ALÉM-VIDA&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca acredita firmemente no modelo oriental Hindu/Buddhita de "reencarnação" e de evolução espiritual. Obviamente, este é mais empréstimo teosófico trazido por Gardner ou outros escritores wiccans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bruxaria Tradicional, há alguma noção de que a alma ou espírito possa entrar em outra fase de existência após a morte e isto geralmente anuncia um retorno ao poder da terra, para viver com os ancestrais e tornar-se um espírito guardião ou talvez anuncie um retorno de fazer parte da dimensão espiritual da Natureza. Deste estado, um renascimento na sua família ou clã pode ser possível, mas é misterioso. Há uma noção bem definida, apesar de naturalista, de uma existência espiritual de todas as coisas, incluindo os seres humanos. O tempo se move em círculos e da mesma forma obviamente faz o poder da natureza e assim a vida e a morte são mistérios confundidos com este fluxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a natureza é viva, assim como nós, existe a imortalidade. Os espíritos da terra são também os espíritos dos mortos e então a Natureza é venerada em muitos níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da aplicação de alguns ritos da Antiga Arte, uma alma pode atingir um nível mais elevado de existência e viver entre a "Companhia Oculta" após a sua morte, mas isto é também um mistério melhor conhecido pelas tradições que ensinam isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Homepage of the &lt;a href="www.angelfire.com/wv/clanndroen/hallpage.html"&gt;Clann Droen&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-75420110?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75420110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75420110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_04_14_archive.html#75420110' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-75115104</id><published>2002-04-06T19:58:00.000-03:00</published><updated>2002-04-06T19:58:07.496-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Wicca - A Bruxaria Moderna&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca é uma religião baseada no respeito à Natureza e no culto aos Deuses Antigos. Os wiccans cultuam os ritos baseados no ciclo da terra e nas estações; buscam harmonizar-se com a Natureza e com os antigos Deuses (religião = religare , religar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, na Wicca não existem sacerdotes que detém o poder de contato com o divino. Qualquer praticante pode entrar em contato direto com a divindade. Por isso o fato de que a Wicca é uma religião que pode ser praticada tanto solitariamente como em grupos, chamados covens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Wicca é definida pela Pagan Federation como um "caminho iniciático, uma religião de mistérios que guia os seus iniciados a uma profunda comunhão com os poderes da Natureza e da psique humana, conduzindo a uma transformação do indivíduo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicamente, a Wicca começou a ser divulgada no início dos anos 50 na Inglaterra, por Gerald Gardner, que publicou as obras "High Magic's Aid" (1949), "Witchcraft Today" (1954) e "The Meaning of Witchcraft" (1959).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerald Brusseau Gardner é filho de escoceses e nasceu em 13 de junho de 1884, em Liverpool, na Inglaterra. Os  primeiros contatos de Gardner com a Arte acontecem durante a Segunda Guerra Mundial, quando ele descobre um coven localizado próximo à sua residência em New Forest. Gardner decide então, publicar "High Magic's Aid" (as leis contra a bruxaria perduraram na Inglaterra até 1951). Este livro é escrito por Gardner como um romance, mas revela durante sua história alguns rituais até então secretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Stregueria&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Stregheria (A Velha Religião) é a bruxaria italiana. A tradição se iniciou no século XIV, com os ensinamentos de Aradia, a Feticeira Sagrada. O Sistema Strega data das civilizações pré itálicas como os Etruscos. Há muitas coisas similares entre a Strega e Wicca. A natureza é considerada como a "Grande Mãe". Há uma antiga história&lt;br /&gt;baseada nos ensinamentos de Aradia, onde ela profetiza a chegada da "Idade da Filha" quando a razão irá predominar. A idéia de vida após a morte para um stregan é que ele irá retornar para os domínios de Luna assim como há Lua Cheia e voltarão à terra, assim como a lua mingua. Quando prontos, passam pelo Sol para anharem novos corpos para seu retorno às estrelas. Há os Grigori, aqueles que vigiam , os Guardiães, e os Grimas que mantêm as tradições puras e garantem que elas sejam passadas adiante. Os Lares são os espíritos ancestrais, que podem ser chamados quando se precisa de ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1890 o folclorista Charles Leland publicou um livro intitulado: "Aradia, The Gospel of the Witches" (Aradia, o Evangelho das Feiticeiras). Em 1886, Leland se tornou íntimo de uma mulher italiana chamada Madalena, que se auto intitulava bruxa. Durante 10 anos ela deu às informações que fariam parte do Aradia. O livro tem algumas&lt;br /&gt;distorções quanto à visão do paganismo, mas ainda se pode encontrar informações valiosas sobre stregheria. O livro é uma interessante visão da bruxaria italiana pra-gardneriana. Leland foi o primeiro a descrever o sabá das bruxas, contando que elas ficavam nuas, celebravam e faziam amor durante a Lua Cheia. Essa visão, que é consagrada em Gardner, tinha sido compilada quase um século antes de Gardner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Leland não é a única fonte de informação sobre bruxaria italiana; no volume 3 de "Folk-Lore; Transactions of the Folk Lore Society, publicado em 1897, o autor, J.B. Andrews dá importantes informações sobre a bruxaria italiana, como por exemplo, quando ele relata sobre a "religião oculta" dos napolitanos. O poeta Horácio, por volta do&lt;br /&gt;século 30 a.C. também faz relatos sobre as bruxas italianas. Outros documentos antigos fazem claras alusões ao culto secreto a Prosérpina e Diana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As bruxas italianas procuraram também a Maçonaria, para protegerem seu antigo culto. Influências maçônicas são facilmente reconhecidas quando se examina as práticas modernas. Por exemplo, o grupo conhecido como Carbonari (1820) tinha três degraus de iniciação demarcados pelos cinturões coloridos que os seus membros usavam: azul, vermelha e preta. Um triângulo marca o primeiro nível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Strega é dividida tradicionalmente em três tríades: Janarra, Tanarra e Fanara. Quando Aradia trouxe a Velha Religião pela primeira vez à Itália, ela ensinou seus  seguidores os segredos da Terra, da Lua e das Estrelas. As Fanara são as guardiãs dos Antigos Mistérios e estão na parte nordeste da Itália. Elas guardam os segredos das Linhas Lei e das forças da Terra. As Janarra e Tanarra ocupam a Itália Central. As Janarra guardam os segredos da Lua e das energias lunares. Tanarra são os guardiões dos mistérios estelares. Eles possuem os mistérios das forças estelares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;O Calendário Strega&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Festa da Sombra - La Festa Dell' Ombra - 31 de Outubro - Nesse dia é comemorado o dia em que a Grande Senhora desce ao Mundo Inferior procurando pelos Mistérios da Morte. Ela encontra Dis, o Mestre do Mundo Subterrâneo. Ela está zangada com ele, pois ele levou embora as coisas que ela amava. Ele diz a ela que não é ele quem faz isso, mas sim o tempo e o destino é quem rouba as coisas mais importantes para ela. Ele simplesmente tenta dar um tempo para que as coisas renasçam novamente. Eles então se unem numa Sagrada União e dividem os seus mistérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solstício de Inverno - La Festa dell' Inverno - 21/22 de Dezembro - A Deusa dá à luz a num novo Deus Sol, a criança da Sagrada União na Festa da Sombra. Os Grigori vão ver a nova criança, mas se surpreender ao ver que Janus apresenta sua nova criança. Aqui percebe-se que Dis e Janus são as faces do Grande Deus. Os Grigori então levam ao mundo o novo Senhor do Sol, Lupercus que novamente começa seu crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festa de Lupercus - Lupercus - 02 de Fevereiro - O festival de Lupercus marca a puberdade do Deus. Os Grigori elaboram 20 trabalhos para Lupercus provar que é realmente o novo Deus Sol. Lupercus completa todas as tarefas. Lupercus é invocado nesta data do ano para espantar os lobos da noite escura de inverno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equinócio da Primavera - Equinozio della Primavera - 21/22 de Março - Celebra o início da ascensão da Deusa dos Domínios Subterrâneos. Assim como ela retorna, a Terra acorda e seus filhos celebram alegres. Esse é um tempo de grande fertilidade.  É também o tempo em que o Deus Lupercus é ferido durante a caça, contudo, levanta-se no dia seguinte como o novo Deus Sol, assumindo a forma do deus Janus.  Seu irmão, Cern, toma conta da Lua Cheia e se torna o Deus Cornudo do Verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia de Tana - La Giornata di Tana - 1º de Maio - celebração do Retorno da Deusa do Mundo das Sombras. A Deusa se torna a força dominante, os meses da Deusa se iniciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solstício de Verão - La Festa dell' Estate- 21/22 de Junho - O solstício de verão marca o casamento entre a Deusa e o Deus. Esta é uma época de crescimento e de trabalho na terra. Esta é a época onde os Elementais estão presentes em grande número. Os "fata" são celebrados, os elementais, espíritos da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cornucópia - La Festa di Cornucópia - Véspera de Agosto - Esta é a época de antecipação da fartura. Esta é a época da Primeira Colheita. É preparado um sacrifício para o Deus para que a Roda da Vida continue. Assim que começa a colheita, são plantadas as sementes do renascimento. Essas sementes se tornarão as fortes plantas da primavera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equinócio de Outono - Equinozio di Autunno - 21/22 de Setembro - Tempo de toda a colheita.  Um aparte é dada para o Deus como sacrifício. Janus vai agora para o Submundo. O Senhor da Luz agora se torna o Senhor das Sombras. Ele se torna oculto, e após essa Treguenda, também nos tornamos obscuros em nossos ritos até o  Deus começar novamente sua ascendência na Primavera. O Deus Cern é morto em outro acidente na caça, e Lupercus toma de novo o Ano Minguante. Como seu amante perdido, a Deusa vai para o Mundo das Sombras, procurando por ele. É celebrada a chegada do inverno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Instrumentos da Strega&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Além dos tradicionais instrumentos da feitiçaria, a Strega usa também alguns outros, próprios de sua antiga tradição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A "Concha" da Lua - O mais antigo instrumento da Strega é a concha da Lua, um instrumento largo, em forma de concha que é usado para invocação. Colocado sobre altares pedra e cheio de água do mar, algumas vezes uma outra pequena concha é colocada dentro da primeira garantindo sempre que o trabalho seja feito mesmo quando a Lua não está visível. A Concha da Lua simboliza o Útero da Deusa e a concha menor, a "filha da promessa". Uma série de pequenas conchas menores são colocadas em volta formando um crescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Tesoura - A Tesoura serve para quebrar um encantamento e serve tanto magicamente como astralmente. Um feitiço com um par de tesouras  pode ser usado para proteção, podendo ser pendurado também numa janela ou atrás de uma porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A "Chama Azul"- O ponto principal do altar é onde fica a Chama Azul. Acendida num recipiente com um líquido especial para produzir uma chama azul, o fogo representa a presença da Divindade no ritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Santuário dos Lares - Os Lares são os antigos espíritos romanos que guardam a casa.  Nessa parte da casa, oferendas são colocadas para que os velhos espíritos comunguem com a Strega. Mel, leite e vinho são ofertados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cimaruta - A Cimaruta é um antigo talismã da Stregheria, usado pelos seguidores de Diana. Se assemelha com os galhos de uma árvore e significa abundância (o peixe), as forças ocultas ( a lua com a serpente), o onhecimento oculto (a chave) e proteção (a flor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Doreen Valiente (uma das divulgadoras da Tradição Gardneriana), Gerald Gardner acreditava que, de certa forma, a Arte "chamava" os mais jovens; pessoas que foram bruxos em outras vidas, ou que traziam a Antiga Religião guardada em seus inconscientes. Foi também precursor do naturismo, defendendo a prática dos oficiantes "vestidos de céu" (nus) e manteve o tradicionalismo em seus rituais, que são, via de regra, presididos por uma Sacerdotisa auxiliada por um Sacerdote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de Gardner, a divulgação da Wicca não parou mais. Muitas outras tradições foram criadas, como a Tradição Alexandrina, fundada em 1960 por Alex Sanders. Semelhante à tradição Gardneriana, é um pouco mais flexível quanto à algumas exigências de Gardner (o nudismo, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos o impulso ao Paganismo surge durante a década de 70, por conta do movimento feminista, que buscava a igualdade entre os sexos. Algumas tradições são exclusivamente abertas apenas à participação de mulheres, como um dos "braços" da Tradição Diânica, fundada por  Morgan MacFarland, que se divide em&lt;br /&gt;"Old Dianic Tradition", onde se cultua a Deusa e o Deus como seu consorte e a divisão chamada de Feitiçaria Feminista Diânica, onde apenas a Deusa é cultuada e só as mulheres podem participar dos grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wicca é às vezes comparada ao xamanismo, pelo fato do xamã estar em contato com os espíritos da natureza e com a magia. Outro fato interessante é que, assim como o xamanismo, a Wicca se utiliza do ritual (o ritual leva o indivíduo aos estados alterados de consciência) e de ervas mágicas para entrar em contato com a&lt;br /&gt;divindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem outras tradições dentro da Wicca, como a Hecatina, onde os bruxos se dirigem a cultuar a deusa Hécate e tentam buscar os antigos rituais à Hécate, a Seax Wicca, fundada por Raymond Buckland, que foi uma das primeiras que introduziu a figura do bruxo solitário e do auto-iniciado; a Tradição Strega, italiana; a Tradição Algard,&lt;br /&gt;reunião das tradições Gardneriana e Alexandrina; Tradição Galesa, que usa o panteão galês de divindades; a Tradição Teutônica ou Nórdica, que se inspira nos mitos islandeses, suecos e noruegueses; Tradição Asatrú, baseada principalmente na mitologia escandinava e a Tradição Georgina, que basicamente mistura todas as outras tradições, se configurando como a mais eclética.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-75115104?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75115104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75115104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_03_31_archive.html#75115104' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-75114969</id><published>2002-04-06T19:52:00.000-03:00</published><updated>2002-04-06T20:00:23.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Mito de Lugh&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Cian, pai de Lugh estava viajando pela Planície de Muirthemne, ele viu três guerreiros armados se aproximarem, e quando eles se aproximaram mais reconheceu que eram os três filhos de Tuirenn, cujos nomes eram Brian, Iuchar e Iucharba. Entre estes três e Cian, e com seus irmãos Cethe e Cu, havia por alguma razão uma &lt;br /&gt;inimizade privada. Cian sabia que ele estava agora em uma posição de desvantagem.&lt;br /&gt;"Se meus irmãos estivessem comigo, faríamos uma briga, mas como eu estou só, será melhor para mim me esconder" pensou ele. Dando uma olhada, ele viu um rebanho de porcos se alimentando na planície. &lt;br /&gt;Como todos os Deuses, ele tinha o poder de se transformar em animal, sendo assim, ele se transformou em um porco e uniu-se ao rebanho e começou a alimentar-se com eles.&lt;br /&gt;Porém ele tinha sido visto pelos filhos de Tuirenn.&lt;br /&gt;"O que aconteceu com o Guerreiro que tínhamos visto caminhando aqui há um momento atrás?", disse Brian aos irmãos dele. &lt;br /&gt;"Nós o vimos também", eles responderam, "Mas nós não o vemos agora".&lt;br /&gt;"Então vocês não usaram a vigilância formal necessária em tempos de guerra", disse o irmão mais velho.&lt;br /&gt;"Porém, eu sei o que ele se tornou. Ele se tocou com um Bastão Druídico e se transformou em um porco, e lá está ele naquele rebanho, com todos os outros porcos. Eu também posso lhe contar quem ele é. O nome dele é Cian e vocês sabem que ele não é nosso amigo".&lt;br /&gt;"É uma pena que ele se refugiou naquele rebanho de porcos", eles responderam, "porque eles pertencem a um dos Tuatha De Danann e até mesmo se nós matássemos todos, Cian ainda poderia escapar de nós".&lt;br /&gt;Novamente, Brian reprovou os irmãos:&lt;br /&gt;"Vocês são tão ignorantes que não podem nem discernir entre uma besta mágica e uma besta natural. Porém, eu mostrarei para vocês".&lt;br /&gt;E ele transformou os dois irmãos, através de seu Bastão Druídico, em dois cães de caça e os colocou próximo aos porcos.&lt;br /&gt;Os cães de caça mágicos acharam o porco mágico logo e o perseguiram através da planície.&lt;br /&gt;Então, Brian arremessou sua lança e o acertou.&lt;br /&gt;O porco começou a chorar numa expressão humana disse:&lt;br /&gt;"Eu não sou um porco, mas sim Cian, filho de Diancecht, deixem-me ir"&lt;br /&gt;Iuchar e Iucharba teriam concedido isto, mas o irmão mais feroz jurou a Cian que ele colocaria um fim nele, mesmo se ele voltasse a vida sete vezes.&lt;br /&gt;Assim, Cian tentou uma saída ardilosa:&lt;br /&gt;"Deixem-me somente retornar a minha própria forma antes de você me matar".&lt;br /&gt;"Claro, porque eu mataria um homem em forma de porco?", respondeu Brian.&lt;br /&gt;Assim Cian falou um encantamento, e se levantou diante deles em sua própria forma.&lt;br /&gt;"Vocês estão obrigados a poupar minha vida agora", ele disse.&lt;br /&gt;"Não, não estamos" Brian respondeu.&lt;br /&gt;"Então será o pior dia de toda a vida de vocês, pois se tivessem me matado em forma de porco, só teriam que pagar o valor de um porco, mas se vocês me matarem agora, eu lhe falo, nunca houve, e nunca haverá, nenhum morto neste mundo que teve que pagar uma compensação de sangue como a que vocês terão que pagar por mim", disse Cian.&lt;br /&gt;Mas os filhos de Tuirenn não o escutaram.&lt;br /&gt;Eles o mataram e esquartejaram o corpo de Cian com pedras até que sua pele fosse esmagada. Seis vezes eles tentaram enterrá-lo, e a terra lançou-o de volta á superfície, em horror. &lt;br /&gt;Mas na sétima vez o corpo foi segurado. Eles puseram pedras sobre ele para segurá-lo.&lt;br /&gt;Eles o deixaram enterrado lá, e seguiram em direção de Tara.&lt;br /&gt;Lugh esperou por um bom tempo o retorno de seu pai. Como ele não retornou, decidiu ir procurá-lo.&lt;br /&gt;Ele o encontrou na Planície de Muirthemne. A própria Terra indignada com o que tinha testemunhado, contou a Lugh tudo o que tinha acontecido.&lt;br /&gt;Assim Lugh desenterrou o cadáver do pai para verificar como ele tinha sido assassinado, e então lamentou e o colocou-o novamente na terra, enterrou-o e colocou uma lápide com o nome de Cian escrito em Ogham.&lt;br /&gt;Ele regressou para Tara e entrou no Grande Corredor. Estava cheio e entre eles Lugh viu os três filhos de Tuirenn. Ele tremeu e pediu para se reunir em assembléia e quando todos estavam calados ele disse:&lt;br /&gt;"Povo da Deusa Danú, qual seria a vingança de qualquer um de vocês para com aqueles que tivessem assassinado o seu pai?"&lt;br /&gt;Todos ficaram surpresos e Nuada o Rei deles se pronunciou.&lt;br /&gt;"Seguramente seu Pai não foi assassinado?"&lt;br /&gt;"Sim ele foi", Lugh respondeu, "e os assassinos estão aqui e eles sabem como fizeram isto melhor do que eu".&lt;br /&gt;Então Nuada declarou que nada, nem cortar todos os membros do assassino de seu de pai o satisfaria e todos os outros disseram o mesmo, inclusive os filhos de Tuirenn.&lt;br /&gt;"Os mesmos que cometeram o ato dizem isso!" chorou Lugh, " Então não os deixem passar pelo Corredor até que eles paguem com uma compensação de sangue pelo que fizeram comigo".&lt;br /&gt;"Se fosse eu que tivesse matado seu pai", disse Nuada, "eu deveria me achar afortunado se você está disposto a aceitar uma multa em vez de me matar por isto".&lt;br /&gt;Os filhos de Tuirenn conversavam em sussurro.&lt;br /&gt;Iuchar e Iucharba eram a favor de admitir a culpa deles, mas Brian não estava predisposto. Ele teve medo que se eles confessassem, Lugh retiraria a oferta dele de pagar com uma compensação de sangue e exigiria a morte deles.&lt;br /&gt;Assim Brian se adiantou e disse que não eram eles que tinha matado o Pai de Lugh, contudo, posteriormente Lugh os acusou e fez com que confessassem e exigiu que pagassem a compensação.&lt;br /&gt;"Certamente pagarão a compensação", disse Lugh, "e eu lhes contarei o que será!":&lt;br /&gt;"Serão três maçãs, a pele de um porco, uma lança, dois cavalos e uma carruagem, sete porcos, um cão mágico, e um prato de comida e três gritos em uma colina".&lt;br /&gt;"Esta é a compensação e se vocês acham que é muito, eu diminuirei um pouco, mas se não então paguem" , falou Lugh.&lt;br /&gt;"Se fosse cem vezes mais", disse Brain, "nós não hesitaríamos. Realmente, parece tão pouco que eu temo haver um pouco de deslealdade escondida nisto".&lt;br /&gt;"Eu não penso que seja pouco", respondeu Lugh.&lt;br /&gt;"Me dê a sua palavra perante o Povo de Danú que você pagará fielmente e eu lhe darei a minha de que não perguntarei mais", Lugh disse.&lt;br /&gt;Assim fizeram os filhos de Tuirenn perante os Tuatha De Danaan. Depois que eles juraram, Lugh se virou novamente a eles e disse:&lt;br /&gt;"Eu explicarei agora a você a natureza da compensação que concordaram em pagar".&lt;br /&gt;"As três maçãs que eu exigi", ele começou, "são as três maçãs do Jardim do Hesperides, no Leste do mundo. Vocês as conhecerão através de três sinais. Elas são do tamanho da cabeça de uma criança de um mês, elas são douradas como o ouro e com sabor de mel. Elas curam as doenças e feridas quando são comidas e não diminuem de tamanho ao serem comidas. Quem lança uma delas consegue qualquer coisa que desejar e então ela retorna para a mão de quem a lançou. Eu não&lt;br /&gt;aceitarei nenhuma outra maçã a não ser esta. Os donos delas às mantêm perpetuamente guardadas por causa de uma profecia que três guerreiros jovens do oeste do mundo irão pegá-las a força".&lt;br /&gt;A pele de porco que eu exigi é a pele que pertence a Tuis, Rei da Grécia. Ela tem duas virtudes: seu toque cura perfeitamente todos os feridos ou pessoas doentes e todo fluxo de água que passar através dela se transforma em vinho durante nove dias. Eu penso que vocês não conseguirão isto, com ou sem o consentimento do rei da Grécia.&lt;br /&gt;"E vocês podem adivinhar qual lança eu exigi?", perguntou Lugh. "Não nós não podemos ", eles disseram.&lt;br /&gt;"É a lança envenenada de Pisear, Rei de Pérsia. Ela é insaciável em uma batalha. É tão flamejante a sua lâmina que ela é sempre mantida debaixo da água, para que não destrua a cidade onde está. Vocês acharão muito difícil obtê-la".&lt;br /&gt;E os dois cavalos e a carruagem são os dois cavalos maravilhosos de Dobhar, Rei da Sicília que nadam sobre a terra e sobre o mar. Não há nenhum outro cavalo no mundo como aqueles, e nenhum outro veículo igual àquela carruagem.&lt;br /&gt;Os setes porcos são os porcos de Easel, Rei dos Pilares Dourados. Embora eles possam ser mortos todas as noites, eles são achados vivos novamente no dia seguinte e toda pessoa que comer parte deles nunca poderá ser afligida com qualquer doença. &lt;br /&gt;O cão que eu reivindico é o cão mágico do Rei de Ioruaidhe. O nome dele é Failinis. Toda besta selvagem que ele vê é capaz de capturar imediatamente. Não será fácil para vocês. &lt;br /&gt;A arte culinária que você têm que conseguir para mim é uma das artes culinárias das mulheres da Ilha de Fianchuive que está no fundo do mar entre Erin e Alba.&lt;br /&gt;Vocês também devem dar três gritos em uma colina! &lt;br /&gt;A colina na qual estes gritos devem ser dados é a colina chamada Cnoc Miodhchaoin, no norte de Lochlann. Miodhachaoin e os filhos dele não permitem gritos naquela colina. Além disto, foram eles que deram, ao meu pai a educação militar dele e, até mesmo se eu perdoasse vocês, eles não iriam! Desta forma, se vocês forem bem sucedidos em todas as aventuras eu creio que nesta vocês falharão.&lt;br /&gt;"Agora vocês sabem que tipo de compensação terão que me pagar!"&lt;br /&gt;E a temeridade e a surpresa se abateram sobre os filhos de Tuirem. &lt;br /&gt;Lugh jurou que os assassinos pagariam um grande preço e assim ocorreu. Esta compensação levou os filhos de Tuirem à morte.&lt;br /&gt;Algum tempo depois a mãe adotiva de Lugh, Tailtu, morreu também. Lugh fez um funeral esplendoroso em honra a ela com jogos de guerra "(semelhantes os jogos Olímpicos). Ele declarou que este dia seria celebrado ao longo dos tempos juntamente com as colheitas todos os anos. O festival foi chamado de Lughnassadh e passou a ser celebrado em 1 de agosto à partir deste dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;u&gt;INVOCAÇÃO A LUGH&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lugh o Vitorioso, Nós o invocamos e pedimos sua proteção.&lt;br /&gt;Lugh do Cavalo Branco e das Lâminas Brilhantes.&lt;br /&gt;Você da Forma Perfeita, Criança da Luz e das Sombras, vencedor de&lt;br /&gt;Balor, esteja conosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que possamos sempre ser abençoados pela alegria do Brilhante Senhor&lt;br /&gt;dos Céus,&lt;br /&gt;O Inteligente, a Mão Segura, o Bardo e o Ferreiro.&lt;br /&gt;Que possamos estar em paz sob a mão do Comandante de Danú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo poder do Sagrado Três ouça o chamado de seu povo agora.&lt;br /&gt;Pela Lança e pelo Corvo venha ao seu povo Lugh o Vitorioso, nós o&lt;br /&gt;invocamos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh Nossa Luz e nosso Guia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possa a sua força estar acima de nós,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possa a sua beleza nos deliciar,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possa a sua habilidade estar conosco!&lt;br /&gt;Venha através das trilhas dos bosques antigos ao anel de seu povo e&lt;br /&gt;esteja presente no coração de todos que o honram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lugh Lamfada, aquele que tudo pode alcançar!&lt;br /&gt;Lugh Samildanach, aquele que tudo pode fazer!&lt;br /&gt;Lugh Ioldanach, aquele que tudo pode trazer!&lt;br /&gt;Esteja conosco e abençoe o nosso Rito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;SAUDAÇÃO A LUGH&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúdo a Ti Lugh, o Iluminado,&lt;br /&gt;Aquele que conduz os pastores,&lt;br /&gt;Aquele que multiplica as colheitas,&lt;br /&gt;Aquele que traz a riqueza e a prosperidade,&lt;br /&gt;Aquele que abre aos homens todos os caminhos,&lt;br /&gt;Aquele que zela pela saúde e desvenda o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a ti que reverencio, Iluminador dos artistas,&lt;br /&gt;Aquele que todos os dias percorre os céus com sua carruagem de fogo.&lt;br /&gt;Aquele que é amado por todos os Deuses, Vós que sois o Dourado e&lt;br /&gt;resplandecente senhor dos Céus.&lt;br /&gt;Tú que és um Rei em sua glória e que se ergue na luz de seu esplendor.&lt;br /&gt;Que seu semblante brilhe entre nós e nos conduza em nossa jornada.&lt;br /&gt;Você que fertiliza o grão, oh soberano entre todos os Deuses!&lt;br /&gt;Todos exaltam sua bondade,&lt;br /&gt;Pois seu é o dom de curar, de inspirar, de iluminar, de renovar, de&lt;br /&gt;profetizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tú és poderoso e sua força nos conduz, nos mostrando a satisfação da&lt;br /&gt;vida e a beleza que preenche todas as coisas sobre a Terra.&lt;br /&gt;Oh Deus dos tempos remotos,&lt;br /&gt;Faça-me forte, poderoso e vitorioso,&lt;br /&gt;Pois você não conhece a derrota,&lt;br /&gt;Pois seus caminhos são os caminhos da vitória.&lt;br /&gt;Me defenda com ponta de sua lança e com o fio de sua espada.&lt;/u&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.geocities.com/Athens/Bridge/1673/lugh6.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-75114969?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75114969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75114969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_03_31_archive.html#75114969' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-75114795</id><published>2002-04-06T19:46:00.000-03:00</published><updated>2002-04-06T19:46:44.266-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Janelas Para a Alma&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Símbolos do psiquismo humano, as mandalas têm o poder de nos levar à introspecção e nos colocar em contato com os níveis mais profundos da nossa consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandala é um termo sânscrito, que se traduz por círculo mágico. Mas, na tradição hindu, seu conceito expressa muito mais do que as palavras que possam defini-lo. O dicionário de Aurélio Buarque de Holanda aceita o termo, registra-o como substantivo feminino e o explica como imagem do mundo e instrumento para a meditação. Em seu estado original a palavra é oxítona de gênero masculino, pronunciada abertamente: man-da-lá. Não somente designa um mantra, mas o vivifica por ser ela própria o &lt;br /&gt;movimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantras são sons vocálicos, puros ou combinados, passados dos mestres aos discípulos. Costumam ser verbalizações secretas de poder, transmitidas como fórmulas rituais particulares, usadas para fins iniciáticos; mas há mantras de domínio geral, aplicados à coletividade, especialmente devotados ao despertar psíquico, ou proferidos em prol da paz ou saúde do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando escritos, os mantras assumem a forma de seu equivalente gráfico, os iantras, figurações que tendem à simetria geométrica e se comportam também como raízes gráficas (chamadas mula-iantras) dos diferentes mantras e demais termos que deles se derivam. Os iantras nada mais são que o suporte, o arcabouço linear dos mantras. Mas estão muito além do conjunto correlato de letras que se combinam para criar vocábulos nos idiomas ocidentais, já que o hinduísmo considera que as palavras têm vida, que toda vogal é extensão das notas musicais da voz divina. Os mantras, portanto, são a alma dos iantras, o espírito por detrás da matéria que o Verbo cria e denomina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representações mandálicas são sublimes; suas formas representam a combinação perfeita entre os mantras e seus respectivos iantras. No tantrismo, prestam-se à meditação; comumente as vemos pintadas ou riscadas no chão, feitas de sementes ou grãos de areia, usadas para delimitar locais sagrados, como o altar dos templos, ou áreas destinadas a procedimentos ritualísticos específicos. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Assim como o fogo, as mandalas têm ainda a propriedade de nos prender a atenção, de nos convidar à introspecção, à percepção de seus aspectos, de seu arranjo harmônico, que se distribui num quatérnio espacial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como a água, deleitam-nos a ponto de nos fazer tranqüilos; propiciam à mente que se distancie dos problemas imediatos, induzindo-a ao exercício da contemplação. Efeito semelhante ocorre quando observamos peixes num aquário em seu vaivém constante, em sua dança circular que nos acalma. Mandalas são, portanto, todas as formas que nos permitem penetrar no jogo das vibrações que constituem o universo. São portas quânticas para outros níveis de consciência, verdadeiras bases de lançamento de nossas naves Enterprises, no seio das quais viajamos a lugares onde nenhum homem jamais esteve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mandalas selam o sacramento de nossa união com o cosmos. São veículos para o religamento de nossa consciência com a fonte absoluta de onde provimos. Na tradição tibetana, são guias imaginários e provisórios da alma; orientam-nos em nossa prática meditativa e transmitem o equilíbrio com que se distribui a essência divina, cuja ubiqüidade jamais permite que a capturemos em nossas mãos. Concordante é o pensamento do filósofo medieval Nicolau de Cusa (1400-1464): “Deus é uma esfera cujo centro está por toda parte, embora suas circunferências não O delimitem em parte alguma.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O círculo é o terceiro dos quatro símbolos fundamentais. Comecemos pelo ponto, virtualidade sem a qual o mundo inteiro não estaria manifesto; de sua natureza se estende a cruz, segundo elemento, que, ao girar sobre si mesma, produz o círculo. Este, por ser perfeito, sem começo, meio ou fim, diz respeito ao mundo divino, ou à imagem de Deus quando quer que O representemos pelo oroboro (a cobra que morde o próprio rabo), a simbolizar a vida que, perenemente, se devora e se transforma. Do círculo divino, forma absoluta, fechada em si, emana o quadrado, o quarto dos símbolos primordiais, representando a Terra e todas as criaturas. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Ancorado sobre seus quatro lados, o quadrado tende à estabilidade, contrastando com o dinamismo da roda ou do círculo, que é puro movimento. Em oposição ao céu, o quadrado designa o plano terreno em que se manifestam todas as coisas criadas. Altares e templos comumente são quadrangulares ou retangulares; sob essas formas também se organizavam as cidades antigas, bem como as fortalezas e os acampamentos militares. No campo das religiões, observemos a Caaba, de Meca, templo máximo do islamismo. A pedra cúbica significa a divindade dando fundamento a toda a humanidade, ao mesmo tempo em que sustenta, feito pilar supremo, a abóbada &lt;br /&gt;celeste, outra representação da morada de Deus. Ademais, em época anterior ao Islã, Meca era chamada por Umm-al-Qura, ou “Mãe das Cidades” (Corão, &lt;br /&gt;6, 92 e 42,5), sendo considerada, tal qual o templo apolíneo de Delfos, o Umbigo do Mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros casos, é o círculo que delimita lugares consagrados ao divino, como, por exemplo, o enigmático templo rochoso de Stonehenge, construído, entre 2600 e 1700 a.C., a partir de conhecimentos astronômicos de espantosa precisão. Curiosamente, a palavra inglesa usada para designar igreja, church, provém do escocês antigo kirk, que, além de templo, significa círculo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, toda forma circular, quadrangular ou qualquer outra que insinue a presença de um centro em torno do qual todo um complexo se organiza pode ser tida como uma forma mandálica. Não foge à regra a Távola do Rei Arthur, circular e orientada em torno do Graal, símbolo do ideal comum de integração e transcendência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandalas podem ser consideradas sagradas por tudo isso. Ao sintetizarem os conceitos de mantra e iantra em todas as suas possíveis combinações, revelam, por imagens que nunca se repetem, a infinita variedade do potencial divino. Quando quer que meditemos incursos na harmonia de seus desenhos, mais prontamente nos alçamos em espiral, projetando-nos em torno do rabo da serpente e nas asas da espiritualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição alquímica propõe que os filósofos, mediante a pedra filosofal, ou por meio do elixir da longa vida, atinjam o fulcro do derradeiro mistério oculto na quadratura do círculo. Metaforicamente, “quadrar” o círculo é fazer caber no plano humano (o quadrado) toda a dimensão divina (o círculo). &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Muito antes de os alquimistas medievais terem nascido, os pitagóricos (século 6 a.C.), herdeiros dos ritos órficos, viam na tetrakys, ou tétrade sagrada, a base de sua doutrina, que faz do 10 um número perfeito, resulta- do da soma do quatérnio básico (1+2+3+4=10), do qual emana toda e qualquer forma vivente. “O Universo é número”, dizia Pitágoras, que valorizava o 4 como alicerce da vida, e o 3 como a própria divindade. De seu produto (3x4) obtinha-se o número que revelava a totalidade do &lt;br /&gt;acerto entre homens e deuses: 12 é o número do todo. Carl Gustav Jung viu nas mandalas o melhor dos exemplos figurativos daquilo que ocorre em toda a dinâmica psíquica, cuja essência última resta sempre incapturável. Inspirado na máxima citada de Nicolau de Cusa, Jung chamou de selbst o centro organizador da psique, espécie de núcleo atômico psíquico. Traduzido para o inglês por self, o termo encontra em português expressão que muito melhor o representa, o si mesmo. A rigor, na psicologia junguiana, tal instância é o ponto central de todo o psiquismo, mas também sua esfera inteira, que abrange o mundo inconsciente bem como o consciente. O ego aqui é mero centro funcional de nossa consciência, a mesma que nos permite dar conta de nossa individualidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todo arquétipo, o si mesmo é essencialmente incognoscível. Dele sabemos apenas empiricamente e por vias indiretas. São nossos sonhos que nos contam de sua existência; o percebemos, nos mitos e contos de fada, sempre disfarçado por detrás dos símbolos da totalidade, como o círculo, a cruz e o quadrado; ou por meio de contrastes que expressem a coniunctio opositorum, isto é, a união dos opostos que também se complementam, como é o caso do dia e da noite, do bem e do mal, de yin e yang. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Às vezes, o si mesmo se esconde por detrás de personagens que dinamicamente se encarregam de desenvolver toda uma trama dialética, como ocorre com as duplas Fausto e Mefistófeles, Dom Quixote e Sancho Pança, Peter Pan e o Capitão Gancho, etc. Em outras ocasiões, ele está no personagem axial desses enredos mágicos, quer na figura de um rei, de um profeta, ou projetado sobre um avatar ou mesmo num herói qualquer que, enredado em sua missão lendária, busca vencer obstáculos intransponíveis pelos seres comuns, mediante o que ele reorganiza e salva o mundo onde vive seu drama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através dos séculos, a humanidade sempre se mostrou mais ou menos consciente acerca da existência do si mesmo. Entre os egípcios há o conceito Ba como instância além da alma comum, correspondente ao daimon dos gregos, aspecto que Sócrates admitia aconselhá-lo sempre, em suas horas mais difíceis. Em sociedades e culturas primitivas, a idéia está incutida ora num espírito protetor da natureza, ora sobre a imagem de algum animal, ou num sábio antepassado cuja função, depois de morto, é a de &lt;br /&gt;orientar sua tribo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Jung, há duas razões principais pelas quais podemos perder contato com o si mesmo que nos regula e nos tempera, o que compromete a distribuição homogênea e espontânea da energia anímica por toda a mandala de um psiquismo saudável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro obstáculo surge sempre que nos vemos tomados por impulsos instintivos emocionalmente fortes, que nos levam a reagir visceralmente. Até os animais comportam-se assim, quando, por exemplo, excitados sexualmente, esquecem-se até da fome, ou descuidam-se de suas defesas, em detrimento da conduta habitualmente tomada para sua segurança. São inúmeros os povos indígenas em que situações de perturbação mental, associadas ou não às doenças físicas, são interpretadas pelos xamãs como um quadro de “perda da alma” – nada mais, segundo a psicologia analítica, do que o resultado da unilateralidade do funcionamento psíquico, capaz de condensar demasiada energia em torno deste ou daquele aspecto num processo neurótico e gerador de complexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humanidade sempre se mostrou mais ou menos consciente acerca da existência do si mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo empecilho é propriamente uma condição oposta à primeira; advém da cristalização excessiva do ego, que adora se prender ao mundo da realidade objetiva e esquecer-se de todo o resto, dificultando a percepção dos estímulos inconscientes provenientes do centro psíquico interior. Claro, precisamos de um ego conscientemente voltado às tarefas habituais da vida. Mas ele deve ser bem disciplinado e nos levar às realizações pessoais sem cair no abismo de julgar que só a realidade objetiva possa locupletar as necessidades da alma. Por essa razão, muitas vezes acordamos ungidos pela bênção de certos sonhos significativos, cuja função é a de restaurar a receptividade cotidianamente perdida e restabelecer o diálogo necessário entre a consciência e o mundo psíquico mais profundo. Sempre que nos privamos prolongadamente desse intercâmbio entre o ego e o si mesmo, ainda que não o percebamos, adoecemos; e o surgimento de sintomas neuróticos ou psicóticos, mesmo doenças orgânicas das mais simples às incuráveis, passa a ser mera questão de tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jung elegeu a mandala por excelência adequada para simbolizar o psiquismo; isso porque nas representações mitológicas do si mesmo está presente, quase sem exceção, a estrutura quaternária como arcabouço nuclear da alma. Mandalas multiplicam-se pelo mundo. Todos os povos do planeta, de todas as épocas e lugares, expressam-nas em sua arte, bem como nos enredos de seus mitos. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;No Oriente, elas são usadas para recompor o ego diante da majestade do eu interior. A contemplação dessas imagens homogêneas, organizadas em torno de um centro, tende a facilitar, por analogia, a emergência de processos inconscientes, capazes de permear de paz interior a mente que deseja vislumbrar a ordem subjacente no cosmos, ou que queira abstrair da contemplação algum significado para a existência ou para o milagre da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas paisagens de nossos sonhos, nas visões proféticas, nos contos de fadas, a estrutura mandálica está sempre presente. Há exemplos por toda a parte. Nossa Via Láctea, galáxia espiralada com dois braços que se evolvem a partir de um núcleo, é uma assombrosa mandala. O Sistema Solar é núcleo da mandala que o circunda de planetas; do mesmo modo, elétrons viajam a 960 km/s “presos” a uma esfera mandálica atômica imaginária. Nossos olhos, globos mandálicos, enxergam o mundo por uma lente mandálica cristalina ovalada, coberta pela colorida e radiada mandala da íris. A Terra, aparentemente esférica, é mandala que orbita. O cérebro, composto por dois hemisférios mandálicos, com partes anterior e posterior, mantém o padrão. O mesmo podemos dizer do coração humano, palácio da alma descrito em quatro câmaras. Os pássaros costumam fazer ninhos circulares, e as aranhas tecem mandalas de extraordinário requinte nos cantos das cavernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandalas estão abundantemente representadas no Ocidente principalmente desde a Idade Média. As rosáceas dos vitrais das catedrais de Chartres e Notre-Dame são mandalas translúcidas, inspiradoras da paz interior que deve estar presente nos campos religiosos da mente. Aliás, todas as cruzes, religiosas ou não, incluindo a suástica, são mandalas; a estrela de Davi com seis pontas idem, reforçando o mistério do cruzamento divino e humano pelo entrelaçado de seus dois triângulos equiláteros. Os tabuleiros dos milenares jogos esotéricos (xadrez, go, damas, gamão, etc.) são espaços mandálicos sobre os quais se reproduz o simulacro da dança &lt;br /&gt;da vida. Cartas de baralho são igualmente mandalas. No tarô, ela acha-se delineada em todos os arcanos, ressaltada nos maiores, principalmente no Mago, na Justiça, na Roda da Vida, no Enforcado, na Temperança, na Estrela (onde pela primeira vez surgem juntos os quatro elementos), no Julgamento e no Mundo. Na abóbada celeste, projetamos a mandala zodiacal. Nos mitos, as mandalas do destino humano. Um deles, o de Hermes, conta-nos que em torno de seu caduceu estão duas serpentes abraçadas, uma com a função de acompanhar as almas em sua viagem ao reino de Hades, mundo dos mortos; a outra com função psicagógica, a de reconduzir as almas &lt;br /&gt;mortas à luz da vida, quando devem renascer. Mandalas fazem isto: propiciam iluminação às mentes que diante delas silenciam e, a partir da pacificação dos indivíduos comuns, proporcionam paz ao mundo, tão carente dessa dádiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Urban é médico psiquiatra, acupunturista e terapeuta junguiano; e-mail: paulourban@ig.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Planeta &lt;a href="http://www.terra.com.br/planetanaweb/352/materias/352_janelas_alma.htm"&gt;Edição 352&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-75114795?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75114795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75114795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_03_31_archive.html#75114795' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-75114599</id><published>2002-04-06T19:39:00.000-03:00</published><updated>2002-04-06T19:39:33.386-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Energização dos Cristais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Vários processos&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Se você mora perto de um rio ou riacho, uma boa opção é deixar a água da correnteza cair sobre os Cristais.&lt;br /&gt;* No quarto dia de Lua Cheia, deixe-os expostos a luz lunar, e expostos a luz solar do dia seguinte no mínimo por sis horas.&lt;br /&gt;* Pegue um ou dois Cristais de cada vez. Segure-os nas mãos, deixando a água da torneira cobri-los, imagine uma luz dourada penetrando nos Cristais, no mínimo por três minutos.&lt;br /&gt;* Você também pode ter um vaso com terra, onde os Cristais devem ser enterrados por 24 horas.&lt;br /&gt;* Uma Druza é excelente para energizar um Cristal, deixe-os perto dela.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Use de diversas maneiras&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banhos - Escolha alguns Cristais de sua preferência, coloque-os numa banheira e fique banhando-se junto a eles por algum tempo. Após o banho, limpe-os e energize-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambientes - Escolher alguns Cristais e coloque-os dentro de um vidro, um dos Cristais necessariamente deve ser de Quartzo. A medida que você notar que a água vai escurecendo, troque a água e lave os Cristais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uso Pessoal - Escolha um Cristal, coloque-o dentro de um saquinho de veludo de preferência da cor do Cristal e deixe dentro da bolsa ou do bolso e ande, sempre com ele, ou ainda, coloque dentro do travesseiro, enquanto dorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plantas - Escolha um Cristal, coloque-o perto da raiz da planta a ser energizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Usando como anéis&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao usar corretamente os anéis, elevamos ao máximo o poder mágico de nossos dedos, que nos permitem extrai de nós mesmos a energia positiva de que precisamos para vencer na vida e conquistar a felicidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dedo mínimo - É regido por Mercúrio, planeta associado a magia, ao conhecimento, comunicação e ao ensino. Use neste dedo anéis de Citrino (que aumenta a capacidade de comunicação, especialmente de quem trabalha no comércio) Ametista (a pedra da espiritualidade, que ajuda a aumentar a intuição e a desenvolver poderes mágicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedo Anular - É regido pelo Sol, planeta associado ao brilho, ao esplendor e ao sucesso pessoal e profissional. Use neste dedo anéis de Granada (que ajuda a vencer obstáculos e aumenta o charme a sensualidade) Pedra-do-Sol (que atrai sucesso, reconhecimento profissional brilho e prestígio) ou Ágata-de-Fogo ( que proporciona maior vitalidade e poder de liderança.&lt;br /&gt;A aliança de ouro também é um metal relacionado ao Sol e tem o poder de conferir durabilidade ao casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedo Médio - É regido por Saturno, planeta associado a responsabilidade e a sabedoria adquirida com a experiência. Use nesse dedo anéis de Ônix ( que aumenta a concentração e ajuda a solucionar problemas herdados de outras encarnações) Hematita (que transforma as energias negativas em energias positivas) Turmalina Negra ( que afasta as más vibrações).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedo Indicador - É regido por Júpiter, planeta associado a expansão e a vitória. Use neste dedo Anéis de Cristal Branco ( que ajuda ampliar os horizontes, a atrair bênçãos e a superar os obstáculos do dia-a-dia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedo Polegar - Está associado ao livre-arbítrio. Não convém usar anel nesse dedo, pois nenhum fator externo deve influenciar sua vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que é uma egrégora? - Texto 2&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesmíssima coisa que "Deuses-Menores" apenas não possuindo forma humanóide nem nome. Como exemplo, temos as egrégoras formadas em torno de todas as artes divinatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas formas de divinação (Geomancia, Jogo-dos-Búzios, Opelê-ifá, etc.) há uma "convenção mental", da mesma forma que algumas das "Ciências Experimentais" (Radiestesia, Radiônica, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas "convenções mentais" permitem que o praticante alcance o nível de sua percepção extra-sensorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é dessa forma que o indivíduo atinge a Egrégora do sistema em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo, tomemos a prática da Radiônica, sistema de detecção de enfermidades e tratamento das mesmas, feito a distância, com o uso de um testemunho (foto, sangue, cabelo, saliva, assinatura, etc.) do enfermo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A convenção mental é ir passando ou esfregando uma das mãos numa placa, na máquina, até sentir, no dedo utilizado, uma sensação de travamento ao movimento imprimido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dessa forma que o radionicista (praticante da Radiônica) atinge seu nível de percepção extra-sensorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é através desse mecanismo (técnica) que o sujeito penetra na egrégora do equipamento radiônico que esteja utilizando, descobrindo os índices correspondentes à enfermidade pesquisada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os índices, isto é, números que correspondem, no caso da radiônica, a enfermidades e tratamentos, formam, no seu todo, a egrégora do dito sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Egrégora atingida serve para informar sobre a existência (e a essência) da enfermidade, bem como sobre a forma de combatê-la, de restabelecer a saúde do enfermo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que serviria conhecer só a parte nefasta? A egrégora só tem função como ferramenta, neste caso, da busca da harmonia, do equilíbrio perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe ao mago utilizar corretamente as ferramentas de que dispõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos utilizar a egrégora como uma ferramenta, sem que a ela nos submetamos, quer objetivamente ou subjetivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos cultos aos Deuses, os praticantes submetem-se às egrégoras de forma objetiva. Mas, na astrologia, os praticantes e consulentes submetem-se a ela subjetivamente, e ambas as situações são identicamente nefastas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois a astrologia dista tanto da realidade astronômica, que o que atua nos seres vivos e coisa inanimadas não são as influências planetárias e estelares, mas as influências de uma poderosa e complexa egrégora que atua conforme foi, e constantemente é, programada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta que se observe as efemérides astronômicas simultaneamente às astrológicas para que se note que, sendo as primeiras heliocêntricas e as últimas geocêntricas, as distinções são mais numerosas do que as semelhanças!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí alguns astrônomos ridicularizarem a astrologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ridículo é comparar as duas coisas, pois a astronomia estuda as posições dos astros celestes enquanto a astrologia estuda a movimentação e minúcias complexas de uma egrégora caprichosa e multifacetada, que se move e interage a todo instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o mais importante, é saber que, se fossem as influências dos astros celestes com que lidassemos em astrologia, seria algo mais complexo para mudar, se possível fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como, porém, trata-se de uma egrégora, tudo é mutável através de práticas mágicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como no jogo-de-búzios: uma tragédia preconizada pode ser evitada por procedimentos mágicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na astrologia, geomancia, tarologia, I-Ching, qualquer artes divinatórias, tudo é semelhante, tudo pode ser mudado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As artes divinatórias exprimem, objetivamente, aspectos de diversas egrégoras criadas para facilitar a passagem do homem pela terra, dando parâmetros para a magia agir, suprimindo influências, atuando em bradigênese (freiando o ritmo dos acontecimentos) ou em taquigênese (acelerando o ritmo dos acontecimentos), fazendo com que possamos controlar nosso destino, dando sentido à expressão: livre-arbítrio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pelo exposto que se compreende o motivo pelo qual as previsões feitas dentro de uma egrégora de ciência experimental tem maior precisão e envergadura mais abrangente do que aquelas feitas dentro das chamadas artes divinatórias, pois, nas primeiras, fica em realce o enfoque científico e nas últimas o místico; além disso, previsões realizadas dentro de uma egrégora de artes divinatórias tem maior precisão com indivíduo vinculados àquela egrégora (consciente ou inconscientemente) e também com os que não tem vínculo a egrégora alguma, do que com sujeitos vínculos a outras egrégoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Curso de Magia de:J.R.R.ABRAHÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pranayama - Controle básico da respiração&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 - Introdução&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Prana tem sido traduzido como "respiração". Na atualidade, a palavra sânscrito 'Prana' significa 'força vital' ou 'energia vital'. De fato, Pranayama clássico com o ciclo de  inalação/retenção/expiração ensina que durante a fase de retenção, o praticante deve conscientemente reter o prana, e então soltar o oxigênio descarregado de prana durante a exalação, armazenando o prana no chakra do plexo solar. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pranayama é a 'ciência do prana', sendo base da Hatha Yoga e deve ser estudado por qualquer um no caminho espiritual, ocidental ou oriental, mas pelo fato de termos inúmeros livros e vasta informação sobre esta arte, iremos nos reter no aspecto prático de alguns exercícios básicos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Reflitam sobre alguns ditos hindus:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sobre a Imobilidade do Corpo:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"O corpo deve ser treinado para se manter em estado inerte, por um tempo prolongado sem desconforto ou dor." Nadabindu Upanishad 3.3.1&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"No samadhi todos os sentidos param de funcionar, e o corpo permanece sem movimentos, como um pedaço demadeira. " - Nadabindu Upanishad 3.3.1&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"A asana, quando dominada, pode destruir todos as doenças e até assimilar venenos. Se não for possível dominar todas, domine somente uma e sinta-se à vontade com ela." &lt;br /&gt;Shadilyopanishad 1.3.12-13&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sobre o Controle da Respiração:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Respiração é Vida. Aquele que controla a respiração controla a vida."&lt;br /&gt;"Quando o Pranayama é alcançado e conquistado, o praticante ganha ascendência sobre a morte".&lt;br /&gt;"Prana, o sopro vital, é nascido no Ser. Como uma pessoa e sua sombra, o Ser e o Prana são inseparáveis. Prana entra no corpo no nascimento, mas não morre com o corpo" - Prana Upanishad.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"O sábio fala não pelos sensos da fala, visão, audição e tato, mas por um grupo de Pranas, pois todos estes sensos são manifestações do Prana.' - Charakha Samhita&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Primeiro assuma uma postura Yoga (asana); mantenha o corpo ereto, fixe os olhos e deixe as mandíbulas relaxadas de modo que os dentes superiores não toquem os inferiores. Abaixe a língua. Use o segurador de queixo (jallunderbandha) e a sua mão direita para respirar através da narina que escolher; mantenha o corpo imóvel e a mente à vontade. Então pratique o Pranayama."&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sobre os reflexos do controle da Imobilidade e da Respiração sobre o controle da Mente:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"A postura ajuda a manter a mente calma" - Tantrarajatantra 27, 59.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Quando a respiração está controlada, a mente está controlada". - Charakha Samhita&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Há duas causas da divagação da mente: (1) Vasanas - desejos produzidos por impressões latentes das sensações, e (2) - respiração. Se houver controle de uma, a outra   automaticamente será controlada. Das duas, a respiração deve ser controlada primeiro" - Yogakundlyupanishad 1.1-2&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"O processo de respiração cria imagens na mente. Quando é calma, a mente também torna-se calma." - Yogakundlyupanishad 89&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Noções Básicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos antigos Tantras afirmam que o corpo é um Yantra e que a respiração é seu mantra. De forma a facilitar o  entendimento deste conceito,  a respiração "Bhramari" é um excelente ponto de partida. É simples, ajuda na concentração e provê um sentimento de unidade entre o corpo e a respiração, uma consciência antes de simplesmente uma função do sistema nervoso autônomo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TÉCNICA 1 - Bhramari  : Tome uma inspiração profunda, exale todo o ar dos pulmões, conncentrando em contrair os músculos abdominais para expeli-lo todo. Inale através do nariz fazendo um som de zunido, como uma abelha. Retenha por alguns segundos, enquanto se sentir confortável (trabalhe para que possa se sentir confortável com períodos cada vez mais extensos de retenção do ar), concentrando em armazenar a energia vital do ar no plexo solar (Chakra Manipura, que significa literalmente 'centro da jóia da grande consciência'), separando assim a energia vital do ar. Então exale, através do nariz, fazendo um som de zumbido (esta característica do zumbido é feita pela passagem do ar pelas cordas vocais, muito simples de ser executado).&lt;br /&gt;Focalize sua mente nos sons durante a inalação e exalação e na força vital sendo armazenada no plexo solar durante a retenção. &lt;br /&gt;Cada inspiração - retenção - exalação conta com um ciclo. &lt;br /&gt;Comece inicialmente com 5 ciclos, aumentando o número quando dominar a respiração 'Bhramari' e ela se tornar natural para você.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TÉCNICA 2 - Respiração Completa : A maioria das pessoas respiram rasamente, e  mesmo aqueles que trazem a respiração conscientemente pelo abdomem podem estar deixando algum detalhe de fora.&lt;br /&gt;Inicialmente exale todo o ar, usando o abdomem para auxiliá-lo.&lt;br /&gt;Inale profundamente, puxando o ar pela expansão do abdomem.&lt;br /&gt;Continue inalando até preencher de ar todo o pulmão superior e a região da garganta. Mantenha o rosto relaxado. Retenha por alguns segundos,  ainda com o rosto relaxado. Exale lentamente, primeiro o ar da parte inferior, depois superior dos pulmões e finalmente o ar&lt;br /&gt;que estiver na região da garganta. Contraia o abdomem até forçar todo o ar para fora. Trabalhe para aumentar o tempo de cada fase de inspiração - retenção - expiração , sempre que o tempo do ciclo em exercício seja alcançado de forma natural e não forçada. Não conte o tempo com um relógio, permita que seu corpo seja o relógio! A proporção da inspiração - retenção - expiração na respiração completa deve ser de 1:1:1. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TÉCNICA 3 - Respiração Vital  :  Muito simples de ser praticada. Energiza e fortalece os pulmões. Inspire pelas narinas em movimentos curtos e rápidos, até os pulmões estarem complemente cheios.&lt;br /&gt;Exale o ar pela boca, enquanto emite um alto som 'AAAAAHHH'. &lt;br /&gt;Mantenha o foco em trazer o prana energizado para dentro durante a inspiração e para mandar para fora toda a tensão do corpo, durante a exalação. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TÉCNICA 4 - Kapalabhathi:  Também é fácil de ser dominada. &lt;br /&gt;Dentre outras variações, uma das mais simples é a seguinte :&lt;br /&gt;Sente na posição de Lotus, ou com as pernas cruzadas e as costas e pescoço eretos. Inale e mantendo a boca fechada, espirre. Com a boca fechada, a parte inferior do abdomem irá inchar. Retorne-a imediatamente a posição inicial. Comece com ciclos de dez a quinze e &lt;br /&gt;gradualmente suba até ciclos de 50 respirações, naturalmente e sem forçar. Você não deverá sentir nada na parte superior dos pulmões ou na área da garganta. Pode ser usada com grande benefícios por fumantes e asmáticos. A atenção deve ser focada na área do plexo solar. Após um ciclo completo, permanece quieto e observe as mudanças físicas e mentais em si mesmo.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;TÉCNICA 5 - PRANA-VAYU RASA : Também chamada de ciclo vigoroso. Um ciclo de respiração restauradora. Deve ser executada de pé, com olhos fechados ou voltados para cima, com atenção focada no região do terceiro olho ( chakra Ajna) , localizada no meio da testa.  &lt;br /&gt;(1) Inale, prenda o ar nos pulmões.  Cruze os braços duas vezes para trás e para  a frente, vigorosamente. Exale. &lt;br /&gt;(2) Inale. Cruze os braços à frente, com antebraços estendidos perpendicularmente ao corpo. Balance-os lateralmente para a esquerda  e direita, duas vezes, na altura natural dos ombros. Exale e deixe os braços caírem. &lt;br /&gt;(3) Inale. Balance os braços paralelamente ao corpo, para cima e para baixo duas vezes de forma a ultrapassarem levemente o limite das costas. Exale e deixe os braços caírem. &lt;br /&gt;(4) Inale. Retenha o fôlego novamente. Estique vagarosamente os braços para frente. Segure com as mãos no punho e volte os braços até tocar no peito. Sacuda o corpo inteiro. Exale enquanto deixa os braços caírem. &lt;br /&gt;(5) Inale. Balance os braços sobre a cabeça e dobre o corpo para a direita à partir da cintura, sem dobrar o peito. Concentre nas partes que estão sendo alongadas. Exale enquanto volta à posição normal.&lt;br /&gt;Repita a operação para a esquerda.&lt;br /&gt;(6) Inale. Segure o fôlego e massageie as costelas. Exale.&lt;br /&gt;(7) Inale. Segure o fôlego, bata com as mãos fechadas nos músculos peitorais. Exale. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nota: A idéia de recarregar prana é liberar força vital individual (Atman) e uni-la com a força vital universal (Brahman) .&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TÉCNICA 6 - PRANA-SUKHA / Respiração curativa : Literalmente, "respiração da alegria, força vital alegrante". Esta respiração é a mais simples extensão do prana a um ritmo. O praticante deve conscientemente alterar o tempo desprendido em cada parte dos ciclos de respiração.  O ritmo do Prana Sukha é dito ser perfeito para extração de força vital da atmosfera. A razão da inspiração - retenção - expiração  deve ser de 1:4:2.&lt;br /&gt;A inalação estabelece pela razão exposta o tempo das fases de retenção e exalação de cada ciclo, ou seja, retêm-se o ar por um tempo quatro vezes maior que gasto na inalação e expele-se o ar no tempo duas vezes maior que o da inalação.&lt;br /&gt;Deve-se iniciar com inalações quase similares as da respiração involuntária e ir aumentando o tempo, sempre respeitando que o exercício deve ser confortável e não forçado. &lt;br /&gt;IMPORTANTE :  não conte mentalmente ou verbalmente os tamanhos das fases para estabelecer o ritmo. Contagem é um processo lógico que interfere com a prática abstrata da medicação. Meça o ritmo focando a mente nos ruídos da inspiração e expiração durante a respiração e se necessário pelas batidas do coração durante a retenção. Ter um ritmo pela audição é ideal e ajuda a unir corpo e mente.  O Gheranda Samhita sugere : "Ao entrar, a inspiração faz o som 'SOH' e ao sair o som 'HAM'. Assim a respiração profere a palavra de poder 'SOHAM' (ou EU SOU). O som sutil reverbera no chakra da raiz, do coração e do terceiro olho. &lt;br /&gt;O Yogi deverá perfazer esta repetição conscientemente" . Outro processo de medida do ritmo é pela concentração no mantra AUM, ou qualquer outro de preferência do praticante, que deve&lt;br /&gt;sentir o ritmo a cada mantra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4 - Prana aplicado na união tântrica (sexual).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As técnicas mostradas até aqui devem ser dominadas antes de prosseguir, pois formam a base para explorações mais profundas no Pranayama e Hatha Yoga. Existem muitas respirações prânicas que podem ser aplicadas diretamente no aprendizado e práticas sexuais tântricas. Um verdadeiro tantrista deve desenvolver completamente a respiração até que ela ocorra naturalmente e usar os poderes curativos da respiração para limpar os canais sutis no corpo. Assim são prevenidos os danos emocionais e físicos advindos das intensas energias criadas pela união tântrica. &lt;br /&gt;As correntes de energia sexuais, mentais e prânicas são interdependentes. &lt;br /&gt;Controle da respiração é vital para a correta união tântrica; respiração é poder. Não tema o poder, mas aprenda a usa-lo corretamente.&lt;br /&gt;Acredita-se em uma divisão em cinco dobras do Prana. " O Prana original contém outros quatro Pranas, cada um governa uma função específica do corpo. Juntos, eles são as cinco respirações sutis."&lt;br /&gt;O Prana original é visto como um movimento de subida. O Apana é visto como um movimento de descida. Estes são os mais importantes das cincos respirações sutis. Tantra busca reverter o fluxo de Prana e Apana, e uni-los, transformando o corpo, a mente e a alma. De acordo com&lt;br /&gt;Krishna no Bhagavad Gita: "Alguns Yogis ofertam o Para ao Apana, outros o Apana ao Prana."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: tradicionalmente o Prana é considerado 'mais alto' e o Apana 'mais baixo'. Muitos caminhos espirituais tem esta mesma idéia, mas lembre-se que no Pranayama Tântrico, eles não são considerados 'bons' ou 'maus', mas sim diferentes fluxos de energia, ambos vitais, a união dos quais leva à Iluminação.  O GORAKASATAKHAM (ensinamentos de um grande Guru indiano) declara : "O Atman (alma individual) está em ligação com Prana e Apana. Quem quer que souber e controlar estas duas forças é um verdadeiro Yogi e saboreará o êxtase da Liberação. Eleve o Apana e una-o com o Prana. " &lt;br /&gt;As cinco respirações sutis tomam seus lugares no Prana durante o período da retenção do ar nos pulmões. Inale Prana, como se ele fosse um fluido, mais leve que a água. Durante a retenção, visualize o ar dividindo em terra, água, ar, fogo e éther. Exale com o fogo, queimando as impurezas.&lt;br /&gt;Pare brevemente antes da inalação, concentrando nas impurezas retornando à terra para regeneração.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;CROW BEAK (Esta é a primeira técnica a ser dominada antes da União Tântrica. Dobre a língua de forma que os lados da língua em contato formem um 'tubo'. Separe os lábios e posicione o tubo na abertura deles,   ficando os lados da língua em contato com o lábio superior e a parte de  baixo da língua em contato com o lábio inferior. Inale pela boca, fazendo o ar entrar pelo 'tubo' formado pela língua. Retenha.&lt;br /&gt;Exale pelas narinas. Este processo, referido como 'Sithali' ou 'frio', esfria o corpo, ativa o fígado e o baço e fortalece os pranas da 'visão e audição'.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;UNIÃO DO PRANA E APANA: Simbolismo solar e lunar são centrais para o Tantra, como são para muitos outros ensinamentos místicos tanto do leste quanto do oeste. Muitos ensinamentos, interessantemente, tem significado similar: a antiga Tradição Hebréia considera o sol&lt;br /&gt;masculino e paternal, a lua feminina e maternal.&lt;br /&gt;A Tradição Taoísta chinesa considera o Sol Yang/ quente / masculino, e a lua Yin/ fria/feminina. HA: Literalmente SOL. THA: literalmente Lua. YOGA: Derivada da palavra raiz YUG, significa 'par' ou 'parelha'. HATHA YOGA = União do Sol e Lua. Hatha Yoga é derivada do PRANAYAMA. A respiração é ligada às influências celestiais, portanto, quando a respiração é &lt;br /&gt;controlada, as influências são controladas. A síntese de HÁ e THA traz equilíbrio, união, o objetivo de todos Yogis.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tantra associa o Sol com o lado direito do corpo, com energia masculina, com o elemento Fogo, com a cor vermelha e o intelecto. A energia solar é armazenada no plexo solar (3º chakra, na nave abdominal), sua energia tem o  fluxo de subida (prânica) e é considerada energia celestial.&lt;br /&gt;A Lua é associada com o lado esquerdo do corpo, com energia feminina, de qualidade fria (Soma), de cor branca, com o elemento Água, e com o processo intuitivo. Energia Lunar é armazenada entre o Chakra do terceiro olho (6º Chakra principal - Ajna) e o  Chakra da Coroa (7º Chakra principal), aproximadamente no centro da testa (Chakra Soma) em um portal em formato  de crescente. Sua energia tem um fluxo de descida (Apanica) e é considerada energia terrena. &lt;br /&gt;A união das duas pode ser conseguida meditativamente no Savasana com a assistência de visualização. Com ou sem visualização, PRANAYAMA tem técnicas  para unir conscientemente HÁ e THA, ambos dentro do indivíduo  e dentro de um  casal Tântrico. Alguns exemplos  de técnicas prânicas Solares/Lunares são dadas a seguir:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ANOLOMA - VILOMA PRANAYAMA - Respiração por narinas alternadas. &lt;br /&gt;Também chamada RESPIRAÇÃO SOLAR-LUNAR. A maior chave do controle da energia sexual. Respiração Solar = Shiva, energia transcendente; Lunar=Shakti, energia criativa. Quando ambas existem em equilíbrio, a força vital viaja por toda coluna espinal, revificando os chakras.&lt;br /&gt;A respiração Solar-Lunar empregada em união tântrica provê uma trilha que impele o ATMAN na direção evolucionária em direção a união cósmica e iluminação.  Mas esta respiração deve ser controlada antes através da prática do Tantra *branco* solitário, a união do HÁ com o THA&lt;br /&gt;dentro de si mesmo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TÉCNICA: Sente-se ereto na posição de lótus ou com a pernas cruzadas. Costas e cabeças eretos. O ritmo da respiração/retenção/expiração pode ser 1/1/1 ou 1/4/2, como na respiração de cura ensinada anteriormente. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 - Pegue a mão direita, dedos indicador e médios dobrados até a palma da mão.&lt;br /&gt;2 - Coloque a mão sobre o nariz. Exale. &lt;br /&gt;3 - Feche a narina direita com o polegar direito. Inale pela narina esquerda, focando mentalmente no fluxo do ar e na energia vital entrando.&lt;br /&gt;4 - Use o polegar e o dedo anelar para fechar ambas as narinas. Retenha.&lt;br /&gt;5 - Solte o polegar e expire pela narina direita, mantendo a narina esquerda fechada pelo dedo anelar. &lt;br /&gt;6 - Inale pela narina direita, focando a mente como anteriormente. &lt;br /&gt;7 - Feche ambas as narinas e retenha.&lt;br /&gt;8 - Exale pela narina esquerda, soltando o dedo anelar. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isto constitui um ciclo completo da respiração Solar/Lunar. Comece com 5 a 10  repetições por ciclo, trabalhando para aumentar gradualmente as repetições por  ciclo, mas sem forçar ao nível do desconforto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;HÁ-THA solo ou *branca*: A respiração traz benefícios físicos:&lt;br /&gt;Balanceando a respiração ajuda em conseguir controle dos processos parasimpáticos como a batida do coração, circulação e temperatura corpórea.&lt;br /&gt;Age como um tranquilizante natural, acalmando os nervos, liberando tensão e aquietando a mente. Misticamente, ajuda o indivíduo a unir as suas próprias forças e ganhar ascendência sobre Prana/Apana, que juntos são iguais a própria energia vital.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O GHERANDA SAMHITA ilustra uma forma Tântrica meditativa *branca* de respiração Solar/Lunar: "Contemple a primordial semente de som YANG, do elemento ar e chakra cardíaco, e visualize esta sílaba como de uma cor esfumaçante, preenchida de energia. Inspire pela narina esquerda, repetindo a sílaba (YANG) mentalmente 16 vezes. Retenha a respiração repetindo mentalmente a sílaba 64 vezes e então exale todo ar pela narina direita, enquanto repete mentalmente a sílaba 32 vezes."&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pranayama praticado por casal Tântrico, antes da união sexual.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Rama Dass ilustra uma técnica para um casal combinar tantra com mantra através do prana. "Experimente o outro como um espelho de si mesmo, identifique a natureza dual de cada parceiro, renda-se ao fluxo impessoal destas energias e, finalmente, juntem-se naquela união&lt;br /&gt;implícita. Ambos os parceiros sentam-se em uma posição confortável olhando um para o outro. O olhar é fixado no olho direito do outro e a respiração coordenada de tal forma que a inspiração de um é a expiração do outro. A respiração é lenta, profunda e confiante.&lt;br /&gt;Uma vez que a coordenação é estabelecida, ambos os parceiros devem visualizar as ondas de energia que resultam da respiração, indo para dentro e para fora. Depois de um período curso, um parceiro começa a dizer, em voz alta, AUM, enquanto expira, direcionando o AUM para o chakra cardíaco do outro. O segundo parceiro, no momento de sua expiração, realiza a mesma prática do primeiro, e assim por diante, alternadamente. O período final pode ser executado de olhos fechados enquanto mantém-se a respiração coordenada e a entonação do mantra AUM.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Prana durante a união tântrica&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando estiverem prontos para o a prática sexual tântrica, o princípios Shiva e Sakthi unem-se dentro de si mesmos e com o outro. Existe uma convergência e sincronização de suas respirações e energias vitais, unindo-se em um vórtice onde a troca de energias sutis ocorrem.&lt;br /&gt;Ficando-se na posição de lado causa a dominação da respiração pela narina oposta. Os Tantras declaram que durante a união sexual, o homem deve conscientemente respirar pela sua narina direita o ar exalado pela narina esquerda da mulher. Fazer sexo face-a-face com cada casal &lt;br /&gt;deitado de lado facilita naturalmente esta troca (Homem deitado sobre seu lado esquerdo, mulher deitada sobre seu lado direito, ambos face-a-face).&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Um texto Tântrico declara: "Pela meditação na respiração durante o ato sexual, o praticante pode aproveitar a energia vital do outro com a sua própria energia vital e vice-versa. " Durante a união Tântrica, o comprometimento do casal é TOTAL, enquanto durar o ato em si, por algum tempo após, por toda a vida ou por toda a Eternidade. A troca de energia vital, quando feita como o propósito do Compromisso Tântrico, une as almas dos praticantes por toda Eternidade, transcendendo o 'Até que a morte os separe'.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pensamento final de alguns mestres&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"A respiração solar leva a transcendência; a respiração lunar é a doação da forma à substância. Sua união evoca o Eterno." - Prana Upanisad.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Quando a respiração é inconstante, tudo é inconstante, quando a respiração é tranqüila, tudo é tranqüilo. Controle a respiração cuidadosamente. Inalação dá força e um corpo controlado, retenção dá estabilidade e longevidade, expiração purifica o corpo e o espírito"&lt;br /&gt;- Goraksasathakam.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"O oráculo da respiração revela seus segredos aqueles que conhecem as chaves.  Os elementos na respiração são conhecidos como fogo, água, terra, ar e ether". - Swara Chinthamani.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As táticas e princípios descritos foram tirados de tradicionais textos sagrados, com alguns comentários adicionais pela Yogini Padma Ushas Suryananda, Yogini da dança Tântirica de Kali Yuga.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;center&gt;TAT TWAT ASI&lt;br /&gt;HARI AUM TAT SAT&lt;br /&gt;AUM SHANTI&lt;br /&gt;NAMASTE&lt;br /&gt;TAT TWAM ASI&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yue Bajavaija &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3294107-75114599?l=wiccanblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75114599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3294107/posts/default/75114599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wiccanblog.blogspot.com/2002_03_31_archive.html#75114599' title=''/><author><name>debis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10707904406994925319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3294107.post-11258988</id><published>2002-03-29T18:44:00.000-03:00</published><updated>2002-03-29T18:44:09.346-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;O NOME MÁGICO&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza você já deve ter se perguntado do porque os pagãos se dão nomes e, também, dão nomes para seus instrumentos. Fazemos isso, não por um simples capricho. Há um porque disso. O nome ou simplesmente o "mote" trazem consigo uma vibração que ajuda o Pagão a se conectar com as energias daquele nome. &lt;br /&gt;Por exemplo, se antes de se adotar um nome, fizer o estudo numerológico dele, você poderá pesquisar e adotar o nome que carrega a força de determinado número que necessita ou quer. Agora, se não quiser ter muito trabalho com cálculos, você pode adotar um nome de uma Deidade a qual você admira. Desta forma, você poderá receber &lt;br /&gt;algumas das características da Deidade. Escolhida, atente-se para o fato, de que, se o método da numerologia você teria o trabalho de fazer cálculos, neste último você terá que pesquisar a fundo tal Deidade para evitar excesso ou possível falta de algo. Ou ainda, adotar um simples nome que indica diretamente a característica que quer. Mais adiante listarei algumas sugestões de nomes com seus respectivos significados. E por último, poderá criar um nome sem se ater com os aspectos numerológicos, característicos de determinada Deidade. Neste caso, você poderá fazer, através de suas próprias atitudes com que ele se torne um nome de poder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante ter em mente que além do nome escolhido trazer as características que você deseja, você e ele devem estar em harmonização perfeita. Não se batize perante os Deuses com um nome pelo simples fato de ter sido usado por um grande Deus. Sinta se ele realmente combina com você. Este nome ficará "anotado" para sempre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa importante, o nome é um caminho para você ficar mais íntimo com a Deusa e com o Deus. Sem dúvida, escolher o próprio nome mágico é uma tarefa difícil, porém excitante. E nunca se esqueça...as palavras trazem consigo PODER...o nome é uma palavra e portanto, você carregará este poder para sempre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de Ter encontrado seu nome mágico, você deve fazer um ritual (preferencialmente escrito por você) para se apresentar perante os Deuses (Deusa e Deus). Neste ritual, você deverá queimar um bom incenso, velas claras e uma música suave ou até mesmo dançante. Celebre este ritual criado por você como se fosse uma festa, o que o é, visto que você está nascendo dentro da casa da Deusa e do Deus. A partir do momento em que você gritar para Eles e para os 4 ventos o seu nome, você nasce para uma nova vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após se apresentar para a Deusa e para o Deus, dê graças a Eles e peça que eles te reconheçam pelo nome dado. Após o pedido, pare em silêncio e faça uma viagem interior. Deixe sua imaginação levar o ritual. Se quiser lhe dê um presente. Terminado seu ritual, se desejar, faça uma reunião com seus amigos para comemorar seu&lt;br /&gt;nascimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;U&gt;O Poder do Nome&lt;/U&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nascemos é nos dado um nome. Durante nossa infância, adolescência muitas vezes somos apelidados por nossos amigos. Quando começamos a namorar ou quando casamos somos apelidados por nosso cônjuge e ainda, quando casamos muitas vezes mudamos de nome colocando ou tirando nossos sobrenomes, aí quando há um divorcio no meio do caminho, mudamos tudo novamente, voltando a acrescentar ou retirando o nome de nosso cônjuge. Quando decidimos nos tornar pagãos...mais um nome. E se não bastasse este monte de nomes que recebemos, trocamos, tiramos ou colocamos, passamos a nomear nossos instrumentos, nosso covens e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas explicam que estes montes de nomes não são por acaso. Indicam nossa evolução durante nossa vida. Outros ainda afirmam que os nomes representam nosso desenvolvimento durante o tempo de nosso aprendizado nesta vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se são verdadeiras tais afirmações, não sei, porém uma coisa é certa, se nosso nome é exaustivamente pensado para ser escolhido, torna-se uma ferramenta importante para acelerar nossa evolução espiritual e a compreensão de nós mesmos. Quando fixamos nossos pés no caminho espiritual, a partir desse momento começamos a mudar. Trilhar por este novo caminho envolve uma série enorme e transformações físicas, psíquicas e espirituais. E o nosso nome influi neste processo. É o&lt;br /&gt;nosso nome que, também, serve de ferramenta mágica para nos fazer viajar em nossos caminhos individuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um simples nome pode ser símbolo de pura inspiração ou pode ser a causa de nossas vitórias ou fracassos. Este mesmo nome simples, pode nos associar com poderes elementares e nos presentear com muita energia em nossas vidas, mas também pode servir de chave para uma completa desolação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles podem enfatizar onde nós vamos, o que somos e o que esperamos ser. Pode fazer nos sentir fracos, poderosos, sábios, inocentes ou arrogante. Não existem limites ao que um simples nome pode trazer a nossa vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;U&gt;Procurando por um Nome&lt;/U&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode procurar por seu nome ideal através da projeção astral, da meditação e outros métodos. Para facilitar esse processo, o indicado é que se tranque a sete chaves em um aposento ou local tranqüilo e tenha a certeza que não será incomodado, seja por telefone, visitas inesperadas, etc. Pense: "Eu estou procurando o nome que completa, que me renova. Quero o nome que me dê sabedoria, paz...aquele que me eleve perante os Deuses. Aquele que traga a transformação que necessito (ou crie sua própria frase).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estado meditativo, visualize a importância de ter um nome que se enquadra dentro do que você procura. Fique aberto para ser levado para qualquer ponto do passado, para rituais, para ser surpreendido por qualquer fato. Preste atenção para escutar coisas que podem ser sussurradas para você. Não desanime se não conseguir seu nome nesta primeira tentativa. Tudo tem seu tempo certo para acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma noite em que saiu a procura de seu nome seguindo as dicas acima, preste atenção em seus sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;U&gt;Ritual para apresentar seu Nome&lt;/U&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monte seu altar. Se o seu nome tiver um símbolo que o represente, coloque-o no altar. Por exemplo, se seu nome for águia selvagem, você pode colocar no altar uma pena para simbolizar seu nome. No mesmo altar, deixe a mão papel (pergaminho de preferencia), uma caneta e um espelho. Deixe à mão, também, velas, incenso, água mineral e sal marinho, e se preferir, um instrumento musical que tenha preferencia, ou um cd com a música que desejar. Abra seu círculo, chame os quadrantes convide as Deidades e diga o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu (diga o antigo nome) uso este nome pela última vez. Eu cresci, eu mudei. Eu evolui para a pessoa que se apresenta perante vocês neste momento. Já não sou  mais ................ e já não tenho mais laços com este antigo nome que morreu na hora em que eu renasci".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá até o altar e escreva seu novo nome no papel. Passe o papel pela fumaça do incenso dizendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes do AR. Que o Ar me dê a força do intelecto, a claridade da visão a pureza do amanhecer no primeiro instante em que eu tiver da nova vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segure o papel sobre a vela (cuidado para não pegar fogo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes do Fogo. Que o Fogo me dê determinação, força e a energia existente em suas faíscas, durante toda a minha nova vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Borrife sobre o papel a água e diga:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes do Água. Que a água me dê a suave intuição, a profunda compreensão e a consciência dos mais profundos mistérios durante toda esta nova vida que nasce".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enterre o papel no sal marinho dizendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes da Terra. Que a Terra me dê força e solidez, que me conecte com as energias da Mãe. Que me presenteie com uma consciência nova livre do temor das noites escuras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caldeirão, queime o papel dizendo em voz bem firme:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu sou (nome novo)! Ar, Fogo, Água e Terra confirmo meu nome com orgulho. Eu sou .............! Eu sou ....................! Eu sou ...................!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirija-se para cada ponto cardeal e diga:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Norte Eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sul, eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leste, Eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oeste, eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fique diante do altar e invoque pela Deusa e invoque o Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amada Deusa (repetir para o Deus), peço que abençoe, a nova criança que se apresenta diante de vós. Que abençoe meus passos daqui por diante, pois, a partir de agora sou seu filho. Que só terá boca para pronunciar seu Nome. Só terá olhos para ver o brilho de vós. Me abençoe Mãe. Me abençoe Pai. A partir deste momento eu sou .................!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feito isto, perca um tempo meditando no que acabou de fazer. Escute sua música, se olhe no espelho e repita seu nome. Encerre o ritual de modo habitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto Extraído de www.locaux.hpg.com.br/wicca_nomes_magicos.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sugestão de Nomes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GREGO (Feminino)&lt;br /&gt;Althea: Cura&lt;br /&gt;Amarantha: Imortal&lt;br /&gt;Ariadne: a Filha de sol Deus&lt;br /&gt;Atena: Deusa de Sabedoria&lt;br /&gt;Damra: Suavidade&lt;br /&gt;Demeter/Demetra: Deusa da Colheita&lt;br /&gt;Irene: Deusa de Paz&lt;br /&gt;Pandora: Todo Talentoso&lt;br /&gt;Trina: Pureza&lt;br /&gt;Xena: Lugar Distante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GREGO (Masculino)&lt;br /&gt;Adonis: Mocidade&lt;br /&gt;Aeneus: Elogio Merecedor&lt;br /&gt;Alexander: Grande Protetor&lt;br /&gt;Ambrose: Imortal&lt;br /&gt;Appolo: Varonil&lt;br /&gt;Aristóteles: O Melhor&lt;br /&gt;Artemus: São e salvo&lt;br /&gt;Damian/Damon/Daymond: Constante&lt;br /&gt;Jason: O Curandeiro&lt;br /&gt;Orion: O Caçador&lt;br /&gt;Sebastian: Majestoso&lt;br /&gt;Xanthus: Cabelos dourados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LATIM (Feminino)&lt;br /&gt;Amanda: Merecedora de Grande Amor&lt;br /&gt;Outono: Queda&lt;br /&gt;Bellona: Deusa de Guerra&lt;br /&gt;Diana: Deusa da Caça&lt;br /&gt;Lena: a Sedutora&lt;br /&gt;Luna: Lua&lt;br /&gt;Mônica: Conselheira&lt;br /&gt;Terra: Deusa da Terra&lt;br /&gt;Vênus: Deusa de Amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LATIM (Masculino)&lt;br /&gt;Alban: Puro de Coração&lt;br /&gt;Ardan/Arden/Ardin: Ígneo&lt;br /&gt;Foster: o Guardião dos Bosques&lt;br /&gt;Grifo: Besta Mítica&lt;br /&gt;Max/Maxim/Maximillian: mais do que Excelente&lt;br /&gt;Romulus: o Fundador Mítico de Roma&lt;br /&gt;Rex: o Rei&lt;br /&gt;Sylvanus: Deus das Florestas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CELTA (Feminino)&lt;br /&gt;Aislin: Sonho&lt;br /&gt;Betha: Vida&lt;br /&gt;Bonnie: Bonito&lt;br /&gt;Brianna: O Forte e Poderoso&lt;br /&gt;Duvessa: Beleza negra&lt;br /&gt;Edana: Pouco Fogo&lt;br /&gt;Edwina: o Amigo Próspero&lt;br /&gt;Enid: O Espírito ou Alma&lt;br /&gt;Guinevere/Gweneth: a Senhora Branca ou Justa&lt;br /&gt;Kelly: o Guerreiro Feminino&lt;br /&gt;Shannon: Pequeno Sábio&lt;br /&gt;Ula: Jóia do Mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CELTA (Masculino)&lt;br /&gt;Ahern: Deus dos Cavalos&lt;br /&gt;Aurthur: Nobre&lt;br /&gt;Carlin: Pequeno Campeão&lt;br /&gt;Cathal: Grande Guerreiro&lt;br /&gt;Cullen: Bonito&lt;br /&gt;Dallan/Dallas: Sábio&lt;br /&gt;Donnovan: o Guerreiro negro&lt;br /&gt;Duncan: Escuridão&lt;br /&gt;Edan: Ígneo&lt;br /&gt;Evan/Ewan/Ewen: o Guerreiro Jovem&lt;br /&gt;Grady: Nobre&lt;br /&gt;Kearney: Vitorioso&lt;br /&gt;Murrough: o Guerreiro do Mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INGLÊS (Feminino)&lt;br /&gt;Audrey: Força para Superar&lt;br /&gt;Brook: Perto do Fluxo&lt;br /&gt;Eadwine: Valioso Amigo&lt;br /&gt;Edlyn: Nobre&lt;br /&gt;Ella: a Mulher Bonita&lt;br /&gt;Kendra: a Mulher Instruída&lt;br /&gt;Leigh: Do Prado&lt;br /&gt;Megan: Forte ou Capaz&lt;br /&gt;Willa: O Desejado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INGLÊS (Masculino)&lt;br /&gt;Alden/Aldin/Aldis: Velho Amigo&lt;br /&gt;Garwin: o Camarada no Campo de batalha&lt;br /&gt;Kenway: Tipo negrito na Batalha&lt;br /&gt;Taliesin: Sobrancelha Brilhante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VÁRIOS&lt;br /&gt;Aditi: Deusa&lt;br /&gt;Ambika: Deusa de Poder e Destruição&lt;br /&gt;Amma: Deusa de Mãe&lt;br /&gt;Anala: Fogo&lt;br /&gt;Ganesha: Deus da Sorte e da Sabedoria&lt;br /&gt;Indra: Deusa do Poder&lt;br /&gt;Manda: Deus do Oculto&lt;br /&gt;Haimi {havaiano}: O Investigador&lt;br /&gt;Kala {havaiano}: a Princesa&lt;br /&gt;Kalevi {finlandês}: o Herói&lt;br /&gt;Prisca {francês}: O Ancião&lt;br /&gt;Haldis: Espírito de Pedra&lt;br /&gt;Ramona: sábio&lt;br /&gt;Velda: Grande Sabedoria&lt;br /&gt;Alaric/Alarick: Regra&lt;br /&gt;Aldrich: Regra Sábia&lt;br /&gt;Arvin: o Amigo das Pessoas&lt;br /&gt;Axel: o Pai daPaz&lt;br /&gt;Derwin: o Amigo dos Animais&lt;br /&gt;Dustin: o Lutador Valente&lt;br /&gt;Garner: o Guerreiro Guardião&lt;br /&gt;Humphrey: o Homem de Paz&lt;br /&gt;Tate: Alegre&lt;br /&gt;Warren: o Defensor&lt;br /&gt;Aponi: Borboleta&lt;br /&gt;Awenasa: Minha Casa&lt;br /&gt;Enola: Só&lt;br /&gt;Gaho: a Mãe&lt;br /&gt;Kachina: o Dançarino Sagrado&lt;br /&gt;Mascha: Coruja&lt;br /&gt;Miakoda: Poder da Lua&lt;br /&gt;Nahimana: Místico&lt;br /&gt;Onatah: Filha da Terra&lt;br /&gt;Satinka: o Dançarino Mágico&lt;br /&gt;Tadewi: Vento&lt;br /&gt;Taima: Trovão&lt;br /&gt;Tuwa: Terra&lt;br /&gt;Wakanda: Poder Mágico Interno&lt;br /&gt;Texto Extraído de: www.locaux.hpg.com.br/wicca_nomes_magicos.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Outras sugestões (em inglês)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Celtic/Gaelic Names&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celtic/Gaelic Girls&lt;br /&gt;Aine: Fairy queen at Knockany Hill&lt;br /&gt;Aislin: Dream&lt;br /&gt;Alina: Distant place&lt;br /&gt;Alyce: Noble&lt;br /&gt;Ashling: Dream&lt;br /&gt;Aurnia: Historic name&lt;br /&gt;Banba: Irish Goddess&lt;br /&gt;Betha: Life&lt;br /&gt;Bonnie: Pretty&lt;br /&gt;Brenna: Raven maid&lt;br /&gt;Briana: The strong; powerful&lt;br /&gt;Brigid: Strong (from the Goddess)&lt;br /&gt;Calum: Dove&lt;br /&gt;Cara: Friend&lt;br /&gt;Darcy: Dark one&lt;br /&gt;Deirdre: Sorrow&lt;br /&gt;Devin: Poet&lt;br /&gt;Duvessa: Dark beauty&lt;br /&gt;Edana: Little fire&lt;br /&gt;Enid: The spirit or soul&lt;br /&gt;Erin/Erina: Island&lt;br /&gt;Fenella: Fair&lt;br /&gt;Fiona: Fair or white&lt;br /&gt;Geneviene: Magic sighs&lt;br /&gt;Glenna: Valley&lt;br /&gt;Grainne: Grain Goddess&lt;br /&gt;Grania: Love&lt;br /&gt;Guinevere/Gweneth: White or fair lady&lt;br /&gt;Hazel: Tree&lt;br /&gt;Heather: The flower&lt;br /&gt;Janel/Jannell: Darling&lt;br /&gt;Keelia/Keelin/Keely: Beauty&lt;br /&gt;Kelly: Female warrior&lt;br /&gt;Kyla/Kylia: Lovely&lt;br /&gt;Maeve: Intoxicating one&lt;br /&gt;Mavelle: Songbird&lt;br /&gt;Meara: Merry&lt;br /&gt;Morag: Princess&lt;br /&gt;Niamh: Irish mythical princess of the land of promise&lt;br /&gt;Nola: Noble&lt;br /&gt;Nora: Honor&lt;br /&gt;Peigi: Pearl&lt;br /&gt;Rhona: Rough island&lt;br /&gt;Riona: Queenly&lt;br /&gt;Sabia/Sabina: Goodness&lt;br /&gt;Saraid: Excellent&lt;br /&gt;Shannon: Little wise one&lt;br /&gt;Tara: Tower&lt;br /&gt;Ula: Jewel of the sea&lt;br /&gt;Vevina: Gaelic sweet lady&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celtic/Gaelic Boys&lt;br /&gt;Ahern: Lord of horses&lt;br /&gt;Aidan: Hearth fire&lt;br /&gt;Angus: From the love God&lt;br /&gt;Arthur: Noble&lt;br /&gt;Baird: Ballad singer&lt;br /&gt;Bevan: Warrior's son&lt;br /&gt;Brady: Spirited&lt;br /&gt;Bram: Raven&lt;br /&gt;Brendon/Brennon: Little Raven&lt;br /&gt;Brian: Strength&lt;br /&gt;Calhoun: Warrior&lt;br /&gt;Callum: Messenger of peace&lt;br /&gt;Camden: From the winding valley&lt;br /&gt;Cameron: Crooked nose&lt;br /&gt;Carlin: Little champion&lt;br /&gt;Casey: Valourous, brave&lt;br /&gt;Cassidy: Clever&lt;br /&gt;Cathal: Great warrior&lt;br /&gt;Chay: Fairy place&lt;br /&gt;Cheney: From the oak forest&lt;br /&gt;Cory: Mountain glen&lt;br /&gt;Cullen: Handsome&lt;br /&gt;Curran: Hero&lt;br /&gt;Dagda: The good God&lt;br /&gt;Daibhidh: Beloved&lt;br /&gt;Dallan/Dallas: Wise&lt;br /&gt;Dane: After Goddess&lt;br /&gt;Danu Darby: Free man&lt;br /&gt;Daron: Great little one&lt;br /&gt;Darren/Darrin: Great&lt;br /&gt;Devan: Poet&lt;br /&gt;Diancecht: Irish God&lt;br /&gt;Dillon: Faithful&lt;br /&gt;Donegal: Dark&lt;br /&gt;Druce: Wise man&lt;br /&gt;Duncan: Dark-skinned warrior&lt;br /&gt;Edan: Fiery&lt;br /&gt;Ennis: Island&lt;br /&gt;Evan/Ewan: Young warrior&lt;br /&gt;Fearghus: Strong man&lt;br /&gt;Ferris: The rock&lt;br /&gt;Finn: Fair-haired&lt;br /&gt;Forbes: Prosperous&lt;br /&gt;Galen: Intelligent&lt;br /&gt;Gallagher: Eager helper&lt;br /&gt;Galvan: Sparrow&lt;br /&gt;Gavin/Gawen: White hawk&lt;br /&gt;Gilroy: Devoted to the king&lt;br /&gt;Innis: River island&lt;br /&gt;Kane/Kayne: Bright&lt;br /&gt;Kele/Kellen: Warrior&lt;br /&gt;Kennet/Kenneth: Handsome&lt;br /&gt;Kermit: Free man&lt;br /&gt;Kevan/Kevin: Loveable, gentle&lt;br /&gt;Kyle: From the strait&lt;br /&gt;Laird: Landlord&lt;br /&gt;Morgan: Sea's edge&lt;br /&gt;Murdoch: Prosperous seaman&lt;br /&gt;Murrough: Sea warrior&lt;br /&gt;Neel/Nels/Niall: Champion&lt;br /&gt;Nolan: Famous&lt;br /&gt;Owen: Young warrior&lt;br /&gt;Quinlan: Very strong&lt;br /&gt;Quinn: Wise&lt;br /&gt;Rierdan/Riordan: King's poet&lt;br /&gt;Ross: Promontory, headland&lt;br /&gt;Ryan: Little king&lt;br /&gt;Shay/Shea: Fairy place&lt;br /&gt;Sheridan: Wild man&lt;br /&gt;Skelly: Storyteller&lt;br /&gt;Sloan: Warrior&lt;br /&gt;Tadleigh: Poet&lt;br /&gt;Tiernan: Lord&lt;br /&gt;Torc: Irish. Boar&lt;br /&gt;Torin: Chief&lt;br /&gt;Trahern: Strong as iron&lt;br /&gt;Trevor: Prudent&lt;br /&gt;Uileos: Ulysses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Teutonic Names&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teutonic Girls&lt;br /&gt;Ailsa/Alyssa: Of good cheer&lt;br /&gt;Alda: Rich&lt;br /&gt;Amelia: Industrious&lt;br /&gt;Ardith: Rich gift&lt;br /&gt;Audris: Wealthy&lt;br /&gt;Bianca: White&lt;br /&gt;Blenda: Dazzling&lt;br /&gt;Dagna: Fair as the day&lt;br /&gt;Ethelind: Nobly wise&lt;br /&gt;Farica: Peaceful ruler&lt;br /&gt;Garda: Protected&lt;br /&gt;Gisela: Pledge&lt;br /&gt;Haldis: Stone spirit&lt;br /&gt;Hazel: Commander&lt;br /&gt;Hertha: Mother Earth&lt;br /&gt;Ida: Happy&lt;br /&gt;Ilsa: Gaiety&lt;br /&gt;Lorelei: Destruction&lt;br /&gt;Marelda: Famous battle maid&lt;br /&gt;Melisande: Industrious, strong&lt;br /&gt;Minetta/Minna: Loving memory&lt;br /&gt;Raina: Mighty&lt;br /&gt;Ramona: Wise protectoress&lt;br /&gt;Vedis: Sacred spirit of the forest&lt;br /&gt;Velda: Of great wisdom&lt;br /&gt;Wanda: The wanderer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teutonic Boys&lt;br /&gt;Abelard: Resolute&lt;br /&gt;Adalard: Brave and noble&lt;br /&gt;Alaric/Alarick: Ruler of all&lt;br /&gt;Aldrich: Wise ruler&lt;br /&gt;Archambault: Bold&lt;br /&gt;Arvin: Friend of the people&lt;br /&gt;Aubrey: Elf king&lt;br /&gt;Axel: Father of peace&lt;br /&gt;Ballard: Bold&lt;br /&gt;Baron: Noble Warrior&lt;br /&gt;Barrett: Mighty as a bear&lt;br /&gt;Bond: Farmer&lt;br /&gt;Chalmers: Lord of the manor&lt;br /&gt;Charles: Manly&lt;br /&gt;Conrad: Honest councellor&lt;br /&gt;Derek/Derrick: Great ruler&lt;br /&gt;Derwin: Friend to the animals&lt;br /&gt;Dustin: Brave fighter&lt;br /&gt;Dwight: Fair one&lt;br /&gt;Garner: Guardian warrior&lt;br /&gt;Graham: From the grey house&lt;br /&gt;Hardy: Bold, daring&lt;br /&gt;Humphrey: Man of peace&lt;br /&gt;Ingram: Angel raven&lt;br /&gt;Lombard: Long beard&lt;br /&gt;Loring: Famous in war&lt;br /&gt;Merrill: Famous&lt;br /&gt;Meyer: Farmer&lt;br /&gt;Paxton: Pack man&lt;br /&gt;Roscoe: Deer forest&lt;br /&gt;Sprague: Lively&lt;br /&gt;Talbot: Valley bright&lt;br /&gt;Tate: Cheerful&lt;br /&gt;Thayer: Of the nation's army&lt;br /&gt;Ulrich: Wolf ruler&lt;br /&gt;Waldron: Mighty raven&lt;br /&gt;Warner: Armed defender&lt;br /&gt;Warren: Defender&lt;br /&gt;Wayne: Wagon&lt;br /&gt;Wolfe: Wolf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;English, Welsh and Anglo Saxon Names&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;English, Welsh and Anglo Saxon Girls&lt;br /&gt;Alodie: Wealthy&lt;br /&gt;Arden: Eagle valley&lt;br /&gt;Audrey: Strength to overcome&lt;br /&gt;Avis: Refuge in battle&lt;br /&gt;Billie: Strong-willed&lt;br /&gt;Bliss: Joy&lt;br /&gt;Cody: A cushion&lt;br /&gt;Dawn: Break of day&lt;br /&gt;Dove: The bird&lt;br /&gt;Eadwine: Valuable friend&lt;br /&gt;Edris: Prosperous ruler&lt;br /&gt;Edwina: Valuable friend&lt;br /&gt;Edyth/Edythe: Rich gift&lt;br /&gt;Ella: Elf; Beautiful fairy woman&lt;br /&gt;Esme: Gracious protector&lt;br /&gt;Fancie: Imagination&lt;br /&gt;Farra/Farrah: Beautiful, pleasant&lt;br /&gt;Fleta: Swift&lt;br /&gt;Genna: White; Fair&lt;br /&gt;Gwinevere/Gwen: White&lt;br /&gt;Gwenora/Gwyneth: Fair&lt;br /&gt;Harley: From the long field&lt;br /&gt;Hazel: Commanding authority&lt;br /&gt;Holly: Tree&lt;br /&gt;Isolde/Isolt: Fair lady&lt;br /&gt;Jolene: She will increase&lt;br /&gt;Kendra: Knowing woman&lt;br /&gt;Kimberlyn/Kimbra: From the royal fortress  meadow&lt;br /&gt;Leigh: From the meadow&lt;br /&gt;Lindsay/Lindsey: From the linden tree island&lt;br /&gt;Lynn: A cascade&lt;br /&gt;Maida/Mayda: A maiden&lt;br /&gt;Megan: Strong or able&lt;br /&gt;Merry: Happy&lt;br /&gt;Pixie: Sprite&lt;br /&gt;Rae: Doe&lt;br /&gt;Raven: Like the bird&lt;br /&gt;Rhiamon: Mythological; A Witch&lt;br /&gt;Rhiannon: Mythical name&lt;br /&gt;Robin: Like the bird&lt;br /&gt;Rowena: Famous friend&lt;br /&gt;Shandeigh/Shandy: Rambunctious&lt;br /&gt;Shelby: From the ledge estate&lt;br /&gt;Skye: Sky&lt;br /&gt;Skylar: Sheltering&lt;br /&gt;Sorcha: Bright&lt;br /&gt;Storm: Stormy&lt;br /&gt;Summer: Summertime&lt;br /&gt;Velvet: Velvety&lt;br /&gt;Vivien: Full of life&lt;br /&gt;Willa: The desired&lt;br /&gt;Wilona: Wished for&lt;br /&gt;Winter: Wintertime&lt;br /&gt;Yetta: To give&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;English, Welsh and Anglo-Saxon Boys&lt;br /&gt;Aethelwine: Noble friend&lt;br /&gt;Aethelwulf: Noble wolf&lt;br /&gt;Aiken: Oaken&lt;br /&gt;Ainsley: From the near meadow&lt;br /&gt;Alcott: From the old cottage&lt;br /&gt;Alden/Aldin/Aldis: Old friend&lt;br /&gt;Aldrich: Old wise ruler&lt;br /&gt;Aldwyn: Protector&lt;br /&gt;Alfred: Elf counselor&lt;br /&gt;Allard: Noble and brave&lt;br /&gt;Archer: Bowman&lt;br /&gt;Aylwyn: Old friend&lt;br /&gt;Baron: Nobleman&lt;br /&gt;Baxter: Baker&lt;br /&gt;Berwyn: Bright friend&lt;br /&gt;Blake: Fair-haired&lt;br /&gt;Borden: From the valley of the boar&lt;br /&gt;Brad: Broad&lt;br /&gt;Bradley: From the broad meadow&lt;br /&gt;Bramwell: Fierce-willed&lt;br /&gt;Bran: Raven Brand: Fiery&lt;br /&gt;Burton: From the castle&lt;br /&gt;Calder: Stream&lt;br /&gt;Caldwell: Dweller by the cold spring&lt;br /&gt;Calvert: Herdsman&lt;br /&gt;Chad: Warlike&lt;br /&gt;Chapman: Merchant&lt;br /&gt;Colby: From the black farm&lt;br /&gt;Collier: Miner&lt;br /&gt;Cutler: Knifemaker&lt;br /&gt;Darnell: From the hidden place&lt;br /&gt;Draigh: Dragon&lt;br /&gt;Eadgar: Fortunate spearman&lt;br /&gt;Eadmund: Rich protector&lt;br /&gt;Elden: Protector&lt;br /&gt;Elwin: Friend of the elves&lt;br /&gt;Emlyn: Winning&lt;br /&gt;Falkner: Falcon master&lt;br /&gt;Garland: From the battlefield&lt;br /&gt;Garrett: With a mighty spear&lt;br /&gt;Garrick: Oak spear&lt;br /&gt;Garrnet: Armed with a spear&lt;br /&gt;Garwin: Comrade in battle&lt;br /&gt;Gladwin: Cheerful&lt;br /&gt;Hereward: Army guard&lt;br /&gt;Kenway: Bold in battle&lt;br /&gt;Kingsley: From the king's meadow&lt;br /&gt;Leland: Meadowland&lt;br /&gt;Lowell: Beloved&lt;br /&gt;Mabon: Son&lt;br /&gt;Maddison: Son of the powerful soldier&lt;br /&gt;Merlin: Falcon&lt;br /&gt;Merlin Emrys: Wonderous youth&lt;br /&gt;Merrick: Ruler of the sea&lt;br /&gt;Perry: Rock&lt;br /&gt;Ramsay: Raven's island&lt;br /&gt;Rand: Shield warrior&lt;br /&gt;Regenbeald: Rainbow&lt;br /&gt;Sawyer: Woodsman&lt;br /&gt;Shepard: Sheep watcher&lt;br /&gt;Sherwood: Of the bright forest&lt;br /&gt;Tyler: Tile maker&lt;br /&gt;Wade: From the river crossing&lt;br /&gt;Waite: Guard&lt;br /&gt;Ward: Guardian&lt;br /&gt;Winston: From the friendly town&lt;br /&gt;Yates: Dweller at the gates&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Greek Names&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Greek Girls&lt;br /&gt;Aileen: Light&lt;br /&gt;Aldora: Winged gift&lt;br /&gt;Aleris: Ancient name&lt;br /&gt;Alexandra: Helper of mankind&lt;br /&gt;Althea: Healing&lt;br /&gt;Amara: Unfading&lt;br /&gt;Amarantha: Immortal&lt;br /&gt;Ambrosia: Food of life&lt;br /&gt;Anastasia: One who will rise again&lt;br /&gt;Aretha: Nymph&lt;br /&gt;Ariadne: Goddess of spring&lt;br /&gt;Astra: Starlike&lt;br /&gt;Athena: Goddess of wisdom Calandra: The lark&lt;br /&gt;Calantha: Blossom&lt;br /&gt;Cassandra: Prophetess to whom no one listened&lt;br /&gt;Chloe: Flowering&lt;br /&gt;Corinne: A maiden&lt;br /&gt;Crystal: Clear&lt;br /&gt;Cynthia: Moon Goddess&lt;br /&gt;Damara: Gentle&lt;br /&gt;Delia: Goddess of the harvest&lt;br /&gt;Demetra: Goddess of the harvest&lt;br /&gt;Dorissa: Sea&lt;br /&gt;Emma: Grandmother&lt;br /&gt;Hestia: Goddess of the hearth&lt;br /&gt;Ilona: Light&lt;br /&gt;Iona: Purple jewel&lt;br /&gt;Irene: Goddess of peace&lt;br /&gt;Iris: Goddess of the rainbow&lt;br /&gt;Mona: Solitary&lt;br /&gt;Nerissa: Of the sea&lt;br /&gt;Nicole: People's victory&lt;br /&gt;Pandora: All gifted&lt;br /&gt;Panthea: Of all the Gods&lt;br /&gt;Pearl: The jewel&lt;br /&gt;Penelope: The weaver&lt;br /&gt;Phoebe: Moon Goddess&lt;br /&gt;Rhea: Daughter of heaven and earth&lt;br /&gt;Selena: Moon Goddess&lt;br /&gt;Terza: The harvester&lt;br /&gt;Thalia: Joyful&lt;br /&gt;Theola: Divine&lt;br /&gt;Trina: Pure&lt;br /&gt;Xena: Distant place&lt;br /&gt;Zandra: Helper of humankind&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Greek Boys&lt;br /&gt;Adonis: Beautiful youth&lt;br /&gt;Aeneas: Praiseworthy&lt;br /&gt;Ajax: Eagle&lt;br /&gt;Alexander: Great protector&lt;br /&gt;Ambrose: Immortal&lt;br /&gt;Apollo: Manly&lt;br /&gt;Aristotle: The best&lt;br /&gt;Astemus: Safe and sound&lt;br /&gt;Cosmo: The world&lt;br /&gt;Damian: Constant&lt;br /&gt;Darius: Wealthy&lt;br /&gt;Dorian: From the sea&lt;br /&gt;Fabian: Bean farmer&lt;br /&gt;Galen: Calm&lt;br /&gt;Goran: Farmer&lt;br /&gt;Jason: The healer&lt;br /&gt;Leander: Lion-man&lt;br /&gt;Nicholas: Victory of the people&lt;br /&gt;Orestes: Mountain&lt;br /&gt;Orion: Hunter&lt;br /&gt;Otis: Hears well&lt;br /&gt;Sebastian: Majestic&lt;br /&gt;Ulysses: Wrathful&lt;br /&gt;Xanthus: Golden-haired&lt;br /&gt;Xenos: Foreigner&lt;br /&gt;Zeno: Shining&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Latin Names&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Latin Girls&lt;br /&gt;Adora: Beloved&lt;br /&gt;Adrienne: Dark, rich&lt;br /&gt;Allegra: Lively&lt;br /&gt;Amabel: Loveable&lt;br /&gt;Amanda: Deserving of great love&lt;br /&gt;Andreanna: Womanly&lt;br /&gt;April: Opening&lt;br /&gt;Ardella: Warmth&lt;br /&gt;Aurora: Golden&lt;br /&gt;Austin: Majestic&lt;br /&gt;Autumn: Fall&lt;br /&gt;Belinda: Beautiful serpent&lt;br /&gt;Bellona: Goddess of war&lt;br /&gt;Cerelia: Goddess of the harvest&lt;br /&gt;Chantal: Song&lt;br /&gt;Diana: Goddess of the hunt&lt;br /&gt;Emily: Hard-working&lt;br /&gt;Faline: Catlike&lt;br /&gt;Fawna: Young deer&lt;br /&gt;Felicity: Happiness&lt;br /&gt;Flora: Goddess of flowers&lt;br /&gt;Gemma: Jewel&lt;br /&gt;Ginger: The spice&lt;br /&gt;Grace: Charm&lt;br /&gt;Hilary: Full of cheer&lt;br /&gt;Ivory: Made of ivory&lt;br /&gt;Julia/Juliet: Youthful&lt;br /&gt;Justine: Just&lt;br /&gt;Laura/Laureen/laurel: Honor&lt;br /&gt;Leandra: Lioness&lt;br /&gt;Lelia: Lily Lena: Temptress&lt;br /&gt;Leola/Leona: Lion&lt;br /&gt;Lorelle: Little&lt;br /&gt;Lucina: Goddess of childbirth&lt;br /&gt;Lucretia: Riches&lt;br /&gt;Luna: Moon&lt;br /&gt;Maia: Goddess of springtime&lt;br /&gt;Maris/Meris: Of the sea&lt;br /&gt;Melena: Canary-yellow colored&lt;br /&gt;Merle/Merrly: Blackbird&lt;br /&gt;Miranda: Admirable&lt;br /&gt;Monica: Counselor&lt;br /&gt;Natalie: Born at Yule&lt;br /&gt;Nydia: From the nest&lt;br /&gt;Riana: Golden&lt;br /&gt;Risa: Laughter&lt;br /&gt;Sabina: Sabine woman&lt;br /&gt;Sabrina: From the boundary line&lt;br /&gt;Season: Sowing, planting&lt;br /&gt;Selena: Salt&lt;br /&gt;Sybil: Prophetess&lt;br /&gt;Terra: Goddess of the earth&lt;br /&gt;Tessa: Essence&lt;br /&gt;Valene/Valora: Strong&lt;br /&gt;Valentine: Healthy&lt;br /&gt;Venus: Goddess of love&lt;br /&gt;Vesta: Goddess of the hearth&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Latin Boys&lt;br /&gt;Adrian: Seacoast&lt;br /&gt;Alban: Pure heart&lt;br /&gt;Ardan/Arden: Fiery&lt;br /&gt;Austin: Great usefulness&lt;br /&gt;Bard: Bearded&lt;br /&gt;Blase: Stammerer&lt;br /&gt;Calvin: Bald&lt;br /&gt;Cash: Vain&lt;br /&gt;Clark: Scholarly&lt;br /&gt;Corbett/Corbin/Corvin: Raven&lt;br /&gt;Cornelius: Horn-colored&lt;br /&gt;Dexter: Dexterous&lt;br /&gt;Drake: Dragon&lt;br /&gt;Emlyn: Charming&lt;br /&gt;Felix: Prosperous&lt;br /&gt;Forrest: Woodsman&lt;br /&gt;Griffin: Mythical beast&lt;br /&gt;Jarl/Jarlen: Man of control&lt;br /&gt;Magnus: Great&lt;br /&gt;Maxim: Most excellent&lt;br /&gt;Myer: great&lt;br /&gt;Paine: Country peasant&lt;br /&gt;Paxton: Nobleman&lt;br /&gt;Remus: Mythical founder of Rome&lt;br /&gt;Rex: King&lt;br /&gt;Ross: Rose&lt;br /&gt;Sebastian: Majestic S&lt;br /&gt;elvanus: The forest God&lt;br /&gt;Sylvester: Woods&lt;br /&gt;Torin: Tender&lt;br /&gt;Ursa: Bear&lt;br /&gt;Vassily: Magnificent&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Afghani&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Badria: Moonlike&lt;br /&gt;Mallalai: Beautiful&lt;br /&gt;Palwasha: Spark of light&lt;br /&gt;Roxanna: Sparkling&lt;br /&gt;Shahla: Beautiful eyes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Arabian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Akilah ("ah KEE lah"): Intelligent&lt;br /&gt;Anan: Clouds&lt;br /&gt;Falak: Star&lt;br /&gt;Fatin ("FAH teen"): Captivating&lt;br /&gt;Hana: Happiness&lt;br /&gt;Hilel: The new moon&lt;br /&gt;Kadir: Green&lt;br /&gt;Sabir: Patient&lt;br /&gt;Shadi: Singer&lt;br /&gt;Talib: Seeker&lt;br /&gt;Umm: Mother&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Armenian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Anahid: Goddess of the moon&lt;br /&gt;Astrid: Star&lt;br /&gt;Nairi: Land of canyons&lt;br /&gt;Siran: Lovely&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Basque&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Izar: Star&lt;br /&gt;Lur: Earth&lt;br /&gt;Nora: Greek, Light&lt;br /&gt;Pellkita: Latin, Happy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Brazilian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Iemanja: The Goddess of the Seas&lt;br /&gt;Janaina: Atlantic Ocean Queen&lt;br /&gt;Kaiala: Pacific Ocean Queen&lt;br /&gt;Marabo: Artic Ocean Queen&lt;br /&gt;Oroxum: Indian Ocean&lt;br /&gt;Ogunte: Caribean Sea Queen&lt;br /&gt;Soba: Mediterranean Sea Queen&lt;br /&gt;Ynaie: Red sea Queen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Burmese&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Mima: Woman&lt;br /&gt;Mya: Emerald&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Cambodian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Chan: Sweet-smelling tree&lt;br /&gt;Chantrea ("CHAN thee ay"): Moonshine&lt;br /&gt;Dara: Stars&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Danish&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Asta: Greek, Star&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Ethiopian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Desta: Happiness&lt;br /&gt;Fannah: Fun&lt;br /&gt;Seble: Autumn&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Finnish&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Ametisti ("AH may tis tea"): Amethyst&lt;br /&gt;Eeva : Life&lt;br /&gt;Haltijatar ("HAHL ti yah tahr"): Fairy&lt;br /&gt;Haukka ("HOUK kah"): Hawk&lt;br /&gt;Joki ("YOA key"): River&lt;br /&gt;Jumalatar ("YOU mah lah tar"): Goddess&lt;br /&gt;Kalevi ("KAHL ev ee"): Hero&lt;br /&gt;Kesa ("KAY sah"): Summer&lt;br /&gt;Kevat ("KAY vaht"): Spring&lt;br /&gt;Kuu ("KOO"): The moon&lt;br /&gt;Lilja ("LEEL yah"): Lily&lt;br /&gt;Linna: Castle&lt;br /&gt;Luuta: Broom&lt;br /&gt;Maaginen ("MAA gi nayn"): Magic&lt;br /&gt;Meri ("MAY ri"): Sea&lt;br /&gt;Metsa ("MAYT sa"): Forest&lt;br /&gt;Noita ("NOI tah"): Witch&lt;br /&gt;Moituus ("NOI tooss"): Witchcraft, magic&lt;br /&gt;Onnellinen ("OAN nayl li nayn"): Happy&lt;br /&gt;Onyksi ("OA newk si"): Onyx&lt;br /&gt;Satu ("SAH too"): Fairy tale&lt;br /&gt;Syksy ("SEWK sew"): Autumn&lt;br /&gt;Talvi ("TAHL vi"): Winter&lt;br /&gt;Timantti ("TI mahnt ti"): Diamond&lt;br /&gt;Vesiputous ("VAY si poo toa ooss"): Waterfall&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;French&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Artur: Celtic, Noble, Bear man&lt;br /&gt;Blaise: Latin, Stammerer&lt;br /&gt;Candide: Pure white&lt;br /&gt;Demitri: Greek, Goddess of the harvest&lt;br /&gt;Denis: Greek, God of wine&lt;br /&gt;Fantine: Childlike&lt;br /&gt;Gustave: Teutonic, Staff of Gods&lt;br /&gt;Isidore: Greek, A gift of ideas&lt;br /&gt;Marlon: Little falcon&lt;br /&gt;Morgance/Morgane: Sea-dweller&lt;br /&gt;Natacha/Nathalie: Born at Yule&lt;br /&gt;Sylvie/Sylvianne: From the forest&lt;br /&gt;Tatiana: Russian, Fairy queen&lt;br /&gt;Vivien/Vivienne: Lively&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Greek&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Aretha: Nymph&lt;br /&gt;Calandra: Lark&lt;br /&gt;Charis ("KAHR is"): Love&lt;br /&gt;Cloris: Goddess of flowers&lt;br /&gt;Damia: Goddess of the forces of nature&lt;br /&gt;Delia: Goddess of the moon&lt;br /&gt;Kalliope ("kahl ee O pee"): Beautiful voice&lt;br /&gt;Medea: Part Goddess, part sorceress&lt;br /&gt;Silas/Silvanos: Forest&lt;br /&gt;Skatoulaki ("skah TOO lah key"): Little  shithead&lt;br /&gt;Thea: Goddess     Vanessa: Butterfly&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Hawaiian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Haimi: The seeker&lt;br /&gt;Kahoku ("kuh HOH koo"): The star&lt;br /&gt;Kaili ("kah EE lee"): Hawaiian deity&lt;br /&gt;Kala ("kuh LAH"): Sun, Princess&lt;br /&gt;Kalama: Flaming torch&lt;br /&gt;Kali ("KAH lee"): Spear carrier&lt;br /&gt;Kele: Seahorse&lt;br /&gt;Kolika: From the ocean&lt;br /&gt;Konane ("ko NAH neh"): Bright as moonlight&lt;br /&gt;Laka: Goddess of the hula&lt;br /&gt;Lani: Sky&lt;br /&gt;eilani: Sky child&lt;br /&gt;Lono: God of peace and farming&lt;br /&gt;Luana: Enjoyment&lt;br /&gt;Lukela ("loo KEH luh"): Like a fox  Mahina: Moon&lt;br /&gt;Makani: Wind&lt;br /&gt;Mana: Supernatural power&lt;br /&gt;Mapuana ("mah poo AH nuh"): Wind-blown&lt;br /&gt;Nahele ("nah HEH leh"): Forest, grove of trees fragrance&lt;br /&gt;Peni ("PEH ne"): Weaver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Indian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Aditi: Goddess&lt;br /&gt;Ambar: Sky&lt;br /&gt;Ambika: Goddess of power and destruction&lt;br /&gt;mma: Mother Goddess&lt;br /&gt;Amritha: God&lt;br /&gt;Anala: Fire&lt;br /&gt;Anila: Wine God&lt;br /&gt;Chandra: Moon; Moon God&lt;br /&gt;Daru: Pine or cedar&lt;br /&gt;Ellama: Mother Goddess&lt;br /&gt;Ganesha ("guy NAY shuh"): God of good luck and wisdom&lt;br /&gt;Guri: Goddess of abundance&lt;br /&gt;Hema: Daughter of the mountains&lt;br /&gt;Indra: God of power&lt;br /&gt;Manda: God of the occult&lt;br /&gt;Matrika: Mother&lt;br /&gt;Mitra: God of daylight&lt;br /&gt;Sesha: Symbol of time&lt;br /&gt;Sita: Mother earth Goddess&lt;br /&gt;Soma: Moon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Italian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Argento: Silver&lt;br /&gt;apra: Goat&lt;br /&gt;Cascata: Waterfall&lt;br /&gt;Chiaro di Luna: Moonlight&lt;br /&gt;Corrente: Stream, current&lt;br /&gt;Dea: Goddess&lt;br /&gt;Dio: God&lt;br /&gt;Incanto: Witchery&lt;br /&gt;Luce stellare: Starlight&lt;br /&gt;Luna: Moon&lt;br /&gt;Magico: Magician&lt;br /&gt;Maliardo: Sorcerer&lt;br /&gt;Mistico: Mystic&lt;br /&gt;Mita: Myth&lt;br /&gt;Pagano: Pagan&lt;br /&gt;Quercia: Oak&lt;br /&gt;Raggio lunare: Moonbeam&lt;br /&gt;Salice: Willow&lt;br /&gt;Scintillante: Twinkling&lt;br /&gt;Scintillare: Twinkle&lt;br /&gt;Sirena: Mermaid&lt;br /&gt;Stella: Star&lt;br /&gt;Stellato: Starlit&lt;br /&gt;Strega: Female Witch&lt;br /&gt;Stregone: Male Witch&lt;br /&gt;Stregoneria: Witchcraft&lt;br /&gt;Sucente: Starlike&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Irish&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irish Girl's Names&lt;br /&gt;Affrica: Pleasant&lt;br /&gt;Arienh ("A reen"): Pledge&lt;br /&gt;Bebhinn ("BEH vin"): Melodious lady&lt;br /&gt;Briana: Strong&lt;br /&gt;Bride: Strength&lt;br /&gt;Caitlin ("KAT leen or "KATE lin"): Pure&lt;br /&gt;Erin: Peace&lt;br /&gt;Fiona ("FEE oh nah" or "FEE nah"): White, fair&lt;br /&gt;Glynis: Valley&lt;br /&gt;Grainne ("GROH nyuh"): Grace&lt;br /&gt;Ide ("EED uh"): Thirst&lt;br /&gt;Kelly: Warrior&lt;br /&gt;Kennocha ("ken OH kuh"): Beauty&lt;br /&gt;Kerry/Keriann: Dark-haired&lt;br /&gt;Lasairiona ("las a REE nuh"): Flame wine&lt;br /&gt;Luighseach ("LOO seh"): Bringer of life&lt;br /&gt;Mave: Mirth&lt;br /&gt;Mavelle: Songbird&lt;br /&gt;Morgan: Sea dweller&lt;br /&gt;Moya: Great&lt;br /&gt;Rowena: White mane&lt;br /&gt;Sheena: God's gift&lt;br /&gt;Siobhan ("shuh VAHN"): Gracious&lt;br /&gt;Sorcha: Clear, bright&lt;br /&gt;Tara: Tower&lt;br /&gt;Una ("OO nuh"): Unity&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irish Boy's Names&lt;br /&gt;Aidan: Flame, fiery&lt;br /&gt;Aindreas ("AHN dree ahs"): Manly&lt;br /&gt;Artur: Noble, bear man&lt;br /&gt;Baird: Ballad singer&lt;br /&gt;Bevan: Youthful warrior&lt;br /&gt;Brenainn ("BREH neen"): Sword&lt;br /&gt;Brendan: Raven&lt;br /&gt;Broin ("bree AHN"): Raven&lt;br /&gt;Carlin: Little champion&lt;br /&gt;Cillian/Killian ("KEEL yan"): War&lt;br /&gt;Conroy: Wise man&lt;br /&gt;Conway: Hound of the plain&lt;br /&gt;Corey: From the hollow&lt;br /&gt;Cullan/Collin: Handsome&lt;br /&gt;Dagda: Good God&lt;br /&gt;Daibheid ("DEH vid"): Beloved&lt;br /&gt;Dallas: Wise&lt;br /&gt;Daray: Dark&lt;br /&gt;Devin: A poet&lt;br /&gt;Donagh: High king&lt;br /&gt;Donahue: Dark warrior&lt;br /&gt;Donovan: Dark warrior&lt;br /&gt;Duncan: Dark man&lt;br /&gt;Erin: Peace&lt;br /&gt;Evan: Young warrior&lt;br /&gt;Faolan/Felan ("FEH lahn"): Wolf&lt;br /&gt;Farrell: Courageous&lt;br /&gt;Farry: Manly&lt;br /&gt;Ferris: The rock&lt;br /&gt;Fionan ("FIN ee ahn"): Fair&lt;br /&gt;Gannon: Fair of face&lt;br /&gt;Glen: Valley&lt;br /&gt;Innis: Island&lt;br /&gt;Kearney: Warrior&lt;br /&gt;Keegan: Little and fiery one&lt;br /&gt;Logan: From the hollow&lt;br /&gt;Maghnus ("MAKH nus"): Great&lt;br /&gt;Mannix: Monk&lt;br /&gt;Nealon: Champion&lt;br /&gt;Nolan: Famous&lt;br /&gt;Padraig ("PAH dreek"): Noble&lt;br /&gt;Rory: Famous ruler&lt;br /&gt;Scully: Town crier&lt;br /&gt;Sean/Shawn/Shane: God's gift&lt;br /&gt;Searlas ("SHAR las"): Full-grown: manly&lt;br /&gt;Wynne: White, fair&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Kenyan&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Barika: Bloom&lt;br /&gt;Dalila ("dah LEE lah"): Gentle&lt;br /&gt;Machupa ("mah CHOO pah"): Likes to drink&lt;br /&gt;Makalani ("mah kah LAH nee"): One skilled in writing&lt;br /&gt;Mwassaa ("m wah SAH"): Timely&lt;br /&gt;Paka: Pussycat&lt;br /&gt;Pili ("PEE lee"): Second-born&lt;br /&gt;adiki ("sah DEE kee"): Faithful&lt;br /&gt;Sanura ("sah NOO rah"): Kitten&lt;br /&gt;Shani ("SHAH nee"): Marvellous&lt;br /&gt;Sikudhani ("see koo THAN nee"): A surprise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Latin&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Ardere: Fire&lt;br /&gt;Astrum: Star&lt;br /&gt;Deus: God&lt;br /&gt;Dia: Goddess&lt;br /&gt;Diva: Goddess&lt;br /&gt;Divus: God&lt;br /&gt;Fabula: Myth&lt;br /&gt;Lumen: Star&lt;br /&gt;Luna: Moon&lt;br /&gt;unae Lumen: Moonlight&lt;br /&gt;Magice: Magic&lt;br /&gt;Paganus: Pagan&lt;br /&gt;Quercus: Oak&lt;br /&gt;aga: Witch&lt;br /&gt;Sagus: Prophetic&lt;br /&gt;Siderbus Inlustris: Starlight&lt;br /&gt;Stella: Star Stellifer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Native North American&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Aleshanee: She plays all the time&lt;br /&gt;Amitola: Rainbow&lt;br /&gt;Aponi: Butterfly&lt;br /&gt;Awenasa: Cherokee. My home&lt;br /&gt;Awenita: Fawn&lt;br /&gt;Ayita: Cherokee. First in the dance&lt;br /&gt;Elsu: Falcon flying&lt;br /&gt;Enola: Alone&lt;br /&gt;Gaho: Mother&lt;br /&gt;Hadan: Fiery&lt;br /&gt;Hinun ("hee NOON"): God of clouds and rain&lt;br /&gt;Iye ("EE yeh"): Smoke&lt;br /&gt;Jacy: Moon; creator of all plants    Kachina: Sacred dancer&lt;br /&gt;Kai: Willow tree&lt;br /&gt;Karmiti: Trees&lt;br /&gt;Kaya: My elder sister&lt;br /&gt;Kimama: Butterfly&lt;br /&gt;Leotie ("leh o TEE eh"): Prairie flower&lt;br /&gt;Litonya: Hummingbird darting&lt;br /&gt;Lulu: Rabbit&lt;br /&gt;Luna: Moon&lt;br /&gt;Macawi: Motherly&lt;br /&gt;Macha: Aurora&lt;br /&gt;Mahal: Woman&lt;br /&gt;Mahkah: Earth&lt;br /&gt;Mamid: The star dancer&lt;br /&gt;Mascha: Owl&lt;br /&gt;Masou ("mah SO OO"): Fire deity&lt;br /&gt;Meda: Prophet&lt;br /&gt;Miakoda: Power of the moon&lt;br /&gt;Migina: Returning moon&lt;br /&gt;Mimiteh: New moon&lt;br /&gt;Nahimana: Mystic&lt;br /&gt;Nasnan: Surrounded by a song&lt;br /&gt;Nata-Akon: Expert canoeist&lt;br /&gt;Niabi: Fawn&lt;br /&gt;Nidawi: Fairy girl&lt;br /&gt;Nita: Bear&lt;br /&gt;Nova: Chasing a butterfly&lt;br /&gt;Nuna: Land&lt;br /&gt;Onatah: Corn spirit, daughter of the earth&lt;br /&gt;Orenda: Magic power&lt;br /&gt;Pelipa: Lover of horses&lt;br /&gt;Raini: Deity who created the world&lt;br /&gt; Satinka: Magic dancer&lt;br /&gt;Sedna: Goddess of food&lt;br /&gt;Snana: Jingles like little bells&lt;br /&gt;Tadewi: Wind&lt;br /&gt;Taigi: Returning new moon&lt;br /&gt;Taima: Crash of thunder&lt;br /&gt;Taini: Coming new moon&lt;br /&gt;Tala: Wolf&lt;br /&gt;Tama: Thunderbolt&lt;br /&gt;Tateeyopa: Happy hostess, her door&lt;br /&gt;Tuwa: Earth&lt;br /&gt;Waitilanni: Wonder water&lt;br /&gt;Wakanda: Inner magical power&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Russian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russian Girl's Names&lt;br /&gt;Lyeta: Summer&lt;br /&gt;rlitza: Female eagle&lt;br /&gt;Osyenya: Autumn&lt;br /&gt;Shelovlevaya: Mischevious&lt;br /&gt;Snigurka: Snow maiden&lt;br /&gt;Vyesna: Spring&lt;br /&gt;Zima: Winter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russian Boy's Names&lt;br /&gt;Osyen: Autumn&lt;br /&gt;Shelovleviy: Mischevious&lt;br /&gt;Vyesniy: Spring&lt;br /&gt;Zimiy: Winter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Scandinavian&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Davin ("DAH vin"): The brightness of the Finns&lt;br /&gt;Disa: Active spirit&lt;br /&gt;Freya ("FRAY yah"): After Goddess Freyja&lt;br /&gt;Kaia ("KAH ee ah"): From Gaia, earth Goddess&lt;br /&gt;Karen ("KAH rehn"): Pure (also Kari, Karine, Katinka, Trine)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Scottish&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Aaid: Magpie&lt;br /&gt;Baird: Poet&lt;br /&gt;Blair: Child of the fields&lt;br /&gt;Cameron: Crooked nose&lt;br /&gt;Campbell: Crooked mouth&lt;br /&gt;Coleen: Girl&lt;br /&gt;Duncan: Dark-skinned warrior&lt;br /&gt;Gaisgeil: Heroic, brave&lt;br /&gt;Geasachd: Enchantment, astrology&lt;br /&gt;Geasadair: Wizard&lt;br /&gt;Gointe: Bewitched, fay&lt;br /&gt;Grian: Sun&lt;br /&gt;Grianchrisos: Zodiac&lt;br /&gt;Grianghamhstad: Winter Solstice&lt;br /&gt;Grianghath: Sunbeam&lt;br /&gt;Muir: Sea&lt;br /&gt;Muireannach: Female champion    Muirn: Joy&lt;br /&gt;Murdachan: Mermaid&lt;br /&gt;Orra: Charm, amulet&lt;br /&gt;Orraidheachd: Enchantments&lt;br /&gt;Orrtha: Music or bewitchery&lt;br /&gt;Orrthannan: Enchantment&lt;br /&gt;Osran: Peace&lt;br /&gt;Pogadh: Kissing&lt;br /&gt;Ruis: Elder tree&lt;br /&gt;Sgaileach: Shadowy, ghost-like&lt;br /&gt;Suil: Willow tree&lt;br /&gt;Uilioc: Mistletoe&lt;br /&gt;Uchdbhan: Fair-breasted&lt;br /&gt;Ur: Yew tree&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Coven Names&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Abracadabra Coven&lt;br /&gt;Ar nDraiocht Fein&lt;br /&gt;Avalon&lt;br /&gt;Blue Star Coven&lt;br /&gt;Butterfly Garden Coven&lt;br /&gt;Children of the Hundred Acre Wood&lt;br /&gt;Children of the Tropical Moon&lt;br /&gt;Church of the Crescent Moon&lt;br /&gt;Circle of the Starry Starry Night&lt;br /&gt;Circle of Stones&lt;br /&gt;Clan of Cerridwyn&lt;br /&gt;Clan of the Cauldron&lt;br /&gt;Coven Lothlorien&lt;br /&gt;Coven of the Sacred Stones&lt;br /&gt;Coven of the Singing Tree&lt;br /&gt;Coven of Danu&lt;br /&gt;Coven Aurora&lt;br /&gt;Coven of the Whispering Wind&lt;br /&gt;Coven of the Dragon&lt;br /&gt;Coven of the Dolphins&lt;br /&gt;Covenant of the Goddess&lt;br /&gt;Daughters of the Muse&lt;br /&gt;Desert Henge Coven&lt;br /&gt;Dragonfhain&lt;br /&gt;Dreamdance Coven&lt;br /&gt;Earth Song Circle&lt;br /&gt;Earthaven&lt;br /&gt;Earthcrafte&lt;br /&gt;Elf&lt;br /&gt;Elvenhome&lt;br /&gt;Enterprise Coven&lt;br /&gt;Every Witch Way&lt;br /&gt;Fairy Clan&lt;br /&gt;Gaia Group&lt;br /&gt;Greenwood Grove&lt;br /&gt;Grove of the Pegasus&lt;br /&gt;Guardians of Avalon&lt;br /&gt;House Atreides&lt;br /&gt;Invisible Evening Twilight Tribe&lt;br /&gt;Mississippi Moon&lt;br /&gt;Moon Birch Grove&lt;br /&gt;Moondance Coven&lt;br /&gt;Moonfire&lt;br /&gt;Moonweb Coven&lt;br /&gt;Morning Star&lt;br /&gt;Motherheart Coven&lt;br /&gt;New Earth Coven&lt;br /&gt;Nightwind Coven&lt;br /&gt;O.O.P.S. (Our Own Pagan System)&lt;br /&gt;Oak and Ash and Thorn&lt;br /&gt;Oakrune Circle&lt;br /&gt;Ocean Breeze Circle&lt;br /&gt;Order of Osiris&lt;br /&gt;Our Lady of Enchantment&lt;br /&gt;Pale Horse&lt;br /&gt;Pendragon Coven&lt;br /&gt;Rainbow Web Circle&lt;br /&gt;Rowantree Coven&lt;br /&gt;Silver Elves&lt;br /&gt;Silver Acorn Coven&lt;br /&gt;Silver Web&lt;br /&gt;Silver Crystal Coven&lt;br /&gt;Sisterhoon (Brotherhood) of the Goddess&lt;br /&gt;Sisters Circle&lt;br /&gt;Spiritdancer Circle&lt;br /&gt;Standing Stone Coven&lt;br /&gt;Starmist Coven&lt;br /&gt;Storm Circle&lt;br /&gt;Sword and Stone&lt;br /&gt;Temple of the Elder Gods&lt;br /&gt;Temple Stardust&lt;br /&gt;Temple of Danaan&lt;br /&gt;Tuatha De Danaan&lt;br /&gt;Wolfhaven Farms&lt;br /&gt;Wychwood&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NOMES MÁGICOS 2&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;Por Graelan Wintertide&lt;br /&gt;Tradução: Nimue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das primeiras coisas que você vai descobrir quando começar a explorar a Internet Pagã é o uso de nomes adotados. Em todo lugar que você olhe, seu browser parece te levar a outra Raven ou a um site da rede cujo nome é formado pela combinação de palavras Lua, Lobo, uma cor, ou um dos elementos.&lt;br /&gt;Para um estranho, a prática de pegar um nome adicional pode parecer estranha; para aqueles na Arte, algumas vezes é confuso. O que os nomes significam? Eles são dados ao praticante ou eles são escolhidos pelo indivíduo? E se eu sou Pagão, eu preciso de ter um nome adicional para ser verdadeiramente uma parte da Arte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;U&gt;Nomes diferentes, Usos diferentes&lt;/U&gt;&lt;br /&gt;Apesar de existirem muitos usos diferentes para os nomes adotados na comunidade Pagã, ambos a adoção e o uso de nomes geralmente cai em uma das 3 categorias básicas: Nomes Públicos, Nomes da Arte, e Nomes Secretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;U&gt;Nome Públicos&lt;/U&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a Internet detem um enorme potencial de troca de informações e alcança populações diversas, existe grande preocupação sobre a informação pessoal do usuário cair em mãos erradas. A preocupação normal referente a privacidade e anonimato são ampliadas dentro da Comunidade Pagã. &lt;br /&gt;Existem grandes dose de conceitos errados sobre a Arte e Pagãos muitas vezes temem perseguição no que se refere a suas crenças. Com o espantoso número de  usuários da Web, Os Pagãos da Internet muitas vezes acabam por ter um endereço de e-mail que reflete sua natureza mágica.&lt;br /&gt;Até porque, só pode existir um "joesmith@a..." todos os outros Joe Smith na AOL precisam ter endereços diferentes. O endereço de e-mail de uma pessoa muitas vezes se torna a face da pessoas na Internet. Como eles continuam interagindo com outrso indivíduos, eles podem achar que seus novos cyber-amigos terão menos trabalho&lt;br /&gt;lembrando de seu endereço e-mail do que de seu nome fora da rede. Algumas vezes, o enderço e-mail é escolhido com esta possibilidade em mente. Por exemplo,&lt;br /&gt;Jane Doe cujo endereço de e-mail para a Comunidade Pagã é catmagick@nota realaddress.com pode logo se tornar conhecida apenas como "Cat" para seus amigos on-line. Quando elea criar seus site pessoal, ela o chama de "Cat's Den," e o que era um simples endereço de e-mail, se torna uma persona. Devido a sua nova identidade estar tão envolvida com suas relações com a comunidade Pagã on-line, ela se torna seu nome off-lina quando encontrando novos Bruxos e Wiccans. O novo nome se torna quando falando de suas crenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Nomes da Arte&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Nomes da Arte podem ser usados ao interagir com o público, sob circunstâncias normais eles são intencionalmente adotados como parte das crenças  individuais, mais doq eu o indivíduo lentamente crescendo em sua identidade. O Nome da Arte pode ser escolhido pelo praticante ou pode ser dado a ele por outro Pagão ou pessoa que eles respeite e que o conheça bem.&lt;br /&gt;Em ambos os casos o nome é geralmente aodtado quando o indivíduo recebe o nome através de um ritual para reconhecer seu crescimento em, ou seu compromisso para com, suas crenças -- por exemplo como parte de seu rito de Inciação. Não é incomum para o praticante ter um nome durante seu periodo de estudo inicial de um ano e um dia, apenas para achar que eles cresceram em seus conhecimentos e sua experiência se aprofundou. Se for este o caso, é completamente aceitável escolher um nome diferente depois que o período de um ano e um dia foi completado. Não apenas o novo nome claramente captura o caminho do indivíduo, mas a aceitação do novo nome pode ser usada para reconhecer seus crescimento e sua passagem por um marco de seu caminho.&lt;br /&gt;Enquanto o Nome Público pode refletir aspectos de um caminho individual, o Nome da Arte na maior parte das vezes o faz. Um entendimento das tradições por trás do Nome da Arte vai normalmente lhe dar um insight nas crenças do indivíduo, Sua prática pessoal, ou as áreas de sua Arte que ele trouxe mais fortemente para si. Enquanto o Nome da Arte pode posar de Nome Público, o oposto raramente é real. Mesmo se a pessoa usou seu Nome Público por algum tempo, ele quase sempre consideram em  ter um diferente identificador como Nome da Arte. Se um Nome da Arte diferente é tomado, usualmente - mas não sempre - é usado para interagir com o público e o Nome público cai em desuso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Nome Secretos&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Nomes Secretos são apenas adotados em certas Tradições e não largamente utilizados em toda a Arte. O conceito é colhido de uma quantidade de crenças indigenas que levam a alma da pessoa a sua própria e única identidade. Revelar este nome leva o indivíduo as chaves para o subconsciente e o nome é guardado cuidadosamente enão é dividido com outros indivíduos com exceção de certas cerimônias de ligação. O nome é normalmente recebido ou descoberto através de sonhos ou trabalho de meditação profunda e não é algo que pode ser simplesmente descoberto por procura consciente. &lt;br /&gt;Nomes Secretos apenas são usados um trabalho rituais solitários e ocasionalmente em jornadas xamânicas. Um subgrupo do Nome Secreto pode ser o nome de Trabalho - um nome que é usado apenas em tipos específicos de rituais e estudos e pode ser dados por outros indivíduos que dividam o trabalho com o praticante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Encontrando seu Próprio Nome&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Primeiro de tudo, não é todo mundo da Arte que tem um nome adicional. É uma preferência pessoal e geralmente é atado a Tradição que o indivíduo pratica. &lt;br /&gt;Nenhum dos vários tipos de nomes são necessários e nenhum deve ser adotados levemente. Mesmo os Nomes Públicos podem se tornam algo com que você seja&lt;br /&gt;associado nos anos a vir, então assegure-se que o nome lhe "cabe" quando você o pega para si..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Linhagem e o Poder dos Nomes&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Existe um certo poder em dar nomes. " A Floresta das Velhas Árvores com mortalhas de névoa " evoca uma certa imagem que, "o caminho de madeira logo alí," simplesmente não consegue. Como muitos de nós descobrimos em nosso trabalho mágico, manter uma imagem em nossas mentes permite-nos experimentar&lt;br /&gt;a energia da imagem. E uma vez que somos capazes de conectar com esta energia, nós podemos usá-la em nossos rituais e trabalhos de magia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meios de escolher um nome da Arte é pensar a respeito dos tipos de energia que você visualiza sendo associados com ou que você particularmente tem afinidade. Alguem que vive a navegar pode escolher palavras com "vento", "ondas", e "mar". Alguem que é aprticularmente ligado a vida selvagem pode escolher palavras  como "Sempre viva", "lobo", ou "floresta". Uma vez que você tenha uma lista, a chave é colocá-los jutnos de modo a capturar a energia que você sente mais próxima de  você. Por exemplo, nosso marinheiro pode escolher "Vento do Mar" enquanto nosso amante da vida selvagem pode escolher "lobo Verde". Se você não pode capturar um instantaneo completo da energia em um mundo, escolha um primeiro e um último nome. Nosso marinheiro pode também se sentir conectado com amanheceres e com pores-dos-sol, eles podem escolher, "Vento do mar do amanhecer" como seu nome da Arte. &lt;br /&gt;Tenha em mente que se você usar dois nomes o principal deve descrever o maior evento ("Vento do mar" sendo um meio ambiente constante) enquanto o secundário deve&lt;br /&gt;ser o menor evento ("amanhecer" apenas se aplicando a uma parte específica da manhã). Esta é uma regra geral para uso em quase todas as Tradições com raízes ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Um nome todo seu&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Depois de saguir pelo processo acima, se você apenas não encontra algo que ressoe com você, você pode querer tentar outra aproximação. Depois de escrever uma lista de palavras que representem meu próprio caminho, eu achei que nenhum funcionaria como nome. Não existiam combinações que eu sentisse apropriados a representar eu mesmo ou o centro de minha prática. Pegando a lista, eu comecei com os aspectos que tinham o menor impacto em meu caminho e lentamente os risquei, um por um. O que eu deixei era uma jornada que eu fiz em meus sonhos e as florestas que eu frequentei na porção costeira das montanhas do estado do Oregon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu comecei a olhar as áreas onde os dois correspondiam. A passagem no mundo dos sonhos foi considerada como uma jornada de um tipo de realidade a outro.&lt;br /&gt;As florestas que eu frequentei muitas vezes estavam envoldas em grossas camadas de nevoeiro -- A névoa marcando a fronteira entre os mundos espírituais e materiais em muitas culturas. A fronteira entre mundos era uma terra cinza (gray land). Gray-lan. Graelan. Meu nome fora escolhido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é um passo difícil criar um nome para si mesmo. Tente combinações de nomes. Esqueça consoantes de várias partes da palavra (como o "d" em "land"). Use  alternativas de soletração ou soletre a palavra foneticamente("grae" ao invés de "gray"). Se nada disso funcionar, procure sua herança e veja quais as palavras estão na lingua de seus ancestrais próximos. Um diconário tradutor ou um tradutor on-line pode ajudar na sua busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Natureza e o Espírito do Mundo&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Se nada mais funcionar, simplesmente pergunte qual nome deve ser dado a você. Você não tem que fazer seu pedido a outra pessoa -- pergunte ao espírito do mundo, a Deusa e ao Deus -- a lista é quase infinita. Se você não se sentir inspirado ao escolher um método próprio, simplesmente sussure alto seu pedido indo para a cama e vá dormir. Algumas vezes a resposta vai vir nos seus sonhos. Outras vezes, um simples evento vai chamar sua atenção -- preste atenção. Você ficará espantado com o modos que seu nome vem a você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto estudava as mulheres nativas Norte americanas, eu precisava de um nome de trabalho para minha jornada xamânica. Eu não irei revelar o nome aqui, mas isto é semelhante ao que aconteceu. Eu andava pra fora de casa sozinha para ir buscar minha visão. Por muitos dias, eu estive pedindo por um nome, cada noite que eu ia dormir. Assim que eu pisei fora de casa, minha atenção foi completamente focada em um gato, pulando através do gramado como se estivesse brincando. Devido minha  atenção ter sido totalmente focada -- e eu estar pedindo por um nome de trabalho há algum tempo -- eu sabia que isto era um evento especial. Olhando a cena, eu soube que meu nome de trabalho xamânico era "Gato Saltitante" Apesar de eu ter considerado um grande número de outras possibilidades, o nome de algum modo cabia a mim. Enquanto Gato Saltitante não é realmente meu nome de trabalho, o evento que descrevi onde meu nome foi dado aconteceu desta maneira. O que há num nome?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome mágicos podem ser usados de muitas maneiras. Nomes públicos nos permitem anomimato enquanto trabalhamos com pessoas que tem que conquistar nossa confiança. Nomes da Arte simbolizam seus caminhos e delimitam marcos em nosso crescimento pessoal. Nome de Trabalho nos permitem entrar mais profundamente e
